Resposta: Os dois principais ensinamentos para auxiliar a Humanidade e solucionar seus problemas de vida encontram-se na compreensão da Lei de Causa e Efeito e no conhecimento da Doutrina do Renascimento.
Essas duas Leis contêm os princípios vitais que são da mais alta importância para todos. A Lei de Causa e Efeito nos ensina que estamos onde estamos por causa das nossas ações passadas e não porque alguém seja o responsável. Se não gostamos de nosso ambiente de então, podemos, certamente, mudá-lo tão cedo tenhamos aprendido as lições que ele contém. A vida não é algo sem esperança. Tão cedo estejamos aptos para um novo ambiente, ele se apresentará. A vida é um processo ativo. Devemos estar amplamente despertos e alertas, prontos a tirar a vantagem em cada oportunidade apresentada e sempre ávidos em aprender as lições nela contidas.
O conhecimento da Doutrina do Renascimento nos revela a justiça perfeita do grande plano cósmico. Os nossos “hoje” são os resultados dos nossos “ontem” (ou vidas passadas), os nossos “amanhã” (vidas futuras) dependem dos nossos “hoje”. Sempre existem oportunidades à nossa frente. Fizemos de nós aquilo que somos e podemos, no devido tempo, fazer de nós mesmos aquilo que gostaríamos de ser.
Podemos, sozinhos, desenvolver as potencialidades do Deus interno. Outros poderão indicar o método, porém, devemos fazer o trabalho, uma vez que o renascimento nos oferece repetidas oportunidades. Aqueles que amamos em uma vida não somente encontraremos entre as vidas nos Mundos celestes, mas, também quando retornamos a Terra. Ao crescermos na graça, cessaremos de ter inimigos, em virtude de nos tornarmos demasiados grandes para abrigar a inimizade. Amaremos sempre, sejamos retribuídos ou não. Basicamente esse amor atrai os outros nos laços de saúde e confiança.
Com o conhecimento dessas duas grandes Leis (de Causa e Efeito e de Renascimento) vamos, gradualmente, aprendendo a solucionar todos os problemas que se nos deparam e a vida se torna uma alegria.
(Publicado na Revista: Serviço Rosacruz – novembro/1967 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Resposta: A história do Evangelho, como geralmente é lida pelas pessoas nas igrejas, é apenas a história de Jesus, um personagem único, o Filho de Deus em um sentido especial, que nasceu em Belém, viveu na Terra pelo curto espaço de trinta e três anos, morreu pela Humanidade, depois de muito sofrimento e agora é permanentemente exaltado à direita do Pai. De lá, eles esperam que Ele retorne para julgar os vivos e os mortos, e celebram seu nascimento e sua morte em determinadas épocas do ano, porque se supõe que tenham ocorrido em datas definidas, iguais ao aniversário de, por exemplo, Lincoln[1], Washington[2] ou da Batalha de Gettysburg[3].
Embora essas explicações satisfaçam as multidões, que não são se aprofundam muito em suas investigações sobre a verdade, há outro ponto de vista que é muito evidente para o Místico. Essa é uma história de amor divino e sacrifício perpétuo que o enche de devoção ao Cristo cósmico, Aquele que nasce periodicamente para que possamos viver e ter a oportunidade de evoluir neste ambiente, poie o Místico compreende, a partir dessa perspectiva, que sem esse sacrifício anual recorrente essa Terra e suas atuais condições de progresso seriam impossíveis.
No momento em que o Sol está no Signo celestial de Virgem, a virgem, ocorre a Imaculada Concepção. Uma onda de luz e vida solar do Cristo se concentra na Terra. Gradualmente, essa luz penetra cada vez profundamente na Terra, até que o ponto mais profundo seja alcançado na noite mais longa e escura do ano, que chamamos de Natal. Este é o nascimento Místico de um impulso da Vida Cósmica que impregna e fertiliza a Terra. É a base de toda a vida terrestre. Sem ele nenhuma semente germinaria, nenhuma flor apareceria na face da Terra, nem o ser humano e nem os animais poderiam existir, e a vida logo se extinguiria. Portanto, há de fato uma razão muito, muito válida para o regozijo que é sentido na época do Natal. Como o Autor Divino do nosso ser, nosso Deus-Pai Celestial, deu o maior de todos os presentes ao ser humano, o Filho, assim, os seres humanos também são impelidos a dar presentes uns aos outros. Reinam na Terra a alegria jubilosa, a boa vontade e a paz, ainda que as pessoas não compreendam as razões místicas e anualmente recorrentes para isso.
Assim como “um pouco de fermento fermenta toda a massa”[4], esse impulso de vida espiritual, que impregna a Terra durante o Solstício de Dezembro e percorre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março em direção à sua circunferência, dando vida a tudo que entra em contato. Nem mesmo os minerais não poderiam crescer, caso esse impulso de luz fosse retido; e quando chega a Páscoa, a Terra está florescendo, os pássaros começam a cantar e os pequenos animais nas florestas estão se acasalam, tudo está imbuído dessa grande Vida Divina; Ela se esgota, morre e é elevada novamente à direita do nosso Deus-Pai. Assim, o Natal e a Páscoa são momentos decisivos que marcam o fluxo e o refluxo da Vida Divina, anualmente oferecidos por nossa causa, sem os quais seria impossível viver na Terra. Essa última também encerra a repetição anual do sentimento festivo que experimentamos do Natal à Páscoa, a alegria que vibra em nosso ser. Se somos minimamente sensíveis, não podemos deixar de sentir o Natal e a Páscoa no ar, pois estão carregados de amor divino, vida divina e de regozijo divino.
Mas, de onde vem a nota de sofrimento, angústia e tristeza profundas que antecede a Ressurreição da Páscoa? Por que não nos regozijamos com uma alegria pura no momento em que o Filho é libertado e retorna ao Pai? Por que a Paixão e a Coroa de Espinhos? Por que isso não pode ser deixado de lado? Estão aí perguntas cujas respostas nosso interlocutor gostaria de conhecer.
Para compreender esse mistério é necessário ver a questão da perspectiva do Cristo e perceber plenamente que essa onda vital anual que se projeta em nosso Planeta não é simplesmente uma força desprovida de consciência. Ela carrega consigo a plena consciência do Cristo Cósmico. É um fato absolutamente verdadeiro que sem Ele nada do que foi feito teria sido feito, como nos ensina S. João, no primeiro capítulo do seu Evangelho[5]. No momento da Imaculada Concepção, em setembro, esse grande impulso vital começa sua descida sobre a nossa Terra e, por ocasião do Solstício de Dezembro, quando o ocorre nascimento místico, o Cristo Cósmico já se concentrou completamente sobre e dentro deste Planeta. Vocês perceberão que deve causar muito desconforto a um Espírito tão grandioso estar confinado dentro da nossa pequena Terra e ter consciência de todo o ódio e de toda discórdia que Lhe enviamos diariamente, durante o ano inteiro.
É um fato inegável que toda expressão de vida é feita por meio do amor e, dessa forma, a morte vem pelo ódio. Se o ódio e a discórdia que geramos em nosso cotidiano, em nossas interações uns com os outros, a falsidade, a infâmia e o egoísmo não fossem remediados, esta Terra seria tragada pela morte.
Você se lembra da descrição da Iniciação fornecida no livro Conceito Rosacruz do Cosmos? Lá está escrito que, no serviço realizado todas as noites à meia-noite, o Templo etérico da Ordem Rosacruz é o foco de todos os pensamentos de ódio e perturbação do mundo ocidental, ao qual serve, que tais pensamentos são ali desintegrados e transmutados e que essa é a base do progresso social no mundo. Também se sabe que os Espíritos que já alcançaram a plena santidade se entristecem e sofrem com muita angústia com as perturbações do mundo, com a discórdia e o ódio, e que emanam de si mesmos, individualmente, pensamentos de amor e bondade. Os esforços associados de Ordens como a dos Rosacruzes são direcionados pelos mesmos canais de ação, quando o mundo ainda está parado, no que se diz respeito às atividades físicas e, portanto, está mais receptivo à influência espiritual, ou seja, à meia-noite. Nesse momento, eles se esforçam para atrair e transmutar essas flechas feitas de pensamentos de ódio e discórdia, sofrendo assim ao receber uma pequena parte delas, enquanto tentam remover alguns espinhos da coroa do Salvador.
Considerando o exposto, você entenderá que o Espírito de Cristo na Terra está, como afirmou S. Paulo, realmente gemendo e sofrendo, esperando o dia da libertação[6]. Assim, Ele reúne todos os dardos de ódio e raiva. Esta é a coroa de espinhos.
Em tudo o que vive, o Corpo Vital irradia raios de luz da força que se esgotou na construção do Corpo Denso. Durante a saúde, esses raios removem o veneno do Corpo Denso e o mantêm limpo. Condições semelhantes prevalecem no Corpo Vital da Terra, que é o veículo de Cristo. As forças venenosas e destrutivas, geradas por nossas paixões, são removidas pelas forças vitais do Cristo, mas cada pensamento ou ato maligno traz a Ele sua própria proporção de dor e, portanto, se torna parte da Coroa de Espinhos – a coroa, já que a cabeça é sempre considerada a sede da consciência. Devemos perceber que cada ato maligno recai sobre o Cristo da maneira descrita e Lhe acrescenta mais um espinho de sofrimento.
Em vista do exposto, podemos compreender com que alívio Ele profere as palavras finais no momento da libertação da cruz terrena: “Consummatum est”. Por que a recorrência anual do sofrimento, você pergunta? Assim como absorvemos continuamente em nossos Corpos o oxigênio que nos proporciona a vida para que ele complete seu ciclo, revitalizando e energizando todo o Corpo Denso, e esse oxigênio, enquanto permanece no Corpo, morre momentaneamente para o mundo exterior, carregando-se de toxinas e resíduos e, finalmente sendo exalado como dióxido de carbono, um gás venenoso, também é necessário que o Salvador entre anualmente no grande corpo que chamamos de Terra e tome sobre Si todo o veneno gerado por nós mesmos, para purificá-la, limpá-la e proporcionar uma nova vida antes de, finalmente, ressuscitar e ascender ao Seu Pai.
(Pergunta nº 85 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
[1] N.T.: Abraham Lincoln (1809- 1865) foi um político norte-americano que serviu como o 16° presidente dos Estados Unidos, posto que ocupou de 4 de março de 1861 até seu assassinato em 15 de abril de 1865. Lincoln liderou o país de forma bem-sucedida durante sua maior crise interna, a Guerra Civil Americana, preservando a integridade territorial do país, abolindo a escravidão e fortalecendo o governo nacional.
[2] N.T.: George Washington (1732-1799) foi um líder político, militar, agricultor, empresário do tabaco e estadista norte-americano. Um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, foi o primeiro presidente daquele país de 1789 a 1797. Anteriormente, liderou as forças patriotas à vitória na Guerra de Independência. Presidiu a Convenção Constitucional de 1787, que elaborou a Constituição e estabeleceu o governo federal. Washington foi denominado o “Pai da Pátria” por conta de sua liderança na formação dos Estados Unidos.
[3] N.T.: A Batalha de Gettysburg, ocorrida nos arredores e dentro da cidade de Gettysburg, Pensilvânia, foi o embate com o maior número das vítimas na Guerra de Secessão e ponto culminante da segunda invasão do norte pelo exército confederado do general Robert E. Lee. No final, o Exército do Potomac, comandado pelo major general George Meade, derrotou os ataques do Exército da Virgínia do Norte, comandado pelo general Lee, suspendendo a invasão confederada no Norte.
[4] N.T.: ICor 5:6 e Gl 5:9
[5] N.T.: Jo 1:3
[6] N.T.: Rm 8:22
Ninguém deve temer o Purgatório, já que ele é um “hospital para alma”. Nele as pessoas moralmente enfermas recebem o cuidado necessário para “restaurar a saúde”. Certamente que nesse cuidado pode incluir uma espécie de “cirurgia” que frequentemente é dolorosa para o Ego – que ainda está revestido pelo Corpo de Desejos e pela Mente da vida terrestre recém terminada –, já que é realizada, mediante a ação da Força de Repulsão; força essa que predomina nas Regiões inferiores do Mundo do Desejo, onde se localiza o Purgatório.
Os fabricantes de instrumentos da maldade devem aprender a se elevar acima de seus desejos; já que a escravidão dos apetites físicos é vencida pela completa impossibilidade de gratificá-los. Os “demônios” da crença ortodoxa são vistos no Purgatório como uma força inferior da Onda de Vida comparada à dos insetos e répteis do Mundo Físico, porém menos perigosos devido ao fato de que são mais dóceis à vontade do Ego e às forças psíquicas. Um simples ato de determinação, uma elevação de consciência mediante a oração, não de caráter angustioso, suplício (ainda que essa também tenha seu poder), mas da oração tranquila que nasce de uma Mente elevada afasta rapidamente esses elementais, enquanto o corpo doente não é tão facilmente dissipado.
A base da vida no Purgatório são as cenas em que o Ego errou e são revividas, e ele se vê no lugar daquele que prejudicou e sofre como sofreram aqueles que ele lesou na vida terrena, da mesma forma que a base da vida enquanto encarnados neste Mundo Físico é o Panorama da Vida que escolhemos no Terceiro Céu. Mesmo porque no Purgatório vivemos, em média, um terço do tempo vivido aqui e nesse período temos muito que compensar por meio do arrependimento e da reforma íntima.
O que ocorre, às vezes, é os Auxiliares Invisíveis encontrarem pessoas que estão no Purgatório e que lhe pedem que vá as suas famílias para dizer-lhes para viver vidas retas e bondosas e fazer o seu melhor para não ter que sofrer depois que eles passarem pela morte. E, obviamente, eles não vão porque de nada adiantaria (como não adianta, na maioria das vezes, a gente ser testemunhas oculares das mazelas dos nossos pais, familiares e entes próximos e, mesmo assim, a gente continua fazendo o que é errado!).
Vamos falar um pouco sobre como é o processo da experiência purgatorial, quanto à sua constância em sentirmos os sofrimentos e as dores purgantes encadeando um sofrimento após o outro durante toda a nossa existência nesse lugar. Usemos a Lei de Analogia para entendermos como funciona lá, estudando como funciona aqui. Suponhamos que uma pessoa que sofre intensamente, por um curto período de tempo, geralmente sente a dor muito agudamente. Agora uma outra pessoa que sofre durante anos sucessivos, embora a dor infligida possa ser igualmente intensa, não parece senti-la na mesma proporção que a primeira pessoa. Isso ocorre porque a segunda pessoa se acostumou a ela e, de certa forma, o seu Corpo Denso se adaptou à dor; por isso, o sofrimento não é tão intensamente sentido nesse caso quanto no primeiro.
A mesma coisa ocorre na experiência purgatorial: se uma pessoa foi muito dura, cruel, indiferente quanto aos demais, egocêntrica, causadora de muita dor e muitos sofrimentos nos outros, então o seu sofrimento no Purgatório será muito rigoroso e intensificado pelo fato de que a experiência purgatorial seja de menor duração do que a vida vivida na Terra; mas a dor é intensificada proporcionalmente. Comparando com o caso acima se a experiência dessa pessoa fosse contínua ou a dor gerada por um ato fosse imediatamente seguida por outra, grande parte do sofrimento seria perdido para a pessoa, pois não seria sentida em toda a sua intensidade. Por esse motivo, às experiências lhe chegam em ondas, com períodos de descanso, para que o sofrimento seguinte possa ser profundamente sentido. Alguns podem achar que isso é cruel e que a dor infligida, ao utilizar-se desse artifício para intensificar o sofrimento, seja desnecessária. Porém não é assim. Esse sofrimento resultará um bem maior, pois Deus nunca busca desforra ou vingança, mas apenas almeja ensinar a pessoa pecadora a não mais reincidir no erro. Por isso, ela deve expiar todos os pecados cometidos. Isso irá ensiná-la a respeitar, em vidas futuras, os sentimentos alheios e a ser misericordiosa com todos. Portanto, é necessário que a dor seja altamente sentida para a conservação da energia e para que a pessoa possa se purificar e se tornar melhor, o que não aconteceria, caso a dor fosse contínua e o sofrimento, correspondentemente amenizado.
As experiências do Purgatório são gravadas no Átomo-semente do Corpo de Desejos como fruto da vida passada e depois na forma de um sentido moral purificado que o Ego leva consigo e conduz depois ao próximo renascimento para atuar como consciência e estimular o desenvolvimento das virtudes ao conceito de justiça e misericórdia.
Que as rosas floresçam em vossa cruz
O vegetarianismo é, muitas vezes, adotado por questões de saúde, como um regime alimentar mais saudável, mais higiênico e muito mais substancioso. Porém, o aspecto mais importante do mesmo é ser ele um modo de pensar e de sentir, visto estar profundamente ligado à ideia da Fraternidade Universal. Todos os reinos da natureza são partes de um Todo. A ciência e algumas Religiões aceitam e explicam, de certo modo, a Lei da Evolução, a qual se processa através do desenvolvimento da consciência. Sendo nós um ser dotado de maior consciência, é por isso mesmo de maior responsabilidade no mundo.
Por nosso contínuo pensar, há de nos aproximarmos cada vez mais das verdades proclamadas em todos os tempos por sábios, filósofos, santos e profetas. A base dessas verdades é, invariavelmente, que a Lei do Amor é a única que nos conduzirá a um estágio de real grandeza espiritual. Sem o amor, poderemos conhecer grandes progressos materiais, mas somente com ele alcançaremos a verdadeira civilização, via o desenvolvimento espiritual. Ora, a Lei do Amor não pode admitir a cruel matança dos animais (mamíferos, aves, peixes, crustáceos, répteis, anfíbios, frutos do mar e afins), como a que se executa, cada vez em maior escala.
Dizemos cruel e sobretudo inútil, porque, se é com fins de alimentação, milhões de vegetarianos em todo mundo provam que vivem em iguais ou melhores condições físicas e intelectuais que os não-vegetarianos. Se é com fins esportivos, nada pode ser mais vexatório para nosso orgulho de civilizados, de que ver alguém se divertir matando friamente seres sensíveis. Se é com fins ornamentais, de produtos de beleza e de moda, como acontece com o uso de casacos de pele, artefatos de couro, enfeites de penas, cosméticos, xampus, etc., mais evidencia a inutilidade da matança, porque há atualmente outros tipos de produtos de beleza e higiene, vestuários, calçados, agasalhos e de enfeites, com certeza muito mais saudáveis, talvez mais duradouros e belos do que provenientes do sacrifício de animais.
Poucas pessoas comeriam carne animal se elas tivessem de matá-los, ou se assistissem aos processos clamorosamente cruéis de seu diário abate. Compreende-se que no passado o cultivo das terras era reduzido, difícil em muitas regiões, desconhecidos os grandes recursos agrícolas da atualidade, ignorado o valor alimentício de muitos produtos da terra.
Tenha-se em vista apenas os exemplos da soja e do amendoim, para ficarmos somente em dois. Hoje enriquecidos de tão grandes progressos, como explicar que ainda não tenhamos vencido essa superstição sobre o valor da carne animal como alimento?
Podemos cultivar o sentimento de Fraternidade Universal, aprovando, apoiando, participando da crueldade, indiferentes ao sacrifício diário de milhões desses seres?
Por outro lado, é uma incoerência comemorar datas dedicadas à seres que amaram a todos os seus irmãos e todas as suas irmãs, inclusive aos irracionais, como no NATAL, sacrificando em nossas mesas suas indefesas vidas. E como é compreendido pelo Estudante Rosacruz: justamente no dia do ano mais sagrado, quando Cristo, o Senhor do Amor, atinge o centro da Terra, e dali emana todo o Seu amor, Sua vida e Sua paz. Realmente, uma grande incoerência, especialmente para quem está ciente desse evento importantíssimo anual!
(Publicado na Revista ‘Serviço Rosacruz’ – março/abril/1988 – Fraternidade Rosacruz -SP)
Resposta: Elas retornam a essa Terra até que tenham aprendido as lições que podem ser aprendidas aqui. Essencialmente, é o mesmo princípio aplicado quando enviamos uma criança à escola. Não a enviamos para o berçário um dia, para a educação infantil no dia seguinte, para ensino fundamental no terceiro dia, e para a faculdade no quarto dia, mas a enviamos para a educação infantil dia após dia, por um longo período, até que tenha aprendido todas as lições que devem ser aprendidas lá. O conhecimento que adquiriu na educação infantil forma a base para o que deve ser aprendido no ensino fundamental; essa, por sua vez, é a base para as lições da faculdade. Por um processo similar, aprendemos lições sob diversas condições no passado e, no futuro, quando tivermos aprendido tudo o que pode ser aprendido em nosso ambiente terrestre atual, também encontraremos as tarefas em evoluções mais elevadas. Há progresso infinito, pois somos divinos como o nosso Pai que está nos céus, e as limitações são impossíveis.
(Pergunta nº 68 do livro “Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas, Vol. I” – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)
Em visões, enquanto eu descansava em minha cama e meditava sobre as coisas reais da vida, vi uma escada luminosa que descia dos céus até a terra, sobre a qual, subindo e descendo, estavam os Espíritos Mestres em seus corpos glorificados; alguns estendiam a mão aos seus irmãos trabalhadores da Terra, ajudando-os a subir na escada sobre a qual eles mesmos se mantinham.
E eu vi uma segunda escada cujo pé parecia estar na Terra, mas era curta e alcançava os Céus, assim como a primeira e luminosa, que era larga, reta e ia do Céu à Terra, tendo seu início do alto — porém a base da segunda escada estava na Terra.
A construção de uma escada era semelhante à da outra, pois eu vi que ambas eram feitas de grandes cruzes — a cabeça de uma cruz estendia-se até o pé da cruz acima, cujos braços estavam firmemente presos a ela, seu pé também estava firmemente preso aos braços da cruz seguinte, tanto acima quanto abaixo de si mesma, formando uma escada larga e com degraus na qual homens e mulheres da Terra subiam para alcançar os Céus.
As duas escadas eram contrapartes uma da outra, pois ambas eram feitas de grandes cruzes, mas a escada luminosa era reta, íngreme e difícil de ser escalada pelos homens e pelas mulheres da Terra sem a ajuda dos Irmãos Maiores, que são os Espíritos Mestres — ao passo que a outra era escura devido às manchas da Terra e tinha sua fundação no topo de uma montanha, onde estavam três cruzes antigas, muito antigas; ao redor da cruz do meio havia um halo de luz semelhante àquele que vinha do alto e envolvia a escada luminosa; a escada escura não era reta como a escada luminosa, mas formava uma espiral que alcançava alturas cada vez maiores à medida que os homens e as mulheres da Terra a construíam.
E os rostos dos homens e das mulheres que traziam as cruzes para serem incorporadas à escada tornavam-se luminosos como os rostos e corpos dos Espíritos Mestres que estavam sobre a escada luminosa e ensinavam ao povo como usar suas cruzes para construir uma escada forte e eficaz.
Enquanto eu observava, vi outros homens e outras mulheres à distância e entre eles havia também muitas crianças cujos rostos estavam muito tristes, com dor e sofrimento estampados em suas feições, de modo que olhavam sempre para baixo e não viam os construtores da escada nem o modo de usar as cruzes pesadas, que estavam ensinando.
E, por serem ignorantes do caminho melhor, continuavam a carregar suas cruzes nas costas e nos ombros, e os fardos eram muito penosos, até que mãos auxiliares se estenderam a eles, dizendo-lhes para trazer seus fardos até o pé da escada e entregá-los à construção. Esses estavam feridos, tomados pela dor, e seus fardos constantemente os faziam tropeçar e cair por terra, mal conseguindo se levantar novamente, depois. No entanto, à medida que continuavam lutando, finalmente se aproximaram do lugar onde a escada estava sendo construída; então eles também aprenderam a usar suas cruzes como um meio de ascender.
Ao ouvirem os Seres Luminosos que lhes diziam como o Mestre, Ele mesmo, queria que construíssem a escada, perceberam que, durante toda a vida, viveram sob uma falsa crença — que não fora o Mestre quem colocara as cruzes sobre seus ombros, mas eles próprios haviam forjado cada um o seu fardo e se apegado às suas próprias crenças erradas; assim, cada um carregava sua própria cruz nas costas — mas o Mestre queria que fossem livres — livres para servir com amor.
Então seus rostos se iluminaram com uma luz interior, seus corpos se endireitaram e eles desprenderam as cruzes de seus ombros, ajudando com entusiasmo a colocá-las no lugar e firmemente amarrá-las para que a escada se elevasse ainda mais. Em seguida, subiram pela escada que haviam ajudado a construir. Com a luz de uma nova alegria em seus rostos, olhavam constantemente para trás enquanto subiam, para ver se alguém precisava de ajuda e para mostrar o caminho àqueles que ainda eram ignorantes. Servir era uma alegria e ensinar era um prazer.
Alguns, que eram fortes e destemidos, passaram da escada em espiral, cuja fundação estava sobre o Monte, para a escada reta e luminosa, cujo início vinha do alto, sendo apoiados e auxiliados pelos Irmãos Maiores, que subiam e desciam à vontade, ocupados com várias missões de serviço útil a seus irmãos e suas irmãs mais jovens.
Gradualmente, muitos aprenderam o caminho, mas não importava quantos subiam pelas duas escadas, pois sempre havia espaço e aqueles que ascendiam aos Céus eram recebidos e saudados pelos Espíritos dos que haviam vencido e se tornado Auxiliares de seus Irmãos. E a luz de uma grande alegria brilhava em todos os seus rostos e através de suas vestes: essa luz era a luz do Cordeiro, Ele mesmo, que também trabalhava entre eles, orientando todos os que necessitavam de conselho.
Ele também tocava com mão piedosa alguma alma sobrecarregada e a mandava olhar para cima para ver como seus irmãos e suas irmãs estavam construindo a escada. Ordenava-lhe que fosse e fizesse o mesmo. Então, seu rosto também se iluminava com uma luz interior e prontamente retirava o fardo das próprias costas para colocá-lo no chão e sobre ele subir para ascender.
À medida que todos aprenderam o caminho melhor, cada um o informou a outro e se tornou um Auxiliar de seus Irmãos. E os muitos tornaram-se uma multidão e a multidão tornou-se uma multidão que ninguém podia contar, cujos rostos brilhavam cada vez mais enquanto cantavam o cântico do cordeiro — digno é o cordeiro que foi morto para receber poder e riquezas, sabedoria, força, honra, glória e bênção (Apo 5:12) … Amém, Amém.
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de setembro/1916 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)
Vamos ver como, astronomicamente, compreendemos o que é um Equinócio de Setembro.
Astronomicamente falando é um fenômeno que ocorre em um determinado dia todo o ano. Nesse dia, o dia e a noite têm exatamente a mesma duração – ou seja: quando o Equinócio de Setembro acontece, o dia possui 12 horas de dia (luz) e 12 horas de noite (escuridão).
Importante saber que por mais que sejam completamente opostos, os hemisférios norte e sul recebem a mesma quantidade de luz visível solar e a mesma intensidade de força espiritual solar, pois ficam no mesmo ângulo em direção à luz do Sol. Assim, o Equinócio de Setembro se inicia quando o Sol reflete sua luz mais fortemente nas regiões próximas à linha do Equador.
O Equinócio de Setembro (que ocorre entre o dia 22 ou 23 de setembro, dependendo do ano) marca a chegada de um estação do ano: a primavera – para o hemisfério sul – e o outono – para o hemisfério norte.
O Equinócio de Setembro, para o hemisfério sul, ocorre no momento exato em que o Sol atravessa da parte sul do Planeta (hemisfério sul) para a parte norte do Planeta (hemisfério norte), tendo como essa divisão da linha do Equador terrestre.
Aprendemos na Fraternidade Rosacruz que é o momento em que Cristo inicia, novamente, o Seu sacrifício anual. Nesse momento a glória de Cristo toca a aura externa do Planeta Terra, e ocorre uma aceleração cósmica em todo o Planeta.
A data em que ocorre o Equinócio de Setembro é um tempo para o Estudante Rosacruz renovar sua dedicação para percorrer no Caminho de Preparação e Iniciação Rosacruz, a despeito de quaisquer vicissitudes e obstáculos que podem afetar seu caminhar.
É o melhor momento para estudar, meditar e aplicar o ensinamento Cristão fornecido por essa frase: “Então você entenderá o que é justo, direito e certo e aprenderá os caminhos do bem” (Pr 2:9).
A lição ensinada no Equinócio de Setembro é: distinguir, ou seja, separar aquilo que é real daquilo que é ilusão.
Aqui você encontra todo o material necessário para oficiar esse importantíssimo Ritual, HOJE:
Ritual do Serviço Devocional do Equinócio de Setembro – como oficiar e como participar
E aqui um livreto para você imprimir e ter na mão quando precisar:
Livreto: Ritual do Serviço Devocional do Equinócio de Setembro
SIGNO: Virgem, a virgem

QUALIDADE: Comum ou flexível e aplicação conversível das formas básicas de energia.
ELEMENTO: Terra, ou o Corpo. A compilação da experiência na vida para ser utilizada como matéria prima para o crescimento da Alma.
NATUREZA ESSENCIAL: serviço
ANALOGIA FÍSICA: frescura
ASTRO REGENTE: Mercúrio
CASA CORRESPONDENTE: a 6ª Casa corresponde a Virgem.
ANATOMIA ESOTÉRICA: Virgem é a representação do Corpo Vital.
ANATOMIA EXOTÉRICA: específica: duodeno, intestino delgado, apêndice, peritônio, mesentério, pâncreas, baço, fígado, veia portal, Plexo Celíaco e útero; geral – aqueles órgãos e estruturas que entram no processo de assimilação dos nutrientes e sua incorporação pelo Corpo Denso.
FISIOLOGIA: Mercúrio, Regente de Virgem, governa os processos fisiológicos da respiração, oxigenação do sangue, sensações em geral, mas especialmente a da visão, audição e paladar; funções da tireoide e das glândulas paratireoides, funções dos órgãos da fala e assimilação dos alimentos no intestino delgado. Mercúrio também tem particular regência sobre as atividades do hemisfério direito do cérebro e da faculdade de equilíbrio e coordenação associados ao mecanismo do ouvido interno.
TABERNÁCULO NO DESERTO: simboliza a Mesa dos Pães da Proposição com suas duas pilhas de pães ázimos, seis pães em cada pilha. Esses pães simbolizam o serviço desinteressado que o Aspirante presta no Mundo e que transforma em matéria prima para o desenvolvimento espiritual. Como nós sabemos que todo desenvolvimento oculto começa com o Corpo Vital, a que Virgem é o Signo do serviço com discernimento, então nós podemos dizer que todo desenvolvimento oculto começa com o serviço judicioso. Ou seja: o serviço é o alimento que nutre a Alma.
CRISTANDADE CÓSMICA: O Sol em Virgem marca o período de preparação para a descida anual do Raio Crístico à Terra, que ocorre quando o Sol cruza para Libra. A aproximação do ano novo espiritual é marcada na Terra pela época da colheita, quando os frutos físicos da Terra são reunidos em depósitos para nos sustentar durante a temporada fisicamente estéril que se avizinha. Da mesma forma, de acordo com o serviço altruísta que realizamos nos dias que se passaram, seremos capazes de colher uma colheita de experiência que poderá ser usada como base para o desenvolvimento espiritual nos dias que virão. Portanto, o período em que o Sol está passando por Virgem pode ser usado para nos prepararmos para receber a bênção do Senhor, santificando-nos por meio da expectativa e da adoração em oração.
MITOLOGIA GREGA: Vulcano foi conhecido como Hephaestus. Hephaestus foi o mestre dos artesãos dos deuses, produzindo todo tipo de maravilhosos e miraculosos equipamentos para sua forja e oficina. Ele reflete o ideal de Virgem do serviço desinteressado, pois sempre o achamos ocupado em fazer algo necessário para os outros deuses.
LIÇÕES A APRENDER: Para alcançar o bem supremo da influência positiva de Virgem e neutralizar o desenvolvimento de traços adversos, deve-se cultivar o controle autoconsciente do envolvimento mental.
A Mente deve ser serva do Espírito, para ser usada de acordo com as necessidades e propósitos desse. Não se deve permitir que a Mente arraste o Espírito consigo para um labirinto de fascinação intelectual. A fé na bondade das coisas deve ser nutrida — a fé de que Deus governa o mundo e de que a verdade sempre triunfará no final.
Quando as asas da inspiração e da imaginação forem adicionadas à Mente, ela será salva da desolação árida do cálculo insensível e dos jogos mentais intermináveis.
REGENTE: Mercúrio, o Planeta que indica o modo de pensar, está no seu lar em Virgem e aqui é capaz de expressar sua natureza essencial com muita força. Deve-se enfatizar que Mercúrio não indica o grau de inteligência de uma pessoa, mas sim a maneira como ela tende a usar sua Mente — como ela tende a empregar as habilidades mentais que possui. O grau de inteligência de uma pessoa é uma função do desenvolvimento evolutivo e isso não é demonstrado por um horóscopo. No futuro, pode ser que Virgem seja regido por Vulcano.
EXALTAÇÃO: Mercúrio também está em Exaltação em Virgem, indicando que aqui é capaz de expressar suas qualidades mentais mais positivas.
DETRIMENTO: Netuno está em Detrimento em Virgem, indicando que aqui tem dificuldade em expressar sua natureza essencial. O ambiente de Virgem é intelectual e analítico, dependendo da lógica, da razão e das informações fornecidas pelos sentidos. Netuno, por outro lado, visa nos colocar em contato com fontes de conhecimento além do processo de raciocínio linear e nos fornecer informações sobre a Vida que anima várias Formas, não apenas as Formas pelas quais essa Vida se manifesta. Virgem analisa separando, segregando e classificando, mas Netuno busca a unidade por meio da percepção e compreensão espiritual.
QUEDA: Vênus está em Queda em Virgem, indicando que aqui tem dificuldade em expressar suas qualidades mais refinadas. Virgem permite pouca folga para a expressão de sentimentos por meio da arte e da música, ou para uma apreciação estética geral das coisas encontradas no ambiente imediato. Em vez disso, Vênus em Virgem inclina a pessoa a estudar esses assuntos de um ponto de vista mais intelectual.
(Publicado na Revista: Rays from the Rose Cross – setembro/1976 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil)
Virgem é o lar da Hierarquia Criadora dos Senhores da Sabedoria, que na segunda Revolução do Período Solar nos deram o germe do nosso atual Corpo Vital. Enquanto o Sol transita pelo Signo de Virgem, o Signo do serviço, durante os meses de agosto e setembro, uma necessidade cósmica impulsiona o Cristo para deixar o Reino do Pai e descender, novamente, à Terra, que contata quando o Sol passa por Libra.
Também quem está trilhando o Caminho da Espiritualidade, seguindo o raio de Cristo, abandona também a região espiritual da Terra, enquanto o Sol passa por Virgem. Sendo o amor a palavra-chave de Leão e o serviço por meio da pureza a de Virgem, aquele que caminha por essa parte da Trilha, atravessando os planos da mais elevada vibração dessa esfera, há de ter desenvolvido a pureza como um poder interno. De modo geral, a qualidade de tal poder não se reconhece, embora Cristo tenha declarado que só os puros de coração verão a Deus.
A palavra-chave bíblica de Virgem ressoa nas palavras: “…o maior dentre vós seja o servo de todos” (Mt 20:27, 23:11 e Mc 10:32)
Durante a época em que o raio de Virgem permeia nossa esfera, esta Hierarquia mantém o Planeta em um padrão cósmico elevado de uma Terra limpa profundamente e rejuvenescida. Em certo ponto, a pureza humana conquistada se torna um extraordinário poder anímico – uma verdade ressaltada pelo Senhor Cristo quando disse: “Os puros de coração verão a Deus.” (Mt 5:8).
(Drops do Livro Mistério dos Cristos – Corinne Heline – Fraternidade Rosacruz)
A Bíblia declara que “o dia e a hora ninguém conhece” (Mt 24:36 e Mc 13:32), e aqueles que têm tentado definir uma data certa para a “Segunda Vinda” estão muito mal-informados quanto ao objetivo da missão de Cristo na Terra.
Os ensinamentos de Cristo foram nos fornecidos para que a Lei do medo possa ser superada pela Lei do amor. Sabemos, no entanto, que até hoje a Lei é necessária para evitar que uma grande porcentagem de pessoas entre em sérios problemas. É, somente, quando o poder de Cristo – o amor – tomar posse da nossa natureza inferior que a Lei será abolida; e não será até que o poder do amor de Cristo tenha nascido dentro de cada um de nós, então, estaremos prontos para a “Segunda Vinda” do Cristo, conforme citado na Bíblia.
Portanto, a “Segunda Vinda” depende de quanto tempo um número suficiente de pessoas conseguirá desenvolver esse poder de Cristo. Quando isso ocorrerá é imprevisível. A hora exata do evento não pode ser calculada. No entanto, toda vez que, como indivíduos, tentamos imitar a Cristo e demonstrar Seus ensinamentos, podemos estar certos de que estamos fazendo a nossa parte na aceleração desse grande evento.
(Pergunta de Leitor publicada na Revista Rays from the Rose Cross de nov./1940 – traduzida pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)