O Zodíaco é o círculo dos céus que mais diretamente está vinculado a nós e, como todo círculo, contém trezentos e sessenta graus. Para ter uma ideia da imensidão desse plano da Eclíptica, lembre-se de que a órbita da Terra ao redor do Sol tem aproximadamente 941.500.000 km e que esse plano do Zodíaco tem quinze graus de largura em toda essa distância. Esse grande círculo é dividido em doze partes de 30 graus cada, chamadas de Signos do Zodíaco.
Os diferentes Signos receberam seus nomes dos antigos Sábios porque, após um longo curso de observação e registro, descobriu-se que a influência do Sol, ao passar por cada Signo, tinha certo efeito sobre o Reino vegetal e trazia à manifestação ativa algumas qualidades na Humanidade.
Cada Signo é representado por um símbolo e a invenção desses símbolos remonta a eras tão antigas que não há registro sobre isso. Quando os Signos do Zodíaco foram nomeados, sem dúvida, eles eram idênticos às constelações, o que não acontece atualmente.
Cada Signo tem um Regente que expressam melhor as qualidades desse Signo. Esses Planetas ou Regentes são os Corpos Densos de elevados Seres que são, na Bíblia, chamados de “Os Sete Espíritos diante do Trono” e que têm sob Sua responsabilidade a nossa evolução. Cada Planeta visível é a personificação de uma Grande Inteligência Espiritual que busca guiar a Humanidade de acordo com o Plano de Deus, sempre tendo em vista o objetivo final, sem se prender ao estado presente. Cada um desses elevados Seres tem o seu trabalho especial a realizar em favor da Humanidade.
O primeiro Signo, Áries, situa-se em um dos cantos do Céu e quando o Sol está em Áries ele está totalmente à leste. Áries, o Carneiro, recebeu esse nome porque nascia com o Sol no atual mês de março, mês do vivificante Equinócio de Março, e simboliza a Vida. Os pastores lhe deram o nome em homenagem aos seus rebanhos e aos campos que revitalizavam.
Em seguida vem Touro, nomeado a partir dos rebanhos que eram considerados os mais valiosos depois das ovelhas. O Touro foi muito adequadamente venerado por aquelas pessoas, sendo um emblema da fortaleza necessária para conquistar o Mundo material. Devido à sua prodigiosa força, ele era de uma ajuda inestimável em todas as suas tarefas. O provérbio sobre “as panelas de carne do Egito” (Ex 16:3) serve até hoje para mostrar com que abundância aquele animal lhes supriam a necessidade física de alimento, sendo o leite da fêmea também um elemento importante da dieta. Possuir muito gado era, portanto, ardorosamente desejado na antiguidade pelas nações novas.
O próximo é Gêmeos, às vezes chamado de Cástor e Pólux que, em sua eterna juventude, contam a história da fraternidade humana.
O quarto Signo, Câncer, está em outro canto do Céu. No Solstício de Junho, o Sol parece parar e, como um caranguejo, recuar lentamente — por isso o chamamos de caranguejo. Mas os egípcios chamaram esse Signo de Escaravelho ou Besouro e usavam o escaravelho como símbolo da alma, explicando que esse Signo é “a esfera das almas que aguardam o renascimento”.
Então surge o Signo Real, Leão, o Signo solar por excelência, a morada do Sol.
Em seguida vem a “Virgem Celestial”, geralmente chamada de Virgem. Dizemos que o Sol nasce da Virgem Celestial porque, no Solstício de Dezembro, quando a noite é mais longa, a Virgem se ergue no horizonte oriental e o Sol inicia seu novo percurso rumo ao Equinócio de Março, para derramar nova vida sobre a Terra.
O terceiro canto do Zodíaco é ocupado por Libra, a Balança, assim chamada porque, no Equinócio de Setembro, os dias e as noites estão igualmente equilibrados.
Em seguida vem Escorpião, que carrega seu ferrão na cauda e rege a Oitava Casa, a Casa da Morte. Escorpião governa os órgãos da geração e a morte aguarda todos os que nascem da fecundação, resultado de uma relação sexual (direta ou indireta) entre um homem e uma mulher.
O nono Signo, que tem influência especial sobre a Mente, é Sagitário, o arqueiro, meio homem, meio animal: um centauro. Seu símbolo mostra um homem com um arco, representando aquele que se ergue acima da sua natureza animal. O arqueiro aponta sua flecha diretamente para o Sol, simbolizando sua aspiração espiritual; embora frequentemente erre o alvo, às vezes acerta e não desiste.
O quarto e último canto do Céu é ocupado por Capricórnio, o bode, que se deleita em escalar altos precipícios. Ele ocupa o canto onde o Sol começa a subir novamente, em seu retorno para o Norte.
O décimo primeiro Signo é Aquário, o Portador da Água, que se supõe carregar um jarro cheia de água em suas mãos. Esse jarro contém seus sentimentos e suas emoções; se ele a inclina, eles transbordam; contudo, se mantém firme, eles permanecem contidos. Assim, tudo está sob seu próprio controle e esse é o ideal celestial que nos foi colocado como meta a ser alcançada.
O último ou décimo segundo Signo do Zodíaco é Peixes. Seu símbolo mostra dois peixes nadando em direções opostas, unidos por uma faixa. Os dois peixes apontam para o grande abismo, o lugar do mistério, enquanto a faixa que os une representa a Unidade entre tudo o que existe.
O Zodíaco significa “Círculo de Animais”; embora dois dos Signos de Ar, Gêmeos e Aquário, sejam humanos; um dos Signos de Fogo, Sagitário, meio humano; e um dos Signos de Terra, Virgem, também seja humano, todos os demais, exceto Libra, que é neutro, pertencem ao Reino animal.
Essas doze constelações estão sempre na mesma posição relativa, porém devido a um leve movimento dos polos da Terra, o Sol cruza o equador em um ponto ligeiramente diferente a cada ano, durante o Equinócio de Março, parecendo se mover lentamente para trás no Zodíaco, a uma taxa de 50 segundos por ano. Ele demora aproximadamente 2.100 anos para retroceder por um Signo inteiro e, aproximadamente, 25.868 anos para completar o ciclo através de todos os doze Signos. Esse movimento retrógrado é chamado de “Precessão dos Equinócios”. O grande ciclo foi completado pela última vez no ano 498 d.C., quando o mundo iniciou uma nova espiral mais elevada de sua evolução.
Hoje, os Signos que mais diretamente estão relacionados a nós são Aquário, Peixes, Áries, Touro, Gêmeos e Câncer. Eles realmente compõem a essência de todos os Signos do Zodíaco, pois a qualidade de um Signo é sempre refletida em seu oposto.
Cada Signo do Zodíaco tem um Regente que se acredita estar em harmonia com o Signo. Cada um desses elevados Seres é responsável por uma determinada fase do nosso desenvolvimento. Assim, fica claro que a educação da Humanidade depende em grande parte do treinamento que nossos instrutores receberam em evoluções anteriores. Quando o Sol esteve, pela última vez e por Precessão dos Equinócios, no Signo aquoso de Câncer, o continente da Atlântida foi sepultado sob as ondas e emergiu o que parecia ser um novo Céu e uma nova Terra, com uma nova Raça destinada a habitar o mundo.
Essa catástrofe que se abateu sobre a Atlântida, enquanto o Sol estava em Câncer, é o cataclismo relatado a Platão pelos sacerdotes do Egito e que o próprio Platão mais tarde registrou. Os sacerdotes disseram a Platão que, segundo seus registros, esse dilúvio ocorreu de dez mil anos antes, aproximadamente, considerando a base de tempo atual.
Câncer é um Signo fértil e a Lua controla o crescimento. Como mostra a vibração da Lua, ela também controla a Mente, sendo o dígito das vogais a força espiritual do número de expressão da Trindade ativa. Nesse contexto, é interessante recordar que a Mente foi dada à Humanidade infantil quase no final do Período Atlante.
Jeová, o Espírito Santo, que também expressa o três em suas vogais, é o Regente de todas as Luas, que são usadas com o propósito de dar aos seres que ficaram para trás na marcha do progresso uma nova chance, sob circunstâncias diferentes e Leis mais rigorosas, para tentar recuperar o tempo perdido. O nome Jehovah (ou Jeová) revela o cuidado protetor que Ele sempre exerce e como tenta alcançar Seus discípulos por meio de suas Mentes.
Mas Jeová foi um mestre severo e ensinou Seus filhos a compreender que, quando fizessem o que é certo e O agradavam, seriam recompensados; no entanto, quando faziam o que era errado, um castigo rápido os alcançaria. Era “olho por olho, dente por dente”. Não era, de forma alguma, um reino de misericórdia, pois a Humanidade não teria compreendido a misericórdia naquela época — era um Reino da Lei onde o egoísmo florescia. Assim, apelando aos instintos egoístas, a Humanidade, enquanto desenvolvia a Mente, foi pressionada e conduzida ao longo do Caminho de Evolução.
À medida que o Sol retrocedeu pelo Zodíaco, após cerca de 2.100 anos em Câncer, ele entrou no Signo de Ar, Gêmeos. Gêmeos governa a Mente inferior e os gêmeos são o símbolo da juventude eterna e da fraternidade humana. Sendo um Signo de Ar, esse foi um tempo de expressão.
Acredita-se que esse período tenha contido a Idade de Ouro no Egito, pois, em um Signo de Ar, as almas são mais facilmente despertadas para o reconhecimento de sua origem divina. É provável que o autor do Livro de Jó tenha vivido na Era de Gêmeos.
O Regente de Gêmeos é Mercúrio, cujo nome revela o trabalho educacional rigoroso que ele exigia; e as vogais do seu nome indicam que o seu trabalho tinha como objetivo expandir a Mente da Humanidade infantil até que ela pudesse funcionar no Plano Universal.
Os elevados Seres que ficaram entre os seres humanos naquela época para guiar e ensinar a Humanidade eram conhecidos como os Senhores de Mercúrio e os Senhores de Vênus. Embora fossem extremamente mais avançados do que os “filhos dos homens”, eram, na verdade, os pertencentes a Mercúrio e Vênus que haviam ficado para trás na evolução e sido lançados em uma das Luas de cada um dos dois Planetas. Naquele tempo, ao ajudarem a Humanidade, eles receberam uma nova oportunidade de recuperar o atraso e, quando seu trabalho na Terra estivesse concluído, retornariam ao seu Planeta natal. A obra de Mercúrio estava especialmente ligada à Humanidade com o Sol em Gêmeos; Vênus teve mais trabalho a realizar no período seguinte, quando o Sol estava em Touro.
Neste ponto da história do mundo é muito difícil para nós imaginarmos um tempo em que não possuíamos a faculdade da razão, onde o que tínhamos de mais próximo dela se manifestava como astúcia. Mas desenvolver a faculdade racional e colocar a Mente inferior em atividade foi realmente a obra que Mercúrio teve de realizar. Que ele foi bem-sucedido em grande medida é provado pelo fato de que muitos de nós já começamos a usar também a intuição em vez de apenas a razão.
Ao final daquele período, o Sol havia saído de Gêmeos, pela Precessão dos Equinócios, e entrado em Touro, que era, naquela época, conhecido como o “Touro Alado de Nínive”. Nesse período, o Touro era considerado um símbolo sagrado e visto como a mais elevada expressão da força física, que ainda era considerada de maior valor do que a simples Mente. O Touro também era cultuado como símbolo de força procriadora.
O Signo oposto a Touro é Escorpião, que é regido por Marte, o Planeta da Energia Dinâmica. Como sempre há um significado exotérico e um significado esotérico em cada ensinamento, o Signo oposto geralmente expressa o significado interior. Assim, durante a Era de Touro, quando se cultuava o touro sagrado, os sacerdotes usavam o Uraeus, o Símbolo da Serpente, pertencente a Escorpião, o Signo oposto a Touro, para indicar sua posse da sabedoria esotérica.
Pelo que foi dito, pode-se compreender facilmente que a força estava dominante no mundo e governava tudo. Assim, entendemos o tipo de trabalho que o suave Vênus, Regente de Touro, teve que realizar. A maior parte do que definimos e conceituamos com “mal” foi assim decidido quando começamos a responder à Marte, o Regente de Escorpião e Áries.
Como aprendemos nos Ensinamentos Rosacruzes, os Espíritos Luciféricos foram os atrasados da Onda de Vida dos Anjos do Período Lunar e não conseguiram viver no Sol nem na Lua, pois eram movidos por paixões e desejos egoístas. Por isso, foi necessário encontrar um lugar separado para eles e assim foram colocados em Marte. Dessa forma, Marte é o lugar de Lúcifer, o chefe dos Anjos caídos. Mas percebemos por sua vibração que ele seja, como diz Jó, “um filho de Deus” e isso é confirmado por S. Judas Tadeu, ao dizer que nem mesmo o Arcanjo Miguel ousou insultar Lúcifer.
Estudamos na Filosofia Rosacruz uma bela história sobre como Lúcifer, quando lutou contra o Arcanjo Miguel, disputando pelo corpo de Moisés, perdeu a gema mais preciosa da sua coroa. Ela foi deslocada durante a luta. “Essa linda gema era uma esmeralda chamada Elixir. Ela foi lançada no abismo, mas foi recuperada pelos Anjos e a partir dela o Cálice, ou Santo Graal, foi feito — aquele que mais tarde foi usado para conter o sangue purificador que fluiu do lado do Salvador”.
Também, da Filosofia Rosacruz, observamos que “essa joia era uma esmeralda e, portanto, verde. O verde é uma combinação de azul e amarelo; assim, é a cor complementar da terceira cor primária, o vermelho. No Mundo Físico, o vermelho tende a excitar e energizar, enquanto o verde tem um efeito calmante; mas o oposto é verdadeiro no Mundo do Desejo. Lá, a cor complementar é ativa, produzindo em nossos desejos e nossas emoções o efeito que atribuímos à cor física. Logo, o tom verde da gema perdida por Lúcifer revela sua natureza e efeito. Essa pedra tinha o poder de atrair paixão e gerar amor sexual, sendo, portanto, o oposto da Pedra Filosofal, que é a Pedra Branca e apocalíptica, emblema do amor da alma pela alma”.
Os Espíritos Luciféricos de Marte depositaram o ferro em nosso sangue, o que tornou possível a nossa vida em uma atmosfera que contém oxigênio; eles também agitaram todas as nossas forças e nos deram incentivo, de modo que agora agimos — embora, às vezes, nossas ações sejam más.
Marte sugere às pessoas a ignorarem os direitos dos outros: para ele o correto é a força e considera apenas as próprias vantagens. Assim, na Era de Touro foi trabalho de Vênus tornar os seres humanos amorosos e bondosos. El não tentou ir muito além do imediato grupo familiar, porém sob a sua influência, quando renascíamos aqui como um ser do sexo feminino – uma mulher – começamos a nos tornar charmosas e, assim, atraíamos os seres que renasciam aqui com o sexo oposto – um homem – com laços de amor, em vez de mera luxúria.
Perto do fim da Era de Touro, quando o Sol havia entrado, por Precessão dos Equinócios, na Órbita de Influência de Áries, o carneiro, o culto ao touro se tornou idolatria, pois agora havíamos entrado em outra Dispensação. É evidente que, quando estudamos a Bíblia por meio dos Ensinamentos Rosacruzes, os israelitas mortos por construírem um bezerro de ouro para adoração não estivam acompanhando a Era em que adentravam.
Acredita-se que Áries seja dividido em duas partes: a primeira é representada pelo carneiro, e a última parte — durante a qual Cristo-Jesus nasceu —, quando o carneiro era apresentado de maneira muito gentil, é figurada pelo cordeiro. O Regente de Áries, assim como de Escorpião, é Marte. Áries tem domínio sobre a cabeça e o cérebro foi construído pela divisão da força sexual criadora, enquanto Escorpião governa os nossos órgãos reprodutores. Áries é a Casa da Vida e Escorpião, a Casa da Morte, significando que tudo o que nasce da paixão e do desejo está destinado a morrer aqui.
De Lúcifer vem o nosso sangue vermelho e a energia marcial, que é o veículo de todo progresso e energia material. De Jeová vem a interiorização da Lei e do castigo pelo pecado. No período que estamos considerando, a qualidade da misericórdia ainda não havia entrado na consciência humana e o altruísmo não havia sequer sido concebido.
Quando o Sol, por Precessão dos Equinócios, chegou a poucas centenas de anos de Peixes, um Signo de Água, em sua passagem através de Áries, Jesus nasceu de uma virgem (Virgem é o Signo oposto a Peixes) e o peixe se tornou o símbolo do Cristão. Os Bispos da Igreja ainda usam um adorno de cabeça que lembra a cabeça de um peixe e a água ainda é colocada à porta da Igreja como símbolo de pureza.
O Regente de Peixes é Júpiter, o Planeta da filantropia; por isso podemos ver que a Humanidade está pronta para dar outro passo. Vênus havia começado o trabalho de embelezamento e humanização na Era de Touro e agora Júpiter dará continuidade a esse trabalho; no entanto, e como sempre, em um nível mais elevado. É interessante considerar os meios usados para manter a Humanidade em ascensão. Lembremos que, no início, não houve qualquer poder de raciocínio e a primeira faculdade desenvolvida foi a astúcia.
Foi necessário desenvolver o egoísmo no processo de nos fazer perceber nossa identidade separada. Isso foi realizado pelas Leis de Jeová. O ganho material era constantemente oferecido a nós como sinal de obediência ou não das Leis: se agradassem a Jeová, colheriam benefício; se o desobedecessem, sofreriam com a pobreza.
Então, depois que o germe da Mente havia sido desenvolvido, a Humanidade estava muito satisfeita e não tinha qualquer incentivo para agir — estava perfeitamente contente com as coisas como eram e não via razão para fazer qualquer esforço. Assim, os Espíritos Lucíferes de Marte foram enviados para polarizar o ferro no nosso sangue e, assim, possibilitar o sangue vermelho, de modo que desejasse agir. “Melhor fazer o mal do que não fazer coisa alguma”. Naturalmente, o primeiro resultado foi muito ruim. Ambição, ganância, luxúria e brutalidade dominaram — mas a Humanidade estava agindo.
A influência de Vênus mostrou um cuidado mais delicado, quando renascíamos aqui como um ser do sexo feminino – uma mulher. Em vez de considerá-las simples “animais de carga” ou “meras criaturas para a satisfação da luxúria”, gradualmente despertaram ternura genuína e verdadeiro amor.
Cristo-Jesus nasceu quando o Signo de Áries estava dentro da Órbita de Influência de Peixes. Ele nasceu da Virgem Celestial, o Signo oposto a Peixes, e pela primeira vez na história do mundo quando renascíamos aqui como um ser do sexo feminino recebemos um lugar de honra e respeito. O Regente de Peixes, Júpiter, representa benevolência, filantropia, altruísmo. Essa foi a mais elevada influência que a Humanidade havia sentido até então.
Cristo introduziu uma nota completamente nova quando disse: Ninguém tem amor maior do que este; dar a vida por seus amigos. (Jo 15:13). Ou Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3:16). Naquele tempo, o mundo nada sabia sobre amor ou solidariedade. Se, por exemplo, uma pessoa tropeçasse e caísse nas ruas de Roma, provavelmente seria deixada onde caiu, porque ninguém demonstraria qualquer interesse por ela. Eles enfaticamente não se consideravam guardiões dos seus irmãos e das suas irmãs.
Tudo isso Cristo tentou modificar. Com a influência de Júpiter auxiliando a Humanidade, Ele induziu as pessoas a adquirirem um senso de fraternidade. Em vez da antiga doutrina Jeovística do “olho por olho, dente por dente” (Ex 21:24; Lv 24:20), Ele instituiu a ideia da misericórdia; no lugar da “retribuição”, as pessoas foram ensinadas a ignorar e perdoar.
Embora tenhamos muitas falhas, mesmo assim a Humanidade deu um grande salto naquela época e, desde então, apesar dos muitos tropeços e recaídas, continuamos avançando lentamente, tateando nosso caminho para cima. O Signo oposto a Áries, sob o qual Jesus nasceu, é Libra, o que nos diz que o Cristo retornará.
O Sol já avançou o suficiente através de Peixes para entrar na Órbita de Influência de Aquário, o grande Signo humano que foi colocado nos Céus como o ideal que a Humanidade deve buscar. Na época em que Jesus de Nazaré nasceu, nada mais elevado em termos de altruísmo era conhecido além do que Júpiter representava; ainda hoje estamos longe de alcançar o seu ideal. Contudo, pouco antes do fim da primeira metade do século dezenove, outro Planeta, Urano, entrou em nosso campo de percepção. A Humanidade estava, evidentemente, pronta para dar outro passo. Aproximadamente em 1898, a Terra entrou plenamente na Órbita de Influência de Aquário e o seu Regente, Urano, começou a agir sobre nós.
Urano realiza praticamente o mesmo trabalho que Júpiter, mas em nível mais elevado. Ele não dá atenção aos Corpos — seu amor é de alma para alma. Quando ativo, ele desperta todas as faculdades intuitivas de modo que a pessoa obtém conhecimento sem precisar do esforço do raciocínio. Desde que a Terra entrou na Órbita de Influência de Aquário, máquinas voadoras tornaram-se práticas, o rádio foi inventado, o telégrafo sem fio foi inaugurado e muitas outros objetos tecnológicos começaram a surgir, antes considerados impossíveis. E não sabemos o que mais aparecerá.
Como foi dito a respeito de Gêmeos: em uma Era de Ar, as almas são mais facilmente despertadas para a consciência da sua Origem divina. É sempre uma era de expressão e a última destinou-se a expressar o trabalho do intelecto. A Era de Aquário destina-se, contudo, à manifestação do altruísmo. O conhecimento de que eu sou o guardião do meu irmão (Gn 4:9) agora ofusca qualquer outra consideração. Responsabilidade e liberdade, embora pareçam antagônicas, pertencem ao Ar e devem trabalhar juntas.
Como Urano derruba e destrói o que desaprova para reconstruir, é possível que o abominável holocausto da Primeira Guerra Mundial tenha sido resultado da sua ação; nesse caso, veremos o início de um reino de responsabilidade e liberdade na Terra, quando a paz for novamente declarada, ainda que temporária. O que parecem mau é apenas o bom em formação. “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam o Senhor.” (Rm 8:28).
Embora muitas pessoas aguardem confiantemente a rápida e segunda vinda do Cristo, predita pelo Signo de Libra, é evidente que ainda estamos muito longe de estar preparados, pois poucos de nós desenvolveram o Corpo-Alma no qual, como diz S. Paulo, seremos capazes “de encontrá-Lo nos ares para estar com Ele.” (ITss 4:17). Primeiro precisamos aprender a levitar. Como Capricórnio está em um dos cantos do Zodíaco, é muito provável que, quando o Sol estiver pronto para entrar neste Signo pela Precessão dos Equinócios, a Humanidade talvez esteja preparada para a segunda vinda de Cristo-Jesus. Se isso for verdade — e não devemos esquecer que “daquele dia e hora ninguém sabe, exceto nosso Pai no Céu” (Mt 24:36) — ainda temos pelo menos mais de dois mil e quinhentos anos para nos desenvolvermos o bastante para conseguir usar nossos Corpos Vitais.
Embora o prazo possa parecer muito distante, quando percebemos que até agora fizemos muito pouco para evoluir, notamos que esse tempo não é de forma alguma excessivo — e é responsabilidade nossa começar a trabalhar e continuar trabalhando sem cessar, porque assim cada um poderá fazer sua parte para apressar o “Dia do Senhor”, ajudando a libertá-Lo da Terra, onde Ele sofre com gemidos inexprimíveis.
E o modo como nosso trabalho se apresenta no momento é pelo Caminho do Altruísmo, conforme mostrado pelo Signo de Aquário, onde entraremos em breve. O símbolo do Jarro deve estar sempre ativo em nossa consciência, pois até que possamos controlar nossos próprios Corpos, nosso trabalho pela Humanidade deve esperar. Para alcançar a estatura do ser humano perfeito nós devemos aprender a carregar nosso Jarro de modo que, exceto quando escolhemos incliná-lo, nenhuma gota de água da emoção vaze. Então, quando pudermos controlar perfeitamente nossos próprios Corpos, estaremos prontos para obter nossa herança, tornando-nos colaboradores de Deus para a edificação da Humanidade.
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de fevereiro/1917 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)
O “tempo antigo ou passado” refere-se ao regime jeovístico, predominante antes de Cristo tornar-se o Regente da Terra. Era a época de Jeová. Os indivíduos viviam debaixo da Lei, debaixo do preceito do “olho por olho, dente por dente”. Era ensinado aos judeus que um juramento não feito em nome de Deus não era válido (vide Mt 23:16-20).
Qualquer um que fizesse um juramento apelava a Deus como testemunha para julgar a veracidade de suas palavras e, portanto, ficando sob uma obrigação “ante o Senhor”. Fazer isso sem sinceridade era (“abjurar”) renegar ou tomar o nome do Senhor em vão. Admite-se a ocorrência de tal fato durante a onda de egoísmo que floresceu sob o regime de Jeová, a despeito da (injunção) imposição contrária. Daí tornar-se meio de fraude e de (eivar) contaminar a nossa linguagem com imprecações.
Cristo-Jesus nos deu um ensinamento superior: “Não jurar”. A palavra do verdadeiro Cristão é suficientemente verdadeira para dispensar o uso do juramento. Daí a admoestação: “Seja o teu falar: ‘Sim, sim. Não, não’” como aprendemos nos Estudos Bíblicos Rosacruzes nesse trecho do Evangelho Segundo S. Mateus, capítulo 5 e versículos de 33 a 37:
“Outrossim, ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor’. Eu vos digo, porém, que de maneira nenhuma jureis: nem pelo Céu, porque é o trono de Deus; nem pela Terra, porque é o escabelo de Seus pés; nem por Jerusalém, que é a cidade do grande Rei; nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes fazer um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o teu falar: ‘Sim, sim. Não, não’. Porque o que passa disso é de procedência maligna”.
A interligação de ideias nos leva mais além. O tema em pauta é juramento. Juramento sugere palavra. E, para penetrarmos com maior profundidade no assunto, devemos compreender o significado completo do poder da palavra. À luz da Filosofia Rosacruz, a palavra falada por nós se manifesta como um microcosmos da palavra macrocósmica (que trouxe à existência o nosso Mundo). Daí a natureza sagrada do som articulado. Aprendemos na Fraternidade Rosacruz que o uso das palavras para exprimir o pensamento é o mais alto privilégio humano, exercitado somente por uma entidade racional e pensante como somos nós. Um dos objetivos a se ter em vista pelo Estudante Rosacruz é aprender a falar a “Palavra de Vida e Poder”, o que todos nós concretizaremos em tempos futuros.
A Filosofia Rosacruz nos ensina também que no Período de Júpiter um elemento de natureza espiritual será adicionado à linguagem, afastando toda e qualquer possibilidade de equívocos. Quando um indivíduo dos tempos jupterianos disser “vermelho” ou pronunciar o nome de um objeto, uma reprodução clara e exata da tonalidade particular do vermelho a respeito do qual esteja pensando, ou do objeto referido apresentar-se-á à sua visão espiritual interna, se tornará também visível para aquele que o ouve.
O novo cálice mencionado como um ideal da época futura é um órgão etérico, construído dentro da cabeça e da laringe pela força sexual não empregada de forma egoísta. Tal órgão, à vista espiritual, aparecerá como o caule de uma flor ascendendo da parte inferior do tronco. Esse cálice ou semente do cálice é realmente o órgão criador capaz de emitir a Palavra de Vida e Poder. Esse órgão, estamos atualmente construindo por meio do serviço amoroso e desinteressado (portanto, o mais anônimo possível) focado na Divina Essência oculta em cada um de nós, ao irmão e a irmã ao nosso lado, conforme preconiza o Ritual do Serviço Devocional do Templo da Fraternidade Rosacruz.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de setembro/1970-Fraternidade Rosacruz-SP)
Os Sacramentos foram fornecidos aos Apóstolos pelo próprio Cristo e, justamente como invocamos aos Anjos todas as vezes que estudamos a Bíblia, assim atraímos o Raio do Cristo quando quer que observemos Seus Sacramentos.
Ao todo são sete os Sacramentos Cristãos: Batismo, Confirmação, Sagrada Comunhão (ou Eucaristia), Matrimônio, Penitência, Ordem Sacerdotal e Extrema-Unção.
Os Sacramentos são simbolizados por rituais externos de curta duração e o seu propósito é o de nos prover de uma contínua ajuda no exercício para o nosso crescimento espiritual.
Portanto, os Sacramentos não são meras cerimônias, mas Exercícios Espirituais de grande poder, relacionados com os Átomos-sementes dos nossos: Corpo Denso, Corpo Vital, Corpo de Desejos e o veículo Mente.
Já a origem da palavra Sacramento sugere isso. SACR VA N’ CABAH. SACR quer dizer: portador do gérmen e N’ CABAH que quer dizer mãe.
Todos eles estão, também, relacionados com algum ponto do nosso Ciclo de Vida aqui no Mundo Físico.
Senão vejamos:
Quando renascemos, mais uma vez, nesse Mundo Físico, pouco após o nascimento do nosso Corpo Denso, muitos de nós somos admitidos em uma Religião Exotérica, por meio do Batismo.
Mais tarde, quando já desenvolvemos em parte o nosso Corpo Vital, nosso Corpo de Desejos e a nossa Mente, ratificamos essa admissão através de um Rito de Comunhão.
Logo após, nos é ensinado o valor da Penitência, que tem efeitos semelhantes aos Exercícios Esotéricos, no sentido de que nos leva a aprender a importância do arrependimento sincero por todos os pecados cometidos e da retirada da quintessência de toda lição aprendida.
Em seguida, dada a necessidade de continuar a prover Corpos Densos para irmãos que precisam renascer, somos dirigidos ao Matrimônio, onde temos a oportunidade de cooperar com a continuidade da Evolução aqui na Terra, através da procriação.
Uma vez atendida a necessidade de ajudar a continuidade da nossa Evolução terrena, voltamo-nos mais para o desejo de dedicar todas as nossas energias à vida superior. Aqui, o Sacramento da Ordem Sacerdotal – que nada tem a ver com a formação de pastor, padre ou ministro de igrejas –, por meio de suas meditações e disciplinas, auxilia o Aspirante à vida superior a se elevar acima de qualquer necessidade de expressão inferior das energias criadoras.
E, finalmente, quando chega o momento que determina o fim de mais essa jornada aqui no Mundo Físico, passamos para os Mundos espirituais levando a benção por meio da Extrema Unção, descartando o nosso Corpo Denso e levando as lições aqui aprendidas para serem assimiladas durante a nossa estada nos Mundos espirituais.
Antes de detalhar o significado de cada Sacramento vamos relembrar o propósito da nossa evolução:
Quando Deus criou-nos como Espíritos Virginais e criou todos os 7 Mundos que divide o Universo, quais sejam: Mundo Físico, Mundo do Desejo, Mundo do Pensamento, Mundo do Espírito de Vida, Mundo do Espírito Divino, Mundo dos Espíritos Virginais e Mundo de Deus, Ele nos disse: “Caros Filhos. Criei-os a minha imagem e semelhança para que tornem como a Mim, criadores de novos Sistemas Solares. Para tal, aqui está a nossa casa, composta desses Mundos. Cabe a vocês conhecê-los, dominá-los, aprendendo a criar em cada um deles conscientemente. Vocês têm todos os Poderes da Criação, mas estão latentes, cabendo a esse Esquema de Evolução transformá-los em Poderes dinâmicos. O Mundo mais denso à que descerão será o Mundo Físico, onde alcançarão o Nadir da Materialidade, esquecerão a sua origem divina a fim de dominar tal Mundo, e se tornarem indivíduos criadores conscientes e separados. Após isso retornarão à Casa do Pai, conquistando os demais Mundos, de baixo para cima, novamente unidos numa Fraternidade Universal, mas agora como criadores dinâmicos, conscientes em todos os Mundos da nossa Casa”.
Vamos falar sobre o Sacramento do Batismo.
Etimologicamente quer dizer imersão (do grego baptizein, mergulhar na água, banhar).
Era um rito religioso usado por S. João Batista para excitar a contrição interna de seus Discípulos, preparando-os para a vinda do Messias e para receber o Sacramento do Batismo, instituído por Cristo, pois como lemos no Evangelho Segundo S. Marcos 1:8, quando S. João Batista, pregando dizia: “Eu tenho-vos batizado em água, porém Ele batizar-vos-á no Espírito Santo”.
Para obtermos uma verdadeira ideia do Batismo, temos de retroceder na história da Humanidade.
No início do Período que estamos atualmente vivenciando, o Período Terrestre, estávamos evoluindo na região polar do Sol, daí essa época ser conhecida como Época Polar. Esta é descrita no Livro do Gênesis 1:9. Construímos o primeiro Corpo que se tornaria o nosso Corpo Denso.
Inconscientes, mas dirigido de fora por Hierarquias Criadoras, no caso os Senhores da Forma, fomos aprendendo a construir de dentro para fora esse nosso primeiro Corpo, órgão a órgão, tecido a tecido.
Toda nossa atenção e consciência estavam voltadas para dentro. Nada sabíamos do nosso exterior, nem do nosso redor.
Na segunda Época, a Hiperbórea, a Terra foi arrojada do Sol. No início era obscura e fria. Com o tempo ela saiu do caos, obscura e informe, como diz a Bíblia.
Aos poucos, os Seres Espirituais responsáveis por nós nessa Época, geraram calor e a Terra foi se tornando incandescente.
Então, Deus proferiu as palavras: “Faça-se a Luz”, como lemos no Livro do Gênesis 1:14-19.
Foi o trabalho da Criação no seu quarto dia.
Na terceira Época, a Lemúrica, continuávamos guiados em tudo pelas Hierarquias Criadoras, mais precisamente nessa época, pelos Senhores da Forma e pelos Anjos, fomos envolvidos, cada um, com um incipiente Corpo Vital. Possuíamos Corpos enormes.
Assimilávamos alimentos por osmose e propagávamos por cissiparidade: nos dividíamos em duas partes desiguais. Ambas cresciam até adquirir o tamanho daquela parte inicial.
Continuávamos com a nossa atenção voltada para o nosso interior, no afã de desenvolver, então nossos dois Corpos: Denso e Vital.
Entretanto, ao redor dessa conhecida massa incandescente, estava o frio espaço. O contato entre esses dois ambientes gerou a umidade. A névoa ígnea foi rodeada pela água que fervia e o vapor era projetado na atmosfera. A atmosfera da Terra era densa. Havia uma crosta terrestre que começava a adquirir dureza e solidez. Mas havia muita ebulição, vulcões e cataclismos.
Vivíamos sobre as partes mais duras e relativamente resfriadas, entre bosques gigantescos e animais enormes.
Deus proferiu as palavras: “Faça-se um firmamento entre as águas e separe ele umas das outras”, como lemos no Livro do Gênesis 1:6-7.
Foi o trabalho de Criação do quinto dia.
Nessa Época apareceram os Arcanjos e os Senhores da Mente e envolveram nossos Corpos Denso e Vital com um Corpo de Desejos e, nos adiantados, com uma Mente.
Ainda continuávamos inconscientes, voltados para o desenvolvimento dos nossos Corpos. Entretanto, nessa Época começamos a perceber nossos semelhantes.
A fim de podermos ter instrumentos de construção nesse Mundo Físico houve a necessidade da divisão da nossa força criadora sexual. Metade dela nós utilizamos para construir o cérebro e a laringe, dois órgãos criadores.
Com isso, teve origem a divisão sexual onde surgiu o homem e a mulher. Quando renascíamos com o sexo masculino passávamos a expressar mais acentuadamente o polo positivo da força criadora sexual, a Vontade, e quando renascíamos com o sexo feminino passávamos a expressar mais acentuadamente o polo negativo, a Imaginação.
Essa percepção foi se tornando mais clara, principalmente após a separação dos sexos, embora sua percepção predominante ainda fosse interna.
Também não éramos conscientes da morte. Descartávamos nossos Corpos como hoje trocamos de roupa.
Já na próxima Época, a quarta, denominada Época Atlante, referenciada como o trabalho executado no sexto dia da Criação, explicitado no Livro do Gênesis 1:24-27, tínhamos uma atmosfera sempre sobrecarregada de uma espécie de neblina espessa e pesada.
A água não era tão densa como agora, continha maior proporção de ar. O Sol aparecia como rodeado de uma aura de luz vaga. Guiávamo-nos mais pela percepção interna do que pela visão externa. Víamos a qualidade da Alma de todos que viviam a nossa volta, e os percebíamos mais como seres espirituais do que materiais.
Essa percepção nos dava a possibilidade de saber logo das disposições, amigáveis ou agressivas, do outro ser humano que observávamos, e assim saber, como devíamos tratar os demais e como podíamos escapar aos perigos.
Nesse tempo ainda não existiam as nações, pois toda a Humanidade se constituía numa vasta fraternidade.
Daí para frente, devido à necessidade de aperfeiçoar o pensamento e a razão, fomos nos tornando cada vez mais separatistas, com o desenvolvimento da Personalidade, e esquecemos a Fraternidade, mergulhando no egoísmo.
Portanto, quando uma pessoa é admitida numa Religião Exotérica, que é uma instituição espiritual, onde o amor e a fraternidade são os incentivos principais para a ação, é levada às águas do Batismo como simbolismo da formosa condição da inocência da criança e do amor que prevalecia quando vivíamos sob a névoa, naquela remota Época Atlante.
Lembrando que naquela Época nossos olhos ainda não tinham sido “abertos às vantagens materiais” deste Mundo Físico.
Hoje a criança que é levada à uma Religião Exotérica, ainda não está consciente das tentações da vida, e são outros os que se obrigam a guiá-la, para que leve uma vida sagrada de acordo com a melhor habilidade, porque a experiência do Dilúvio ensinou-nos que o largo caminho do mundo está semeado de dores, tristezas e desenganos e só seguindo o Caminho reto e estreito, obedecendo as Leis de Deus, que podemos escapar da morte aqui na Terra e entrar na vida eterna.
Assim existe um profundo e maravilhoso significado no Sacramento do Batismo e isso é para nos recordar as bênçãos que acompanham aqueles que são membros de uma Fraternidade, em que o proveito próprio é posto de lado e onde o serviço aos outros é a nota-chave e principal incentivo a ação.
Agora vamos falar do Sacramento da Comunhão.
Para obter um completo conhecimento do profundo alcance desse Sacramento consideremos a evolução do nosso Planeta e a nossa composição, aqui envolvidos em um Esquema de Evolução.
Continuando na Época Atlante, mencionada anteriormente, recebemos dos Senhores da Mente o incipiente veículo Mente, que nos possibilita termos domínio sobre as nossas ações.
Então, chegou o momento em que nós devíamos nos guiar por nós mesmos, a fim de prosseguir no desenvolvimento futuro.
Devíamos aprender a ser independente e assumir a responsabilidade dos nossos próprios atos.
Ao invés de adorar os “deuses visíveis”, devíamos, agora, adorar o Deus invisível, criador dos Céus e da Terra, mas adorá-lo em Espírito e Verdade.
O aperfeiçoamento do pensamento e da razão se deu na próxima Época, conhecida como Época Ária, a quinta, a que estamos atualmente.
Isso foi o resultado do nosso trabalho sobre a Mente, a fim de conduzir o nosso Corpo de Desejos à perfeição espiritual.
Infelizmente, tudo isso conseguimos à custa do domínio das forças vitais, ou seja: à custa do nosso poder sobre a Natureza. Hoje podemos exercitar o nosso poder mental, o pensamento, nos minerais e nas substâncias químicas, mas não sobre a vida animal ou vegetal.
Com a Mente, fomos desenvolvendo, usando a nossa própria vontade, a malícia e a astúcia, o egoísmo e a ambição em possuir. Descobrimos que o cérebro é superior aos músculos. Fomos separados em Raças a fim de facilitar o desenvolvimento dessa incipiente Individualidade e atender os diversos graus de evolução de cada um.
A fim de não nos deixar se perverter, o que poderia colocar todo o Esquema de Evolução em risco de ser atrasado a um grau muito perigoso, através do excessivo uso do pensamento contaminado pelo egoísmo, pela paixão, astúcia, malícia, sensualidade e outros fatores que cristalizam os nossos Corpos, foram instituídas as Religiões de Raça que tinham como guia o Deus de Raça Jeová, o mais elevado Iniciado entre os Anjos.
Este nos deu a Lei que nos ajudou a frear os nossos inferiores anseios. Afinal se seguíssemos os Seus preceitos, Ele nos abençoaria abundantemente e nos cumularia de bens. Se nos afastássemos dos Seus caminhos, os males viriam sobre nós. Portanto, a escolha era nossa. Éramos livres, mas sofríamos as consequências dos nossos próprios atos. E essas consequências por desobediência são conhecidas como pecado. Portanto, como todas as Religiões de Raça são baseadas em Leis, são originadores do pecado, como consequência da desobediência a essas Leis.
Fazíamos sacrifícios oferecendo os nossos melhores bens materiais em adoração ao nosso Deus de Raça. Todo o Antigo Testamento descreve a Lei que impera nas Religiões de Raça. Era, por exemplo, a Lei do: “olho por olho, dente por dente”.
Mas nós não fomos criados para sermos subjugados a qualquer tipo de autoridade.
Devemos nos transformar num criador, a semelhança de quem nos criou, afinal fomos criados à imagem e semelhança de Deus!
Foi quando apareceram os Espíritos Lucíferos e explicaram como podíamos nos tornar cientes dos nossos Corpos Densos, o que era a morte nesse Mundo Físico e, como, utilizando da nossa força sexual criadora, podíamos construir novos Corpos quando quiséssemos.
Explicaram-nos que a morte não podia mais nos dominar porque, como Jeová, teríamos o poder de criar à vontade.
Então começamos a nos “conhecer” ou a perceber uns aos outros e, também, ao Mundo Físico. Tornamo-nos conscientes da morte e da dor, aprendendo a diferenciar nós, o ser humano interno, da roupagem que usávamos e renovávamos cada vez que era preciso dar um novo passo na evolução. Deixamos de ser um autômato.
Convertemo-nos num ser que podia pensar livremente, à custa de nossa imunidade à dor, ao sofrimento, às enfermidades. Como diz na Bíblia: comemos do fruto da Árvore do Conhecimento; o conhecimento do bem e do mal.
Mas Jeová sabia que nós, agora com a atenção fixada em nossa roupagem física, perceberíamos a morte, e que, não tendo ainda sabedoria para refrear as paixões e regular a relação sexual pelas posições dos Astros, o abuso da força sexual criadora produziria o parto com dor. Esse é o momento conhecido como a “Queda do Homem”.
Afinal nós temos dentro de nós o desejo de conhecer, de experimentar. E esses nossos progressivos passos não foram dados facilmente, sem rebeliões ou desobediências. Houve muitos fracassos e retrocessos.
No Antigo Testamento temos inúmeros exemplos de como nos esquecemos dos nossos deveres e de como o Espírito de Raça nos encaminhou, persistentemente, uma e outra vez.
Considerando essas desobediências à Lei, mais os abusos cometidos em nome do egoísmo, do separatismo, conducente ao benefício próprio – ou, no máximo, ao benefício exclusivo da Raça, podemos deduzir duas coisas:
Por esses dois motivos foi necessária a intervenção de Cristo, o mais elevado Iniciado entre os Arcanjos. E quando Cristo Jesus foi crucificado, o sangue que fluiu dos seis centros por onde fluem as correntes do Corpo Vital, o grande Espírito Solar Cristo, se libertou do veículo físico do ser humano Jesus.
Nesse momento, encontrando-se na Terra com Seus veículos individuais, compenetrou os veículos do nosso Planeta, já existentes, e num abrir e fechar de olhos difundiu o Seu próprio Corpo de Desejos pelo Planeta Terra, o que permitiu, daí por diante, trabalhar sobre o Planeta Terra e sobre toda a Humanidade de dentro. Tornou-se o Regente do Planeta Terra.
Com isso purificou o Mundo do Desejo, limpando-o de todo o material cristalizante inferior que lá existia. Por isso se diz que “Cristo lavou os pecados do Mundo”, não do indivíduo.
Com isso ganhamos a possibilidade de atrair para os nossos Corpos de Desejos matéria emocional mais pura que antes.
Também Cristo nos deu a Doutrina do Perdão dos Pecados e a possibilidade da Lei, agora temperada com o Amor, por meio da Graça de Deus.
Com isso também, Ele inaugurou a Religião Cristã, baseada no Amor e as Raças e nações separadas devem se unir numa Fraternidade Universal. Esse é o trabalho anual do Cristo e de todos nós. Por isso que lemos na Bíblia: “Na mesma noite que Jesus Cristo foi traído tomou o pão e depois de dar graças, partiu-o dizendo: ‘Tomai e comei, este é o Meu corpo que se parte para vós. Fazei isso em Minha memória’. Da mesma maneira depois de haver ceado tomou o cálice, dizendo: ‘Este é o cálice do Novo Testamento em Meu Sangue’. Fazei isto toda vez que beberdes em Minha memória. Pois, todas as vezes que comeis deste pão ou bebeis deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha. Por conseguinte, quem quer que coma deste pão e beba desse cálice indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor… O que comer e beber indignamente, come e bebe sua própria condenação… Por essa causa muitos estão débeis e sem força entre vós e muitos dormem” (ICor 11:23-30).
Ao recordarmos em cada refeição, em ação de graças, a natureza do alimento procedente da substância da Terra sendo o Corpo do Espírito do Cristo que habita dentro dela, compreendemos como aquele Corpo se divide diariamente para nos alimentar, tanto fisicamente como espiritualmente.
Pois, as plantas, os grãos e as frutas e tudo que há na Terra são cristalizações verdadeiras do Corpo Vital da Terra, o etérico Princípio Crístico que absoluta e literalmente é o Corpo de Cristo.
Apreciaremos, assim, a bondade amorosa que O levou a tal sacrifício e, recordaremos também que não há um momento diuturnamente, em que Ele não sofra por estar confinado a essa Terra com suas baixíssimas vibrações.
Ainda nesse ponto, Cristo nos deu qual seria o nosso trabalho daqui para frente. O cálice, ou conhecido como Santo Graal, onde continha o suco da videira e onde disse que é “o cálice do Novo Testamento em Meu sangue”, é simplesmente o símbolo do novo Veículo que estamos a construir: o Corpo-Alma, composto dos dois Éteres superiores da Região Etérica do Mundo Físico: Éter Luminoso ou Éter de Luz e Éter Refletor.
Senão vejamos: no Reino Vegetal, a atividade geradora de novos Corpos é feita de maneira pura, casta e imaculada, executada através dos seus órgãos geradores contidos numa parte chamada cálice. Não há a menor paixão nesse Reino.
Nos Reinos Superiores ao nosso, o Humano, também se tem todo o processo de regeneração puro e santo. Somente nos Reinos Humano e Animal é que se tem paixão no processo de geração. Portanto, nós, seres humanos, somos uma planta invertida. A planta é inocente e dirige seus órgãos criadores para o Sol. Não tem paixão, é pura e casta. Nós dirigimos nossos órgãos criadores para a Terra; temos paixão!
No devido tempo, nos converteremos em um Deus, e então empregaremos nossa capacidade geradora em benefícios dos outros e não para gratificar nossos sentidos.
Para isso estamos construindo um novo veículo que tem a forma do cálice da planta. Ou seja: o cálice do Graal é o cálice da planta. Estamos aprendendo, como a planta, a absorver a força solar, que é construtora de todas as formas; a empregar o poder criador, a força sexual criadora, sem paixão.
Foi por S. Paulo conhecer essa necessidade de castidade (salvo quando o objetivo seja a procriação) com respeito aos que tiveram um despertar espiritual, que o levaram a se expressar: “Aqueles que participassem da Comunhão sem viver a vida estariam em perigo de enfermidade e de morte” (ICor 11:27). Já que conforme os Corpos dos dedicados Aspirantes a vida superior, por exemplo os Estudantes Rosacruzes ativos, vão se tornando cada vez mais sensitivos, mais danosos são os efeitos produzidos pela incontinência, comparados com os Corpos que ainda estão debaixo da Lei e não conseguiram ser participantes da graça pelo Cálice do Novo Testamento.
Agora vamos falar do Sacramento do Matrimônio.
O Espírito é bissexual. Nós nos manifestamos como seres masculinos e femininos em cada renascimento, aqui na Região Química do Mundo Físico, com o objetivo de alcançarmos um desenvolvimento completo dos nossos poderes criadores em nossos polos positivo (ou masculino) e negativo (ou feminino). Os caracteres de ambos os sexos estão em cada Corpo Denso de cada sexo.
Quando renascemos em um Corpo Denso masculino, os caracteres masculinos (ou positivos) estão ativos e os femininos (ou negativos) inativos. Quando renascemos em um Corpo Denso feminino, os caracteres femininos (ou negativos) estão ativos e os masculinos (ou positivos) inativos.
Vimos anteriormente que houve um tempo onde se deu a separação dos sexos a fim de que metade da força sexual criadora fosse dirigida para a criação do cérebro e da laringe, órgãos criadores do pensamento e da fala, necessários para expressar o poder de criação nesse Mundo Físico.
Assim surgiram o ser masculino e o ser feminino e a necessidade de se unirem para procriar e manter a espécie humana provida de Corpos Densos, a fim de poderem renascer aqui, na Região Química do Mundo Físico. Naqueles tempos de inconsciência e automaticidade, nós, encarnados em seres de ambos os sexos, éramos reunidos em determinadas épocas do ano para a procriação.
Como cada ser humano de cada sexo possui metade da força sexual criadora, também possui as características positivas e negativas dessa força.
Ou seja: a mulher possui mais proeminentemente a Imaginação (polo negativo) e o homem, a Vontade (polo positivo).
Vimos anteriormente que houve um tempo em que ganhamos o germe do Corpo Denso e começamos a desenvolvê-los. Depois ganhamos o germe do Corpo Vital, incorporamos ao Corpo Denso e trabalhamos no desenvolvimento dos dois. Mais tarde, ganhamos o germe do Corpo de Desejos, incorporamos aos outros dois e trabalhamos nos três. E por fim, ganhamos o germe da Mente, incorporamos nos outros três Corpos e trabalhamos nos quatro.
Entretanto, o incentivo à ação, o desejo e a consciência resultaram numa guerra sem fim entre o Corpo Vital, que constrói, e o Corpo de Desejos, que destrói o Corpo Denso.
Assim, a cristalização, dissolução e decrepitude do Corpo Denso apareceram como efeito dessas ações nos Corpos o que levou à necessidade, de tempos em tempos, de trocarmos o nosso Corpo Denso. Para isso foi instituído o Matrimônio e o Nascimento repetidos nesse Mundo Físico.
O princípio do Sacramento do Matrimônio pode ser encontrado no Evangelho Segundo S. Mateus 19: 4-6: “Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: ‘Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, portanto, já não são dois, mas uma só carne’”.
Entretanto, além da união necessária para a procriação, o Matrimônio tem outro propósito que só se descobre quando percebemos o maravilhoso mistério do amor – não da paixão. Somente aí olhamos o Matrimônio sob outro ponto de vista. Somente aí entendemos que o Matrimônio verdadeiro é a união de duas almas, antes que a união de dois sexos. É a união de duas almas que conseguem anular o sexo.
Afinal, estamos destinados a evoluir os elementos negativos e positivos de nossa natureza. Esta mescla dos aspectos masculinos e femininos é facilitada grandemente por meio da íntima relação do estado do Matrimônio.
Cristo também indicou o fim do Matrimônio quando disse: “Na ressurreição, os homens não terão mulheres, nem as mulheres maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mt 22:30).
E isso ocorrerá quando, desenvolvendo nosso Corpo-Alma, de que fala S. Paulo, viveremos na Região Etérica do Mundo Físico e não mais teremos a necessidade de usar somente esse Corpo Denso, tal como agora. Nesse tempo não existirá mais a divisão entre sexos, nem a necessidade de trocar de Corpo Denso de tempos em tempos. Portanto, o Matrimônio, como meio de procriação, não será mais necessário.
Vamos, agora, falar sobre o Sacramento da Penitência ou, como é mais prático e completo conhecido na Filosofia Rosacruz como Exercício Esotérico noturno de Retrospecção.
Como diz Max Heindel no Conceito Rosacruz do Cosmos: “É, talvez, o ensinamento mais importante dessa obra”. Esse Exercício tem uma descrição muito simples: à noite ao se deitar, feche os olhos e contemple todos os acontecimentos do dia em ordem inversa, ou seja: primeiros aqueles que ocorreram imediatamente antes de se deitar, depois o anterior e assim por diante até o primeiro acontecimento do dia, quando você se levantou. Mas não fixe no acontecimento em si, mas especialmente no seu aspecto moral.
Considerando se agiu corretamente ou não, em pensamento, palavra e ação.
Censure a si mesmo quando agiu mal, arrependendo-se e procurando sinceramente se corrigir da próxima vez.
E se enalteça aprovando toda vez que praticou o bem, procurando a satisfação por assim ter feito e repetir tal ação toda vez que houver oportunidade.
Com isso, fortalecemos o bem pela aprovação e enfraquecemos o mal pela reprovação.
Assim, compreendendo o mal que fizemos e reafirmando o propósito de desfazer o mal cometido, apagamos as imagens da memória do subconsciente.
Após a morte elas já não estarão mais lá para nos julgarmos no Purgatório.
Portanto, gastaremos menos tempo no Purgatório, onde devemos sofrer todo mal que fizemos os nossos irmãos e nossas irmãs sofrerem, com o objetivo de aprendermos, pela dor e sofrimento, o que nos negamos a aprender pelo amor.
Afinal: lição aprendida, ensino suspenso.
Do mesmo modo, enaltecendo e reforçando o bem em tudo que fazemos e, principalmente, quando revivemos os acontecimentos nesse Exercício, estamos extraindo a quinta essência da lição aprendida.
Com isso gastaremos menos tempo no Primeiro Céu, onde devemos extrair a quinta essência de todo bem praticado.
A soma dessas duas economias de tempo poderá ser utilizada, no Segundo Céu, para trabalhar mais na reconstrução das condições futuras de nossa Terra para futuros renascimentos e, também, para trabalharmos com mais tempo na reconstrução dos próximos Corpos a serem utilizados nos próximos renascimentos.
Além disso, muitas lições que lhe estavam reservadas para vidas futuras poderão ser antecipadas e aprendidas nessa vida, já que se mostra receptivo em assimilar as lições que você mesmo se propôs a aprender.
Que as Rosas floresçam em Vossa Cruz
O Ecos de um Centro Rosacruz tem como objetivo informar as ATIVIDADES PÚBLICAS realizadas pelos Estudantes Rosacruzes, bem como fornecer material de estudo sobre os assuntos que foram objetos de exposições, publicações e em Reuniões públicas de Estudos durante o mês anterior.
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1.Para acessar a Edição digital (com a formatação e as figuras em melhor qualidade)
clique aqui: Ecos da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil – Dezembro de 2025
2. Para acessar somente os textos (sem a formatação e as figuras) é só ler aqui:


SUMÁRIO
Nossas Reuniões de Estudos Semanal 5
Atividades gerais ocorridas em nosso Centro, no mês de DEZEMBRO/2025: 8
Correção de Lições dos Cursos 10
Respostas às dúvidas dos leitores 10
Oficiação dos Rituais do Serviço Devocional 10
Trânsito do Sol: Transitando pelo Signo de Capricórnio (DEZEMBRO-JANEIRO) 10
Conteúdo Gerado nas Reuniões de Estudos 14
Termo Rosacruz: Cristo-Jesus 17
Alguns Artigos Publicados nas nossas redes sociais no mês de DEZEMBRO: 19
Cristo precisou vir a Terra para nos tirar do alto risco de paralisar todo o Esquema de Evolução. 22
Quão sublime foi o nosso maravilhoso e amado Jesus de Nazaré?. 27
Obsessão pela Forma exterior do Corpo Denso. 28
Quer ver mais postagens diárias de lindos e práticos textos nas nossas Redes Sociais?. 30
4.Pergunta: Crianças cometem maldade por causa do seu corpo de pecados?. 32
O CÍRCULO DE CURA ROSACRUZ. 32
Reuniões de “Cura Rosacruz”. 33
Ritual do Serviço Devocional de Cura. 35
Se você está doente e entende que precisa de ajuda. 36
Nossas Reuniões de Estudos Semanal
As Reuniões de Estudos abertas ao público ocorrem na nossa Sede própria situada na Avenida Francisco Glicério, 1326 – Centro – Conj. 82 – Campinas – SP – Brasil, aos domingos às 16 h e/ou às 17 h. Em seguida temos a oficiação do Ritual do Serviço Devocional do dia.
Se você quiser participar presencialmente é só nos avisar antecipadamente pelo WhatsApp: 55 19 99185-4932 ou pelo e-mail: fraternidade@fraternidaderosacruz.com
É uma oportunidade ímpar de você estar estudando com pessoas que têm o mesmo ideal Rosacruz!
O Calendário do Estudante Rosacruz na Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil para JANEIRO de 2026
Nesse Calendário você encontra:
1- Os DIAS de Ofícios de cada Ritual do Serviço Devocional que qualquer um pode oficiar
2- Os melhores períodos para Tratamentos de Saúde usando a Astroterapia e Astrodiagnose Rosacruz
3- Os melhores períodos que ajudam você a assimilar melhor os resultados dos seus Estudos Espirituais
4- Os melhores períodos que ajudam você a executar as Atividades Materiais
5- Os assuntos que nós estudaremos nas nossas Reuniões Públicas Dominicais de Estudos (tanto com participação local como remota) no Centro Rosacruz em Campinas-SP-Brasil
6- As datas que ocorrerão as Reuniões reservadas Dominicais de Estudos também no Centro Rosacruz em Campinas-SP-Brasil
7- Os assuntos que você poderá utilizar para a sua reflexão e para os Exercícios Esotéricos Rosacruzes (seja pelo Trabalho do Cristo nesse Período, seja pelo Trânsito do Sol pelas Hierarquias Criadoras)
**** Informações adicionais sobre esse Calendário você encontra no nosso site: https://fraternidaderosacruz.com/category/sobre-a-fraternidade/atividades-presenciais-do-mes/
Atividades gerais ocorridas em nosso Centro, no mês de DEZEMBRO/2025:
Reuniões de Estudos
Dia 07/12 –
| Confraternização de Natal da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil |
Dia 14/12 –
| 17H – Reunião Pública: Filosofia Rosacruz: Reunião Pública: Filosofia Rosacruz: Cap. XV – Cristo e Sua Missão – Os Essênios – Cristo – Cristo-Jesus ou Jesus Cristo |
Dia 21/12 –
| RECESSO DE FINAL DE ANO |
Dia 28/12 –
| RECESSO DE FINAL DE ANO |
Publicações de Textos
Correção de Lições dos Cursos
Filosofia, Estudos Bíblicos e Astrologia Rosacruzes que estão sendo feitos pelos Estudantes Rosacruzes por esse Centro Rosacruz
Respostas às dúvidas dos leitores
via e-mail, no site, nas redes sociais
Oficiação dos Rituais do Serviço Devocional
incluindo Hino de Abertura, do Signo do mês solar e Hino de Encerramento
Departamento de Cura
Continuação dos tratamentos de saúde para os irmãos e as irmãs inscritas no Departamento de Cura desse Centro Rosacruz
Trânsito do Sol: Transitando pelo Signo de Capricórnio (DEZEMBRO-JANEIRO)
Aproveitemos o mês e unamos os Ensinamentos Rosacruzes de Filosofia, Bíblia e Astrologia Rosacruz para praticarmos durante TODOS OS DIAS DE JANEIRO. Esse mês solar de JANEIRO, nesse ano, que vai de 22 de DEZEMBOR a 19 de JANEIRO, corresponde à Hierarquia Zodiacal de Capricórnio.
Por meio das forças do Signo de Capricórnio, que é regido por Saturno, o colhedor, ocorre a dissolução do Corpo mortal dos Egos e sua liberação para que possam voltar aos planos superiores. Essa corrente de almas, ascendendo e descendendo, através dessas duas portas celestiais, é a realidade cósmica que Jacó contemplou em sua visão. O relato bíblico disse que Jacó viu Anjos subindo e descendo por uma escada, mas os escritores bíblicos empregaram o termo “anjos” no mesmo sentido que agora utilizamos para designar muitas classes de seres imateriais, incluindo os Egos desencarnados.
Hierarquia Criadora – A Hierarquia de Capricórnio é conhecida, no idioma esotérico, como Arcanjos, e funciona totalmente em veículos de pura substância do Mundo do Desejo. Esses são os Seres arcangélicos de quem Cristo é o máximo expoente, e de quem provém o maravilhoso poder pelo qual nós podemos elevar a Sua semelhança. É também o Signo da aparência material da deidade na Terra.
O padrão cósmico que a Hierarquia de Capricórnio mantém é o da vida em seu esplendor, quando o Espírito de Cristo se manifeste em toda a Humanidade. Então, nosso Planeta responderá a sua própria palavra-chave musical, entoada primeiro pelos Anjos e Arcanjos, naquela Noite Santa, quando cantaram “Paz na Terra e boa Vontade entre os homens” (Lc 2:14).
Atividades do Cristo – A palavra-chave de Capricórnio é a consumação divina. A força dourada de Cristo alcança o coração do Planeta no momento do Solstício de Dezembro (Capricórnio). Essa penetração final da força de Cristo até o centro da Terra marca a Noite Santa do ano, quando uma calma e um silêncio profundos impregnam a Terra inteira. Logo segue uma poderosa onda de todas as forças vitais do Planeta. É essa nova infusão de vida na natureza que foi maravilhosamente descrita em várias lendas da Noite Santa, nas quais se assegura que, incluindo os membros dos reinos vegetal e animal, todos rendemos humilde obediência à mística hora da meia-noite. A Terra, então, está submersa na luz branca da consagração, quando as correntes de vida planetárias se invertem, e a força do Cristo Cósmico começa a subir para o Sol. Essas forças vão crescendo do dia 21 de dezembro até a meia-noite do dia 24, no qual adquirem sua máxima potência, mas não declinam logo. As poderosas radiações solsticiais da força espiritual envolvem a Terra até a décima segunda noite seguinte, um intervalo considerado pelos primeiros Cristãos e destinado a ser revivido hoje.
Resumindo: quando essa poderosa força de Cristo entra na Terra, é liberado um impulso que acelera a vida e espiritualiza as condições de toda a esfera terráquea. Como esse trabalho, sanador e redentor, vem se repetindo ano após ano, a Terra passará de um estado discordante para um estado de harmonia universal. O ódio, a inimizade e o conflito, finalmente desaparecerão.
Atividades do Aspirante à vida superior – Durante a Noite Santa, as portas do Templo estão abertas, as luzes do altar, resplandecentes, e se escuta o hino de Capricórnio em meio ao soar dos sinos de Natal, soando desde o plano da paz. Então, o neófito, que foi considerado “digno e bem qualificado” devido ter o Cristo Interno despertado, aprende o verdadeiro significado da Missa Crística, a Festa da Luz. É assim que se ensina como os Discípulos se convertem em Auxiliares Invisíveis, para ajudar aos que vivem no Mundo Físico.
No Corpo Denso – o centro físico correlacionado com Capricórnio são os joelhos. No ser humano Cristificado esses pontos se tornarão gloriosos vórtices girantes de luz.
Dentre os 12 Apóstolos – S. Simão, irmão de S. Tiago e de S. Judas Tadeu é o Discípulo correlacionado com Capricórnio. Ainda que Simão fosse próximo ao Senhor por laços familiares, foi relutante em aceitar a divindade do Mestre. Contudo, quando ele, finalmente, foi despertado por Cristo, sua dedicação foi total. Seu único desejo era servir o Senhor e nem a vida nem a morte podiam lhe afastar desse ideal.
Passagem da Bíblica correlacionada – procure utilizar a seguinte frase ao fazer os Exercícios Esotéricos de Concentração durante o dia e o de Meditação: “…até que Cristo seja formado em vós” (Gl 4:19). Faça isso em cada um dos dias em que Escorpião enfoca seu ritmo sobre a Terra, e os significados ocultos dessa passagem lhe aclarará a Mente e o Coração sobre sua significância esotérica.
Conteúdo Gerado nas Reuniões de Estudos
07/12 – 17h – Estudos do Conceito Rosacruz do Cosmos – Cap. XV – Cristo e Sua Missão – Jesus e Cristo-Jesus –
Estudemos alguns Termos Rosacruzes que aparecem no texto sob estudo:
Os Essênios, os Fariseus e os Saduceus eram as três principais seitas que existiam dentro do Judaísmo, no tempo de Cristo.
Os Essênios foram “os religionários da nova fé”, ou seja, eles preparavam silenciosamente o Caminho para a vinda do Cristo. Eles haviam se consagrado, como discípulos espirituais, para preparar Jesus para sua obra. Não haviam perdido a iluminação interna e se conservavam fiéis à Sabedoria dos Mistérios. Já viviam de acordo com princípios espirituais mais elevados, que mais tarde seriam plenamente revelados e ensinados por Cristo.
Os Essênios eram considerados guardadores dos mistérios sagrados. Viviam de forma pura, disciplinada e dedicada à vida espiritual e seguiam regras rígidas de conduta moral, silêncio, jejum, oração, cura e estudos, eram piedosos, estudiosos e contemplativos. Eles não se ostentavam publicamente (diferente dos saduceus materialistas e completamente oposta ao dos hipócritas e vaidosos fariseus). Eles evitavam qualquer menção a si mesmos e a seus métodos de estudo e adoração – Por isso, quase nada se sabe sobre eles e nem são mencionados no Novo Testamento. A Ordem Essênica procurava o sentido mais profundo das coisas. Conheciam as leis naturais e primavam por viver consoante esses princípios.
O trabalho dos Essênios:
•Jesus de Nazaré cresceu e fortificou-se nesse ambiente elevado dos Essênios.
•Praticavam cura definitiva do Corpo e do Espírito (não a “remediada”). Isso era possível devido a vida plena de Oração e devoção, isolados em comunidades fraternas. E por isso a sua bondade natural, sua pureza de costumes e outras virtudes, atraiam os sofredores, os desamparados e os sequiosos de alívio.
•Tinham conhecimentos avançados de ciências espirituais, de Astrologia, e das Leis da Natureza. Conheciam a Lei de Causa e Efeito e como esta funcionava.
•Os Essênios chamavam a si mesmos de “Novo Israel” e se consideram o povo do Novo Testamento. Chegara o tempo em que a Antiga Dispensação (a segunda das duas Jeovísticas) deveria ceder lugar à Nova Dispensação (a primeira das duas Cristãs). Os Essênios estavam preparados para essa transição e prepará-la foi a missão de Cristo.
Aqueles que faziam parte dos Essênios:
– Zacharias e Izabel – pais de S. João Batista
– S. João Batista
– Maria e José- pais de Jesus
– Ananias que em Damasco iniciou S. Paulo
Cristo, é um Arcanjo – o Iniciado, entre os Arcanjos, mais elevado do Período Solar. Normalmente, o veículo inferior de um Arcanjo é o Corpo de Desejos. Cristo tem poder para construir e funcionar em um veículo tão inferior quanto o Corpo de Desejos – Ele não pode descer além disso. Mas normalmente, Cristo, por ser o Arcanjo Iniciado mais elevado do Período Solar, usa o Espírito de Vida como veículo inferior. Funciona tão conscientemente no Mundo do Espírito de Vida quanto nós funcionamos aqui no Mundo Físico.
Jesus pertence à nossa Humanidade. Ele é, provavelmente, o mais elevado da nossa Onda de Vida. Normalmente, o veículo mais denso (em vibração) da Humanidade é o Corpo Denso.
Jesus viveu várias vidas – em diferentes circunstâncias, sob vários nomes, em diferentes encarnações, sendo sempre, como qualquer outro ser humano. Jesus, anteriormente, havia encarnado como Salomão. Ao longo de muitas vidas, ele trilhou o Caminho da Santidade e, assim, se preparou para ceder seu Corpo Denso (Corpo Físico) para que Cristo cumprisse sua Missão. Jesus possuía um tipo de Mente singularmente pura, vastamente superior à grande maioria da nossa Humanidade atual.
– José, pai de Jesus, era um elevado Iniciado. Pertencia a Ordem dos Essênios. Durante muitas vidas também percorreu o Caminho da Santidade. Ele era tão puro que poderia realizar o ato da fecundação como um Sacramento, sem nenhum desejo ou paixão pessoal. Ele tinha a capacidade de expressar a Vontade – força masculina – da maneira mais perfeita no ato gerador.
– Maria, a Virgem Maria, a mãe de Jesus, era também a mais elevada pureza humana – por isso foi escolhida para ser a mãe de Jesus de Nazaré. Ela tinha a capacidade de expressar a Imaginação – força feminina – da maneira mais perfeita no ato gerador. Só ela poderia fornecer o material mais puro para a construção de um Corpo Denso mais próximo da perfeição, como foi o de Jesus. Ela expressa a máxima pureza que um ser humano pode alcançar no ato gerador.
– Jesus de Nazaré nasceu em um Corpo puro e sem paixão. Este Corpo era o melhor que se poderia obter na Terra, e a tarefa de Jesus, naquela encarnação, era cuidar dele e desenvolvê-lo ao mais alto grau de eficiência possível, em preparação para o grande propósito que deveria servir.
E nessa encarnação alcançou um Corpo Denso e Vital que são os mais pertos da perfeição que já se construiu e se construirá por qualquer um de nós nesse Grande Dia de Manifestação, um Corpo de Desejos isento totalmente de paixões e de desejos inferiores, formado exclusivamente de materiais de desejos das Regiões Superiores do Mundo do Desejo, uma Mente (não um veículo Mente) extremamente pura, muito superior a qualquer outra da Humanidade.
Cristo – o mais elevado de todos os Arcanjos – funcionava perfeitamente no seu Corpo de Desejos. Mas como todo Arcanjo, era incapaz de construir um Corpo Denso ou um Corpo Vital para si, então, utilizou os Corpos Denso e Vital de um ser humano chamado Jesus, para que pudesse “aparecer como um homem entre os homens”, e se sacrificar para salvar a Onda de Vida humana (nós, os seres humanos).
Quando Jesus tinha 30 anos de idade, cedeu os seus Corpos Denso e Vital para Cristo a fim d’Ele utilizar esses 2 Corpos para poder viver no Mundo Físico, até o final da Sua grande Missão. Isso ocorreu no Batismo no Rio Jordão, quando Jesus foi batizado por João Batista. Nesse momento Jesus cedeu seus Corpos Denso e Vital para Cristo. A partir daí, este Ser (o Cristo) passa a ser chamado de Cristo, ou Cristo-Jesus ou Jesus Cristo.
Na crucificação no Gólgota, Cristo encerra Sua missão; o Corpo Denso de Jesus se desintegra e os elementos que o compunham voltam para a Natureza, o Corpo Vital de Jesus ainda é utilizado pelo Cristo nas suas aparições relatadas nos Evangelhos em Atos dos Apóstolos, e depois na Ascensão do Senhor é resguardado em um sarcófago de cristal em algum dos Estratos da Terra. Os Átomos-sementes do Corpo Denso e do Corpo Vital são então devolvidos para Jesus.
Cristo-Jesus é o único ser que possuiu uma série completa de veículos desde o Mundo de Deus até o Mundo do Espírito de Vida, com o seu veículo Espírito de Vida, e do Mundo do Pensamento (Região abstrata) até o Mundo Físico, com o Corpo Vital de Jesus.
É também o único Ser no Universo em contato tanto com Deus quanto com o ser humano, e é capaz de mediar entre eles, porque, pessoal e individualmente, experimentou todas as condições e conhece todas as limitações inerentes à existência física.
Após o sacrifício no Gólgota, quando houve a morte do Corpo Denso de Cristo-Jesus, o Átomo-semente do Corpo Denso de Jesus foi devolvido para ele e o do Corpo Vital depois que Cristo utilizou após a morte.
Agora o Corpo Vital construído por Jesus naquele renascimento, não foi devolvido e nunca será.
Por que esse não foi devolvido? Para que Cristo o utilize na Sua segunda vinda.
Não poderia Cristo tomar o Corpo Vital de outro ser, quando necessitasse novamente? Não. A Lei determina que todo Ser deve sair de um lugar pela mesma via por onde entrou. Cristo entrou no Mundo Físico através do Corpo Vital de Jesus, e deve sair também por este Corpo. Se o Corpo Vital de Jesus fosse destruído, Cristo permaneceria neste ambiente tão limitado até que o Caos dissolvesse a Terra.
Onde está o Corpo Vital de Jesus, aguardando a segunda vinda de Cristo?
Num sarcófago de cristal, em um dos Estratos da Terra. Preservado contra o ataque das forças negras, guardado pelos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz – sob uma proteção espiritual elevada, onde ninguém que não precise vê-lo tenha acesso.
O Corpo Denso de Jesus se desintegrou, mas o Corpo Vital, altamente purificado, foi mantido intacto.
Para saber mais, assista a 250ª Reunião Dominical-Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
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Alguns Artigos Publicados nas nossas redes sociais no mês de DEZEMBRO:
S. João Batista foi o arauto da Nova Era, anunciando a primeira vinda do líder na Era de Aquário: Cristo entre nós
Nos Estudos Bíblicos Rosacruzes aprendemos que S. João Batista foi o arauto da Nova Era, anunciando a primeira vinda do líder na Era de Aquário: Cristo entre nós.
Para compreendermos isso, devemos observar que a separação dos Mundos espirituais e material se acentua cada vez mais. E isso cria muita confusão, estorvo, angústia e desespero para os irmãos e as irmãs que insistem em não se dedicar a sua espiritualidade Cristã e a inserir no seu dia a dia!
Para muitos, inclusive para aqueles que dedicam à espiritualidade por meio do exoterismo (com “x” e não com “s”) soa a hora da decisão final, contra ou a favor de Cristo que neste final dos tempos encaminha suas ovelhas a pastos Espirituais, isto é, a um outro Reino, que não é deste Mundo. Afinal, o próprio Cristo decretou: “Meu Reino não é deste Mundo”.
(*) Pintura: Our Lady with the Infant Jesus Riding on a Lamb with St John-William Blake – 1800
E esse anúncio do Novo Reino foi perfeitamente compreendido por S. João Batista, que “preparou e endireitou as veredas do Senhor”, do Cristo. Em S. João Batista as portas do passado foram fechadas, do “Velho Homem”, e começou a alvorada do “Novo Homem”!
Pessoa de hábitos simples, humilde, um Ser de grande elevação espiritual. Compreendemos a enorme elevação espiritual de S. João Batista ao compreender que ele, no renascimento anterior, foi o próprio Elias e, portanto, um Ser de grande evolução espiritual no círculo cósmico.
S. João Batista pregava no “deserto” e batizava nas águas do Rio Jordão, anunciando Aquele que viria e que batizaria com o Espírito Santo e com fogo.
Sempre dizia: ” Eu vos batizo com água para o arrependimento, mas aquele que virá depois de mim, o Messias, é mais forte do que eu. De fato, eu não sou digno nem ao menos de tirar-lhe as sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo “.
Se imaginarmos a profundidade do momento em que foram pronunciadas tais palavras, que inspiram força e domínio espirituais sem par, e procurarmos senti-las ecoando em nosso íntimo – ou seja; em nós que somos de fato, um Ego –, poderemos compreender perfeitamente esse instante supremo da mudança dos tempos, da substituição do velho Batismo pelo novo Batismo de Fogo e do Espírito, ocorrido logo após o singular Batismo pelo qual o Senhor, antes, haveria de passar: o Batismo de Sacrifício no Gólgota.
Somente após esse Sacrifício tornou-se possível o Batismo prometido por Cristo, quando o fogo de seu espírito jorrou sobre o Universo. Eis aí então, o lançamento sobre a Terra de Seu Fogo Espiritual,
No entanto, infelizmente “Ele veio e o povo não O reconheceu”, e até hoje muitos não O reconhecem!
Em nossa jornada espiritual hoje, muitas vezes ainda sucede o mesmo conosco; deixamos de reconhecer Cristo e o que devemos fazer para contribuir com a Sua Missão, ou os sinais que Deus nos envia de diversas maneiras.
Deus muitas e muitas vezes age de maneira que escapa à nossa compreensão espiritual imediata.
Deus opera em situações desafiadoras, desconcertantes ou até mesmo dolorosas, mas estas são as nossas provas.
Nossa jornada tem alegrias e dores, faz parte do nosso aprendizado; ou aprendemos pelo amor ou pela dor, não há um terceiro caminho.
Nossas tribulações têm um propósito para evoluirmos, afinal estamos pagando nossas dívidas de destino.
Neste mês, enquanto nos preparamos para a chegada da “Noite mais escura e mais Santa do ano”, tenhamos como desafio olhar além das aparências, reconhecendo a linda presença de Deus nas mais diversas situações.
Busquemos uma compreensão mais profunda dos Caminhos que Deus nos mostra. Vamos buscar um significado quando as experiências são mais difíceis.
O momento é muito propício para isso e para o nosso crescimento espiritual.
Vamos renovar nossa esperança em dias menos turbulentos, e passarmos as nossas provas, obedecendo sempre as Leis de Deus, tendo muita fé na grande jornada que ainda temos pela frente.
Jamais desanimemos nem entremos em desespero, está tudo certo. Tenhamos ânimo e não medo perante os desafios. Confiemos sempre no Senhor!
Cristo precisou vir a Terra para nos tirar do alto risco de paralisar todo o Esquema de Evolução
Mesmo nesta época, a mais linda do ano, um mês tão abençoado pela vinda do Cristo, chegando, mais uma vez ao centro do Planeta Terra, para executar, também mais uma vez, a sua missão de Redenção da Humanidade, muitos de nós ainda não acredita ou se acredita são tomados por um fervor de ir às compras, “preparar a ceia”, decidir onde “passará o Natal”, viajar para “descansar” e tantas outras coisas, logicamente, algumas devido a deveres sociais totalmente justificados, mas sem nenhum “tempo” para a dedicação em conhecer o que esotericamente (a parte invisível aos olhos físicos) ocorre e qual a contribuição que devemos dar.
Nos Estudos Bíblicos Rosacruzes aprendemos as evidências de que o Salvador viria à Terra, pois estávamos nos cristalizando em um grau tão altíssimo que corria o risco de paralisar esse Esquema de Evolução. A causa? O apego a tudo o que se refere à Região Química do Mundo Físico, com o consequente abandono de tudo que se refere aos Mundos invisíveis. Ou seja: a negação em evoluir segundo o Plano de Deus!
Quando estudamos Isaías por exemplo, vemos claramente a explicação de que o Senhor viria, um Ser cheio de sabedoria, discernimento, que daria conselhos, que viria nos ensinar a amar nossos semelhantes, que viria para nos fortalecer.
Quando estudamos João Batista, que vivia uma vida simples, era muito humilde, vemos que ele pregava dizendo para as pessoas se converterem e preparem o Caminho para o Senhor que estava prestes a chegar, e que o Reino dos Céus estava próximo.
João Batista que já batizava nas águas do rio Jordão, teve a grande honra de batizar Jesus de Nazaré no processo de ceder os Corpos Denso e Vital dele para o Arcanjo Cristo.
Mesmo nos atendo somente a esses dois seres (Isaías e João Batista), é triste ainda hoje vermos pessoas que não acreditam que Cristo esteve na Terra “entre nós”, que nos ensinou, como consta nos quatro Evangelhos, que curou e ensinou como curar os doentes, que nos trouxe novos Mandamentos resumidos em amor Crístico, altruísmo, Perdão dos Pecados e a busca pela Fraternidade Universal.
Essa época é muito propícia para nos voltarmos para Deus, agradecê-Lo por tanto e por tudo que temos, termos mais momentos de oração, momentos de Meditação, de buscarmos o crescimento espiritual.
Cristo ainda faz um sacrifício anual por todos nós (sem esse sacrifício anual já estaríamos muito mais atrasados e muitos de nós já sem nenhuma condição de continuar evoluindo nesse Esquema de Evolução).
Verdadeiros Cristãos, que sentem e compreendem este grande momento, o de Renascimento de Cristo na Terra, procuram durante este mês ir ao encontro da verdadeira Luz do Mundo, buscam e conseguem a aceleração espiritual.
Como Estudantes Rosacruzes não deixemos jamais passar em vão este grande momento, busquemos nos ligar à Luz, busquemos viver o verdadeiro espírito do Natal e somente à Cristo elevarmos nossos pensamentos, somente ao Cristo preparemos nossos lares e os nossos corações.
A preparação para o Natal é um momento de renovarmos internamente, momento de regozijo, de Altruísmo e a busca por renovar valores espirituais
Chegou dezembro e adentramos então num novo tempo. A espiritualidade aflora em todo o mundo…e isso “atrapalha” muita gente, em todo o mundo!
Começamos agora a nos preparar para a Véspera do Natal (a Noite mais Santa do ano)! Vamos nos preparar com grande alegria, disposição, procurando o bem em tudo e em todos.
Esta é a época mais apropriada para a celebração da vinda do nosso Salvador, o Cristo, o Deus Filho. É o retorno anual do Cristo à Terra (que não pode e não deve ser confundido com o Seu retorno numa outra Época e outra Era).
É o momento de nos renovarmos internamente, aproveitar as boas vibrações e termos momentos de reflexão e de conversas sinceras com Deus.
Vamos enfeitar nossas casas, deixá-las alegres, floridas, com luzes coloridas, montar a Árvore de Natal. A árvore de Natal para nós significa vida, esperança e renovação.
As luzes significam a Luz de Cristo que ilumina o Mundo e que deve brilhar em cada um de nós.
Este mês é um mês para fortalecermos a nossa fé em Deus, praticarmos a solidariedade (a verdadeira e não a disfarçada pela nossa sempre presente astúcia atlante!) pensando nos nossos irmãos e nossas irmãs que não têm o mínimo para comer, vestir, para sobreviver, vamos ser fraternos e generosos!
Agora é o momento de regozijo, de praticar o Altruísmo (trazido pelo Cristo na Sua primeira vinda), de pensar no verdadeiro significado do Natal, não nos deixando envolver pelo apelo comercial tendo o “Papai Noel” como o símbolo do Natal.
Vamos refletir sobre o verdadeiro significado da vida, resgatar valores e renovar a esperança em um novo tempo, de amor e fraternidade.
Não nos preocupemos com presentes físicos (seus valores, seus tamanhos, seus preços), mas sim no dar de si mesmo, nas menores coisas e manifestações, no pensar, agir, sentir, falar, desejar.
O Natal é um período de transição do humano para o espiritual. Essa grande transformação exige que aprendamos a lição do serviço amoroso, sempre desinteressado e, se possível, anônimo, aos irmãos e irmãs, focado na divina essência oculta em cada um, que é a base da Fraternidade.
Observemos ao nosso redor: veremos de um lado pessoas que estão colocando cotidianamente a sua espiritualidade na vida aqui e, portanto, se esforçam para serem fraternas, amáveis, gentis, que não se abalam por qualquer coisa e adoram servir (fé inabalável em Deus e prática do Cristianismo Esotérico).
Do outro lado, vemos pessoas materialistas, focadas em ter, em poder, fama, dinheiro; nem pensam na verdadeira espiritualidade; ficam sempre à procura de um motivo para discutirem, xingarem, brigarem, gritarem. São aqueles a quem Cristo chama de “corações endurecidos”.
Vamos fortalecer a nossa fé, orar mais e pedir a Deus que fortaleça sempre e mais as nossas aspirações e que Ilumine e oriente irmãos e irmãs que vivem como “se não houvesse o amanhã”.
Quão sublime foi o nosso maravilhoso e amado Jesus de Nazaré?
Para nós Estudantes Rosacruzes é maravilhoso recordar o Santo acontecimento do nascimento de Jesus, nosso amado Irmão Maior.
Nascido de Maria e de José, dois grandes Iniciados, em uma estrebaria, ele que também é um Iniciado, pois vinha percorrendo o Caminho da Santidade através de muitos renascimentos.
Nasceu despojado de todo e qualquer conforto material, porém envolto pela Glória do Senhor, presenteado com incenso, ouro e mirra por grandes Seres, vindos de longe, guiados pela fulgurante estrela!
Que maravilhoso exemplo de amor, desprendimento e humildade, vemos então da parte de Jesus.
Que sublime lição nos dá esse grande Ser, Jesus!
Ele que recebeu a maior honra concedida a um ser humano; aos 30 anos de idade ceder seus Corpos Denso e Vital para o grande Arcanjo Cristo, que veio para nos salvar do egoísmo que de tanto usar, chegamos a um estado muito perigoso nesse Esquema de Evolução.
Vemos também que Deus nos amou de tal maneira que nos enviou “Seu Filho Unigênito” para que não nos perdêssemos e ainda tivéssemos vida em abundância, claro que para todo aquele que n’Ele crê.
Cristo, nos seus três anos de ministério aqui na Terra, demonstrou que somente de dentro é possível conquistar a separatista Religião de Raça – que trabalha de fora para dentro, a fim de nos indicar como deveríamos controlar nosso Corpo de Desejos – e estabelecer a Fraternidade Universal.
O sacrifício de Cristo a cada ano mostra a renovação que se processa nesse tempo de preparação que tivemos neste mês, onde é lançada a semente anímica por ocasião do Natal.
A Onipresença de Cristo – Deus-Filho – no Mundo é uma atmosfera de Forças Invisíveis, atuando sobre todo aquele que possua a necessária receptividade.
Assim, no Natal não se deve comemorar meramente o nascimento de nosso amado Irmão Maior Jesus de Nazaré, senão o influxo rejuvenescedor de Amor e Vida renovado anualmente pela presença de Cristo na Terra.
Que não somente agora sejamos propensos ao amor, à compaixão e ao se doar, mas que o espírito de Cristo permaneça em nossos corações.
Que nossos corações sejam sempre revestidos de Amor, Paz e Harmonia!
Obsessão pela Forma exterior do Corpo Denso
Hoje nesse Mundo moderno vemos pessoas obcecadas por corpos físicos (que é uma parte do Corpo Denso!) esculturais, muito bem esculpidos, bem definidos fisicamente.
As pessoas parecem ter como objetivo primordial de suas vidas o cuidado com o corpo físico, com emagrecimento (ainda que não necessário), estética (baseado em padrões da sociedade), “correções” e “adequações” (sempre baseado em padrões!).
Alimentação? Há o cuidado, mas muitas vezes, para “ajudar” na manutenção da forma escultural do corpo físico.
Sabemos o quão importante é o cuidado com o Corpo Denso (cujo corpo físico é contido); ele é o “Templo de Deus”, merece cuidados especiais, principalmente no tocante à uma alimentação saudável, com os indicadores de saúde nos fornecidos pelos profissionais de saúde nos seus valores de referência, com a quantidade de vitaminas, proteínas e sais minerais apropriados para o corpo, com o hábito de manter atividades físicas todos os dias, conforme orientação de profissionais da área, bebendo água pura o quanto baste.
Só que cuidar do Corpo Denso somente é sim necessário, mas longe de ser suficiente! Temos mais dois Corpos e um veículo, que compõe a Personalidade, que é o que escolhemos em cada vida. Esses Corpos estão sobre regras diferentes das que regem o Corpo Denso e, portanto, cuidados diferentes! Por quê? Por causa da composição deles e porque eles servem para trabalharmos em Regiões e Mundos diferentes da Região que trabalhamos usando o nosso Corpo Denso, a Região Química do Mundo Físico!
Cuidar somente do corpo físico, pode nos deixar com o “coração endurecido”, devido ao efeito negativo no Corpo de Desejos. Ou fatigar o Corpo Vital, já que esse mantém a vitalidade do Corpo Denso e quanto mais foco colocamos no corpo físico, mais o Corpo Vital tem que manter a vitalização dele, o suficiente para que possamos exercer nossas funções aqui!
O foco somente no corpo físico, naturalmente, nos leva a um coração sem fé, sem Deus, voltado somente às realidades deste mundo material, ilusório, de prazeres mundanos! Por quê? Porque para focar no corpo físico temos que nos cristalizar, se lambuzando de materiais da Região Química: sólidos, líquidos e gases, nas suas infinitas formas e baixos graus de vibração.
E isso é tão extenuante e limitado que não há como ter graus de vibração o elevado suficiente para desenvolver (e/ou alimentar com materiais saudáveis) os Corpos Vital, de Desejos e muito menos o nosso veículo Mente.
Resultado: manifestação de doenças, enfermidades, busca incessante em viver “remediando” cada vez mais. E, logicamente, por reflexos, pensamentos e desejos inferiores de medo, ódio, raiva, tristeza, amargura, egoísmo, inveja, cobiça e afins.
Quando se perde o controle nessas coisas, elas passam a ser o centro e o sentido da vida humana, escravizando as pessoas, e mais e mais elas vão se distanciando de Deus.
Há estudos maravilhosos que podem ser feitos e se adiantar no Caminho de Preparação e Iniciação Rosacruz. Mas para isso tem que conhecer o método para lidar com todos os Corpos e com a Mente. Há acesso aos Ensinamentos Rosacruzes da maneira aquariana a mais fácil possível! É só a força de vontade da pessoa que poderá faltar ou não permitir que a pessoa avance!
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Fraternidade Rosacruz – As Cinco Perguntas selecionadas do mês que recebemos e que talvez possam estar inseridas nas suas dúvidas também
1.Pergunta: Pelo que eu lembro vocês disseram que a Terra (ou seria Marte?) não tem um Espírito Planetário. É verdade ou não entendi direito?
Resposta: Quando os Planetas foram criados, TODOS possuíam um Espírito Planetário, que são grandes Inteligências Espirituais, que guiam as evoluções dos seres que estão evoluindo em cada Campo de Evolução, designado como Planeta, são também chamados “os Sete Espíritos diante do Trono”. São Ministros de Deus, cada qual presidindo um determinado departamento do Reino de Deus – o nosso Sistema Solar. Quando a Onda de Vida que está no seu “estágio Humanidade” (ou seja: está no seu ponto mais denso de evolução) alcança um desenvolvimento o suficiente para manter esse Planeta como Campo de Evolução para ela e para todas as outras Ondas de Vida que estão evoluindo, o Espírito Planetário se retira e essa Onda de Vida assume a função de Espírito Planetário. Isso ocorre, por exemplo, com Mercúrio, Vênus, etc. Com a Terra não ocorreu…ainda. E pior houve a necessidade de um Plano de Salvação para evitar que o Planeta ficasse em uma situação de cristalização que não servisse para ser um Campo de Evolução. Esse Plano é o Cristo que na Sua primeira vinda assumiu a função de Espírito Planetário da Terra.
2.Pergunta: Podemos dizer que o trabalho de Jesus passou a ser o de nos ajudar a superar o regime de Jeová?
Resposta: Não. O Irmão Maior Jesus de Nazaré, desde o tempo da primeira vinda do Cristo, tem conservado a direção dos ramos esotéricos em qualquer lugar do mundo que apareça. Junto com os outros Irmãos Maiores, Jesus tem lutado e lutam contra o materialismo e a cristalização dos veículos dos seres humanos que se voltam para o mundo material e se esquecem de Deus. Cada tentativa para iluminar o povo, e para nele despertar o desejo de cultivar o lado espiritual da vida, é uma evidência da atividade dos Irmãos Maiores, Jesus entre eles.
3.Pergunta: Quando uma pessoa nasce antes do momento adequado, porque seu nascimento foi apressado pelos médicos, por exemplo, podemos dizer que fosse parte do seu destino nascer de forma prematura?
Resposta: Sempre! Nada acontece ao acaso e o momento exato (latitude, longitude, hora, minuto e segundo) já foi determinado lá no Terceiro Céu – quando da escolha do panorama da próxima vida com os eventos principais – e programado pelos Anjos do Destino que “estando acima de todos os erros dão a cada um e a todos exatamente o que necessitam para o seu desenvolvimento”.
4.Pergunta: Crianças cometem maldade por causa do seu corpo de pecados?
Resposta: O conceito de “criança” é somente a questão da idade física aqui nessa vida. Há “crianças” que são muito mais experientes que muitos “adultos” nessa vida. De qualquer forma o Corpo de Pecado só volta a conviver com o seu dono em torno dos 14 anos (quando nasce o Corpo de Desejos).
5.Pergunta: Entre os Grandes Períodos (Saturno, Solar, …, de Vênus e de Vulcano) a quantidade de tempo é de bilhões de anos? E entre as Grandes Épocas (Lemúrica, Atlante…) é de milhões de anos?
Resposta: Aprendemos na Fraternidade Rosacruz que a medida de tempo, como conhecemos aqui (segundos, minutos, horas, dias, meses, anos…), é uma dimensão que funciona somente no Mundo Físico (mesmo aqui, na Região Etérica, ele sofre uma espécie de “alargamento” em algumas situações e já se mostra diferente do que costumeiramente utilizamos na Região Química do Mundo Físico). Quando falamos de “tempo” para Períodos, Épocas, Eras, estamos buscando valores referenciais e utilizamos o método de Precessão dos Equinócios para entender essa “medida de tempo” quando pesquisamos na Memória da Natureza. Através de saber quanto tempo o Sol demora para transitar sobre um Signo durante a Precessão dos Equinócios, fazemos marcas e contamos referenciando a “anos terrestres”, a partir do momento atual do trânsito do Sol, por precessão, nos em torno dos últimos 7 graus de Peixes. Para o Esquema de Evolução a quantidade de tempo dos Períodos passados chega à casa de trilhão de anos terrestres. Das Épocas, à casa de milhões. Agora…sobre as lições que devemos aprender, há muitas pessoas que ainda estão vivenciando nas Eras anteriores, a partir da Era de Gêmeos e de Touro.
As Reuniões de “Cura Rosacruz” são realizadas na Pro-Ecclesia (Chapel) da The Rosicrucian Fellowship quando a Lua está em torno dos 15 graus de um dos quatro Signos Cardeais ou Cardinais do Zodíaco (Áries, Câncer, Libra ou Capricórnio) o que ocorre, normalmente, uma vez por semana.
A Capela Pro-Ecclesia é o edifício original e mais antigo da sede internacional da Fraternidade Rosacruz, em Mount Ecclesia, em Oceanside, Califórnia. Construído em 1913, este pequeno edifício térreo de estuque foi dedicado pelo fundador da Fraternidade, Max Heindel, na véspera de Natal daquele ano. Desde então, são oficiados os Rituais do Serviço Devocional diários, incluindo ofícios matinais e vespertinos e o Ritual do Serviço Devocional de Cura. Ou seja, o Templo principal (Ecclesia), maior, é uma estrutura dodecagonal usada principalmente para as Reuniões de Cura exclusivas para os Probacionistas e Discípulos, a Pro-Ecclesia serve como capela diária e é uma parte essencial das estruturas devocionais Cristãs e de Cura Rosacruz.
A Pro-Ecclesia possui um telhado de quatro águas feito de telhas e apresenta um campanário em estilo Missão com três sinos acima da porta da frente.
O nome “Pro-Ecclesia” significa “Para a Igreja” ou “Antes da Igreja”, indicando seu papel como o primeiro local dos Ofícios, Palestras, Seminários e Serviços.
O horário do ofício dos Rituais do Serviço Devocional (diários e semanais de Cura) é 18h30, horário local.
Por que fazer as Reuniões de Cura Rosacruz, com o ofício do Ritual do Serviço Devocional de Cura quando a Lua transita pelos Signos Cardeais ou Cardinais?
Porque a virtude dos Signos Cardeais ou Cardinais (Áries, Câncer, Libra e Capricórnio) é a energia dinâmica que eles infundem em cada coisa ou empreendimento iniciado sob sua influência e, portanto, os pensamentos de cura dos Auxiliares Visíveis e Invisíveis em todo o Mundo são dotados de poder adicional quando lançados em suas missões de misericórdia sob essa influência cardinal.
Se você gostaria de participar deste trabalho então, nas Datas de Cura (vide tabela ao lado) sente-se em silêncio quando o relógio no local onde você se encontra apontar para o horário: 18h30 (excepcionalmente pode ser em qualquer horário que melhor seja para você, desde que seja todos os dias no mesmo horário.
E por que excepcionalmente pode ser qualquer horário? Porque a “coleta” é feita 24 horas por dia em todos os lugares do mundo – e a todo momento sempre é 18h30 em algum lugar da Terra.
O efeito não tem o grau de eficiência maximizado como quando é oficiado às 18h30 local, mas é sempre melhor contribuir, pois “a messe é grande e os operários são poucos”), e oficie o 𝗥𝗶𝘁𝘂𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗦𝗲𝗿𝘃𝗶ç𝗼 𝗗𝗲𝘃𝗼𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗖𝘂𝗿𝗮.
Esse Ritual é dividido em três partes bem distintas:
1ª –Preparação – composto por músicas e textos que visam preparar o ambiente, separando o ambiente externo (de onde vem o Estudante) do interno (para o interior do Estudante);
2ª – Concentração – é o clímax do Ritual, onde o Estudante se dedica a se concentrar com toda a sua dedicação, foco, disposição e vontade na Cura, como é feita pela Fraternidade Rosacruz: o Poder Curador de Deus Pai – abundante e sempre presente, pois n’Ele vivemos, nos movemos e temos o nosso ser; o Curador – um ser humano, selecionado utilizando as Leis Divinas de Semelhança e da Receptividade Sistemática, que será o ponto focal de transmissão do excesso do seu fluído vital, à noite, para o paciente; e o Paciente (que NÃO tem que ser nominado em hipótese alguma, pois a Cura será feita por quem deve ser curado, por quem já aprendeu a lição que a doença e o sofrimento está apontando), colaborativo, participativo, que tenha muita fé e que também está disposto a ajudar aos outros que também estão sofrendo tanto quanto ou até mais que ele;
3ª – Saída – composto de música e admoestação de saída que visam preparar o Estudante para internalizar tudo o que aqui falou, ouviu, participou e se concentrou, recebendo toda a força espiritual gerada durante a oficiação do Ritual, a fim de aplicá-la no seu dia a dia, se esforçando para o cumprir no tema concentrado: a sua participação no processo de Cura Rosacruz.
“Se podes?”, disse Cristo-Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.” (Mc 9:23)
…recorra ao Método de Cura Rosacruz, já utilizado por milhares de pessoas.
O processo começa com o preenchimento de um Formulário que deve ser preenchido com caneta à base de tinta nanquim LÍQUIDA.
As instruções detalhadas se encontram aqui: https://fraternidaderosacruz.com/category/cura/formulario-para-solicitacao-de-auxilio-de-cura-fraternidade-rosacruz/
**Se você conhece alguém que esteja doente e quer ajudá-lo (a), comece por oficiar o Ritual do Serviço Devocional de Cura nas Datas de Cura. As instruções detalhadas se encontram aqui:
Resposta: Há uma conexão esotérica entre Saturno, o Sol e a Lua, que regem o sábado, o domingo e a segunda-feira, respectivamente. O Sol e Saturno são ministros da vida e da morte – respectivamente –, e a Lua é, por assim dizer, a lançadeira com o qual a Humanidade se vê constantemente impelida de um polo a outro, enquanto a teia da experiência está sendo tecida. O nodo setentrional – ou nodo norte – da Lua, que chamamos de Cabeça do Dragão, compartilha da natureza do Sol, que nos fornece a vida, e conduz a Humanidade ao período de atividade física. O nodo meridional – ou nodo sul – nos conduz para o repouso da morte por meio das forças saturninas da Cauda do Dragão. Em outras palavras, tanto Saturno como a Lua são os portais de entrada e saída dos Mundos invisíveis, ou Caos – a Lua em termos de capacidade astral e Saturno em sentido cósmico.
Quando um grande Dia Criador de Manifestação se inicia, uma Época sempre começa com um Período de Saturno, então, as Ondas de Vida – nas quais o Espírito se manifesta –, que passaram pela fase subjetiva de evolução durante a Noite Cósmica precedente, são conduzidas à manifestação ativa, e isso ocorre durante a Revolução de Saturno de cada Período. Na pequena esfera terrestre da nossa atividade atual, quando um Ego está pronto para o renascimento na vida terrestre, a Lua marca o momento tanto da concepção quanto do nascimento, assumindo assim a função saturnina de conduzir os Egos em evolução da escura Noite Cósmica da morte para o universo solar da vida e da luz. Há, contudo, alguns Egos que não evoluem, mas permanecem estagnados no Caminho de Evolução. Para eles, chega um momento em que são, finalmente, expulsos para a Lua e lhe é negada a oportunidade e o privilégio de renascer dentro da atual classe evolucionária. Em consequência disso, eles permanecem na Lua até que os veículos, cristalizados por eles por falta de ação (ou inanição), sejam dissolvidos, e como não podem prosseguir com a corrente evolutiva, só lhes resta um caminho, isto é, gravitar de volta através do portão de Saturno para o Caos, ou para a Noite Cósmica, onde devem aguardar outra oportunidade de manifestação numa corrente de vida posterior.
Jeová não é o Regente dos Judeus, ao ponto de excluir todos os outros povos. Ele é o Legislador e o Senhor Cósmico da fecundação. Portanto, Ele tem uma missão especial a cumprir em relação a todos os povos pioneiros de qualquer Época ou Período, onde uma grande hoste de Espíritos que devam ser providos de veículos de um novo tipo. É Ele que multiplica abundantemente os povos pioneiros, lhes fornece as Leis apropriadas para a sua evolução e os prepara para um novo período de desenvolvimento. Se nos lembrarmos desse fato e, também, de que a primeira parte de uma Época é saturnina, então entenderemos que, embora os Semitas Originais fossem os ancestrais da Raça Ária, tenham sido multiplicados como as areias da praia, e tenham recebido suas Leis através de Jeová, eles também viviam no estágio saturnino da Época Ária e, portanto, logicamente, foram ensinados a guardar o dia de Saturno como um “dia de descanso”.
A Bíblia diz que a Lei era suprema até o advento do grande Espírito Solar. Cristo iniciou uma nova fase da evolução sob o princípio do amor e da regeneração. Isso pôs fim ao regime de Jeová e ao domínio de Saturno, não de uma forma abrupta, é claro, pois sempre há uma sobreposição que se procura entre um regime antigo e um novo. Mas, a partir desse momento, nós, o povo pioneiro Cristão, já entramos na segunda parte, ou seja, na parte Solar da Época Ária e, portanto, estamos substituindo agora o “dia de Saturno” pelo “dia do Sol” como dia de “dedicação ao Senhor”.
Como já mencionamos, a Lua e Saturno são os portões do Caos, e isso pode levar os Estudantes Rosacruzes a quererem saber o que acontecerá ao restante de nós e, portanto, podemos fornecer uma explicação resumida dos Ensinamentos da Sabedoria Ocidental sobre esse ponto: a Humanidade comum que segue o Caminho de Evolução é guiada em direção ao Reino de Cristo, o Espírito Solar.
Os atrasados, que não conseguem acompanhar o curso evolutivo, retrocedem para o Reino de Jeová, o Espírito Lunar.
Os avançados da Humanidade, os Iniciados que passaram tanto pelas Iniciações Menores quanto pelas Iniciações Maiores e seguem diante do Libertador (o grande Ser encarregado da evolução na Terra), têm a opção de permanecer aqui e ajudar seus irmãos e suas irmãs nesse mundo, ou ir para um satélite natural de Júpiter e preparar as condições sob as quais a Humanidade poderá evoluir no futuro Período de Júpiter.
As almas avançadas que malbarataram os seus poderes exercendo a magia negra retrocedem diretamente para Saturno e são forçadas a penetrar no Caos pela dissolução de seus veículos.
Saturno tem uma preponderância do quarto Éter, o Éter Refletor. Daí a sua pálida luminosidade, e os Egos que vão para lá deixam um registro de suas vidas e são em seguida lançados para fora em direção ao Caos, através das luas de Saturno.
Júpiter tem uma preponderância do terceiro Éter, o Éter Luminoso ou Éter de Luz. Daí o seu brilho, e os Egos avançados que vão para Júpiter, vindos do lado externo, dirigem-se para o interior através das luas e começam, então, como já dito, um trabalho construtivo para o Período de Júpiter.
(Pergunta nº 77 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
No Evangelho Segundo S. Mateus em 1:21 lemos: “E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados“. Mas não a um menino comum, pois Jesus não era um indivíduo comum, como qualquer outro da Humanidade. É certo que ele é um Espírito Virginal da Onda de Vida humana; pertence à nossa Humanidade. Podemos estudar o homem Jesus de Nazaré lendo todos os seus renascimentos na Memória da Natureza. Sabemos, por exemplo, que num de seus renascimentos ele foi o Rei Salomão. Aquele rei que lemos em 1 Reis 3, 4-14, quando Jeová apareceu em sonhos e lhe disse para pedir qualquer coisa que quisesse que Ele o daria. Quando, então, Salomão respondeu: “Tu foste grande amigo de teu servo Davi, meu pai, porque ele andou na tua presença com sinceridade e a mim me tem posto como rei em seu lugar. Confirme-se, pois, agora, Oh Jeová Deus! Tua palavra dada a Davi, porque tu me colocaste como rei sobre um povo eleito, povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular. Dá-me agora sabedoria e conhecimento para discernir entre o bem e o mal“.
Quando, então, Jeová replicou a Salomão: “Por quanto isso foi em teu coração, que não pediste riquezas, nem longos anos de vida, nem a vida dos teus inimigos, se não que tens pedido para ti sabedoria e conhecimento para julgar o meu povo, sobre o qual te pus por rei, sabedoria e conhecimento te são dados e, também, o que não pedistes: riqueza e glória, em toda a sua vida, como jamais houve entre os reis“.
Esse é somente um dos exemplos de seus antigos renascimentos. Houve muitos outros, onde ele viveu sob diversas circunstâncias, sob vários nomes, do mesmo modo que qualquer um de nós, seres humanos. Com isso percorreu o Caminho da Santidade (o Caminho da Iniciação) através de muitas vidas, vivendo a vida espiritual e preparando-se para a maior honra que poderia ter recebido um ser humano.
Na vida terrestre que apareceu como Jesus, esse nosso irmão alcançou:
– um Corpo Denso que é o mais perto da perfeição que já se construiu e se construirá por qualquer um de nós nesse Grande Dia de Manifestação;
– um Corpo Vital que é o mais perto da perfeição que já se construiu e se construirá por qualquer um de nós nesse Grande Dia de Manifestação;
– um Corpo de Desejos isento totalmente de paixões, desejos inferiores; formado exclusivamente de materiais de desejos das Regiões Superiores do Mundo do Desejo;
– um Corpo Mental extremamente puro (lembrando que a Humanidade comum ainda só tem um veículo Mente).
Ou seja: ele possuía um Tríplice Corpo e um Corpo Mental da espécie mais pura que qualquer um de nós já pode construir.
Logicamente, para construir o seu Corpo Denso teve que contar com materiais da mais fina pureza que existe. Pois o ser humano para construir seu Corpo Denso necessita utilizar os materiais tomados dos corpos do pai e da mãe. Por isso, seu pai, José era um elevado Iniciado. Pertencia a Ordem dos Essênios. E durante muitas vidas também percorreu o Caminho da Santidade. Ele era tão puro que poderia realizar o ato da fecundação como um Sacramento, sem nenhum desejo ou paixão pessoal. Ele tinha a capacidade de expressar à vontade – força masculina – da maneira mais perto da perfeição no ato gerador. Com isso garantiu o melhor material para a construção do Corpo Denso de Jesus.
Por isso, a sua mãe, a Virgem Maria, era também um elevado Iniciado, da mais elevada pureza humana; por isso foi escolhida para ser a mãe de Jesus de Nazaré. Ela tinha a capacidade de expressar a imaginação – força feminina – da maneira mais perto da perfeição no ato gerador. Só ela poderia fornecer o material mais puro para a construção de um Corpo Denso mais perto da perfeição, como foi o de Jesus. Ela expressa a máxima pureza que um ser humano pode alcançar no ato gerador.
Mas, como pôde ocorrer uma concepção tão pura e isenta de dor, sofrimento e tristeza num ambiente tão impróprio como nós mesmos criamos aqui na Terra?
Então vejamos: Jeová, o Espírito Santo, o guia dos Anjos, aparece em várias partes da Bíblia como o dador de filhos. Seus mensageiros foram: a Sarah anunciar-lhe o nascimento de Isaac; para Hannah anunciaram o nascimento de Samuel, por exemplo. E foram eles que foram à Virgem Maria anunciarem o advento de Jesus, como lemos no Evangelho de S. Lucas (1:26-32): “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado da parte de Deus (…) e disse-lhe o anjo: ‘Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!’ (…) ‘Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás em teu seio e darás à luz um filho e lhe darás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo“. O poder do Espírito Santo fecunda tanto o óvulo humano como a semente do grão na terra.
Antes do Pecado Original, nós procriávamos sob a orientação dos Anjos, em épocas propícias. Não tínhamos paixões, porque éramos guiados em tudo, até no ato gerador. Inocentes e inconscientes de tudo. O Pecado Original se deu quando tomamos as rédeas da nossa evolução, inclusive do ato gerador. Essa transgressão utilizando da força sexual criadora sagrada, a nosso bel prazer, sem levar em conta Corpos puros e condições astrais propícias, é o que, até hoje, nos traz sofrimentos, tristezas e dores.
Entretanto, quando uma vida santa purifica os desejos, o ser humano se inunda com esse espírito puro e pode efetuar a função procriadora sem paixão. A concepção se torna imaculada. A criança que nasce sob tais condições é naturalmente superior, porque a concepção realizou-se como um rito sagrado de autossacrifício e não como um ato de autossatisfação.
Nesse caso, criamos exatamente as mesmas condições que tínhamos quando procriávamos sob a orientação dos Anjos, só que com uma crucial diferença: o fazemos conscientes e sob a nossa responsabilidade. De onde concluímos: que todo indivíduo vil tem que nascer de uma mãe vil e de um pai vil, ou seja: antes que nasça um Salvador é necessário encontrar uma virgem puríssima para que seja sua mãe e um pai igualmente puríssimo.
Quando dizemos “virgem” não queremos falar de virgindade em sentido físico. Todos nós possuímos a virgindade física nos primeiros anos de nossas vidas, mas a virgindade do espírito é uma qualidade da alma (ou do Espírito), adquirida mediante vidas de pensamentos, desejos, emoções, sentimentos, palavras, atos, obras e ações puros e elevados. Não depende do estado do Corpo Denso!
Assim, uma virgem verdadeira pode dar à luz a vários filhos e permanecer sempre “virgem”.
Portanto, o que determina um ser humano ser concebido em pecado ou imaculadamente depende de sua própria alma, de suas qualidades anímicas. Porque se um ser humano que vai nascer for puro, casto ele também nascerá e, naturalmente, de uma mãe e de um pai também puros e de natureza formosa. E, nessa situação, o ato sexual físico, que na maioria se realiza para gratificar a paixão e o desejo sensual, se efetua como uma oração, um Sacramento, como um sacrifício (sacro-ofício) – note a extrema oposição de sentimento: gratificação e sacrifício (sacro-ofício).
De modo que, a criança é concebida sem pecado nem paixão, ou seja, imaculadamente. Tal acontecimento não é um fato acidental. A vinda de uma criança por esses meios de pureza é previamente anunciada e a espera antecipada é marcada com impaciência e alegria.
Atualmente, há muitos casos de geração que se aproximam muito dessa Imaculada Concepção.
Aqui, realizam-se o ato gerador com puríssimo amor, e a mãe permanece tranquila, sem que seja perturbada durante o período de gestação e, assim, a criança nasce tão pura como numa Imaculada Concepção.
Com um Corpo Denso imaculadamente concebido, Jesus pode se dedicar ao objetivo específico da sua vinda como Jesus, ou seja: cuidar e desenvolver os seus Corpos Denso e Vital até o maior grau de eficiência possível para o grande propósito a que deveria servir: fornecer o seu Corpo Denso e o seu Corpo Vital para a imensa tarefa do Cristo, o Plano da nossa Salvação.
Nesse intuito, imensa ajuda foi lhe prestada pela terceira seita que existia na Palestina: a Ordem dos Essênios. Eles formavam uma ordem extremamente devota, muito diferente das outras duas seitas, então existentes: os materialistas saduceus e os hipócritas e vaidosos fariseus.
Pouco se sabe sobre eles, pois evitavam o máximo possível toda menção de si ou de seus métodos de estudo ou de adoração. Mas, foram os Essênios que educaram Jesus e cuidaram do seu desenvolvimento espiritual. Esse seu desenvolvimento espiritual foi elevando-se de grau durante os trinta anos de utilização de seus Corpos. Jesus tinha passado por várias iniciações. Como o objetivo das primeiras iniciações e do exercitamento esotérico é trabalhar sobre o Corpo Vital, a fim de construir e organizar o Espírito de Vida, vemos que, com isso, Jesus tinha alcançado as mais elevadas vibrações do Espírito de Vida. O seu Espírito de Vida tornou-se o seu veículo superior mais evoluído.
Cristo, por seu lado, sendo um Arcanjo, funcionava muito bem no seu Corpo de Desejos, Mas como todo Arcanjo, era incapaz de construir um Corpo Denso ou um Corpo Vital para si. Agora, como Ele é o mais desenvolvido de todos os Arcanjos, ou em outras palavras, o mais elevado Iniciado dos Arcanjos, estava acostumado em trabalhar no seu veículo mais inferior sendo o Espírito de Vida.
Ou seja: ele sabia construir um Corpo de Desejos, uma Mente e um Espírito Humano, mas vivia comumentemente no seu veículo Espírito de Vida, no Mundo do Espírito de Vida (lembrando que esse Mundo é o que envolve todos os Planetas e corpos celestes do nosso Sistema Solar e é onde a Fraternidade Rosacruz é praticada cotidianamente).
Onde ele expressava facilmente os atributos desse veículo, quais sejam: altruísmo, fraternidade, união, amor, perdão, graça e gratidão. Tudo o que nós precisávamos (e ainda muito precisamos) aprender para seguirmos na nossa evolução para frente e para cima. Assim, para ensinar-nos tudo isso, nos propiciar o acesso mais fácil de materiais de desejos para termos desejos, emoções e sentimentos formados somente de materiais das três Regiões superiores do Mundo do Desejo (Região da Luz Anímica, Região do Poder Anímico, Região da Vida Anímica), fundar a Religião Unificante do Filho – a verdadeira Religião Cristã, que ainda não se manifestou totalmente na Humanidade –, e com isso elevar-nos a mais um grau e para nos tirarmos das condições cristalizantes que estávamos, Ele precisou aparecer como um ser humano entre nós (1Tm 2:5) e, entrando num Corpo Denso, conquistar, de dentro, a Religião de Raça que nos afeta por fora.
Em outras palavras, acabar com a divisão entre os filhos de Seth e os filhos de Caim e uni-los numa única Fraternidade Universal. Para isso usou de todos os veículos próprios e só tomou de Jesus os Corpos Denso e Vital.
Isso ocorreu quando Jesus tinha 30 anos de idade. Então, Cristo penetrou nesses Corpos e empregou-os até o final de Sua missão aqui na Região Química, no Gólgota. Então, tornou-se a dupla figura que conhecemos como: Cristo-Jesus. Assim, Cristo é o único ser que possui uma série completa de veículos desde o Mundo de Deus até o Mundo Físico, ou seja, 12 veículos!
Nesses três anos, Jesus foi o que perdeu todo o crescimento anímico obtido durante os 30 anos terrestres, anteriores ao Batismo e contido no veículo cedido a Cristo. Este foi e é o grande sacrifício feito para nós, mas, como todas as boas ações, esse sacrifício redundará em maior glória no futuro. Durante os três anos que duraram o trabalho de Cristo nos Corpos Denso e Vital de Jesus, ou seja: entre o Batismo e a Crucificação, Jesus adquiriu um veículo de Éter, da mesma forma que um Auxiliar Invisível adquire matéria física sempre que for necessário materializar todo ou parte do Corpo Denso. Com ele seguia instruindo o núcleo da nova fé formado por Cristo. Entretanto, um material que não combine com o Átomo-semente não pode adaptar-se definitivamente. Ele se desintegra tão logo se esgote a força de vontade nele reunida; portanto, isso foi apenas um paliativo, durante esses três anos.
Depois da morte do Corpo Denso de Cristo-Jesus, no Gólgota, os Átomos-sementes dos Corpos Denso e Vital foram devolvidos a Jesus de Nazaré. Exceto o Corpo Vital usado por Cristo. Por que esse não foi devolvido? Para que Cristo o utilize na Sua segunda vinda.
E por que Cristo não poderia devolvê-lo? Não poderia Ele tomar de outro Corpo Vital de outro ser, mesmo de Jesus, quando necessitasse novamente? Certamente que não, pois existe uma Lei que determina que todo Ser deve sair de um lugar, pela mesma via por onde entrou. Cristo entrou na Terra, onde está agora confinado, através do Corpo Vital de Jesus. Deve sair também por este Corpo. Se o Corpo Vital de Jesus fosse destruído, Cristo permaneceria neste ambiente tão limitado até que o Caos dissolvesse a Terra. É por isso que os Irmãos Maiores colocaram o Corpo Vital de Jesus num sarcófago de cristal para protegê-lo dos olhares de curiosos e profanos. Eles conservam este receptáculo em um dos Estratos nas profundezas da Terra, onde ninguém que não seja Iniciado no grau apropriado pode penetrar.
Então, Jesus de Nazaré construiu um novo Corpo Vital, trabalhando com os movimentos verdadeiramente Cristãos. Os Cavaleiros da Távola Redonda, os Cavaleiros do Graal, os Druidas da Irlanda, os Trottes do Norte da Rússia são algumas das escolas esotéricas nas quais, Jesus trabalhou na Idade Média.
Note que a partir daqui nunca mais Jesus construiu para si um Corpo Denso, embora fosse capaz de fazê-lo. Isso porque o seu trabalho está totalmente dirigido na Região Etérica do Mundo Físico. Sem dúvida, Jesus é o mais elevado fruto que o Período Terrestre produziu, afinal: “Não há maior amor no homem do que aquele que dá a sua própria vida” (Jo 15:13) e o fato de dar não somente o Corpo Denso, mas também o Corpo Vital é certamente o supremo sacrifício!
Que as Rosas Floresçam em Vossa Cruz
Lemos na Bíblia a história de como Noé e a sua família foram salvos do Dilúvio e formaram o núcleo da humanidade da Época do Arco-Íris, aquela em que vivemos agora. Também se diz que Moisés guiou seu povo fora do Egito, a terra do touro (do Signo de Touro) através das águas e o estabeleceu como o povo escolhido para adorar o Carneiro, o Signo de Áries, em cujo Signo havia já entrado o Sol pelo movimento de Precessão dos Equinócios. Esses dois relatos se referem ao mesmo incidente, a saber, a aparição da infante humanidade do continente submerso da Atlântida (na Época Atlante), nesta época de ciclos alternados: verão e inverno, dia e noite, fluxo e refluxo.
Como a Humanidade acabara de receber a Mente, ela começou a dar conta da perda da visão espiritual que até então possuía. Sentiu um anelo pelo mundo do espírito e seus guias divinos, que persiste, todavia, pois ainda não cessou de lamentar essa perda. Por essa razão foi-lhe dado o Tabernáculo no Deserto, antigo Templo de Mistérios Atlante, para que pudesse encontrar o Senhor quando estivesse qualificada por meio do serviço e domínio da natureza inferior pelo Eu Superior. Tendo sido delineado por Jeová, foi a incorporação de grandes verdades cósmicas, ocultas por um véu de simbolismo que falava ao Eu interno ou Eu Superior.
Em primeiro lugar, é importante saber: esse plano divino do Tabernáculo foi dado a um povo escolhido, que devia construí-lo por meio de sacrifícios. E aqui há uma lição particular consistindo em nunca se dar à pessoa alguma a norma do caminho do progresso se primeiramente não se fez um convênio com Deus para servi-lo e estar disposto a oferecer o sangue do seu coração numa vida de serviço totalmente desinteressado. A palavra “phree messen” é um termo egípcio significando “filho da luz”. Na literatura iniciática fala-se de Deus como o Grande Arquiteto. Arche é uma palavra grega significando “substância primordial”.
Diz-se que José, pai de Jesus, foi um “carpinteiro”, porém a palavra grega é “tekton” — construtor. Também se diz que Jesus foi um “tekton”, um “construtor”.
Por conseguinte, cada verdadeiro Iniciado é um filho da luz, um construtor que se esforça em edificar o templo místico de acordo com o plano divino dado por nosso Pai nos Céus. A esse fim dedica todo o seu Coração, Alma e Mente. Ele deve aspirar a ser “o maior no Reino de Deus” e, portanto, há de ser o servo de todos.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de fevereiro/1978 – Fraternidade Rosacruz -SP)
Setembro de 1912
Se eu tivesse pedido aos Estudantes que me escrevessem qual era, na opinião deles, o ponto mais importante da lição do mês passado, o que você acha que teria sido respondido na maioria dos casos? Acredito que muitos sentiriam que a conexão entre o pão, o vinho e a saúde era a ideia principal; e talvez eu seja responsável por essa visão, porque escrevi essas palavras em negrito[1]. Mas, ainda que seja de suma importância essa conexão entre o pão, o vinho e a saúde, e a apliquemos em nossas vidas com o máximo da nossa capacidade, se o fizermos por uma razão menor do que a dada por Nosso Senhor, isso será essencialmente egoísta, e não promoverá nosso desenvolvimento tanto quanto se o fizéssemos como Ele pediu: “em memória de Mim”[2].
Basta olhar para a questão sob esse prisma, caro amigo ou cara amiga, você entenderá a ideia. Sob o regime de Jeová, o egoísmo cristalizou a Terra em tal extensão que as vibrações espirituais quase cessaram. A evolução estava estagnada, e o sangue estava tão impregnado de egoísmo que a Onda de Vida humana corria o perigo de degenerar. Então, o Cristo Cósmico se manifestou por meio de Jesus para nos salvar. Purificar profundamente livrando o sangue de todo o egoísmo é o Mistério do Gólgota; começou quando o sangue de Jesus fluiu, continuou através das guerras das nações Cristãs sempre que os seres humanos lutavam por um ideal, e durará até que, por contraste, os horrores da guerra tenham impressionado suficientemente a Humanidade com a beleza da Fraternidade.
Cristo entrou na Terra pelo evento do Gólgota. Ele está, novamente, fermentando o Planeta Terra e tornando-a receptiva às vibrações espirituais, mas o Seu sacrifício não foi consumado em um só momento, morrendo para nos salvar, como geralmente se crê. Ele ainda está gemendo e sofrendo, esperando pelo dia da Sua libertação[3], pela “manifestação dos filhos de Deus”; e realmente nós apressamos esse dia toda vez que participarmos do alimento para os nossos Corpos superiores, simbolizados pelos: pão e vinho místicos. Mas seríamos muito mais eficientes em acelerar a nossa própria libertação e em apressar o “dia de Nosso Senhor”, se sempre fizéssemos “em memória de Mim”.
Você se lembra da “Visão de Sir Launfal?”. Não era o tamanho da dádiva o que importava; a moeda de ouro atirada ao mendigo era materialmente mais valiosa do que a côdea de pão que ele deu mais tarde; mas a moeda foi dada com impaciência para se livrar de uma presença repugnante. A côdea de pão foi dada em memória de Cristo e por Sua causa, e nisso está toda a diferença.
E Sir Launfal lhe disse:
“Vejo em ti
a imagem d’Aquele que na cruz morreu.
Tu, também, tens a coroa de espinhos de quem padeceu,
muitos escárnios tens também sofrido
e o desprezo do mundo hás sentido.
As feridas em tua vida não faltaram
nos pés, nas mãos, no corpo, elas te machucaram.
Filho da clemente Maria reconhece quem eu sou
e vê que, através do pobre, é a Ti que eu dou.”
Quanto mais cultivarmos o espírito de tudo fazer pela causa de Cristo e Sua Libertação, melhores e mais frutíferas serão as nossas vidas aqui.
(Cartas aos Estudantes – nº 22 – do Livro Cartas aos Estudantes – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
[1] N.T.: Lição do mês passado publicada como Capítulo IV do Livro Coletâneas de um Místico – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz: O SACRAMENTO DA COMUNHÃO – “em memória de Mim” – PARTE II
“… na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim”. Do mesmo modo, após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova Aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim”. Todas as vezes, pois, que comeis desse pão e bebeis desse cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha. Eis porque todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Por conseguinte, que cada um examine a si mesmo antes de comer desse pão e beber desse cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação. Eis porque há entre vós tantos débeis e enfermos e muitos morreram.” (ICor 11:23-30).
Nos trechos acima há um significado esotérico profundamente oculto que é particularmente obscuro na tradução inglesa, mas em alemão, latim e grego o Estudante Rosacruz ainda tem um indício do que realmente foi pretendido com essa última admoestação do Salvador a Seus Discípulos. Antes de examinar esse aspecto do assunto, vamos considerar primeiro as palavras: “em memória de Mim”. Estaremos, então, talvez em melhores condições para compreender o que significa o “cálice” e o “pão”.
Suponhamos que uma pessoa procedente de um lugar distante venha ao nosso país e viaje através dele, visitando vários lugares. Por toda parte verá pequenas comunidades se reunindo ao redor da Mesa do Senhor para celebrar esse rito mais sagrado para todos os Cristãos, e se perguntasse a razão de fazerem isso, as pessoas lhe responderiam que elas faziam isso em memória d’Aquele que viveu uma vida mais nobre do que qualquer um que já viveu nesta Terra; d’Aquele que foi a bondade e o amor personificados; d’Aquele que foi o servo de todos sem se preocupar em ganhar ou perder. Se esse estranho comparasse a atitude dessas comunidades religiosas aos domingos na celebração desse rito com as vidas deles durante o restante da semana, o que veria?
Cada um de nós sai para o mundo para batalhar pela existência. Sob a lei da necessidade, esquecemos o amor que deveria ser o fator principal nas vidas Cristãs. A mão de uma pessoa está sempre contra seu irmão ou sua irmã. Todos lutam por posição, riqueza e pelo poder que advém com esses atributos. Esquecemos na segunda-feira o que, reverentemente, relembramos no domingo e, em consequência, todo o mundo é digno de pena por isso. Fazemos, também, uma distinção entre “o pão e o vinho” que bebemos na chamada “Mesa do Senhor” e o alimento que comemos ou bebemos durante os intervalos entre o comparecimento à Comunhão. Porém, nada é mencionado nas Escrituras que justifique tal distinção, como qualquer um pode verificar mesmo na versão inglesa, que omite as palavras impressas em itálico inseridas pelos tradutores para dar o que pensavam ser o sentido da passagem. Pelo contrário, é-nos dito que tudo o que comermos, bebermos ou qualquer coisa que fizermos, deveria ser feito para a glória de Deus. Todos os nossos atos deveriam ser uma oração. A “ação de graças” superficial que fazemos às refeições é, na realidade, uma blasfêmia e o pensamento silencioso de gratidão Àquele que nos dá o pão de cada dia está longe de ser o suficiente. Quando lembramos, à cada refeição, que o alimento retirado da substância da Terra é o corpo do Espírito de Cristo que ali habita, que aquele corpo está sendo repartido para nós diariamente, podemos compreender apropriadamente a bondade amorosa que O impele a Se dar por nós; por isso vamos, também, relembrar que não há um momento, dia ou noite, que Ele não esteja sofrendo por estar aprisionado a esta Terra. Portanto, quando comemos e percebemos a verdadeira situação, de fato estamos proclamando a morte do Senhor Cristo, cujo Espírito está gemendo e labutando, esperando pelo dia da libertação, quando não haverá necessidade de uma envoltura tão densa como a que necessitamos agora.
Mas há um outro mistério, maior e mais maravilhoso ainda, oculto nessas palavras de Cristo. Richard Wagner, com a rara intuição do gênio do músico, percebeu essa ideia quando, sentado em meditação à beira do Lago de Zurique numa Sexta-Feira Santa, sentiu brotar em sua Mente um pensamento: “Que conexão há entre a morte do Salvador e os milhões de sementes que germinam na terra nessa época do ano?”. Se meditarmos sobre aquela vida que anualmente brota na primavera, vemo-la como algo gigantesco e inspirador; uma intensidade enorme de vida que transforma o globo, de um momento próximo à morte congelante a uma vida rejuvenescida, em um curto espaço de tempo; e a vida que assim se propaga nos brotos de milhões e milhões de plantas é a vida do Espírito da Terra.
Dela vem tanto o trigo como a uva. Esses representam o corpo e o sangue do aprisionado Espírito da Terra, incumbido de sustentar a Humanidade durante a presente fase da evolução dela. Nós repudiamos a argumentação daqueles que alegam que o mundo tem a obrigação de lhes dar uma vida boa, sem que eles se esforcem e onde não tenham nenhuma responsabilidade material da parte deles; no entanto, nós insistimos que há uma responsabilidade espiritual conectada com “o pão e o vinho” servidos na Última Ceia do Senhor: devem ser ingeridos dignamente, caso contrário, causarão problemas de saúde e até mesmo a morte. Superficialmente lido, poderá parecer um conceito forçado, porém, quando meditamos à luz do esoterismo, examinando outras traduções da Bíblia e observando as condições atuais do mundo, veremos que não é assim tão forçado.
Retornemos ao momento na Evolução em que o ser humano vivia sob a guarda dos Anjos, construindo, inconscientemente, o Corpo que agora ele usa. Isso foi na antiga Época Lemúrica. Era necessário um cérebro para evolução do pensamento e uma laringe para expressão verbal desse mesmo pensamento. Portanto, metade da força criadora foi dirigida para cima e usada pelo ser humano para formar esses órgãos. Por isso, a Humanidade se tornou separada em sexos masculino e feminino, e foi forçada a procurar um complemento quando foi necessário criar um outro novo Corpo Denso e um Corpo Vital para servir como um instrumento numa fase mais elevada da evolução.
Enquanto o ato do amor era consumado sob a sábia custódia dos Anjos, a existência do ser humano estava livre de angústias e tristezas profundas, e de dores e da morte. Mas quando, sob a tutela dos Espíritos Lucíferos, ele comeu da árvore do Conhecimento e perpetuou a raça, sem levar em conta as linhas de forças interplanetárias, transgrediu a lei e os Corpos assim formados se cristalizaram excessivamente e se tornaram sujeitos à morte, de uma maneira muito mais perceptível do que haviam estado até então. Por isso, foi forçado a criar Corpos novos mais frequentemente, à medida que seu período de vida aqui se encurtava. Os guardiães celestiais da força criadora expulsaram o ser humano do jardim de amor para o deserto do mundo, e ele se tornou responsável por suas ações sob a lei cósmica que governa o universo. Desde então, por um longo tempo, o ser humano continua essa luta difícil e esgotante para conseguir sua própria salvação, e a Terra, em consequência disso, se cristalizou cada vez mais.
Hierarquias divinas, incluindo o Espírito de Cristo, trabalharam sobre a Terra externamente, assim como o Espírito-Grupo guia os animais sob sua proteção; mas, como diz S. Paulo tão corretamente: “Ninguém pode ser justificado sob a lei, pois sob ela todos pecaram e todos devem morrer” Rm (2:12). Não há no antigo pacto nenhuma esperança além da presente, salvo um presságio de alguém que há de vir e que restaurará o agir de acordo com a Lei Divina, livre de culpa ou pecado. Por isso, S. João proclama que a lei foi dada por Moisés e a graça veio por meio de Cristo (Jo 1:17). Mas, o que é a graça? Ela pode trabalhar contra a lei e revogá-la completamente? Certamente não. As Leis de Deus são imutáveis e firmes, ou o universo se tornaria um caos. A lei de gravidade mantém nossas casas em posição relativa às outras casas e por isso, quando saímos delas sabemos, com certeza, que as encontraremos no mesmo lugar ao retornarmos. Pelo mesmo princípio, todas as outras divisões no universo estão sujeitas a leis imutáveis.
Assim como a lei, separada do amor, originou o pecado, assim também a lei temperada com amor é a graça. Tomemos um exemplo de nossas condições sociais concretas: temos leis que decretam uma certa penalidade para uma ofensa específica e, quando a lei é observada, chamamos isso de justiça. Porém, a longa experiência está começando a nos ensinar que justiça, pura e simples, é como os dentes do dragão Colchian (No mito grego, os dentes do dragão aparecem com destaque nas lendas do príncipe fenício Cadmo e na busca de Jasão pelo Velocino de Ouro. Em cada caso, os dragões estão presentes e cospem fogo. Seus dentes, uma vez plantados, se transformariam em guerreiros totalmente armados. Cadmo, o portador da alfabetização e da civilização, matou o dragão sagrado que guardava a fonte de Ares. A deusa Atena disse-lhe para semear os dentes, de onde surgiu um grupo de guerreiros ferozes chamados spartoi – um povo mítico que surgiu dos dentes do dragão semeados por Cadmo e foram considerados os ancestrais da nobreza tebana. Ele jogou uma joia preciosa no meio dos guerreiros, que se viraram na tentativa de se apoderar da pedra. Os cinco sobreviventes juntaram-se a Cadmo para fundar a cidade de Tebas. Da mesma forma, Jason foi desafiado pelo Rei Aeëtes da Cólquida a semear dentes de dragão – daí dragão de Colchian – em Atenas para obter o Velocino de Ouro. Medea, filha de Aeëtes, aconselhou Jason a jogar uma pedra entre os guerreiros que surgiram da terra. Os guerreiros começaram a lutar e matar uns aos outros, não deixando nenhum sobrevivente além de Jason. As lendas clássicas de Cadmo e Jasão deram origem à frase “semear dentes de dragão”. Isso é usado como uma metáfora para se referir a fazer algo que tem o efeito de fomentar disputas.) que gera disputas e lutas cada vez maiores. O chamado criminoso permanece criminoso e se torna cada vez mais embrutecido pelas penalidades da lei; mas, quando um regime menos rigoroso, nos tempos atuais, permite que a sentença imputada àquele que transgrediu a lei seja suspensa, então ele estará sob a graça e não sob a lei. Também, o Cristão que procura seguir os passos do Mestre é emancipado da lei do pecado pela graça, desde que abandone o caminho do pecado.
Esse foi o pecado dos nossos progenitores na antiga Época Lemúrica que eles espalharam suas sementes independentemente da Lei e sem o amor. Mas é o privilégio do Cristão se redimir pela pureza da sua vida, em memória do Senhor. S. João diz: “Sua semente permanece nele” (IJo 3:9) e esse é o significado oculto do “pão e vinho”. Na versão inglesa lemos simplesmente: “Esse é a taça do Novo Testamento”, mas no alemão, a palavra que designa cálice é “Kelch” e em latim é “Calix” (Na língua portuguesa temos a tradução como cálice), ambas significando a parte externa que envolve a semente da flor. Em grego temos um significado mais sutil ainda, não expresso em outras línguas, na palavra “poterion”, um significado que se torna evidente quando consideramos a etimologia da palavra “pot”. Isso nos fornece, imediatamente, a mesma ideia de cálice ou “calix” – um receptáculo; e verbo latino “potare” (beber) também mostra que a “taça” é um receptáculo capaz de reter um líquido. As palavras inglesas “potente” e “impotente”, designando possuir ou ter falta da força viril, mostra o significado dessa palavra grega que indica a evolução do “homem para um super-homem”.
Já vivemos existências semelhantes ao mineral, à planta e ao animal, respectivamente, antes de nos tornarmos humanos como o somos hoje e, diante de nós existem ainda outras evoluções até nos aproximarmos cada vez mais do Divino. Prontamente aceitamos como verdade e válido que são nossas paixões animais que nos retêm no caminho da realização; a natureza inferior está constantemente em luta com o “eu superior”. Isso acontece, pelo menos, com os que já experimentaram um despertar espiritual; uma guerra está sendo travada silenciosamente no interior e pior seria se isso fosse reprimido. Goethe (Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) foi um polímata, autor e estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico que também fez incursões pelo campo da ciência natural. Como escritor, Goethe foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX.), com arte magistral, exprimiu esse sentimento nas palavras de Fausto, a alma aspirante, ao se dirigir a seu amigo materialista, Wagner:
“Por um só impulso tu estás possuído,
Inconsciente do outro permaneces, ainda não o tens sentido.
Duas almas, oh! moram dentro do meu peito,
E aí lutam por um indivisível reino;
Uma aspira pela terra, com vontade apaixonada
Às íntimas entranhas ainda está ligada.
Acima das névoas, a outro aspira, de certeza,
Com ardor sagrado por esferas onde reine a pureza”.
Foi o conhecimento dessa necessidade absoluta de castidade (exceto quando o objetivo é a procriação) por parte daqueles que já haviam tido um despertar espiritual, que inspirou as palavras de Cristo e o Apóstolo S. Paulo exprimiu uma verdade esotérica quando disse que aqueles que tomam a comunhão sem viver a vida, estão em perigo de doença e morte. Assim como, sob uma tutela espiritual, a pureza de vida pode elevar o Discípulo de uma maneira maravilhosa, assim também a falta de castidade produz um efeito muito maior sobre os Corpos mais sensibilizados do que sobre aqueles que estão ainda sob a lei e não se tornaram participantes da graça, pelo cálice da Nova Aliança.
[2] N.T.: Lc 22:19
[3] N.T.: Rm 8:19-23
A primeira coisa que devemos deixar bem esclarecida é a identidade de Cristo, conforme ensina os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental. De acordo com o Diagrama “Os sete dias da Criação” no Capítulo XIV do livro Conceito Rosacruz do Cosmos – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz, passamos por um intervalo involutivo que abrange os Períodos de Saturno, Solar e Lunar até a metade do Período Terrestre. Nessa peregrinação pela matéria, adquirimos os Corpos e veículos que agora possuímos, bem como foram despertados nossos três veículos espirituais, o que nos tornou um ser com uma constituição sétupla e prontos para nos desenvolver em um ser com constituição decupla.
Durante o Período de Saturno, quando éramos “semelhantes” ao que hoje são os seres do Reino mineral, alguns seres passaram pelo seu estágio “Humanidade”, como nós o estamos passando atualmente, mas pertenciam a uma Onda de Vida de evolução diferente: os chamados Senhores da Mente. O mais elevado Iniciado daquela longínquo Período de Saturno é um ser da Onda de Vida dos Senhores da Mente que conseguiu aprender tudo no Período de Saturno que um Senhor da Mente teria que aprender até o Período de Vulcano. Por esse mérito, conseguiu construir, além dos veículos próprios de um ser Senhor da Mente, um veículo constituído de materiais das 5 Regiões do Mundo de Deus. E, assim, obteve a função de exercer a primeira dos três aspectos divinos: “Vontade”, constituindo o ser Deus-Pai, ou simplesmente: Pai.
O mais elevado Iniciado do Período Solar, quando estavam passando pelo seu estágio “Humanidade” aqueles seres que agora são os Arcanjos, é um Arcanjo chamado de Cristo que conseguiu aprender tudo no Período Solar que um Arcanjo teria que aprender até o Período de Vulcano. Por esse mérito, conseguiu construir, além dos veículos próprios de um Arcanjo, um veículo constituído de materiais das 4 Regiões do Mundo de Deus. E, assim, obteve a função de exercer a primeira dos três aspectos divinos: “Sabedoria”, constituindo o ser Deus-Filho, ou simplesmente: Cristo.
O mais elevado Iniciado do Período Lunar, quando estavam passando pelo seu estágio “Humanidade” aqueles seres que agora são os Anjos, é um Anjo chamado de Jeová que conseguiu aprender tudo no Período Lunar que um Anjo teria que aprender até o Período de Vulcano. Por esse mérito, conseguiu construir, além dos veículos próprios de um Anjo, um veículo constituído de materiais das 2 Regiões do Mundo de Deus. E, assim, obteve a função de exercer a primeira dos três aspectos divinos: “Atividade”, constituindo o ser Deus-Espírito Santo, ou simplesmente: Jeová.
Temos aqui os estados dos três grandes Seres que, como líderes da evolução, são os mais ativos. Os Arcanjos não podem descer até a matéria física, porque não sabem construir nem um Corpo Vital e nem um Corpo Denso. Não pode descer aquém do Mundo do Desejo. Portanto, seu veículo inferior é o Corpo de Desejos, e como é uma lei cósmica ser impossível a um ser, criar um veículo que não tenha aprendido a construir durante a sua evolução, seria impossível para Cristo nascer em um Corpo Denso. Também não podia formar um veículo como o Corpo Vital, constituído de Éter. Não possuía a capacidade para agir nesta última substância, porque nunca a adquiriu em Sua evolução.
Assim para que Cristo nascesse como “um homem dentre os homens” os veículos necessários de Jesus, um ser humano pertencente à nossa Onda de Vida, um dos seres humanos mais elevados espiritualmente – um elevado Iniciado – um homem nascido de um pai e de uma mãe, ambos também elevados Iniciados, que praticaram a Imaculada Conceição sem paixão, cedeu voluntariamente, no momento do Batismo, o seu Corpo Denso e Corpo Vital ao Espírito Solar, o Arcanjo Cristo, que então conseguiu funcionar com um ser no Mundo Físico, conseguindo implementar no mundo material o início do Plano de Salvação e se converteu em mediador entre “Deus e o ser humano” pois é único que possui todos os veículos necessários para atuar como tal. Cristo-Jesus é, por conseguinte, absolutamente único, e a Bíblia nos ensina que não há “e em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”[1], sendo este o único Credo Cristão autorizado.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – abril/1980 – Fraternidade Rosacruz – SP)
[1] N.R.: At 4:12
O Ecos de um Centro Rosacruz tem como objetivo informar as ATIVIDADES PÚBLICAS realizadas pelos Estudantes Rosacruzes, bem como fornecer material de estudo sobre os assuntos que foram objetos de exposições, publicações e em Reuniões públicas de Estudos durante o mês anterior.
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1.Para acessar a Edição digital (com a formatação e as figuras em melhor qualidade)
clique aqui: Ecos da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil – Julho de 2025
2. Para acessar somente os textos (sem a formatação e as figuras) é só ler aqui:

Agosto – Sol transitando pelo Signo de Leão (Julho-Agosto) 6
Termo Rosacruz: Dispensações Jeovísticas. 23
Termo Rosacruz: os seres degenerados e malignos que existem na Lua da Terra. 28
Termo Rosacruz: “tribos perdidas”. 29
Termo Rosacruz: Baluarte da Evolução. 39
Alguns Artigos Publicados nas nossas redes sociais no mês de Julho: 40
A morte não existe!!! O importante é saber que “não morremos”, Deus não faz nada para se perder 40
Seguir o Cristo não é fácil, mas é a única coisa correta a se fazer 42
Não devemos confundir a Era de Aquário com a Nova Galileia! 46
Cristo, o Nosso Único Ideal 48
Quer ver mais postagens diárias de lindos e práticos textos nas nossas Redes Sociais?. 50
1. Pergunta: O Ego, cujo Corpo Denso sofreu aborto, escolheu esse panorama no Terceiro Céu?. 50
4.Pergunta: Por que os Anjos não podem ser compreendidos por um ser físico sem cérebro?. 54
O CÍRCULO DE CURA ROSACRUZ. 55
Se você está doente e entende que precisa de ajuda. 58
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As Reuniões de Estudos presenciais abertas ao público ocorrem na nossa Sede própria situada na Avenida Francisco Glicério, 1326 – Centro – Conj. 82 – Campinas – SP – Brasil, aos domingos às 16 h e/ou às 17 h. Em seguida temos a oficiação do Ritual do Serviço Devocional do dia.
Se você quiser participar presencialmente é só nos avisar antecipadamente pelo WhatsApp: 55 19 99185-4932 ou pelo e-mail: fraternidade@fraternidaderosacruz.com
É uma oportunidade ímpar de você estar estudando com pessoas que têm o mesmo ideal Rosacruz!
-Dia 6/07 – 16 h – Estudos Bíblicos Rosacruzes – Evangelho Segundo S. Mateus – Cap. 7 – P.3 – A Regra de Ouro Cristã: “Tudo aquilo, portanto, que quereis que os outros vos façam, fazei-o vós a eles.”
17 h – Estudos do Conceito Rosacruz do Cosmos – Cap. XIV – Análise Oculta do Gênesis – Jeová e Sua Missão – Os Papéis de Jeová até a vinda do Cristo e depois
-Dia 13/07 – 16 h – Estudos de Astrologia Rosacruz – Reunião Reservada
17 h – Estudos do Conceito Rosacruz do Cosmos – Cap. XIV – Análise Oculta do Gênesis – Jeová e Sua Missão – Seres Degenerados – as “Tribos Perdidas”
-Dia 20/07 – 16 h – Reunião do Estudante Regular – Reunião Reservada
17 h – Estudos do Conceito Rosacruz do Cosmos – Cap. XIV – Análise Oculta do Gênesis – Involução, Evolução e Epigênese – A Involução em um Esquema de Evolução
-Dia 27/07 – 16 h – Reunião do Probacionista – Reunião Reservada
17 h – Estudos do Conceito Rosacruz do Cosmos – Cap. XIV – Análise Oculta do Gênesis – Involução, Evolução e Epigênese – A Evolução – o Baluarte da Evolução
Nota: Você pode obter uma cópia digital da Obra Básica Conceito Rosacruz do Cosmos da edição mais atualizada grátis aqui: https://fraternidaderosacruz.com/category/livros-digitalizados/o-conceito/
-Publicações de textos no nosso Site (www.fraternidaderosacruz.com) e nas nossas Redes Sociais:
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-Correção de lições dos Cursos (Filosofia, Bíblia e Astrologia) dos Estudantes Rosacruzes que fazem tais Cursos por esse Centro Rosacruz
-Respostas às dúvidas dos leitores (via e-mail, no site, nas redes sociais)
-Oficiação dos Rituais do Serviço Devocional (incluindo Hino de Abertura, do Signo do mês solar e Hino de Encerramento)
-Continuação dos tratamentos de saúde para os irmãos e as irmãs inscritas no Departamento de Cura desse Centro Rosacruz
Aproveitemos o mês e unamos os Ensinamentos Rosacruzes: Filosofia, Bíblia e Astrologia Rosacruz para praticarmos durante TODOS OS DIAS DE AGOSTO. Esse mês solar de AGOSTO, que vai de 23 de julho a 24 de agosto, corresponde à Hierarquia Zodiacal de Leão.
Leão é a Hierarquia Criadora dos Senhores da Chama, que mantém sobre a Terra o padrão cósmico em que ela é permeada pelo poder do amor, pois a sabedoria divina se acha presente em toda a Natureza, enquanto essa Hierarquia mantém o movimento rítmico sobre o nosso Planeta. Todas as atividades deveriam ser motivadas por esse poder. Cada pensamento deveria irradiar amor; cada palavra deveria vibrar com amor; cada ato embelezado pelo amor.
Enquanto o Sol transita pelo Signo de Leão durante os meses de julho e agosto, Cristo ascende ao Trono do Pai, onde se banha em Sua transcendente glória. Ali se renova e se revitaliza, atraindo mais e mais forças espiritualizadas para prosseguir o Seu ministério terreno quando volte a penetrar nos reinos da Humanidade, no Equinócio de Setembro. Durante Sua permanência nos céus, o Planeta Terra, clarividentemente observado, aparece luminoso por Suas radiações; e o observador comprova, no mais profundo do seu ser, o significado de Sua afirmação: “Toda a autoridade sobre o céu e sobre a terra me foi entregue” (Mt 28:18).
Quando o Sol atravessa o Signo de Leão, também o iluminado que percorre o Caminho da Santidade ascende aos mais altos reinos desse Planeta, e entra em uma mais profunda consciência de poder transcendente. Começa a compreender que o amor, em seu mais elevado aspecto, não é uma paixão ou um sentimento, mas uma fase da própria Divindade. S. Pedro foi imbuído de uma força amorosa dessa natureza. Ele mesmo se referiu a ela quando disse ao aleijado, às portas do formoso Templo: “Nem ouro nem prata possuo. O que tenho, porém, isto te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareu, põe-te a caminhar!” (At 3:6). E foi essa mesma força a que, de tal modo, animou a S. Paulo que, apesar de todas as suas perseguições e encarceramentos, pode pronunciar aquelas palavras formosas: “Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e as dos Anjos, se eu não tivesse a caridade, seria como um bronze que soa ou como um címbalo que tine.” (ICor 13:1) .
O centro físico correlacionado com Leão é o coração. À medida que este centro desenvolve suas latências divinas, ele se tornará mais e mais poderoso e luminoso, até que sua radiação resulte em ser a “estrela matutina que brilha no dia perfeito”.
Dentre os 12 Apóstolos, o correlacionado com Leão é Judas (!). Aqui está indicado o grande poder transformador do amor. Existe uma íntima relação entre Judas e S. João. Judas tipifica a Personalidade; S. João, o Espírito. Existe um profundo significado no fato de que Judas, depois de trair o Cristo, tirar a sua própria vida. A Personalidade deve sempre se amainar para que o Espírito possa brilhar. S. Paulo exorta aos Aspirantes ao Caminho Cristão, a que se desfaçam do “homem velho e que se revistam do novo”. Quando a Personalidade se torna subordinada ao Espírito, a natureza inferior do ser humano – relacionada completamente com a vida pessoal que é efêmera – deve, portanto, morrer como o fez Judas, e ser substituída por esse amor de natureza superior que evidenciou S. João, o Amado, o Discípulo que nunca conheceu a morte e que, dos Doze Imortais, foi o mais próximo a se aproximar do coração do Mestre.
Procure utilizar a seguinte frase ao fazer os Exercícios Esotéricos de Concentração durante o dia e o de Meditação: “O amor é o cumprimento da Lei.” (Rm 13:10). Faça isso em cada um dos dias em que Leão enfoca seu ritmo sobre a Terra, e os significados ocultos dessa passagem lhe aclarará a Mente e o Coração sobre sua significância esotérica.
A causa fundamental pela qual todo Estudante Rosacruz deve estudar a Bíblia é essa: A Bíblia foi nos dada pelos Anjos do Destino que estando acima de todos os erros dão a cada um e a todos exatamente o que necessitam para o seu desenvolvimento. Por conseguinte, se procurarmos a Luz, a encontraremos na Bíblia!
Assim, fica claro aqui que se oficiamos Ritual do Serviço Devocional do Templo, lendo essa frase e simplesmente nunca abrimos uma Bíblia para estudá-la, estamos admitindo a nossa hipocrisia como um pretenso Estudante Rosacruz.
Afinal, é um fato que uma das primeiras conquistas do verdadeiro Cristão Esoterista é compreender que a Bíblia é o livro de texto supremo da vida.
E aqui está um assunto para nos inspirar, nos fazer pensar e estudar para ver se encontramos essa correlação: na Bíblia o Caminho da Iniciação é conhecido como o Caminho da Santidade.
Comecemos desvendando algumas significâncias esotéricas desse versículo: “Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles, pois esta é a Lei e os Profetas”.
Essa é a conhecida Regra de Ouro do Cristianismo que nos é ensinada diretamente por Cristo. A ideia aqui está bem clara e que é a de que devemos tratar os outros da maneira como gostaríamos de ser tratados. Fácil compreensão; dificílima execução!
Se usarmos o nosso intelecto, podemos até verbalizar frases como: no contexto Cristão ela enfatiza a importância da empatia e do amor ao próximo, guiando as ações e interações humanas com base na ideia de reciprocidade e consideração pelas necessidades e desejos alheios.
Ou ainda: é um princípio fundamental que orienta as relações interpessoais, promovendo a prática do amor, da empatia e do respeito mútuo, a fim de construir um mundo mais justo e harmonioso.
Mas notem que essa Regra de Ouro contém um importante princípio metafísico que é nos conscientizarmos da ação da Lei universal da Causa e Efeito em nossas experiências, nossos relacionamentos e em nossos negócios.
Ela nos diz em definitivo que façamos sempre o bem aos demais, sejam quais forem as circunstâncias, apesar e do que os demais nos façam a nós.
Observem bem que a regra é impessoal. A conduta do outro nada tem a ver com a nossa conduta. Colocando a Regra de Ouro em execução no nosso cotidiano, um dia nos trará um efetivo melhoramento em nosso ambiente e em nossas condições espirituais e, como sempre e por consequência, nas condições materiais. Ela nos proporciona a individualidade atrativa, magnética, a que nos torna atraentes para os demais e, ao mesmo tempo, não nos deixará faltar a ajuda e a cooperação na realização de nossos projetos e anseios. Cria ainda uma força magnética que é o meio de aumentar o êxito sob todos os aspectos.
A fim de ilustrar a aplicação da Regra de Ouro na nossa vida, e em virtude de colocarmos o conhecimento astrológico a serviço de uma iluminação específica ou de um objetivo de regeneração, vamos aplicar ao horóscopo individual as representações dos “pontos zodiacais e suas contrapartes”. E para isso usemos aqui a Astrologia Rosacruz!
Em outras palavras, devemos procurar sempre tornar práticas nossas conclusões filosóficas na interpretação astrológica ou no viver. Percebam bem que se aplicarmos na nossa vida a Regra de Ouro apelamos de tal modo para o instinto de conservação que a consideração ao bem-estar, à felicidade e ao sucesso de outra pessoa é estimulada.
Como efeito a essa causa por nós colocada em prática, os desejos naturais e normais, de realização do indivíduo são estendidos a uma oitava superior de realização do “eu” e do “outro eu” – que significa “todas as pessoas”.
Se consideramos as duas partes: “eu” e uma outra pessoa (“outro eu”), podemos reescrever o texto da Regra de Ouro como: “Eu faço aos outros o que eu quero que me façam; assim eles fazem a mim o que quero fazer a eles”.
Desenhemos um círculo com o diâmetro horizontal; o símbolo do Signo de Áries no ponto que corresponde ao Ascendente; o símbolo do Signo de Libra no ponto correspondente à cúspide da 7ª Casa, oposta ao Ascendente.
Comecemos na cúspide de Áries enquanto dizemos “Eu faço”; e ao dizer “aos”, corra em volta da circunferência da roda passando (pelo que seriam) as cúspides das 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª Casas, chegando à cúspide da 7ª Casa, quando dizemos “outros”; permaneçamos aí enquanto dizemos “o que eu quero que me façam”.
Agora, vamos completar a Roda:
Continuemos a partir da cúspide de Libra, no semicírculo superior, dizendo “assim eles fazem”; e ao dizer “a mim”, corra em volta da circunferência da roda passando (pelo que seriam) as cúspides das 8ª, 9ª, 10ª, 11ª e 12ª Casas, enquanto você diz “o que quero fazer a eles” e alcance outra vez o Ascendente, quando você disser “mim”. Isso alerta a sua consciência a uma maior compreensão do funcionamento contínuo e rítmico da Lei de Causa e Efeito na sua evolução aqui; resumindo, você está representando, como num filme, a “Regra de Ouro”.
Acrescentemos os outros diâmetros, formando as 12 Casas astrológicas, acrescentemos os símbolos dos Signos às cúspides de cada Casa (de Áries a Peixes). Vamos a um exemplo da aplicação da Regra de Ouro aqui, começando pela 1ª Casa ou Ascendente e a sua oposta, a 7ª Casa.
Repita, olhando para a 1ª e 7ª Casa, a Regra de Ouro: “Eu faço aos outros o que eu quero que me façam; assim eles fazem a mim o que quero fazer a eles”.
Considerando as frases-chaves da 1ª Casa como “Eu sou” e “Eu faço”, compreendendo aqui como eu, um indivíduo, a Regra de Ouro me aponta para “Nós juntos somos” e “Nós juntos fazemos” me remetendo às palavras-chaves da 7ª Casa: associações, casamentos, relacionamentos.
Notem o que a Regra de Ouro aqui nos ensina: a vida é para ser vivida; ela mostra como a vida pode ser vivida em termos da neutralização de atritos internos, e do estabelecimento de harmonias e integrações a cada passo do caminho.
Para compreendermos isso, apliquemos o “padrão de Oposição”. Aqui, no caso, declaramos assim: “Áries é a contraparte de Libra” e “Libra é a contraparte de Áries”.
E por isso: são “as duas partes da mesma coisa” e não as duas partes de “duas coisas diferentes”. Notem que aqui estamos falando sobre o grande princípio da polaridade, não sob o ponto de vista de nós mesmos “versus” todos os demais, mas sob o de que todos somos reflexos uns dos outros. O pior e o melhor de cada um são complementado pelo melhor e pelo pior dos outros.
Até o momento em que conseguirmos reconhecer que a nossa Luz interna e a Luz de todos os seres humanos são uma só, tendemos a classificar as outras pessoas de 3 maneiras:
•a pessoa má – estimula em nós o que mais temos de defeitos e maldades, ou seja, nossas coisas não regeneradas
•a pessoa má e boa – ora estimula em nós o que mais temos de defeitos e maldades, ou seja, nossas coisas não regeneradas, ora o que mais temos de bom, nossas qualidades
•a pessoa boa – estimula em nós o que mais temos de bom, nossas qualidades
Vamos a um exemplo: se você tem Astros na 7ª Casa com Aspectos adversos, ou mesmo que não tenha Astros na 7ª Casa, mas que o Regente da 7ª Casa está com Aspectos adversos, a tendência é você ver os relacionamentos, casamentos e associações com dificuldades. Você tende a se impor por meio do “eu sou…eu faço” e tem dificuldades em se estabelecer como “nós somos…nós fazemos juntos”.
Ou as pessoas são para você más, ou más e boas.
De qualquer forma elas são as “tentadoras” e vão lhe mostrar onde você precisa se regenerar. As reações de inveja, ódio, ciúme, medo etc., brotam de sua Mente e se expressam no seu Corpo de Desejos ao se relacionar com tais pessoas.
Aqui translade ou transponha, pela aplicação da “Regra de Ouro”, redimindo a sua fraqueza em compreender e o atrito pela sua ignorância. Sublimando a cada relacionamento por meio das qualidades positivas dos Astros na 1ª ou 7ª Casa e do Signo na cúspide da 7ª Casa, é a lição a aprender.
Por exemplo, nesse caso, não perca um só momento do seu tempo invejando tal pessoa; procure imitar o bem que existe nela, tanto quanto for possível. Assim fazendo, você aprenderá do seu próprio “Eu superior”.
Se você tem Astros na 7ª Casa com Aspectos benéficos, ou mesmo que não tenha Astros na 7ª Casa, mas que o Regente da 7ª Casa está com Aspectos benéficos, a tendência é você ver os relacionamentos, casamentos e associações com facilidades.
Você tende a estender o “eu sou…eu faço” facilmente para “nós somos…nós fazemos juntos”. Para você as pessoas são “boas”, pois sua qualidade estimula você a expressar sua Luz. São pessoas que você tem o maior apreço porque estimula somente o melhor de sua consciência.
Aqui é só um exemplo. Você pode fazer o mesmo para Touro-Escorpião; Gêmeos-Virgem e assim por diante.
Para saber mais, assista a 22ª Reunião de Estudos Rosacruzes da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
22ª ReuniãoDominical-FRC_Campinas_6jul25-Cap.7-Evangelho Segundo S. Mateus – Cap. 7 – Versículos 12
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Para entendermos o papel de Jeová em nosso Esquema de Evolução, desde que este grande Ser se elevou e ajudou a Humanidade executando diversos trabalhos junto com os Arcanjos, Anjos e outras Hierarquias, até hoje.
Assim faremos um retrospecto elencando os principais trabalhos, condições do Período que ajudaram e ajudam o ser humano a evoluir.
Quando iniciamos nossa peregrinação neste Esquema de Evolução desde o Período de Saturno até o Período Terrestre, fomos adquirindo germes dos Corpos e trabalhando na construção dos mesmos para atingirmos nosso objetivo de dominar a Região Química do Mundo Físico, e unir nosso “eu inferior” ao Eu superior, ou seja, manifestação do Ego em seus Corpos, e chegar à Consciência de Vigília na Região Química do Mundo Físico, e consequentemente adquirir experiências e continuar a peregrinação “voltando” para nosso Criador.
Como podemos observar no diagrama nós estamos na Terceira e meia Revolução do Período Terrestre na Época Ária, na Era de Peixes:
Jeová, que é um Anjo, conseguiu atingir sua elevação, ou seja, aprendeu tudo que tinha para aprender em seu Esquema de Evolução no Período Lunar, e desde então desempenhou diversos papéis em serviço ao ser humano até o Período Terrestre ao qual veremos adiante.
Para compreendermos um pouco mais o papel de Jeová, regressemos ao que já estudamos do Período Lunar para compreendermos o ambiente, o trabalho, estágio da Evolução, Humanidade do Período e condições dele.
•Os sete Globos desse Período eram aquosos e a atmosfera era uma névoa ígnea.
•Havia três elementos da Natureza: Fogo, Ar e Água.
•Nós éramos análogos à “Onda de Vida animal atual”, em constituição e consciência
•Consciência: sono com sonhos
•Trabalho: Senhores da Individualidade irradiaram de si mesmo o germe do Corpo de Desejos, para nós, ajudaram-nos a reconstruir o Corpo Denso e Corpo Vital, e o esqueleto, os músculos e nervos começaram germinalmente.
•Os Serafins despertaram em nós o veículo Espírito Humano.
•Início da evolução da atual Onda de Vida vegetal, esta era como hoje é a Onda de Vida mineral, em constituição e consciência.
•Os Anjos passaram pelo seu estágio “Humanidade” e começaram a trabalhar com a Onda de Vida vegetal nesse Período Lunar.
•Os Espíritos Lucíferos, os Atrasados da Onda de Vida dos Anjos, não progrediram tanto quanto os Anjos; não conseguiram obter conhecimento sem um órgão interno, como faz um Anjo normalmente.
•Também no final desse Período houve uma divisão no Globo e a parte menor se tornou como um satélite.
Neste diagrama temos – O Pai, o Filho e o Espírito Santo.
O “Pai” é o mais elevado Iniciado da Humanidade do Período de Saturno. À Humanidade ordinária daquele Período pertenciam os que são agora os Senhores da Mente.
O “Filho” (Cristo) é o mais elevado Iniciado do Período Solar. A Humanidade comum desse Período pertencia os que são agora os Arcanjos.
O “Espírito Santo” (Jeová) é o mais elevado Iniciado do Período Lunar. À Humanidade comum desse Período pertenciam os que são agora os Anjos.
Quais são os Corpos e veículos dos Anjos?
•Seus Corpos com maior densidade são feitos de Éter
•São invisíveis à visão física comum
•Podem ser vistos por Egos que estão fora de seus Corpos Densos e que funcionam no Corpo-Alma
Quais são os Corpos e veículos de Jeová? São 10 veículos:
•1 Corpo formado de material do Mundo de Deus
•1 Corpo formado por materiais das 3 Regiões superiores do Mundo dos Espíritos Virginais
•1 Corpo formado por materiais da Região Central do Mundo dos Espíritos Virginais
•1 Corpo formado por materiais das 3 Regiões inferiores do Mundo dos Espíritos Virginais
•1 Corpo Espírito Divino
•1 Corpo Espírito de Vida
•1 Corpo Espírito Humano
•1 Corpo Mental
•1 Corpo Desejos
•1 Corpo Vital
Quais os papéis de Jeová até a vinda de Cristo na nossa Evolução e qual é o papel dele agora?
-Líder da Onda de Vida dos Anjos. Ele é o mais elevado Iniciado do Período Lunar.
-Alcançou o mérito de ser o atributo Espírito Santo de Deus.
-Regente de todas as Luas de todos os Planetas do nosso Sistema Solar, que tem Lua, inclusive a Lua do Planeta Terra (Deus Lunar).
-Deus do Antigo Testamento. Além de seus Anjos, ele é assistido por um número de Arcanjos.
-Fundou as Religiões de Raça e aqui ele é o Deus de Raça.
-Dividiu a Humanidade em diferentes povos e colocou cada um sob a direção de um grande Arcanjo, com a função de Espírito de Raça ou “deus” desse povo.
-Os Espíritos de Raça estabeleceram regras imperativas de vida e que prescreve penas para quaisquer transgressões.
-Jeová tem guiado a Humanidade a partir do exterior, por meio da Lei.
-A Bíblia nos diz que a Lei foi dada a nós até Cristo. Não até a vinda do Cristo exterior, mas até que o Amor de Cristo viva em nós e direcione nossas ações, tornando assim a Lei externa desnecessária, ou seja, até que nasça e desenvolva o Cristo Interno.
-Esta Lei repressiva estabelecida por Jeová foi a que nos permitiu tomar consciência do pecado, um ato contrário às Leis da Natureza.
-Propagação da Raça e nascimento era executado sob a direção dos Anjos e guiados por Jeová.
-Função procriadora era exercitado em determinadas épocas do ano.
-Parto era sem dor (pois na hora do parto os Arcanjos suspendiam o nosso Corpo de Desejos).
-Ser Humano era inconsciente do nascimento e da morte terrestre.
-Após o íntimo contato com a carne através das relações sexuais, sentimos a carne.
-O emprego ignorante da força sexual criadora e geradora gerou dor, enfermidade e tristeza.
Tudo quanto se relacionava com a propagação da Raça e com o nascimento, era executado sob a direção dos Anjos, e por sua vez, guiados por Jeová, o Regente da Lua.
A função procriadora era exercitada em determinadas épocas do ano, quando as linhas de força de Planeta para Planeta formavam ângulo apropriado.
Como a força sexual criadora não encontrava obstáculo algum, o parto realizava-se sem dor.
Éramos inconscientes do nascimento, porque nossa inconsciência do Mundo Físico era análoga à, agora, durante o sono.
Só mediante o íntimo contato das relações sexuais sentimos a carne, e “conhecemos” o outro aqui na Região Química do Mundo Físico.
A isto se referem várias passagens da Bíblia, por exemplo: “Adão conheceu Eva e ela concebeu Seth”; “Elkanah conheceu Hanah e ela concebeu Samuel”; e a pergunta de Maria: “Como poderia conceber se não conheço homem algum?”.
Está aqui, também, a chave para o significado da “Árvore do Conhecimento”, o fruto, que abriu os olhos de Adão e Eva, a fim de poderem conhecer o bem e o mal.
Anteriormente, conheciam somente o bem, mas, quando começaram a exercer a função criadora independentemente, sem o conhecimento das influências Astrais, como tem sido característica dos seus descendentes, conheceram o sofrimento e o mal. A suposta maldição de Jeová não foi maldição de maneira alguma.
Foi uma clara indicação do efeito que, inevitavelmente, produziria a força criadora quando empregada na geração de um novo ser, sem tomar em conta as determinantes dos Astros.
Assim, o emprego ignorante da força geradora é o principal responsável pela dor, enfermidade e tristeza. Para saber mais, assista a 230ª Reunião Dominical-Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
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A Terra foi arrojada do Sol porque a Humanidade não podia suportar seus tremendos impulsos físicos e espirituais. Apesar de encontrar-se a tão grande distância do Sol, o impulso espiritual seria ainda demasiado forte se não fosse enviado primeiramente à Lua para que Jeová, o Regente da Lua, o empregasse em benefício do ser humano. Certo número de Arcanjos (Espíritos solares comuns) seguiu com Jeová, como auxiliares, para refletirem esses impulsos espirituais do Sol sobre a Humanidade da Terra, em forma de Religiões de Jeová ou Religiões de Raça.
O veículo inferior dos Arcanjos é o Corpo de Desejos. Nosso Corpo de Desejos foi obtido no Período Lunar, que tinha Jeová como o Iniciado mais elevado. Como o Corpo mais denso que Jeová funciona é o Corpo Espírito Humano, que é a contraparte superior do Corpo de Desejos (ou seja: tem toda a quintessência do Corpo de Desejos, pois tal Corpo Espírito Humano foi alimentado totalmente pela Alma Emocional) pode tratar do Corpo de Desejos do ser humano.
Jeová é o dador de crianças, e os Anjos são seus mensageiros nesta obra. Os fisiólogos sabem muito bem que a Lua está relacionada com a gestação. Observem que dirige e governa os períodos de vida intrauterina e outras funções fisiológicas. Jeová é o criador das Raças (portanto, das línguas) – assim: o Deus de Raça que aparece no Antigo Testamento como “Deus” – e, portanto, das Religiões de Raça (com as suas Leis foram dadas para emancipar o intelecto do desejo. O “temor a Deus” foi posto contra os “desejos da carne”) tendo os seus Arcanjos auxiliares como Espíritos de Raça. Jeová cuida especialmente de qualquer “semente de Raça”, na qual inculca as faculdades embrionárias da Humanidade de uma nova Época.
Vamos ver o que são as Dispensações Jeovísticas:
Começa com o temor à Deus, onde fomos impelidos a temer a Deus. Para o nosso próprio bem espiritual, nos foram dadas Religiões que tinham como base o látego do temor. Depois com sacrifício e obediência, fomos ensinados a dar parte dos nossos melhores bens como sacrifício. Isto foi conseguido pelo Deus de Raça ou Tribo. Exigia a mais estrita reverência e obediência, além do sacrifício dos bens. Em troca nos ajudava em nossas batalhas, multiplicava rebanhos e plantações.
A fim de compararmos, vamos ver brevemente as Dispensações Crísticas:
A primeira chamamos de Cristianismo Popular. Refere-se às práticas religiosas Cristãs que se desenvolvem fora das estruturas formais da Igreja, muitas vezes misturando elementos da Religião tradicional com crenças e costumes locais.
A segunda chamamos de Cristianismo Esotérico. É uma vertente do Cristianismo que se concentra nos aspectos mais profundos e misteriosos da fé, muitas vezes acessíveis apenas a um círculo restrito de Iniciados. Ele explora ensinamentos secretos e práticas espirituais que buscam uma compreensão mais íntima de Deus e da natureza da realidade, frequentemente contrastando com a interpretação mais comum e pública do Cristianismo.
A primeira ajuda são as Religiões de Raça, com a qual a Humanidade pode dominar o Corpo de Desejos, preparando-o para a união com o Espírito Santo. A plena operação dessa ajuda pode ser vista no Dia de Pentecostes. Como o Espírito Santo é o Deus de Raça, todas as línguas são expressões dele. Esta é a razão pela qual os Apóstolos, quando estavam plenamente unidos e submergidos no Espírito Santo, falavam diferentes línguas e podiam convencer os seus ouvintes. Seus Corpos de Desejos tinham sido suficientemente purificados para produzir a união desejada, e isso é um vislumbre daquilo que o discípulo alcançará algum dia: o poder para falar todas as línguas. Na Época Hiperbórea, antes do ser humano possuir um Corpo de Desejos, havia somente um único modo de comunicação, e quando os Corpos de Desejos se purificarem o suficiente, todos os seres humanos poderão compreender uns aos outros; então a diferenciação separatista das Raças deverá desaparecer.
A segunda ajuda, que a Humanidade tem atualmente, é a Religião do Filho; a Religião Cristã, cuja finalidade é a união com Cristo, pela purificação e governo do Corpo Vital. São Paulo se refere a esses estados futuros quando diz: “até que o Cristo nasça dentro de vós”, e exorta seus seguidores a se desembaraçarem de todos os empecilhos, como quando estamos participando de uma corrida. O princípio fundamental para construir o Corpo Vital é a repetição. As experiências repetidas agindo nele criam a memória. Os Líderes da Humanidade, desejando nos prestar uma ajuda inconsciente por meio de certos Exercícios, instituíram a oração, como um meio de produzir pensamentos puros e nobres que agem sobre o Corpo Vital. Por isso eles nos recomendaram que “orássemos sem cessar”.
A terceira ajuda a ser dada à Humanidade será a Religião do Pai. Vagamente podemos compreender o que será. Somente podemos dizer que seu Ideal será superior à Fraternidade e que, por seu intermédio, o Corpo Denso será espiritualizado.
As Religiões do Espírito Santo, ou seja, as Religiões de Raça, tiveram por objetivo a elevação da Raça humana por meio do sentimento de união limitado a um grupo: família, tribo ou nação.
O propósito da Religião do Filho, o Cristo, é elevar ainda mais a Humanidade, para formar uma Fraternidade Universal, composta de indivíduos separados.
O ideal da Religião do Pai será a eliminação de toda separatividade, submergindo-se todos no Uno, de modo a não haver mais nem “eu” nem “tu” e a serem todos unos em realidade. Os Anjos agem e auxiliam nos Corpos Vitais do ser humano, dos animais e das plantas. Seus Corpos mais densos são formados de Éter, pois dele estava composto o Globo D do Período Lunar, quando eles foram humanos.
Jeová e seus Arcanjos assumem, portanto, em relação às Raças, um papel semelhante ao do Espírito-Grupo em relação aos animais. Quando os membros individuais de uma Raça desenvolvem completamente o domínio e governo de si, emancipam-se da influência dos Espíritos de Raça e seres afins.
Vejamos uma explicação e correlação com a ação dos Anjos, Jeová, Espírito-Grupo e Ego: para guiar as Raças, os Espíritos de Raça agem sobre o sangue, assim como o Espírito-Grupo dirige os animais de cada espécie por meio do sangue.
O Ego governa o seu veículo por meio do sangue, mas com uma diferença: o Ego age por meio do calor do sangue, enquanto o Espírito de Raça (ou seja, tribal ou familiar) age por meio do ar, conforme esse penetra nos pulmões.
Está é a razão de Jeová, ou seus Mensageiros, terem “soprado seu alento nas narinas do ser humano”, assim assegurando a admissão do Espírito de Raça, dos Espíritos comunitários, etc.
Entre o princípio e a metade da Época Lemúrica e, provavelmente, depois que a Lua foi arrojada da Terra, porque Jeová não tinha a seu cargo a geração dos Corpos antes da Lua ser expulsa.
As formas eram mais etéreas. Não havia Corpos Densos e concretos. Só é possível fazer tais Corpos mediante as forças lunares endurecedoras e cristalizantes. Deve ter-se realizado na primeira metade da Época Lemúrica, repetimos, porque a posterior separação dos sexos teve lugar em meados dessa época. Nesse tempo, o ser humano nascente não tinha começado a respirar por pulmões.
Tinha um aparelho semelhante a brânquias, o que presentemente, ainda se encontra no embrião humano, quando passa pelos estados ante natais correspondentes a essa Época.
Não tinha sangue vermelho e quente (porque nesse estado não havia Espírito individual) e toda sua forma era branda e flexível. Mesmo o esqueleto era mole como as cartilagens. Quando foi necessário separar a Humanidade em sexos, o esqueleto tornou-se firme e sólido.
A obra de Jeová foi construir ossos duros e densos dentro da substância branda dos Corpos já existentes. Antes desse tempo, isto é, durante as Épocas Polar e Hiperbórea, nem o ser humano nem o animal tinham ossos.
Foi quem designou um “Anjo da Guarda” para cada um de nós quando na Época Lemúrica os nossos Corpos se formaram definidamente (deviam ter sangue vermelho e quente para poderem conter uma Alma e converterem-se em templos de nós, um Espírito interno). Éramos muito débeis, impotentes, completamente incapazes de guiar o nosso veículo denso. Hoje não necessitamos mais que os Anjos façam essa função, exceto até os 7 anos, mas não como Anjos da Guarda exclusivos para cada criança, mas sim como orientadores.
Por vontade própria fomos robustecendo o nosso modo de agir por meio do Corpo de Desejos, procurando satisfazer todos os nossos desejos, sentimentos e emoções inferiores em busca da conquista da Região Química do Mundo Físico, e esquecendo totalmente da nossa parte divina. O livre arbítrio nos garantiu essa escolha. Como o Corpo de Desejos ditava a nossa conduta e era focado em gerarmos desejos, emoções e sentimentos inferiores (egoísmo, ódio, raiva, vingança, ciúmes, inveja e afins), colocamos, por livre vontade, a Mente à serviço do Corpo de Desejos, e começamos a utilizar a Mente para manifestar a astúcia e justificar os nossos desejos inferiores.
Resultado: cristalização dos nossos veículos e risco de perder todas as possibilidades de continuar evoluindo nesse Esquema de Evolução (que é o que já aconteceu com vários dos nossos irmãos e das nossas irmãs que hoje aguardam no cone sombrio da Lua um próximo Dia de Manifestação do nosso Criador, Deus).
Reduzir o risco do apego da Onda de Vida humana à parte mais densa, que sempre ocorre, devido ao elevado grau de “cegueira espiritual”, a fim de focar na parte material, o que pode resultar em uma cristalização tal, que seres da Onda de Vida humana podem perder todas as possibilidades de continuar evoluindo nesse Esquema de Evolução (que é o que já aconteceu com vários dos nossos irmãos e das nossas irmãs que hoje aguardam no cone sombrio da Lua um próximo Dia de Manifestação do nosso Criador, Deus).
A Lua do Planeta Terra tem múltiplas funções dentre as quais, um Campo de Desintegração (para seres humanos degenerados) e um Campo de Evolução para os Anjos.
Suas emanações são cristalizantes. É morada dos fracassados das Ondas de Vida. É a oitava esfera. Jeová é o Regente da Lua. Além de muitas outras funções, Ele tem a seu cargo os seres degenerados e malignos que nela existem.
As forças lunares, por sua vez, chegam da distância necessária para que o Corpo seja construído com a densidade conveniente. Estas últimas forças são ativas na construção da Forma. A Lua absorve as vibrações fortes do Sol e reflete as restantes sobre nós. A continuidade da sua ação acaba por cristalizar os tecidos orgânicos e, até, por ocasionar a morte.
A Degeneração resultou do abuso ignorante e desautorizado do ato gerador, iniciado pelos Espíritos de Lúcifer.
Na última parte da Época Atlante o egoísmo havia se desenvolvido a um grau muito maior que antes. A visão espiritual estava quase apagada na maioria dos seres humanos, que então viviam inteiramente no plano material e se satisfaziam especialmente nas paixões materiais.
O animal touro foi, então, mui apropriadamente adorado, como emblema da força necessária para conquistar o Mundo material. Esse animal, devido a sua fortaleza, foi muito útil ao ser humano em todas as suas lutas e trabalhos.
O privilégio sobre as “orlas de carne do Egito” diz respeito ao enorme consumo de carne bovina naquela época para desenvolvimento do instinto, e ajudar na formação dos pulmões, que seriam necessários depois (na atual Época Ária).
Quando o Sol percorreu pela última vez, no movimento de Precessão dos Equinócios, o Signo de Touro, e entrou no Signo do Cordeiro, Áries, inauguraram-se as Religiões árias. A Religião ária deve permanecer durante um grande Ano Sideral, enquanto o Sol, por Precessão dos Equinócios, cruzar os doze Signos do Zodíaco (cerca de 25.920 anos comuns).
Fatos subjacentes na história nos contam de uma multidão de pessoas que deixou a terra em que o Touro era adorado (a Atlântida ou Egito Antigo), e que submergiu junto com uma nação pagã. Tal multidão, guiada por Noé, na história do dilúvio, são os precursores Atlantes, os Semitas Originais, que formariam as atuais Raças Árias. Mas uma parte dela foi novamente atraída ao passado, casando-se com Raças inferiores, e voltando à adoração do Touro, compuseram as dez tribos perdidas, os atuais judeus, que ainda conservam traços atlantes e se conduzem pela ambição e astúcia.
O dilúvio e o Êxodo, em que Moisés conduziu o povo prometido através do Mar Vermelho (Áries) para fora do Egito são o mesmo fato evolutivo. Os atlantes submersos e o exército do Faraó que foi engolido pelo Mar Vermelho, aludem ao mesmo povo que não quis adiantar-se e permaneceu na adoração do Touro, contrariando os desígnios evolutivos das Hierarquias Criadoras. O moderno Egito nada tem a ver com o antigo, a Atlântida.
Os atuais judeus guardam vividamente a consciência de seu desvio, pelo que se apegam de unhas e dentes à ideia de não se misturar com outros povos, apesar dos esforços dos Senhores do Destino, que os espalharam pelo mundo, em repetidos desterros, para salvá-los na amalgamação com Raças superiores. Perderam-se ao se “casarem com as filhas dos homens” e terão de salvar-se pela mistura com as Raças superiores. Os filhos de judeus nas Américas estão perdendo essa obsessão e aos poucos se vão se misturando.
Não esqueçamos que Cristo, na Sua primeira vinda, teve que “nascer como homem entre os homens”, justamente onde havia o maior perigo de se formar uma segunda Lua como Campo de Desintegração. Assim precisou focar os seus ensinamentos para os seres humanos que compunham “as tribos perdidas de Israel”, para que pudessem ter a oportunidade de se espiritualizar, ou seja, trazer de volta a Luz espiritual que os seres humanos desfrutavam antes de terem descido às profundezas da materialidade.
Para saber mais, assista a 231ª Reunião Dominical-Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
O 1º Capítulo do Livro do Gênesis diz que fomos criados por último – que trata da Forma. O 2º Capítulo do Livro do Gênesis afirma que fomos criados antes de todas as coisas viventes – que trata da Vida.
E como um Espírito cria um Corpo? Simples: Matéria é Espírito Cristalizado. Involução – O Passado… e a sua Caminhada Dinâmica.
Como sabemos, no início de nossa jornada, os nossos Campos de Evolução (que hoje conhecemos como Planeta Terra) – os Globos – eram imensamente mais sutis, e consequentemente, tudo o mais que neles havia.
Durante a Involução, começamos, a partir do germe que nos foi dado, a evoluir cada Corpo a cada degrau de densidade, sempre descendo cada vez mais.
Já estudamos profundamente aqui, o divino Esquema de Evolução para nossa Onda de Vida humana. Agora vamos nos fixar na dinâmica plena de sabedoria que o compõe, em relação aos níveis de Consciência e Reinos.
Chegamos ao Período Terrestre em nosso Globo D com plena condição de adequação ao Nadir da Materialidade, quando receberíamos o germe do veículo Mente. Após o recebimento da Mente, conseguimos nossa Consciência de Vigília, que era voltada agora para fora, para as coisas externas contidas na Região Química do Mundo Físico.
Lembrando que ao final da nossa imersão em cada Período e, também, a cada Revolução, mergulhávamos no Caos, onde as experiências e conhecimentos adquiridos principalmente pelos mais adiantados, abastecia e equilibrava o nível de absorção de todos para o próximo Período.
A Teoria científica aceita esta sequência: escuro e quente, brilhantíssimo, umidade externa e calor interno, e solidificação
No Período de Saturno: os Senhores da Chama implantaram na vida evolucionante o germe do Corpo Denso, na 7ª Revolução despertaram o nosso veículo Espírito Divino, e ao término do Período de Saturno, tínhamos apenas um Corpo: o Corpo Denso e um veículo Espírito Divino. Nível de consciência era semelhante ao transe (aos minerais).
No Período Solar – Na 1ª Revolução, houve a Recapitulação do Período de Saturno; o Corpo Denso foi aperfeiçoado e adequado para receber o germe Corpo Vital. Na 2ª Revolução, os Senhores da Sabedoria, irradiaram de seus próprios Corpos o germe do Corpo Vital. Na 6ª Revolução os Querubins despertaram o nosso veículo Espírito de Vida e ao término do Período Solar tínhamos 2 Corpos: Denso e Vital, e dois veículos espirituais despertados Espírito Divino e Espírito de Vida, o nível de Consciência era semelhante ao Sono sem sonhos (aos vegetais).
No Período Lunar – Como sempre, na 1ª Revolução, recapitulamos o Período de Saturno, aperfeiçoando-o e adaptando-o para receber o germe do Corpo de Desejos. Na 2ª Revolução, foi feito o mesmo com o Corpo Vital. Na 3ª Revolução, os Senhores da Individualidade, irradiaram de si o germe que auxiliaria os evoluintes na construção de um Corpo de Desejos, como também na adaptação deste com o conjunto Corpo Vital + Corpo Denso, e na 5ª Revolução os Serafins despertaram o nosso veículo Espírito Humano, o nível de Consciência era semelhante ao Sono com sonhos (aos animais).
No Período Terrestre – Chegamos aqui com nosso Globo e nossos Corpos perfeitamente adequados para recebermos o germe da Mente. Ao chegarmos no Período terrestre, possuíamos também o Tríplice Espírito, e no Globo D, este se uniu aos nossos Corpos, e passamos a governá-los de dentro deles. Tínhamos a Consciência de Vigília.
Os Reinos ou as quatro Ondas de Vida que estando evoluindo no Período Terrestre; Onda de Vida humana: Corpo Denso, Corpo Vital, Corpo de Desejos e a Mente (mais o Tríplice Espírito – Espírito Divino, Espíritode Vida e Espírito Humano); Onda de vida animal: Corpo Denso, Corpo Vital e Corpo de Desejos; Onda de Vida vegetal: Corpo Denso e Corpo Vital.; Onda de Vida mineral: Corpo Denso.
No Período Terrestre tivemos a divisão em Épocas e Eras: nas 1ª, 2ª e 3ª Épocas foram feitas como sempre as Recapitulações, para concluir e adaptar os Corpos à aquisição do germe da Mente. Contamos então com o auxílio dos Senhores da Forma. Época Polar: Recapitulamos o Período de Saturno e do Corpo Denso, houve então a formação do cérebro. Época Hiperbórea: Recapitulação do Período Solar: Corpo Vital. A Terra foi separada do Sol, bem como todos os outros seis Planetas. Época Lemúrica: Recapitulação do Período lunar: Corpo de Desejos. A Lua foi arremessada da Terra. Época Atlante: Na 4ª Revolução do Período Terrestre na Época Atlante, inicia-se o trabalho deste Período; e foi exatamente na metade desta Época que adquirimos nossa Mente.
E a partir daqui, termina nossa jornada descendo em materialidade e, portanto, nosso trabalho no processo de Involução. Agora, com nosso Tríplice Corpo, nosso Tríplice Espírito e nosso veículo Mente, começamos a subir os Caminhos de nossa Evolução.
Para saber mais, assista a 232ª Reunião Dominical-Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
No Período Terrestre, os Senhores da Mente emitiram de si, dentro do nosso Ser, o núcleo da matéria mental para que pudéssemos construir e desenvolver nossa Mente, que ainda está em estágio mineral, sendo apenas um veículo.
Quando recebemos a Mente, no encontro do Tríplice Corpo e do Tríplice Espírito, nos tornamos Indivíduos responsáveis por nós mesmos. Não nos tornamos imediatamente o que somos hoje. Mas, foi necessário um longo caminho – nossa consciência ainda era próxima a dos animais.
Foi preciso construir um cérebro para que pudéssemos “ler e escrever” o que conseguíamos perceber na Região Química do Mundo Físico com os nossos cinco sentidos físicos (audição, paladar, tato, visão e olfato).
Isto só foi possível com a separação dos sexos, pois o cérebro e a laringe foram construídos com metade da força sexual criadora, a força que nos foi dada pelo Espírito Santo. Nós, seres humanos, para adquirirmos a consciência do Mundo externo, perdemos a metade da força sexual criadora.
Durante toda a nossa caminhada, agora como Indivíduos, ainda precisaríamos muito do auxílio de Seres muito elevados.
Um grande auxílio veio de Seres muito mais avançados do que nós, seres humanos; vieram de Vênus e Mercúrio, após estes Planetas terem sido arrojados do Sol. Eles nos auxiliaram desde os primeiros passos da nossa evolução. A maior parte dos seres humanos, ficou sob a direção dos Senhores de Vênus. Durante seu trabalho tudo aqui foi paz, pois na verdade seu objetivo era nos orientar até que pudéssemos seguir sozinhos.
Os mais avançados entre os seres humanos, foram iniciados pelos Senhores de Mercúrio (ainda mais evoluídos) que os prepararam para dirigirem seu povo.
Aqui surge o conceito dos “Reis pela graça de Deus”. As massas honraram estes reis, dando-lhes muito poder, mas estes reis pouco a pouco foram se corrompendo, tornando-se corruptos e arrogantes.
Tivemos grande ajuda de Jeová na passagem pelas Raças no Período Terrestre, que dividiu os seres humanos em Raças, cada qual com seu Arcanjo. Lembrando que as Raças foram chamadas de “os 16 caminhos da Destruição”, em função de que muitas Almas se apegaram tanto a uma Raça, que acabaram por se cristalizar, ficando presas sempre aos Corpos delas, enquanto estes se degeneravam.
Tivemos então o Auxílio da Redenção: Cristo, nosso Salvador. Quando chegamos a grande possibilidade de nos cristalizarmos e perdermos todas as possibilidades de evoluirmos neste nosso divino Esquema de Evolução, foi necessário um grande plano de salvação. Cristo, e mais um elenco de grandes Espíritos, renascem aqui na Região Química do Mundo Físico.
Jesus de Nazaré, vive na Terra durante 30 anos, preparando seus corpos Denso e Vital, para atender o Cristo, que enquanto um Arcanjo, não os possuía.
Cristo e seus Apóstolos estiveram juntos durante os três anos em que Cristo “pregou e curou os enfermos”, e os preparou para disseminarem o Evangelho. Na crucificação do nosso Salvador, Cristo, o sangue derramado na Terra fez Dele o Redentor da Terra.
Todos os anos, Cristo volta ao centro da Terra, e só retorna ao Pai, após recuperá-la das cristalizações, mantendo-a assim, navegando no Espaço. É fundamental a descrição do próprio Cristo, quanto à sua vinda aqui na Terra: “Eu não vim para mudar a Lei, mas para aplicá-la com Misericórdia”; “A Lei que se aplica com a Mente, e a Misericórdia com o Coração”.
Nos caminhos do Senhor, em qual grau estamos?
1º Grau: nos primórdios: através do medo: oferecíamos sacrifícios para aplacá-lo.
2º Grau: Semitas Originais: Deus doador: sacrificavam-se por avareza, aguardando benefícios materiais.
3º Grau: Igrejas Cristãs populares: veneram a Deus com orações, vivem a vida no bem e cultivam a Fé, recompensa: o Céu.
4º Grau: Cristãos Esotéricos: fazem o bem, porque é justo agir com retidão, empenham-se em alcançar o grau superior, que só será alcançado na sexta Época, a Nova Galileia.
Já se vão mais de 2000 anos desde a primeira vinda de Cristo. Hoje – 2025 – renascidos aqui na Terra, há em torno de 8 bilhões de pessoas. Em torno de 35% no Ocidente. Sabemos que toda a Humanidade deverá chegar ao Cristianismo a fim de se voltar a Deus, posto que é esse o único Caminho.
Os irmãos atrasados e até os muito atrasados, inclusive os antropoides superiores, têm até a 5ª Revolução do Período Terrestre para continuarem nesse Esquema de Evolução que seguimos atualmente.
E o nosso grande objetivo é chegarmos ao Período de Júpiter, quando seremos “Super Homens”. Ao chegarmos no Período de Vênus, seremos Semi- Deuses. Ao chegarmos no Período de Vulcano, seremos Deuses, mas, seremos Deuses semelhantes ao nosso Deus-Pai, que continuará sempre a evoluir, como as pedrinhas da rua, os vegetais, animais, como também os mais elevados Seres do Universo.
Jamais Deuses estáticos, mas sim deuses dinâmicos.
A Epigênese é a atividade criadora originária do Ego. Alavancada pela Mente como suporte, a Involução se torna Evolução, e ambas se completam com a Epigênese.
A Epigênese é uma faculdade espiritual, que através do livre arbítrio, se manifesta pela vontade, que junto com a Involução e a Evolução, define que ao evoluirmos, não o fazemos apenas em relação aos nossos poderes latentes; ela permite também melhores condições de vida, com o surgimento de coisas novas.
O Ego, se torna então, através dela, um criador original. Quando ele renasce, incorpora a 5ª essência de seus primitivos Corpos Vitais, mais um pequeno trabalho original. O pai e a mãe dão ao filho, a substância de seus Corpos para a construção do Corpo do filho; mas a Epigênese possibilita algo novo, que fará o filho diferente.
O Espírito durante a Involução, construiu as Formas, e através delas iniciou a Evolução; mas foi a Epigênese que permitiu o aprimoramento destas Formas. Mas, é preciso compreender que a Lei de Causa e Efeito, não redireciona nossos Destinos Maduros de uma só vez. Muitos eventos ocorrem em nossas vidas, em função de escolhas e causas que plantamos nesta vida, e a colheita no caso poderá se dar também aqui e agora. Nestas condições portanto, existem os intervalos entre as colheitas do passado, e é nesta oportunidade que nosso livre arbítrio, nos permite criar ainda mais coisas novas… com a Epigênese.
Termo Rosacruz: Baluarte da Evolução
Pois, viemos ao Mundo Físico, o “baluarte da Evolução” para vivenciar experiências. Nossos melhores mestres são a dor e o sofrimento – deveria ser a alegria e o amor, mas são poucos que conseguem evoluir através da alegria e do amor. Nossas experiências são vividas através da Tríade: Involução, Evolução e Epigênese. Através da Involução, construímos nossos Corpos, para que o nosso Espírito neles se manifestasse. Foi aqui que adquirimos nossa consciência do “Eu”. Nossa consciência, estava voltada para dentro, mas contávamos com a assistência de Grandes Hierarquias Criadoras.
A Mente é o elo entre o nosso Tríplice Corpo ao nosso Tríplice Espírito, e a partir de então, desenvolvemos nossa consciência para fora. Na Evolução, estamos desenvolvendo nossa consciência até chegarmos à Onisciência. Nunca perdemos nossa ligação com as Grandes Hierarquias; deve-se a esta ligação, a força interna que faz de cada um, um ser único.
Esta é a força manifestada na Epigênese, a base do livre arbítrio. Alguns de nós preferem se acomodar, não gostam de mudanças e estacionam, negligentes e fúteis na vida terrestre, tornam inativa a Epigênese. “Quando a Epigênese se tona inativa em nós ou até em nações e raças, cessa a evolução e começa a Degeneração”.
Para saber mais, assista a 233ª Reunião Dominical-Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil em:
No Universo de Deus só há uma realidade absoluta: Vida, Vida e Vida…
A Morte NÃO existe. O que existe são teorias antiquadas, infelizmente.
O morto não salta subitamente para dentro de um Céu, da mesma maneira que não há inferno; decididamente, em parte alguma e em nenhum sentido, a não ser aquele que o ser humano prepara para si próprio, e isso será corrigido quando estiver passando pelo Purgatório.
A morte não transforma nem produz diferença alguma no ser humano após sua partida; ninguém se torna Santo, Anjo, nem é dotado de grande Sabedoria; no dia seguinte, será o mesmo ser humano, com as mesmas emoções, a mesma disposição de espírito, o mesmo desenvolvimento intelectual.
Os Ensinamentos Rosacruzes explicam esse conceito Vida/Morte com uma base lógica que consegue satisfazer a Mente e o Coração!
A morte é apenas uma mudança, saindo daqui do Mundo Físico e nascendo nos Mundos espirituais – no mesmo Corpo de Desejos daqui e depois com a mesma Mente daqui –, começando pelo Purgatório, depois indo para o Primeiro Céu, depois Segundo Céu e Terceiro Céu, onde irá se preparar para o seu próximo Renascimento.
A morte aqui no Mundo Físico equivale à libertação absoluta da dor, da fadiga, do sofrimento e das doenças físicas, dos afazeres materiais, da vida material, isso para quem vive sob pressão do trabalho, de compromissos sociais, dinheiro, fama, poder e sucesso.
Do lado de lá, tudo isso é desnecessário, porque a glória, o conforto e a beleza são franqueados a todos que veem valor nisso aqui.
Lá, o ser humano tem plena liberdade de devotar-se inteiramente àquilo que houver sido a sua predileção particular aqui no Mundo Físico, e desfrutá-lo ao máximo, desde que o regozijo seja mental ou pertença ao plano dos desejos e emoções superiores (formado por materiais das três Regiões superiores do Mundo do Desejo, sem a exigência de um Corpo Denso.
Não nos enganemos, porém, que só há pessoas felizes lá; a vida no Além é naturalmente uma continuação dessa, sendo o ser humano, em todos os sentidos, o mesmo que fora aqui, antes de deixar o Corpo Denso.
O importante é saber que “não morremos”, Deus não faz nada para se perder. A morte não existe!!!
A Fraternidade Rosacruz é uma Associação de Cristãos Místicos.
O que isso significa de fato?
Que essa Filosofia Mística Cristã apresenta conhecimentos profundos sobre os Mistérios Cristãos, e estabelece um ponto de encontro entre Arte, Religião e Ciência.
A Filosofia Rosacruz é inteiramente Cristã, buscando tornar a Religião um fator vivo na Terra, e conduzir a Cristo aqueles que não conseguem encontrá-Lo somente pela fé. Para atingir esse objetivo, a Fraternidade Rosacruz apresenta um ensinamento definido, lógico e sequencial sobre a origem, a evolução e o desenvolvimento futuro do mundo e de nós, apresentando tanto os aspectos espirituais quanto os científicos: um ensinamento que não faz afirmações que não sejam sustentadas pela razão e pela lógica. O objetivo da Fraternidade Rosacruz é capacitar as pessoas a aceitarem as doutrinas Cristãs por meio do conhecimento Esotérico.
Cristo é um Ideal que deve ser seguido; Ele que nos mostrou o Caminho correto, agiu como Filho, ensinou Seus Discípulos e a multidão que O seguia, atendeu os doentes 24 horas por dia, todos os dias, sem distinção, mostrando o que deveriam fazer após serem curados, mostrou como viver com o necessário, e por aí vai…
A principal atividade da Fraternidade Rosacruz é “pregar o evangelho” (o da vindoura Era de Aquário) e “curar os doentes”.
Isso é executado disponibilizando os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental a todos que estejam prontos para recebê-los, e administrando um Departamento de Cura que enfatiza a Cura espiritual Rosacruz, juntamente com os princípios de uma vida correta.
O trabalho da Fraternidade Rosacruz é realizado pelos esforços de todos os seus Estudantes Rosacruzes. Muitos deles, espalhados pelo mundo, trabalham por meio de Centros e Grupos de Estudos Rosacruzes que ministram aulas de Filosofia, Estudos Bíblicos e Astrologia Rosacruz, cujo estudo e ensino são parte integrante do trabalho da Fraternidade Rosacruz.
Assim, precisamos cuidar dos nossos afazeres sim, mas inserindo na nossa vida a espiritualidade, ajudando irmãos e irmãs necessitados, curando as pessoas (há muitas maneiras de se fazer isso).
Precisamos também tomar muito cuidado para não pecarmos, não mentirmos, não sermos invejosos, não maltratar pessoas, não usar a astúcia.
Precisamos estar atentos, examinar sempre nossas consciências, entrarmos em nosso interior, fazer uma faxina, e vermos se estamos realmente no Caminho, sendo Cristãos verdadeiros, sinceros, puros de coração e humildes.
Sejamos iluminados pela Luz da Fé, contemplando o belo, falando somente a verdade e fazendo somente o bem.
Sejamos Cristãos verdadeiros, Estudantes verdadeiros, sinceros, ou estaremos sempre nos enganando, e claro, não cresceremos espiritualmente.
Seguir o Cristo não é fácil, mas é a única coisa correta a se fazer.
Aprendemos que a doença é uma manifestação da ignorância, o único pecado, e que a cura é uma demonstração do conhecimento aplicado, que é a única salvação
Aprendemos na Fraternidade Rosacruz que manter a saúde, uma vez adquirida ou recuperada, requer um conhecimento das Leis de Deus e, portanto, na Luz do mandamento do Grande Mestre.
Também aprendemos que a doença é uma manifestação da ignorância, o único pecado, e que a cura é uma demonstração do conhecimento aplicado, que é a única salvação.
Outra coisa que aprendemos é não fazer confusão entre: remediar e curar. A diferença consiste principalmente em haver ou não haver cooperação do paciente.
Uma pessoa pode curar outra com massagens ou medicamentos. Nestes casos, o paciente mantém-se passivo, como o barro nas mãos do oleiro.
Não há dúvida de que com tais tratamentos podem desaparecer as afecções e o paciente se restabelecer, mas em geral seu restabelecimento é apenas temporário porque não foram levadas em conta as “causas reais” da doença e/ou enfermidade.
O paciente não compreendeu que a doença é a consequência da violação das Leis de Deus, sendo provável, portanto, que continue fazendo as mesmas coisas que fazia, e como resultado a doença poderá retornar.
O remediar é um processo físico. O curar é radicalmente diferente porque, neste caso, se exige que o paciente coopere espiritual e fisicamente com quem o cura!
E aqui a fé que precisamos para passar por momentos difíceis, que nada mais são, do que as nossas provas aqui no Mundo Físico, e as escolhemos ainda lá no Terceiro Céu, é imprescindível.
Lembrando: “Deus não dá um fardo que não conseguimos carregar”.
Não podemos jamais deixar de acreditar, jamais desistir, devemos ter fé (o que nos leva a crer sem ver), precisamos é recorrer à Divina presença e orar.
Ter fé, sabemos, é a capacidade de superar desafios através da força que vem de Deus, é saber que para Deus tudo é possível, se estivermos prontos, se já formos merecedores, e quando tivermos pagado nossas dívidas de destino.
Quando as pessoas iam a Cristo Jesus para serem curadas definitivamente, não esperavam ser submetidas a nenhum tratamento físico porque sabiam que curar definitivamente iam pelo poder do Espírito. Elas tinham confiança ilimitada n’Ele, o que era absolutamente essencial.
Façamos nossas orações, levemos nossa vidinha, nosso cotidiano, servindo e sempre lembrando: “A fé sem obras é morta”.
Por isso em todos os casos em que Cristo Jesus curou alguém, essa pessoa tinha que fazer alguma coisa; tinha que cooperar com o Grande Médico, antes que a sua cura se efetuasse.
Dizia Ele: “Estende a tua mão”, e quando a pessoa assim fazia, sua mão ficava curada definitivamente.
Dizia a outro: “Toma o teu leito e anda”, e quando isso era feito, desaparecia a enfermidade.
Ao cego mandou: “Vai e banha-te no lago de Siloé”, ao leproso: “Vai ao sacerdote e oferece o teu donativo”, etc.
Devemos servir amorosa, sempre desinteressadamente e o mais anônimo possível, fazer o bem sem olhar a quem, sem esperar recompensas, a todos irmãos e irmãs, procurando a divina essência em cada um.
Peçamos a Cristo e ao nosso Pai que nos deem a graça de viver na fé e na humildade, acreditando sem ver, orando muito para termos discernimento, sendo puros de coração e Cristãos verdadeiros.
A Fraternidade Rosacruz nos ensina como seguir o Caminho (só o Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida, pois Ele é Deus Filho), e tem o Departamento de Cura pronto a ajudar a qualquer pessoa, gratuita e amorosamente, basta para isso confiar e escrever (seguindo a instrução no nosso site da Fraternidade Rosacruz – www.fraternidaderosacruz.com, no “Departamento de Cura”).
Como Egos, Espíritos Virginais da Onda de Vida humana, passamos por diversas Épocas, e estamos indo para a Sexta Época, a Nova Galileia. Não devemos confundir a Era de Aquário com a Nova Galileia!
Esta Sexta Época, assim chamada pelas Escolas de Mistérios do Ocidente é, também, chamada o “Reino do Cristo”, pois Ele lá será o Grande Unificador, pois a grande maioria de nós terá desenvolvido internamente o princípio Crístico dentro de si e um novo veículo, o Corpo-Alma, agindo somente pelos ditames do Espírito.
Por meio da nova vestimenta, o Corpo-Alma, o Dourado Manto Nupcial, ou Soma Psuchicon (de que falou S. Paulo), trabalharemos para aprender a funcionar conscientemente na Região Etérica do Mundo Físico, mesmo ainda trabalhando também na Região Química do Mundo Físico.
A Nova Galileia será uma Terra de paz (Jer-u-salém), pois a Fraternidade Universal unirá todos os seres de toda a Terra em Amor, sendo esta Terra totalmente transparente, formada de Éter Luminoso, e transmitirá a luz solar.
Os Corpos não conhecerão cansaço, daí não precisarem das noites para seu repouso, as quais também não existirão.
Os doze nervos cranianos, que são os portais para o trono da consciência, nunca estarão fechados.
A morte não poderá existir porque a Árvore da Vida – a faculdade de gerar energia vital – será possibilitada através do órgão etérico da cabeça.
O Amor será totalmente altruísta e a Razão aprovará seus ditames.
A Fraternidade Universal reinará plenamente e cada um trabalhará para o bem de todos.
Esforcemo-nos ao máximo para já construirmos o nosso Corpo-Alma, de modo que desde já tudo o que fizermos, o fazermos por Amor Crístico.
Como acelerar essa construção? O Corpo-Alma só é construído pelo serviço amoroso e desinteressado (portanto, o mais anônimo possível), focando na divina essência oculta em cada irmão, em cada irmã, e realizado o mais anonimamente que possamos. Refreando as tendências da nossa natureza inferior, especialmente o gasto da nossa força sexual criadora. É através do Corpo-Alma que exercitamos, cada vez mais, o equilíbrio “Cabeça-Coração”.
Os Ensinamentos Rosacruzes nos orientam a ter CRISTO como o único Ideal do Estudante Rosacruz.
E como tal, seguir os ensinamentos nos fornecidos por Ele, dentre os quais o que nos ensina que se desejamos ser “o maior dentre todos, devemos ser o servo de todos”, e, para tanto, devemos nos esforçar diariamente em servir os nossos irmãos e as nossas irmãs, com o Amor Crístico, a modéstia e humildade, desinteressadamente (portanto, o mais anônimo possível).
Também, temos que ter uma fé inexaurível, inquebrantável, fervorosa e racional na Sabedoria de Deus. E demonstrá-la vivendo de acordo com o Esquema de Evolução. E é essa fé que nos ajuda a procurar falar, atuar e ver somente o Bem em tudo e em todos, diariamente.
E, em um esforço individual procuraremos expressar a Verdade – que conhecemos –, a honradez – que buscamos e conseguimos ter – e a justiça – baseada sempre nos princípios Cristãos, pois aprendemos que essas são qualidades fundamentais da Divina Essência oculta em cada um.
Também estamos totalmente cientes de que as nossas condições atuais são o resultado das nossas ações, obras e atos que fizemos em vidas passadas, e é justamente por isso que podemos e devemos construir o nosso destino futuro nos melhorando por meio dos atos, das ações e obras no presente. E só conseguimos alcançar esse objetivo se não invejarmos ninguém, se não mentirmos, se não maldizermos, se não usarmos de astúcia com os irmãos e as irmãs. Ao contrário, nos dedicamos por meio das nossas aspirações em exercitar a nossa divina prerrogativa de livre arbítrio, semeando boas sementes para o amanhã.
Para que possamos discernir onde, como, quando, quanto ajudar procuraremos sempre cultivar um ambiente de Paz, Amor, equilíbrio e quietude, pois já estamos cientes de que o silêncio é um dos maiores auxiliares para o crescimento da nossa Alma.
Outra prática constante que sempre fazemos é a da confiança em nós mesmos, pois sabemos que ela é a virtude cardeal para o Estudante Rosacruz conseguir o crescimento espiritual.
Tudo que nos ocorrer durante o tempo em que estamos em consciência de vigília (acordados) submetemos todos os assuntos ao nosso tribunal interno e real da Verdade, e só depois de estabelecê-lo, é que partimos para a decisão final.
É um hábito a todo o tempo que o Estudante Rosacruz se dedique a orar, fazer os Exercícios Esotéricos Rosacruzes, oficiar os Rituais do Serviço Devocional, procurando se elevar nas asas do Amor e da Aspiração sublime até ao Trono do Pai.
O Estudante Rosacruz ante quaisquer obstáculos, dificuldades, adversidades, contrariedades, continua, paciente e persistentemente, procurando viver os elevados ideais ensinados por Cristo, pois compreende totalmente que o fracasso está, apenas, em deixar de tentar, em deixar de lutar.
Aqui estão, dentro do cotidiano de um Estudante Rosacruz ativo e verdadeiro, como ele encara a rotina, os afazeres, os deveres e os prazeres de um dia bem vivido enquanto trilha o Caminho de Preparação e Iniciação Rosacruz.
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1. Pergunta: O Ego, cujo Corpo Denso sofreu aborto, escolheu esse panorama no Terceiro Céu?
Resposta: Esse Ego escolheu não necessariamente ter seu Corpo Denso construído e ser abortado antes do nascimento aqui, mas sim a tendência de ser “rejeitado” (o aborto é a pior ação de uma mãe a esse respeito para com uma pessoa) por essa mãe, muitas vezes, por pendências passadas entres esses dois Egos. Se a mãe abortou, então caiu na tentação de querer pagar por “olho por olho” tal pendência, ao invés de sublimar – e aprender essa lição – por meio do amor e do perdão.
2.Pergunta: Como estudamos no Conceito Rosacruz do Cosmos sobre um Planeta evoluir para se tornar um Sol e, depois, para se tornar um Zodíaco, pelo que eu entendi, os Planetas se separaram do Sol porque os seres que habitam os planetas não podiam suportar a vibração solar. Por outro lado, já li em revistas de astronomia que pelo menos Mercúrio e Vênus — e possivelmente a própria Terra — seriam destruídos quando o Sol chegar à fase de gigante vermelha. E tem ainda o caso das anãs marrons, que não são nem estrelas, nem planetas. Não será o caso de só alguns planetas estarem destinados a serem estrelas, enquanto os seres de outros voltariam para a estrela principal? Eu consigo imaginar Júpiter se tornando estrela, mas não Mercúrio!
Resposta: A Astronomia é uma linda Ciência física, cujos elementos para se descobrir algo são elaborados de materiais de Sólidos, Líquidos e/ou Gases (ou seja, da Região Química do Mundo Físico). E ainda, conseguimos utilizar somente, na maioria das vezes, somente um dos 5 sentidos, também físicos para aprender algo por meio dela: a visão física que, como sabemos, tem suas deficiências, seja por causa dos problemas de visão que muitos de nós temos, seja por causa do meio como se forma a imagem dentro de nós. Adicionemos a isso a dependência de termos telescópios e instrumentos de medição (todos são elaborados com materiais da Região Química do Mundo Físico) e que estão constantemente sendo aprimorados; e a cada aprimoramento muitas das coisas que “eram verdades” deixam de ser ou “não era bem assim”, gerando discussões, debates, pesquisas, teorias, etc… Além do que, todas às vezes, as observações, resultados desses instrumentos, há que se aplicar Tabelas de Conversão, comparação com “padrões” decididos em Congressos, Seminários, Encontros Astronômicos, Transformação de uma Base matemática para outro, e muitos outros artifícios para se chegar a conclusões. Assim, facilmente, usando os nossos Exercícios Esotéricos Rosacruzes de Observação e de Discernimento, chegamos à conclusão de que deduzir coisas assim como você escreveu, fica difícil sustentar, não é? E por quê? Porque o conhecimento que chega a nós por meio dos Ensinamentos Rosacruzes são resultados da observação direta da Memória da Natureza (acessível a qualquer um de nós que se desenvolva pelo Caminho de Preparação e Iniciação Rosacruz até, no mínimo, ao grau de Irmão Leigo ou Irmã Leiga, já nas primeiras das 9 Iniciações Menores), e que está, em seu reflexo mais próximo da perfeição, no Mundo do Pensamento. Para conseguirmos estudar nesse lugar e, assim, obter o que queremos para disponibilizar a quem gostaria de saber, não conseguimos utilizar nenhum dos 5 sentidos físicos, mas sim os sentidos espirituais, desenvolvidos por meio do Treinamento Esotérico Rosacruz (e disponível para qualquer um que queira). Questão de fé? Não! Questão de aceitar “verdades prováveis” e, com isso, ter a gana, a disposição, a persistência, a disciplina e perseverança para se desenvolver e tornarem para si mesmo “verdades provadas”. Funciona assim: quando queremos visitar um lugar na Terra, procuramos imagens, relatos, informações, dicas e facilidades produzidas por quem já foi. E, uma vez, lá a gente se baseia naquele material para conseguirmos aproveitar o melhor do lugar. Pois bem: muitos de nós está acumulando informações para quando for lá, aproveitar melhor o conhecimento e aumentá-lo a partir da base que já nos foi fornecida.
3.Pergunta: No livro “Cristianismo Rosacruz”, na seção “Astrologia, seus alcances e limites”, § 37 (“Para o ocultista…”), Max Heindel diz que a Terra é o veículo visível de um Anjo Estelar; ou seja, é o Seu corpo físico. Mas em algumas partes da doutrina é afirmado que a Terra não possui Espírito interno. Afinal, o nosso planeta possui ou não um Espírito interno?
Resposta: Note uma coisa: quando Deus criou esse Esquema de Evolução, todos os seres em evolução (inclusive nós) estávamos dentro de um único Campo de Evolução (o Sol atual). Entretanto, conforme o Esquema de Evolução foi se desenrolando, houve um determinado momento (na Época Hiperbórea do atual Período Terrestre) que muitos seres em evolução (mas não todos) chegaram a níveis de vibrações mais baixas do que os outros seres em evolução que continuavam com níveis de vibrações condizentes com o Campo de Evolução daquele momento (o Sol atual). Com isso houve a necessidade de se formar Campos de Evolução a um tamanho, densidade e distância do Sol o suficiente e necessário para que tais seres pudessem continuar a evolução nesse Esquema de Evolução. Essa é a origem de cada um dos 7 Planetas que compõe o nosso Sistema Solar atual. Entretanto, os seres em evolução que habitariam cada um desses Campos de Evolução (agora Planetas desse Sistema Solar) não tinham a capacidade de manter tais Campos de Evolução funcionando com todos os movimentos necessários (ex.: Rotação, Translação, Precessão e muitos outros existentes) que em sua totalidade tornam o Campo de Evolução o que ele é atualmente (exemplo: a Terra). Então foi destacado um Anjo Estelar para manter cada um desses Campos de Evolução com tudo que ele precisa para, de fato, servir aos seres que evoluem nele.
Há um erro na tradução: não é o “corpo físico” (no inglês a palavra é “body”, somente). E nem pode ser um “corpo físico”, já que um Anjo não tem “corpo físico”, não é?
Esse Anjo Estelar é um dos sete raios que procedem de Deus. E como Espírito Virginal da Onda de Vida humana procedemos de um desses sete raios. Ou seja, um deles é o nosso “Pai-Estelar”, e sob essa condição permaneceremos por todas as nossas vidas até o final do Período de Vulcano.
No princípio o Anjo Estelar era também o Espírito interno do Planeta. Ou seja, mantinha o Mundo Físico, o Mundo do Desejo, o Mundo do Pensamento e todos os Estratos de um Planeta, o mais adequado possível para a evolução dos seres nesse Planeta.
E assim foi até cumprir o que estava planejado: no Planeta vai se desenvolvendo quantidade e qualidade de seres que vão se tornando tão evoluídos que são os suficientes para manter esse Campo de Evolução o melhor possível para eles, os mais evoluídos, e para todos os outros seres de todas as Ondas de Vida que necessitam evoluir nesse Planeta.
Ou sejam: esses seres evoluídos assumem o papel de Espírito interno desse Planeta.
Assim, hoje, excetuando Marte e Terra, em TODOS os outros quem é o “Espírito interno” são os seres mais evoluídos do Planeta.
No caso da Terra, hoje quem é o Espírito interno é o Cristo, o Deus-Filho, um raio do Cristo Cósmico. E isso durará até que tenha, em quantidade e qualidade um número de seres humanos evoluídos suficientes para manter esse Campo de Evolução o melhor possível para eles, os mais evoluídos, e para todos os outros seres de todas as Ondas de Vida que necessitam evoluir nesse Planeta. Se tudo der certo, isso ocorrerá na segunda vinda do Cristo.
4.Pergunta: Por que os Anjos não podem ser compreendidos por um ser físico sem cérebro?
Resposta: Quando alcançamos a capacidade de funcionar conscientemente na Região Etérica do Mundo Físico, dentre outras funções, podemos contatar com a Onda de Vida dos Anjos. E para isso não precisamos de cérebro e muito menos os Anjos. Usamos justamente o veículo que foi criado para se comunicar por meio do pensamento: a Mente!
5.Pergunta: Quanto tempo dura uma Revolução? Imagino que sejam pelo menos centenas de milhões de anos.
Resposta: Depende do que você entende pelos conceitos “tempo” e “duração”. Em termos gerais, uma Revolução demora o “tempo” necessário para que todos os indivíduos de uma Onda de Vida que estão aprendendo as lições inerentes a esse momento evolutivo, consigam aprender. Assim, não existe esse conceito de “duração fixa”. Quando compreendemos a questão da taxa de vibração nos Mundos, e sabendo que os Períodos ocorrem pelo nosso percurso em Globos que estão em diferentes Mundos, então fica claro que uma Revolução no Período Terrestre tende a ter uma “duração” menor que uma Revolução no Período de Saturno.
Quanto a dimensões de “centenas de milhões de ano”, é pura especulação, pois a dimensão “ano” é um conceito humano que se aplica somente aqui na Região Química do Mundo Físico, e mesmo assim com algumas ressalvas (é só estudar como a ciência “define” o que é “ano”).
As Reuniões de “Cura Rosacruz” são realizadas na Pro-Ecclesia (Chapel) da The Rosicrucian Fellowship quando a Lua está em torno dos 15 graus de um dos quatro Signos Cardeais ou Cardinais do Zodíaco (Áries, Câncer, Libra ou Capricórnio).
O horário é 18h30, horário local.
Por que fazer as Reuniões de Cura Rosacruz, com o ofício do Ritual do Serviço Devocional de Cura quando a Lua transita pelos Signos Cardeais ou Cardinais?
Porque a virtude dos Signos Cardeais ou Cardinais (Áries, Câncer, Libra e Capricórnio) é a energia dinâmica que eles infundem em cada coisa ou empreendimento iniciado sob sua influência e, portanto, os pensamentos de cura dos Auxiliares Visíveis e Invisíveis em todo o mundo, são dotados de poder adicional quando lançados em suas missões de misericórdia sob essa influência cardinal.
Se você gostaria de participar deste trabalho, nas Datas de Cura (veja na figura abaixo as datas para esse mês), sente-se em silêncio quando o relógio em seu local de residência apontar para a hora local indicada: 18h30 ou em qualquer horário que melhor seja, desde que seja todos os dias no mesmo horário (pois a “coleta” é feita 24 horas por dia em todos os lugares do mundo – e a todo momento sempre é 18h30 em algum lugar da Terra), oficie o 𝗥𝗶𝘁𝘂𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗦𝗲𝗿𝘃𝗶ç𝗼 𝗗𝗲𝘃𝗼𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗖𝘂𝗿𝗮.
Esse Ritual é dividido em três partes bem distintas:
1ª –Preparação – composto por músicas e textos que visam preparar o ambiente, separando o ambiente externo (de onde vem o Estudante) do interno (para o interior do Estudante);
2ª – Concentração – é o clímax do Ritual, onde o Estudante se dedica a se concentrar com toda a sua dedicação, foco, disposição e vontade na Cura, como é feita pela Fraternidade Rosacruz: o Poder Curador de Deus Pai – abundante e sempre presente, pois n’Ele vivemos, nos movemos e temos o nosso ser; o Curador – um ser humano, selecionado utilizando as Leis Divinas de Semelhança e da Receptividade Sistemática, que será o ponto focal de transmissão do excesso do seu fluído vital, à noite, para o paciente; e o Paciente (que NÃO tem que ser nominado em hipótese alguma, pois a Cura será feita por quem deve ser curado, por quem já aprendeu a lição que a doença e o sofrimento está apontando), colaborativo, participativo, que tenha muita fé e que também está disposto a ajudar aos outros que também estão sofrendo tanto quanto ou até mais que ele;
3ª – Saída – composto de música e admoestação de saída que visam preparar o Estudante para internalizar tudo o que aqui falou, ouviu, participou e se concentrou, recebendo toda a força espiritual gerada durante a oficiação do Ritual, a fim de aplicá-la no seu dia a dia, se esforçando para o cumprir no tema concentrado: a sua participação no processo de Cura Rosacruz.

“Se podes?”, disse Cristo-Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.” (Mc 9:23)
…recorra ao Método de Cura Rosacruz, já utilizado por milhares de pessoas. O processo começa com o preenchimento de um Formulário que deve ser preenchido com caneta à base de tinta nanquim LÍQUIDA. As instruções detalhadas se encontram aqui: https://fraternidaderosacruz.com/category/cura/formulario-para-solicitacao-de-auxilio-de-cura-fraternidade-rosacruz/
**Se você conhece alguém que esteja doente e quer ajudá-lo (a), comece por oficiar o Ritual do Serviço Devocional de Cura nas Datas de Cura. As instruções detalhadas se encontram aqui:
