Resposta: Os astrólogos materialistas consideram Urano, Saturno e Marte como Planetas maléficos, enquanto Vênus e Júpiter são considerados benéficos. No Reino de Deus não existe “maléfico” ou “mal”. Aquilo que aparenta ser o mal é apenas o bem em processo de formação. Tampouco se deve imaginar que as influências de qualquer Planeta atuem para nos atormentar. Viemos a este mundo para obter certas experiências necessárias ao nosso desenvolvimento espiritual, e quando buscamos compreender as influências astrais (ou seja: do Sol, da Lua e dos Planetas), descobriremos que elas são fatores poderosos para nos ajudar a obter justamente essa experiência. Saturno é o punidor. Quando nos desviamos do caminho da retidão, intencionalmente ou não, não nos é permitido continuar no mal, pois Saturno vem para nos deter. Talvez tenhamos recebido uma herança; nós a usamos mal e a desperdiçamos totalmente. Ao fazermos isso, geralmente também maltratamos nosso Corpo Denso. Então, surge um Aspecto (Conjunção adversa, Quadratura e/ou Oposição) com Saturno, uma doença é ativada – ou seja: se manifesta no nosso Corpo Denso – e ficamos debilitados. Somos forçados a fazer dieta alimentar e a dar um descanso ao nosso Corpo Denso e, como resultado, nos recuperamos da doença como um novo homem ou uma nova mulher. Mas a questão é: aprendemos a lição? Durante nosso repouso como um doente acamado, tivemos tempo para refletir sobre a vida que temos levado. Será que analisamos nossa vida a ponto de compreender as causas que nos levaram a esse estado de doença? Se sim, saímos dessa com lucro. Pois assim saberemos como agir melhor e evitar as armadilhas que podem causar a ativação de mais doenças no futuro. Ou, tendo nossa herança sido completamente dilapidada, nos encontramos de bolsos vazios na rua. Talvez não tenhamos a quem recorrer em busca de ajuda; somos então forçados a pensar e a abrir caminho por nós mesmos. Nossos talentos foram inúteis enquanto desperdiçávamos nossos recursos financeiros. Na pobreza, nossos talentos se tornam úteis, somos forçados a usá-los para fazer nossa parte no trabalho do mundo. Perdemos nossa herança, mas o mundo ganhou um trabalhador, e se aprendemos nossa lição dessa maneira, então a influência de Saturno foi uma bênção disfarçada.
E assim é com tudo no horóscopo que possa parecer “maléfico”. Além disso, quanto mais espiritualizados (ou seja, priorizemos a espiritualidade na nossa vida cotidiana) nos tornamos, menos esses chamados Planetas ou Aspectos adversos nos afetarão promovendo obstáculos ou bloqueios que nos fazem sofrer. Eles são transmutados para o bem. Saturno não trará desastre a uma pessoa espiritualizada, mas persistência; não doença, mas qualidades e estados que nos mantém fisicamente fortes; e assim, ao nos conformarmos às Leis da Natureza, vivendo nossas vidas em harmonia com os Astros, nós os dominamos e transformamos nossas vidas como nós desejarmos.
A maior parte da Humanidade segue a correnteza e age de acordo com as tendências implantadas pelas influências astrais. Portanto, um astrólogo pode prever o que farão com uma precisão admirável. Mas quanto mais um homem ou uma mulher vive a vida espiritual (ou seja, prioriza a espiritualidade na vida cotidiana dele ou dela), mais se torna um fator a ser levado em consideração, e as previsões do astrólogo falharão, no que lhe concerne, na medida em que atingir esse nível de espiritualidade.
Os Astros (o Sol, a Lua e os Planetas) são nossos auxiliares na evolução. Eles não são corpos mortos de matéria, mas sim corpos vivos, pulsantes e vibrantes de Grandes Inteligências Espirituais chamadas, na Religião Cristã, de os Sete Espíritos diante do Trono. À medida que mudamos, a influência deles sobre nós também muda, mas não escapamos dessa influência pelo simples fato da morte. Quando a aurora de uma nova vida despontar para nós, despertaremos com um novo horóscopo, e se tivermos buscado o crescimento espiritual, ter aprendido as lições que os Anjos Astrais nos ensinaram na vida passada, teremos novos Aspectos e novas posições astrais para nos auxiliar ainda mais no Caminho de Evolução. Por outro lado, se tivermos lutado inutilmente para não aprendermos as lições, nos rebelando ou resistindo a dores e os infortúnios provocados justamente pela nossa teimosia, descobriremos que as pressões serão maiores, que estaremos sob influências mais fortes e restritivas, de modo que, no fim, teremos que aprender as lições nessas condições piores do que nas vidas passadas. Assim, quanto mais rápido aprendermos, melhor para nós.
(Pergunta nº 161 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Volume I – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
Resposta: Supomos que esta pergunta se refere ao tratamento magnético[1] para doenças e enfermidades, e podemos dizer que esse método de cura consiste inteiramente em remover vibrações de doenças e enfermidades por absorção dessas no corpo do (a) curador (a), que deve ter vitalidade suficiente para se livrar delas ou ele, também, ficará doente. Isso já foi explicada anteriormente em nossa literatura, mas, se for analisada sob outro ângulo, poderá se tornar interessante ou instrutiva.
Quando alguém observa com a visão espiritual uma pessoa doente ou enferma, o Corpo Vital do paciente parecerá franzino, magro ao extremo e pálido em proporção dos estragos causados pela doença ou enfermidade. Não há linhas radiantes do Corpo Vital saindo dele como quando seu Corpo Denso está são, mas há uma emanação doentia em forma de redemoinhos e curvas suspensos junto ao Corpo Denso. Ao invés dessas linhas serem de uma cor roxa-rosada, geralmente são de uma cor cinza-opaco na maioria das partes, e o lugar particularmente atingido pela doença ou enfermidade está envolvida em algo parecido a uma massa gelatinosa de cor preta. Isso é que poderíamos chamar de vibrações da doença ou enfermidade, e quando a pessoa recebe um tratamento de cura magnética, é essa massa preta gelatinosa e venenosa que é absorvida pelas mãos do (a) curador (a). Quando o (a) curador (a) a joga fora, por exemplo por um movimento vigoroso dos braços, ela cai no chão e afunda. Então, se o paciente se aproximar do local onde essa massa está caída, ele a reabsorverá. Portanto, o autor costuma sempre lançar essas emanações pela janela ou numa lareira, onde elas possam ser queimadas. Assim, elas não podem causar mais danos.
Mas, já que estamos abordando esse assunto, talvez seja útil abordar outro aspecto dessa questão, assim como o método de cura. Enquanto uma parte do Corpo Denso está doente, ele gera aquela substância venenosa que pairando sobre essa parte e impede que as correntes do Corpo Vital fluam através dela. O que o (a) curador (a) magnético faz é simplesmente limpar essa parte do Corpo Denso, temporariamente e, assim ele (ela) abre caminho para o influxo das correntes vitalizadoras e promotoras da saúde. O alívio, geralmente, é temporário, pois a parte fraca e doente ou enferma continua a produzir esses miasmas, como o chamamos, de que modo que em breve o (a) curador (a) magnético terá que agir novamente. Isso continua até que as correntes vitais do próprio paciente, finalmente, se tornem suficientemente fortes para elas próprias dominarem e expulsarem essa substância venenosa, limpando assim a parte doente ou enferma do Corpo Denso. Então, a saúde é restabelecida.
O osteopata enfoca o assunto por um ângulo oposto, manipulando os nervos, que são as avenidas para as correntes vitais. Isso fortalece essas correntes que começam a dispersar o miasma que está na parte afetada do Corpo Denso. No entanto, geralmente, são necessários uma série de tratamentos para que a saúde se restabeleça, porque o miasma venenoso bloqueia novamente os nervos, logo após o osteopata cessar as suas manipulações. Portanto, parece ao autor, embora ele nunca tenha tentado isto, que uma combinação dos dois métodos – a abertura das correntes nervosas fortalecendo-as por meio dos tratamentos osteopáticos e, ao mesmo tempo, a remoção do miasma venenoso pela cura magnética, tendo o cuidado de queimá-lo ou descartas os eflúvios miasmáticos – facilitaria maravilhosamente o tratamento da doença ou da enfermidade.
(Pergunta número 43 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
[1] N.R.: vamos revisar o que a cura magnética segundo os Ensinamentos Rosacruzes: estudando o magnetismo devemos ter presente que tratamos de uma energia invisível, e o melhor que podemos fazer é explicar a forma em que se manifesta no Mundo Físico, como fazemos quanto tratamos de qualquer outra força. O Mundo Físico é o Mundo dos efeitos; as causas permanecem ocultas a nossos olhos embora estejam mais próximas de nós do que nossos pés e nossas mãos. A força encontra-se ao nosso redor, sempre invisível, somente perceptível pelos efeitos que produz.
Por exemplo, se tomamos um prato cheio de água e a deixamos congelar podemos ver miríades de cristais de gelo, formosas figuras geométricas. Estas figuras mostram as linhas de força ao longo das quais se congelou a água. Estas linhas estavam presentes antes que a água se congelasse, mas permaneciam invisíveis até que se produzissem as condições necessárias para sua manifestação.
Da mesma maneira existem linhas de força que se produzem entre dois polos de um ímã. Não são vistas nem sentida, até colocarmos limalha de ferro próximo a elas: a limalha formará então determinada figura geométrica. Estabelecendo as condições necessárias podemos fazer com que as linhas de força da Natureza mostrem seus efeitos movendo nossas carruagens, levando nossas mensagens a milhares de quilômetros de distância, etc., mas a força em si, está sempre invisível. Sabemos que a força magnética passa em ângulo reto com a corrente elétrica que lhe dá origem; conhecemos a diferença entre as manifestações das correntes elétricas e das magnéticas, que dependem uma da outra, mas jamais vimos nenhuma delas, embora ambas sejam os servos mais valiosos que possuímos atualmente.
O magnetismo pode ser dividido em magnetismo mineral e magnetismo animal, embora, na realidade, seja um só. Mas o primeiro tem muito pouca influência sobre os tecidos animais e o segundo é, geralmente, impotente quando age sobre os minerais.
O magnetismo mineral deriva diretamente da pedra ímã que se emprega para magnetizar o ferro. Este processo dá ao metal, assim tratado, a propriedade de atrair o ferro. Esta espécie de ímã é muito pouco empregada porque seu magnetismo se dissipa gradualmente e, além disso, é muito fraco em relação ao volume, principalmente porque a força magnética não pode ser controlada como nos chamados “ímãs permanentes”.
O “eletroímã” é também um ímã “mineral”. Consiste simplesmente em uma peça de ferro envolvida por inúmeras voltas de arame. A força deste ímã varia em proporção ao número de voltas do dito arame e a intensidade da corrente elétrica que passa por ele.
A eletricidade está em toda parte ao nosso redor em estado difuso, não se podendo utilizar com fins industriais até que tenha sido comprimida e forçada a passar pelos cabos elétricos mediante poderosos eletroímãs. Para termos eletricidade é indispensável, em primeiro lugar ter magnetismo. Antes de pôr-se em marcha um gerador elétrico, seus “campos”, que não são mais do que eletroímãs, têm que ser magnetizados. Se assim não for, é inútil girá-lo o tempo que se quiser pois jamais gerará corrente nem para acender uma lâmpada nem para levantar um grão de areia. Tudo depende de que exista primeiramente o magnetismo. Depois que o magnetismo tenha estabelecido, sempre deixa um resíduo quando se para o gerador. Esse resíduo é chamado de “magnetismo residual” e serve de núcleo de força inicial para reativar o magnetismo toda vez que se põe novamente em marcha o gerador.
Todos os Corpos Densos do Reino humano, Reino animal e do Reino vegetal são apenas minerais transformados. Todos procedem inicialmente do Reino mineral, em primeiro plano e a análise química dos Corpos das plantas, dos animais e do ser humano demonstra esse fato além de qualquer dúvida. Demais, sabemos que as plantas obtêm seu sustento do solo mineral e tanto o ser humano como o animal comem minerais ao ingerirem as plantas como alimento. Mesmo quando o ser humano, como os animais, está absorvendo minerais compostos, obtendo assim do alimento tanto as substâncias minerais como a força magnética que contêm.
Vemos esta força manifestando-se no sangue como “hemoglobina”, ou seja, a substância vermelha corante do sangue que atrai o oxigênio dador da vida, quando se põe em contato com ele nos milhões de diminutos vasos capilares dos pulmões, levando-o consigo por todo o Corpo, através desses vasos capilares que unem as artérias e veias. Por que é assim?
Para podermos compreender isso temos que nos familiarizar um pouco mais com a forma pela qual o magnetismo se manifesta no uso industrial.
Sempre há dois campos magnéticos ou um múltiplo de dois no gerador ou motor, sendo cada “campo” alternado: um “polo norte” e outro “polo sul”. Se queremos ligar dois ou mais geradores em “múltiplo” e forçar a eletricidade gerada no mesmo cabo condutor, o primeiro requisito é que as correntes magnéticas nos respectivos campos magnéticos corram na mesma direção.
Não sendo assim, eles não correndo juntos, gerariam correntes indo em direções opostas e queimariam os fusíveis, que servem de proteção. Isso ocorreria porque os polos de um gerador, que deveriam atrair, se repelem e vice-versa. A solução consiste em trocar os terminais dos cabos que magnetizam o campo. A corrente magnética de um gerador se tornará idêntica à do outro e eles correrão suavemente juntos.
As mesmas condições regem a cura magnética. Ao nascer as forças dos Astros impregnaram cada um de nós com certa intensidade vibratória ou polaridade magnética que constitui o nosso “batismo astral” ao inalarmos nosso primeiro alento. Esta característica vibratória vai-se modificando durante nossa peregrinação pela vida, mas o impulso inicial permanece impassivelmente o mesmo e, portanto, o horóscopo natal é o que retêm o maior poder vital na existência para determinar nossas simpatias e antipatias, assim como todas as demais coisas. Na realidade, seu pronunciamento é muito mais seguro do que nossos gostos e desgostos conscientes.
Algumas vezes encontramos pessoas das quais aprendemos a gostar mesmo que nos deem a sensação de exercerem uma influência prejudicial sobre nós que não podemos explicar e que, portanto, procuremos nos afastar delas. Uma comparação do seu horóscopo com o nosso revelará logo a razão e se somos bastante sábios para escutar sua advertência, logo a seguiremos pois do contrário, tão certo como os Astros girarem em torno do Sol, viveremos para lamentar nossa negligência em não obedecer ao que “está escrito”.
Todavia, existem também muitos casos em que não sentimos antipatia nenhuma por certas pessoas, embora o horóscopo a revele e se examinarmos os Signos comparando ambos os horóscopos, podemos nos sentir inclinados a confiar em nossos sentimentos mais do que nos prognósticos dos Astros dos horóscopos. Mas isso também nos trará atribulações, porque a polaridade astral se manifestará a seu tempo, a menos que ambas as partes sejam suficientemente evoluídas para dominar seus Astros, pelo menos até certo ponto. São poucas as pessoas que se encontram nessas condições. Se utilizarmos nossos conhecimentos astrológicos para comparar os horóscopos, pelo menos das pessoas que se ponham em contato com nossas vidas, poderemos evitar a nós e a elas muitos desgostos. Isto é particularmente aconselhável acerca do profissional de saúde e dos seus pacientes e, sobretudo, a respeito da pessoa com quem se pretende contrair matrimônio.
Quando alguém está enfermo ou doente a resistência orgânica está no mais baixo nível e, por esse motivo, não está em condições de resistir às influências externas. Daí terem as vibrações do (a) curador (a) um efeito irresistível e embora esteja animado dos propósitos mais altruístas, desejando verdadeiramente influir em benefício do paciente, se os Astros lhe são adversos no momento do nascimento, seu magnetismo pode ter um efeito prejudicial sobre o paciente. Por este motivo é necessário que todo (a) curador (a) tenha um bom conhecimento de Astrologia e da Lei de Compatibilidade, pertença aos que curam por magnetismo ou à escola de profissionais de saúde, porque estes últimos também infundem suas vibrações magnéticas na aura do paciente e ajudam ou obstaculizam, conforme a harmonia e sintonização que exista com a polaridade planetária do enfermo.
Resposta: Se lermos nas entrelinhas dessa pergunta, percebermos duas dificuldades muito comuns na prática da Osteopatia[1] e aos métodos semelhantes de tratamento pela imposição das mãos. Nesse processo há duas operações distintas. Uma, alguém está retirando do paciente algo que é venenoso e prejudicial, provocador da doença ou enfermidade; a outra, onde há uma liberação da força vital realizada pelo próprio profissional de saúde. Todos que já realizaram esse tipo de trabalho sabem disso, porque isso foi e é sentido por todos que obtiveram sucesso por essa forma. Agora, a menos que o profissional de saúde ou o (a) curador (a) esteja transbordando de uma saúde radiante, duas coisas podem acontecer: ou o miasma humano retirado do paciente poderá sobrecarregá-lo tanto que, para usar uma expressão comum, “eles passam a assumir o estado” do paciente; ou ao transmitirem uma quantidade expressiva da sua própria energia vital, ficarão completamente esgotados. Ambas as condições podem se combinar e, então, chega um dia em que o profissional de saúde ou o (a) curador (a) fica completamente esgotado e é forçado a descansar.
Os “curadores magnéticos”[2], que são francamente não científicos, muitas vezes escapam da primeira condição mencionada acima “liberando o magnetismo”, como dizem, mas todos estão sujeitos a um completo esgotamento. Isso é algo do qual ninguém pode escapar, salvo aquele que consegue ver os eflúvios etéricos que ele absorve e o fluido vital que ele transmite. A maioria das pessoas atua como vampiros, quando está doente, e quanto mais fortes e robustas elas são normalmente, piores costumam se tornarem, quando a doença ou enfermidade as derruba na cama. Eu nunca fiquei tão doente como fiquei depois de ter tratado uma pessoa muito grande e forte que sofria de uma inflamação intensa dos rins e estava acamado por mais de duas semanas. Foi terrível assistir a sua agonia, e eu me entreguei completamente, chegando a um estado de esgotamento total. O paciente, no entanto, levantou-se na manhã do dia seguinte melhor do que nunca. Ele tinha a minha vitalidade, e eu absorvi a doença dele ou, pelo menos, os eflúvios dela, e levei três dias para me livrar dela. Isso foi, é claro, antes de que eu conseguisse adquirir a visão espiritual.
Desde então, adquiri um conhecimento considerável nessa área, e o consulente encontrará a seguinte indicação valiosa para manter longe essas condições indesejáveis: primeiro, fixe o seu pensamento firmemente de tal maneira que você não permitirá que o eflúvio miasmático que sai do corpo do paciente penetre em seu corpo além do cotovelo. Segundo, quando estiver administrando o tratamento, se afaste do paciente de vez em quando e lave as suas mãos, se possível, em água corrente; mas, de qualquer maneira, lave-as em água sempre e troque a água tantas vezes quanto possível. A água tem um efeito duplo. Em primeiro lugar, o eflúvio miasmático saindo do corpo do paciente tem uma afinidade com a água. Em segundo lugar, a umidade que fica em suas mãos permite que você expulse o miasma do paciente numa quantidade maior do que conseguiria de outra forma.
Isso ocorre pelo mesmo princípio: se você pegar os eletrodos de um acumulador elétrico (p.exe., uma bateria) e colocá-los na água, verá que o efeito da eletricidade se intensifica muitas vezes mais se tentar tocar na água.
O mesmo acontece com você: você é o acumulador elétrico no caso e, estando suas mãos umedecidas, o miasma será atraído para você numa intensidade muito maior do que de outra forma. Se as condições forem tais que você não consiga obter água, você pode tentar dissipar o magnetismo, mas é preciso ter cuidado, porque quando lançamos o magnetismo para fora, ele é atraído para a Terra, por estar sujeito à gravidade. Para a visão espiritual, é um fluido escuro, ou melhor preto, gelatinoso. Ele permanece no solo brilhante e tremendo. Se, agora, o paciente aliviado se levantar da cama onde o tratamento foi feito e for para o local onde esse magnetismo foi jogado fora, o miasma entrará novamente no corpo dele e ele ficará em piores condições do que antes de você ter iniciado o tratamento. Portanto, o melhor procedimento é lançar esse miasma para fora da janela, ou ainda melhor, colocá-lo numa lareira e queimá-lo.
Do que foi exposto acima, fica evidente que essa imposição das mãos é algo que não deve ser praticado indiscriminadamente por ninguém não tenha sido treinado em das várias escolas adequadamente equipadas de Osteopatia, Quiropraxia, etc. Na Escola Fraternidade Rosacruz, os Probacionistas, ativos e que levam vidas dignas e retas são treinados sob a orientação especial dos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz.
(Pergunta número 42 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
[1] N.T.: A osteopatia é um sistema de tratamento que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, utilizando técnicas manuais para aliviar dores, corrigir disfunções e restaurar o equilíbrio do corpo, com foco na abordagem holística (a consideração do corpo como um todo, reconhecendo a interconexão entre os diferentes sistemas e tecidos) do paciente.
[2] N.T.: “curadores magnéticos” ou “magnetizadores” são indivíduos, usando técnicas do Espiritismo, que, através da manipulação de fluidos magnéticos, exercem uma ação curativa, seja por si ou por meio de um médium, reequilibrando o ser humano.
Não há problema mais difícil do que ensinar às crianças os mistérios da vida de uma maneira inteligível para elas. Suas Mentes nascentes encontram os fatos da vida com um interrogatório ansioso quanto ao seu significado, e elas ficam perplexas diante das tragédias da existência com uma agudeza de sentimento que pouco percebemos, porque aprendemos a aceitar a tristeza, o sofrimento e a morte como parte da vida e paramos de buscar uma solução.
Ou, se fomos suficientemente exercitados no assunto para tentar resolver o enigma da vida, as explicações que satisfazem nossas almas são muito abstrusas para resolver a questão nas Mentes de nossos filhos; então, recuamos do trabalho e da responsabilidade de ensiná-los. Além disso, a maioria de nós não tem a capacidade de fazer a criança entender. Estudemos a história abaixo, pois ela é como uma dádiva de Deus para nos capacitar naquela direção, pois não há campo mais frutífero na “Vinha do Cristo” do que o canto das crianças:
“Mamãe querida, o que você fez com o nosso bebê?”, foi meu filho Billy que se dirigiu a mim dessa forma, e quando ele estava se aproximando do quinto ano, ele começou a sentir o direito de proteger as crianças mais fracas e mais novas. Eu estava sentada na cadeira de balanço no meu quarto costurando algumas roupinhas para ele e seu irmão John e meus joelhos serviram de apoio para seus cotovelos enquanto ele falava, procurando meu rosto ao mesmo tempo com seus olhos.
Nesse momento, John entrou de repente e, com seu jeito magistral, informou: “Mãe, nós espiamos o quarto da bebê quando a porta estava aberta e não vimos a irmãzinha no berço”.
“Sim”, continuou Billy, retomando a narrativa, “nós fomos até a varanda para ver se ela estava no carrinho, mas ela também não está lá”. “Onde ela está, mãe?” interpôs John.
“Nós vimos a enfermeira no corredor e contamos a ela e ela disse para perguntar à mamãe”. “E”, continuou Billy, cujo coração era tão terno quanto grande, “querida mãe, tenho certeza de que a enfermeira tinha lágrimas nos olhos! Por que, mamãe?”.
Havia lágrimas na borda de seus olhos naquele momento, mas como eu poderia contar aos meus preciosos meninos onde estava o nosso bebê? Como eu poderia entristecer duas vidas jovens com o pensamento da morte? A irmãzinha tinha ficado conosco apenas dois meses, mas aqueles meses tinham sido cheios de sofrimento. Ela esteve sob os cuidados da nossa própria enfermeira, pois eu ficara doente recentemente e não pude cuidar dela; as crianças tinham o hábito de ir, na ponta dos pés, até a porta do berçário muitas vezes ao dia para perguntar sobre ela.
“Mãe, onde está a nossa bebê?”, persistiu Billy. A empregada entrou no quarto nesse momento e anunciou que a Sra. Jones queria me ver. “Por favor, peça para ela vir aqui”, respondi.
A Sra. Jones era professora na escola dominical que nossos pequenos frequentavam. Essa escola em particular não era denominacional, mas atraía membros de todas as fontes. Eu a saudei com alegria, acreditando que ela pudesse me ajudar nesta situação desconcertante. Ambos os meninos a amavam e, enquanto corriam para encontrá-la, contaram seus problemas, gritando em uníssono: “Sra. Jones, nossa bebê está perdida! Não conseguimos encontrá-la em qualquer lugar”.
“Alguém me disse isso”, respondeu a Sra. Jones, “e é por isso que eu vim”.
“A Sra. Jones vai encontrá-la”, anunciou John, seu rosto estava radiante de confiança.
“Mas você sabe onde ela está?”, perguntou o mais pensativo Billy.
“Sim, certamente sei”, veio a resposta, e pensei que vocês, meninos, e a mãe gostariam de saber”.
Enviei uma prece de gratidão por esse alívio, pois sabia agora que só precisasse esperar e ouvir.
“Oh, diga-nos rápido, vamos!”, insistiu John.
“Bem, venha e sente-se calmamente, pois é uma longa história. Você quer saber para onde ela foi, não é, queridos? Para onde você vai todas as noites quando vai dormir, só isso”. “Eu nunca vou a lugar algum quando estou dormindo”, afirmou John.
Mas Billy acrescentou suavemente: “Ah, eu costumo ir a jardins tão lindos quando estou dormindo… E brinco com muitas outras crianças. A babá uma vez me disse que deve ser o Paraíso”.
“Esse é um nome muito bom”, respondeu a Sra. Jones, calorosamente, “toda noite sua mãe lhe dá um beijo de boa noite e você está tão aconchegado e aquecido que simplesmente deixa seu corpinho tão confortável e voa para brincar com outras crianças, que também deixaram seus corpos na cama. E se você tem uma dor de cabeça, de garganta ou qualquer coisa que o machuque muito antes de ir para a cama, a parte adorável disso é que, assim que você sai do seu corpo, você deixa tudo isso com ele na cama e fica tão bem e forte brincando no Céu que, quando volta para cama de manhã e entra em seu corpinho, você percebe que sua dor de cabeça desapareceu ou sua dor de garganta está mais fraca”.
Os meninos ouviam e olhavam com muita atenção, pois para eles isso era melhor do que um conto de fadas.
“Eu me lembro”, disse Billy, “de uma vez que eu tive dor de garganta por dois ou três dias e não conseguia dormir; então o médico me deu uma coisa horrível para tomar”.
“Sim”, concordou John, “eu lembro que você estava quase tão doente quanto a irmãzinha”.
“Ah, não!”, respondeu a Sra. Jones, gravemente, “sua irmãzinha estava muito mais doente do que você. Ela estava tão doente que mal conseguia ficar em seu corpinho e um dia ela não retornou a ele porque não tinha forças para entrar”.
“Ah, ela não vai voltar? Não a veremos de novo?”, ambos interromperam em uma só voz que ameaçava se quebrar pelas lágrimas que brotavam em seus olhos. “Claro que vão”, continuou a Sra. Jones.
“Eu não disse que ela foi para o lugar aonde você vai toda noite? Talvez você brinque com ela e não a conheça, pois ela não é um bebê doentinho e magrinho que chora muito, mas uma garotinha alegre, capaz de se movimentar e brincar. Você sabe quais são os brinquedos dela? Eu sei que você nunca vai adivinhar, então eu vou contar. Brinquedos com as cores mais lindas, iguais ao arco-íris que a mamãe lhe mostrou no céu esta manhã. Todas as suas flores e seus livros são pintados com aqueles lindos tons e o tempo todo uma doce música é ouvida para ensiná-la a fazer as coisas muito mais rápido do que aprenderia em livros ou salas de aula; eu acredito que nem mesmo sua mãe saiba dizer quem está ensinando tudo isso para ela”.
A Sra. Jones olhou para mim de modo interrogativo, mas eu só consegui balançar a cabeça.
“É sua mãe”, ela disse, olhando gentilmente para mim. “É sua avó, meninos, que foi embora uma noite no inverno passado quando a geada chegou. Lembro que o médico disse que ela estava com pneumonia — seu corpo ficou tão cansado e desgastado que ela não conseguiu voltar. Todos nós gostaríamos que ela ficasse conosco por mais tempo, mas não pôde permanecer. Então, quando a irmãzinha também foi para lá, ela cuidou dela e está ensinando todas aquelas belas lições”.
“E a irmãzinha voltará algum dia?”, perguntou Billy, gentilmente.
“Sim, com certeza; mas ela precisa aprender algumas lições primeiro. Aprender como construir um corpo melhor — um que ela possa usar por muitos anos para não ter que deixá-lo depois de alguns meses como este. E a vovó vai voltar depois de um tempo também, sem reumatismo e sem tosse”.
“Não será ótimo?”, interrompeu John, entusiasmado, “os dois voltarão como bebês e terão que procurar um pai e uma mãe que cuidem deles”.
“Que engraçado”, acrescentou o pensativo Billy, “tivemos que procurar uma mamãe e um papai quando éramos bebês?”.
“Sim, de fato. Um dos Anjos gentis lhe mostrou alguns pais e mães e você escolheu seu próprio papai e mamãe”.
“Estou feliz por ter escolhido essa mamãe”, disse Billy, escondendo o rosto no meu colo, “não é, John?”.
“Sim”, respondeu seu irmãozinho, “e estou feliz também por você ter escolhido a mesma mamãe que eu. Imagine, Bill, se você tivesse escolhido outra mamãe e que fosse longe daqui”.
Então, quando eles saíram correndo para brincar e a Sra. Jones se despediu; eu a incentivei a voltar e nos contar mais sobre aqueles Mundos Celestiais.
E naquela noite, quando dei um beijo e um desejo de “boa noite” afetuosos aos meus filhos, eles me disseram que veriam a irmãzinha e vovó.
“E eu vou tentar me lembrar disso quando acordar”, disse John.
(de Max Heindel, publicado na Revista Rays from the Rose Cross de julho/1916 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)
A cruz é o símbolo oculto da vida humana em sua relação com as correntes vitais. O madeiro vertical superior nos representa, o ser humano, que recebemos a energia solar verticalmente e a Força Crística do interior da Terra. O madeiro horizontal configura o corpo animal, por cuja espinha dorsal perpassa as correntes circulantes pelo nosso Planeta. O madeiro vertical inferior simboliza o Reino vegetal.
A cruz representa o conflito entre as duas naturezas aludidas por S. Pedro quando nos ensinou (IPd 2:1): “Eu vos rogo que vos abstenhais dos desejos carnais que lutam contra a alma”. Sob tal ponto de vista são muito significativas as palavras de Cristo: “Se alguém quiser vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Lc 9:23).
É comum ouvir falar de sofrimentos, de alguma limitação física ou alguma dura experiência como uma “cruz” que se carrega. Em certo sentido a comparação é exata, se a aflição é causada por outrem. Como exemplo podemos citar o sofrimento do Cristo pela Humanidade, seu confinamento a um mundo de baixa vibração, como o nosso.
Que comparação podemos estabelecer entre essa limitação do Mestre e os nossos pesares, por grandes que sejam? No entanto, recebemos nossa cruz em proporção as nossas forças. Mas, a cruz que tomamos após Cristo é a mesma vida terrestre que lhe dedicamos no serviço amoroso e desinteressado (portanto, o mais anônimo possível) focado na divina essência oculta nos irmãos, nas irmãs e em nós – que é a base da Fraternidade.
A doença ou enfermidade pode nos deixar preocupados, porém, se constitui uma parte de nossa cruz, chega a se converter em benção, até a saúde se refletir no Corpo Denso.
Nestes conturbados dias, quem serão aqueles que tomarão a sua cruz e seguirão o Mestre amado?
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – julho/1976 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Resposta: Do ponto de vista físico, a paralisia é causada pelo fato de o Corpo Vital debilitar-se de modo a obstar o fluxo da Força Vital Solar dos nervos para os músculos do Corpo Denso. Sabemos, todavia, que as condições físicas sempre resultam de causas espirituais.
A causa de muitas doenças e enfermidades é determinada pela natureza da própria doença ou enfermidade. A paralisia incapacita uma pessoa a movimentar partes de seu Corpo Denso, parcial ou inteiramente. Geralmente nós padecemos daquilo que fizemos, previamente, os outros sofrerem. Portanto, no caso de alguém ser paralítico, podemos presumir que, no passado, contribuiu, de alguma forma, para a paralisia de outros. Em outras palavras: ele ou ela, de alguma maneira, impediu a que outros fizessem uso de suas faculdades naturais.
Quando tudo nos corre bem, estamos propensos a ficar satisfeitos com a vida e pouco inclinados a pensar nas necessidades alheias. Por outro lado, quando nos deparamos padecendo de algum mal físico, provavelmente, começaremos a manifestar sentimento de amor e solidariedade em relação ao próximo. Limitados ou incapacitados, sofrendo dores, principiamos a dar-nos conta das atrocidades outrora cometidas, pelas quais infligimos sofrimentos a outrem.
Assim, as aflições nos ensinam preciosas lições espirituais. Se as aceitamos, esforçando-nos em aprendê-las, ascenderemos a um mais elevado estado de consciência, cuja característica básica traduz-se em amor e compaixão a todos as criaturas.
Astrologicamente, a paralisia é determinada, principalmente, por Aspectos adversos de Urano e Netuno em Leão e Aquário. Outras indicações incluem: Sol ou Mercúrio com Aspectos adversos, em Sagitário; Saturno com Aspectos adversos em Áries; Saturno com Aspectos adversos com o Sol ou a Lua; Saturno com Aspectos adversos no Ascendente ou na 6ª Casa.
(Publicada na Revista Serviço Rosacruz – 02/1978-Fraternidade Rosacruz-SP)
Dá-se o nome de Astrodiagnóstico a ciência e arte de obter conhecimentos a respeito das doenças e enfermidades e suas causas, bem como os meios de evitá-las ou curá-las pelas indicações astrológicas. Aliás, o tratamento das doenças e enfermidades é o melhor dos empregos que se pode dar à Astrologia Rosacruz.
Quando alguém se vê acometido de alguma doença ou enfermidade, as crises podem ser previstas no horóscopo, e por seu intermédio é possível acompanhar sua marcha, de maneira que os momentos propícios à cura sejam aproveitados. Assim, o tratamento se revestirá de maior eficácia. E, se não se puder fazer muitos progressos, devido às condições astrais adversas, pelo menos há possibilidade de se prever as modificações.
O Astrodiagnóstico, pelo seu caráter abrangente e profundo, pode ser denominado de “a ciência de prevenir as doenças ou enfermidades, pois é possível fazê-lo”.
O método tradicional de diagnosticar pelos sintomas não oferece muita segurança. Hoje se acrescentaram os exames por meio de muitas máquinas, o diagnóstico pela íris, as análises de sangue e urina e muitos outros. O mais prático, entretanto, é detectar as tendências e os estágios latentes para evitar a manifestação da doença ou enfermidade.
As doenças latentes estão indicadas pelas configurações adversas no horóscopo. Se os pais conhecem Astrologia Rosacruz a respeito das tendências de seus filhos, então poderão ajudá-los de modo a evitar que as doenças ou enfermidades se manifestem.
Todavia, se as mesmas tendências a transgredir as Leis Naturais (as Leis de Deus) remanescem nesta existência, constituirão os pontos débeis a merecer uma atenção toda especial. Primeiramente surgem os sintomas, como indícios de que a doença ou enfermidade se encontra em vias de se materializar (tronar-se uma doença ativa), pois se expressa, inicialmente, no Corpo Vital. Quando se provocam os Aspectos adversos (Quadratura, Oposição e algumas Conjunções) e a doença ou enfermidade aparece, as posições progredidas dos Astros ensejam o estabelecimento de um quadro completo do caso.
Num horóscopo, a natureza física é indicada pelo Ascendente, pela posição e Aspectos do governante e suas configurações. A análise da Sexta Casa é muito importante, pois ela rege a saúde, as doenças e enfermidades. Uma visão mais profunda dessas facetas do tema astrológico nos facilita compreender melhor a natureza da doença ou enfermidade, e o modo de removê-la ou contemporizá-la em estado latente. Devemos, também, atentar para o papel que o irmão ou a irmã doente ou enfermo (a) deve desempenhar, colaborando no trabalho de Cura Rosacruz ou de prevenção. Aí entra sua disposição física e tendências morais, marcadas pela posição do Sol e outros pontos do horóscopo. Se o irmão ou a irmã doente ou enfermo não quiser fazê-lo, não há como curá-lo (a), pois o livre arbítrio deve ser sempre respeitado.
O Astrólogo Rosacruz, quando levanta um horóscopo com o objetivo de curar a doença ou a enfermidade de um irmão ou de uma irmã, ele procura fazê-lo como oportunidade de esclarecer e ajudar o doente ou enfermo (a), levando em conta a mensagem global do horóscopo.
Na literatura Rosacruz, encontramos duas obras de suma importância como excelentes fontes de conhecimentos sobre este assunto: Rosacruz encontra duas obras de suma importância como excelentes fontes de conhecimentos sobre este assunto: Astro-diagnose: Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel – Fraternidade Rosacruz e A Mensagem das Estrelas – Max Heindel e Augusta Foss Heindel – Fraternidade Rosacruz. Essas obras, somadas à dedicação do Estudante Rosacruz em fazer os Cursos de Astrologia Rosacruz (quando, então, potencializam o uso do conhecimento dessas obras) o a ajudarão a torná-lo um Auxiliar Visível Consciente dos mais eficazes e dar um imenso passo ao objetivo de se tornar um Auxiliar Invisível Consciente.
(Publicado na Revista ‘Serviço Rosacruz’ – janeiro/1982 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Sempre 3 meses à frente para você se programar:
*Se você está doente e entende que precisa de ajuda, recorra ao Método de Cura Rosacruz, já utilizado por milhares de pessoas.
O processo começa com o preenchimento de um Formulário que deve ser preenchido com caneta à base de tinta nanquim LÍQUIDA.
As instruções detalhadas se encontram aqui: https://fraternidaderosacruz.com/category/cura/formulario-para-solicitacao-de-auxilio-de-cura-fraternidade-rosacruz/
**Se você conhece alguém que esteja doente e quer ajudá-la começa por oficiar o Ritual Devocional do Serviço de Cura nas Datas de Cura. As instruções detalhadas se encontram aqui: