O objetivo de um diagnóstico é determinar as causas dos sintomas que se manifestam como doença, e da sua precisão depende a eficácia do tratamento. Existem vários métodos para a detecção de doenças, mas os dois explicados a seguir são provavelmente os menos conhecidos e, consequentemente, pouco reconhecidos. O progresso, no entanto, exige que investiguemos e, se as considerarmos válidas, aceitemos novas ideias.
Para os processos da Cura Rosacruz, na Fraternidade Rosacruz, se utiliza o diagnóstico astrológico – o Astro-diagnóstico –, onde os dados necessários são o horário e o local de nascimento, sendo a análise realizada a partir de um horóscopo por meio da Astrologia espiritual Rosacruz. O movimento dos corpos celestes é tal que suas posições relativas não se repetirão por um período superior a vinte e cinco mil anos. Assim, não existem dois horóscopos iguais — nem poderiam existir —, pois cada indivíduo apresenta diferenças em relação aos demais; logo, é evidente que a resistência a qualquer doença nunca será a mesma em dois casos. Duas pessoas podem receber o mesmo tratamento para sintomas praticamente idênticos e, ainda assim, suas respostas aos agentes terapêuticos podem ser muito diferentes, embora estejam em conformidade com as indicações do horóscopo.
A detecção de doenças foi simplificada, em certa medida, pelo método de Cura Rosacruz; em resumo, a teoria é a seguinte: cada Signo tem afinidade com uma determinada parte da anatomia humana e com os órgãos nela contidos. Assim, o primeiro Signo, Áries, rege, dentre outras partes, a cabeça, seguindo-se os outros em rotação até o décimo segundo Signo, Peixes, que rege, dentre outras partes, os pés.
Os Astros (Sol, Lua e Planetas) afetam as diversas partes do Corpo quando se encontram no Signo zodiacal correspondente, e o ângulo de seus raios variáveis fornecem origem às diferentes formas de processos mórbidos aos quais o Corpo Denso está sujeito. Ao combinar esses dois fatores — e levando em conta a Casa em que ocorrem, bem como a aceleração ou o retardamento provocados pelos Aspectos (Conjunção, Sextil, Quadratura, Trígono ou Oposição) que formam entre si —, desenvolveu-se um sistema de diagnóstico preciso e extremamente profundo.
Para dar um exemplo: uma das palavras-chaves de Saturno em qualquer âmbito da vida é “obstrução”; encontrá-lo no Signo de Gêmeos — que rege também os pulmões — indica imediatamente a necessidade de cuidados com essa parte do Corpo Denso. Se, além disso, encontrarmos o Planeta Júpiter no mesmo Signo, a uma distância de dois ou três graus de Saturno (e não há nenhum outro Astro nesse Signo e nenhum outro Aspecto com esses dois Planetas), então — visto que este último Planeta também rege a circulação arterial — torna-se evidente que a pessoa tende fortemente a sofrer certo grau de obstrução; consequentemente, tal pessoa estará sujeito a resfriados pulmonares e a enfermidades mais graves decorrentes da negligência em relação aos sintomas iniciais mais simples.
Se o Estudante Rosacruz aprofundar-se no conhecimento da Filosofia Rosacruz e, com a mesma intensidade, na Astrologia espiritual Rosacruz (só se aprofundar na Astrologia espiritual Rosacruz não é suficiente!), ele comprovará, com propriedade, que a análise astrológica é superior ao diagnóstico, por exemplo, por raios X; pois, enquanto o aparelho pode indicar uma debilidade em um dado momento, o horóscopo aplica exatamente o mesmo princípio ao Corpo Denso ao longo de toda a vida, tanto antes quanto depois do momento do exame. Essa, contudo, não é a função mais valiosa desse método de diagnóstico, pois essa Astrodiagnose também aponta o momento em que fraquezas inerentes se transformarão em distúrbios funcionais ou orgânicos; assim, o Estudante Rosacruz ativo pode ficar “prevenido e preparado” de duas maneiras distintas.
A Astrologia espiritual Rosacruz possui, no entanto, uma limitação — uma restrição que se aplica a qualquer Ciência aplicada aqui no Mundo Físico. O horóscopo natal indica as tendências da vida em todos os seus aspectos. A escolha e o livre-arbítrio pertencem exclusivamente à pessoa! Ela detém a prerrogativa de alterar previsões por meio de um ato de vontade, embora geralmente careça de força de vontade para fazê-lo. Consequentemente, o horóscopo permanece como um guia extremamente preciso, especialmente porque pouquíssimas pessoas sequer têm consciência da influência astral e, pior, muitos quando a tem se esquecem de que os “Astros sugerem, não obrigam”.
Isso nos conduz ao propósito mais importante da Astrologia espiritual Rosacruz: perceber uma debilidade inerente em qualquer área representa um avanço, porque tal debilidade pode estar latente (e assim permanece se a pessoa souber o que não deve fazer para ativá-la), mas isso apenas nos leva ao limiar de um novo sistema para lidar com a doença antes que ela se manifeste. “Prevenir é melhor do que remediar” é uma verdade profunda; portanto, cabe a cada Estudante Rosacruz, que compreende as possibilidades dessa Ciência Divina, identificar seus pontos fracos e organizar sua vida de modo a construir a constituição dos seus Corpos mais resistente possível, cuidando das condições locais quando o perigo surgir. Sob a orientação dessa Ciência Divina, dispomos da oportunidade mais racional e eficaz de aplicar aquela medida preventiva que torna desnecessário o tratamento curador posterior.
Por meio da Astrologia espiritual Rosacruz podemos receber avisos prévios sobre tendências prejudiciais à saúde, possibilitando assim a adoção de medidas preventivas. Com isso, muitas doenças ou enfermidades que estão latentes em um horóscopo pode passar a vida inteira e não ser ativadas pela pessoa. Aprende-se, aqui, pelo amor e não pela dor! E, ainda, se ativadas, a Cura total da doença ou enfermidade pode ser alcançada, pelo processo de Cura Rosacruz, sempre que a pessoa quiser ser curada, pois sempre exigirá a força de vontade dela, a fé, a disciplina e a adoção de uma vida Cristã, seguindo fielmente os ensinamentos de Cristo na vida dela. Afinal, como nos ensinou Cristo: “vá e não peques mais”. O Estudante Rosacruz ativo se esforça para inserir na vida dele a prática dos ensinamentos de Cristo, pois se peca, sabe como deve fazer para se arrepender e praticar a reforma íntima.
(Publicado pela Revista Rays from the Rose Cross de março/1916 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)

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Resposta: Atualmente, o alimento ingerido é decomposto e desintegrado pelo calor interno do organismo. Assim, o Éter Químico, que permeia cada partícula do alimento se combina com o Éter Químico do nosso Corpo Vital. O alimento magnetizado pela ação do Sol durante o seu desenvolvimento nas plantas é, então, assimilado e permanece conosco até que esse magnetismo se esgote. Quanto mais diretamente o alimento provém do solo, maior é a quantidade de magnetismo solar que ele contém. Consequentemente, ele “permanece conosco” por mais tempo quando consumido cru. Quando o alimento passa pelo processo de cozimento, perde-se parte do Éter que ele continha, pois muitas das partículas mais sutis são dissolvidas pelo calor e se elevam como ar na cozinha sob a forma do aroma característico do alimento em questão. Por isso, as células de alimentos cozidos permanecem como parte do nosso Corpo Denso por menos tempo do que as de alimentos crus; além disso, alimentos já assimilados pelo animal contém muito pouco Éter Químico próprio (exceto o leite, que é obtido por um processo vital e contém mais Éter do que qualquer outro alimento).
Assim, no que se diz respeito à carne de animais, pode-se afirmar que a maior parte do Éter Químico presente na forragem das suas rações já havia passado para o Corpo Vital do animal antes da morte dele e, no momento do óbito, esse Corpo Vital abandona a carcaça física. Por essa razão, a carne animal entra em putrefação muito mais depressa do que os vegetais e “permanece conosco” apenas por um curto período após a ingestão.
A morte e a doença se devem, em grande parte, ao fato de nos alimentarmos de substâncias compostas por células desprovidas de seu Éter Químico individual – aquele obtido durante a assimilação vegetal. Esse Éter é diferente do Éter Químico planetário – que permeia os Reinos mineral, vegetal, animal, bem como o ser humano. A carne animal, privada pela morte do Corpo Vital individual que animava o animal durante a vida dele, reduz-se, na verdade, a sua forma química mineral; como tal, possui pouco valor para os processos vitais do nosso Corpo Denso. De fato, ela é prejudicial a esses processos vitais e deve ser eliminada do organismo o mais rapidamente. Contudo, por serem de natureza mineral, essas partículas de carne animal estão mortas e são de difícil eliminação.
Consequentemente, elas se acumulam gradualmente. Mesmo a parte dos alimentos vegetais – especificamente as cinzas e os minerais – permanece em nosso organismo, gerando um processo gradual e paulatino de obstrução que descrevemos como crescimento. Isso acontece porque privamos a planta (ou outro alimento) de seu Éter Químico. Se fôssemos semelhantes às plantas e tivéssemos a capacidade de impregnar o mineral com Éter, seríamos realmente capazes de assimilá-lo e atingir estaturas gigantescas; no entanto, nas condições atuais, o material morto se acumula progressivamente até que, por fim, o crescimento cessa, visto que nossa capacidade de assimilação se torna cada vez menos eficiente.
No futuro, não digeriremos nossos alimentos dentro do Corpo Denso; em vez disso, extrairemos o Éter Químico e o inalaremos pelo nariz, onde ele entrará em contato com a Glândula Hipófise.
Esse é o órgão geral de assimilação e promotor do crescimento. Então, nosso Corpo Denso se tornará cada vez mais etérico; os processos vitais não serão prejudicados pelo acúmulo de resíduos e, consequentemente, as doenças desaparecerão gradualmente e a vida será prolongada aqui. A esse respeito, é significativo que, muitas vezes, os cozinheiros não sintam vontade de comer, pois o aroma forte do cozimento os satisfaz bastante.
A Ciência material está aprendendo gradualmente as verdades anteriormente ensinadas pela Ciência oculta, e sua atenção está sendo cada vez mais voltada para as Glândulas Endócrinas (sem dutos), o que lhes fornecerá a solução para muitos mistérios. No entanto, a Ciência material não parece estar ciente de que existe uma conexão física entre a Glândula Hipófise – o órgão principal de assimilação e, portanto, do crescimento – e as Glândulas Suprarrenais, que eliminam os resíduos e assimilam as proteínas. Elas também estão fisicamente conectas à Glândula Baço, à Glândula Rimo e à Glândula Tiroide. Sob o ponto de vista astrológico, é significativo que a Glândula Hipófise seja regida por Urano – a oitava superior de Vênus, o regente do Plexo Celíaco, onde está localizado o Átomo-semente do Corpo Vital. Assim, Vênus guarda a entrada do Fluído Vital que nos provém diretamente do Sol através da Glândula Baço, enquanto Urano é o guardião do portal por onde a vitalidade entra através dos alimentos físicos. É a combinação desses dois fluxos que produz o poder latente armazenado em nosso Corpo Vital, até que este seja convertido em energia dinâmica pela natureza do desejo, de influência marciana.
(Pergunta nº 52 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Volume II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
O respeito do ser humano pelo ser humano, como semelhante centelha espiritual, deixa muito a desejar ou é muito insuficiente.
Nunca o mundo precisou tanto de amor como nos atuais tempos de materialismo, tão perigoso ao nosso normal desenvolvimento interno. Por isso, o mais deplorável na hora presente é o desânimo dos seres humanos de boa vontade.
Profissionais de Saúde e irmãos e irmãs dedicados à educação estudam as causas dos problemas sociais, mas não podem perscrutar profundamente o problema, enquanto não considerarem o ser humano em sua integralidade, como ser humano complexo, composto de um Corpo Denso (que vemos com a nossa visão física) e com outros veículos que compõe a parte não visível à visão física (Corpo Vital, Corpo de Desejos e a Mente), ou seja: uma parte material e uma parte espiritual.
A menos que sejamos alimentados em todos os aspectos, haverá fome de algum lado: haverá deficiências, haverá doenças e enfermidades jamais sonhadas pelos materialistas ou por aqueles que acham que só tratando o Corpo Denso é suficiente ou, ainda, que só tratando a partir do Corpo Denso (de “fora para dentro”) é mais do que suficiente, é a solução!
Porque a “função faz o órgão” e a negligência de certos aspectos, justamente os mais complexos e elevados da natureza humana, trará consequências desastrosas!
A técnica moderna, em vez de servir ao ser humano, veio escravizá-lo, em benefício de alguns. As máquinas, os equipamentos, as tecnologias avassalaram os “operários”, reduzindo-os a peças, cujos movimentos são estudados para cada vez mais produzir. As vidas egoístas e intensas das grandes cidades ilham os seres humanos num círculo vicioso pouco edificante. Assemelha-se a uma indústria de neuróticos. Os hospitais de doenças nervosas ou chamadas psicológicas se multiplicam. Contam as estatísticas que, dentre as pessoas com cursos superiores, os que mais se suicidam são os profissionais de saúde; e dentre eles os profissionais especialistas em saúde mental!
Estudos periódicos indicam alarmante o número das pessoas que morrem de enfarte nervoso, antes dos 50 anos. Na Europa, justamente nos países mais adiantados ocorrem os maiores índices de suicídios. Por quê? Se o objetivo do ser humano fosse meramente material, se o ser humano fosse apenas um conjunto orgânico que se desfaz na morte, por que essa angústia?
A resposta é simples: estão esquecendo o ser humano real! As criaturas andam famintas de amor, de apreciação, de estímulo, de criatividade, de motivação! O ser humano precisa ser compreendido em sua inteireza. De novo surge, do fundo das idades, a Esfinge gigantesca e repete o desafio: “ou me decifras, ou te devoro”! De novo, o Cristo dentro de nós – o Cristo Interno – inquire a nossa consciência: “Tu me amas? Então, apascenta as minhas ovelhas!” (Jo 21:15).
O Cristianismo Esotérico tem uma tremenda responsabilidade, um grande dever: divulgar, por todos os meios ao seu alcance, os aspectos integrais do ser humano e o modo de torná-lo realmente feliz, realizado, segundo não o ponto de vista material que é imediatista, porém, segundo um ponto de vista amplo, que atente todos os veículos do ser humano e não só ao presente, como ao futuro.
“Não só de pão vive o homem” (Mt 4:4). O dia em que se ensejarem a cada ser humano os meios e motivações de crescimento interior, se ver à que eles hão de florescer a dimensões jamais sonhadas, em todos os aspectos.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de janeiro/1975 – Fraternidade Rosacruz-SP)
É difícil controlar ou superar uma doença cuja causa é desconhecida. O alcoolismo é uma doença pura e simples, mas não uma doença da moral ou do corpo. É uma doença da Mente.
Todas as pregações de moralidade, condenação eterna, e assim por diante, ou proibir a venda de bebidas alcoólicas ou álcool, poderia ter apenas uma influência superficial no desejo de beber ou na causa desse desejo.
Instrua nossos filhos sobre a causa do alcoolismo e eles olharão para a bebida alcoólica como uma expressão distinta de inferioridade e não desejarão usá-la.
Em três gerações, o consumo de bebidas alcoólicas poderia ser reduzido àqueles indivíduos adultos irremediavelmente fracos, que buscam no álcool a necessidade se sentir socialmente em igualdade.
Isso, precisamente, explica a causa do alcoolismo. De fato, a ingestão do primeiro gole pode ser atribuída a um sentimento de inferioridade, não querer ser diferente, não querer ser menos do que o outro sujeito ou querer ser ou fazer tanto quanto ele. Nós desprezamos o primeiro gole com: “Ele bebeu para ser sociável, ou para ser inteligente”. Mas isso não é verdade.
A bebida alcoólica é ingerida quase sempre para alcançar um nível de igualdade, se não, como no caso do bebedor experiente, para alcançar um estado de superioridade temporária, pelo menos em sua própria Mente.
Algumas bebidas alcoólicas são para afogar os problemas, para esquecer, porque não se tem a coragem para enfrentar seu problema, não importa o que seja, analisá-lo e resolvê-lo com o melhor de sua capacidade individual. A bebida parece dar coragem. Na verdade, se revestem ou se afundam no sentimento de inferioridade. Quando o efeito do álcool desgasta o indivíduo, fica pior do que antes, então ele bebe novamente até que, eventualmente, tenha desenvolvido uma alcoolfilia ou uma obsessão por bebidas alcoólicas.
O alcoolismo repetitivo ou mesmo o consumo moderado regular de cerveja, vinhos, licores e outras bebidas alcoólicas, mais cedo ou mais tarde, trazem consigo distúrbios da garganta e do estômago, nefrite e cirrose ou endurecimento do fígado. As alterações cardíacas são dilatação, degeneração muscular e hipertrofia ou aumento anormal. —Dr. Jesse Mercer Gehman em Nature’s Path, dezembro de 1939.
Aparentemente, nunca antes foi tão predominantemente a tolerância a bebidas alcoólicas como é agora no mundo. Os meios de comunicação e os outdoors de rodovias são financiados por propagandas de bebidas alcoólicas; expõem suas virtudes 24 horas por dia, utilizando imagens que glorificam isso, mostrando atores e atrizes famosos em quase todas as ocasiões.
Para o cientista ocultista essa condição é a mais deplorável, pois ele sabe que até a morte não alivia a garra desse monstro quando ele se apodera de sua vítima.
Depois da morte, aqueles que se intoxicam de bebidas alcoólicas desejam obter seus efeitos da mesma maneira que quando estão encarnados em um Corpo Denso; porque não é o veículo físico que anseia pelo álcool. De fato, em muitos casos, ele fica doente por causa disso e em vão protesta de várias maneiras. É o Corpo de Desejos do alcoólatra que anseia por bebida e força o Corpo Denso a participar dela, para que o Corpo de Desejos possa ter a sensação temporária de prazer resultante do aumento da vibração, e esse desejo permanece após a morte do Corpo Denso. Mas o ser humano, depois da morte, não tem mais a boca física para beber, nem o estômago para conter a bebida física e gerar os desejados gases criados pelo aparato digestivo.
Consequentemente, ele aprende a inutilidade de desejar aquilo que não pode obter, e seu desejo por bebida finalmente cessa por falta de oportunidade de satisfazê-lo. Enquanto isso, ele sofre uma agonia indescritível, e o processo de desgaste é muito lento.
Que as Rosas floresçam em Vossa Cruz

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