Resposta: O ponto mais denso encontrado no Globo do Período Lunar é a Região Etérica do Mundo Físico. Quando a literatura Rosacruz menciona a umidade nesse Período, ela não se refere à umidade física, mas àquela que mais tarde se tornou umidade quando foi condensada em substância física. Essa substância, em formas modificadas, existe desde o começo dos tempos. A Filosofia Rosacruz é frequentemente questionada em termos comparativos ao invés do sentido literal, pela razão de, no presente momento, nenhum termo do Mundo Físico ter sido criado para designar as coisas que estão sendo descritas.
A umidade não é formada em torno do Sol no presente momento porque as leis que governam a umidade física não são as mesmas que regulam e governam o desejo ou a substância etérica.
(Pergunta de Leitor publicada na Revista Rays from the Rose Cross de nov./1940 – traduzida pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz Campinas-SP-Brasil)
Resposta: Esta pergunta aplica-se não somente a Probacionistas, mas a todas as pessoas que se esforçam por viver uma vida de desenvolvimento espiritual, buscando maiores horizontes de servir e ajudar no Plano de Salvação de Cristo.
Foi isso que respondemos na revista “Ecos”, a fim de que todos os Estudantes fiquem cientes de que não é meramente o sentimento que dita nossas ideias ao desaconselharmos o uso de quaisquer tóxicos ou drogas que embotam o cérebro, incluindo aqui as bebidas alcoólicas. Esse órgão é o maior e mais importante instrumento para realizarmos nosso trabalho no Mundo Físico. A menos que esteja em perfeitas condições, não podemos esperar grandes progressos.
As bebidas alcoólicas, o fumo e os tóxicos – da mesma forma que a carne animal (mamíferos, aves, peixes, répteis, anfíbios, frutos do mar e afins) – tendem a nos tornar ferozes e a afastar nossa visão dos Mundos espirituais, focalizando-nos no presente plano material, ou Região Química do Mundo Físico. Por esse motivo a Bíblia diz que “Noé fermentou o vinho” pela primeira vez ao começar a Era do Arco-íris, a Era em que vivemos, que é uma atmosfera de ar puro e claro, muito diferente da condição atmosférica úmida em que viviam os Atlantes, citados no segundo Capítulo do Livro do Gênesis. Como resultado do “uso da carne e do vinho”, nossas energias focalizam-se atualmente sobre a Região Química do Mundo Físico, ocasionando o desenvolvimento material de nossos dias. Cristo, em seu primeiro milagre, transformou “água em vinho”. Ele havia recebido o Espírito Universal por ocasião do Batismo e não tinha necessidade de estimulantes artificiais. Transformou “água em vinho” para dá-lo a outros menos avançados.
Mas aquele que “bebe vinho” não pode herdar o Reino de Deus. A razão esotérica é a seguinte: enquanto os Éteres inferiores (Éter Químico e Éter de Vida) vibram para os Átomos-semente localizados no plexo celíaco ou solar (Átomo-semente do Corpo Vital) e no coração (Átomo-semente do Corpo Denso), e assim conservam vivo o Corpo Denso, os Éteres superiores (Éter Luminoso e Éter Refletor) vibram para as Glândulas Endócrinas Pituitária e Pineal. Ao observar esse “espírito falso e rebelde”, que é fermentado fora do Corpo Denso e que é, portanto, diferente do “espírito fermentado internamente” por meio do açúcar, essas duas Glândulas Endócrinas ficam temporariamente atordoadas e não podem vibrar para os Mundos espirituais. Se há uma absorção desse “espírito do álcool”, as duas Glândulas Endócrinas citadas se tornam ligeiramente despertadas de maneira que a pessoa vê as Regiões inferiores do Mundo do Desejo, com todas as suas mazelas, formas de desejos horríveis, construídas à base de material de desejos da paixão, sensualidade, raiva, cólera, violência, do medo e de todas as outras emoções inferiores. Isso pode ser visto com mais nitidez na doença chamada de “delirium tremens” (que é uma forma grave de abstinência alcoólica, caracterizada por alterações mentais e do sistema nervoso, incluindo confusão, alucinações e tremores. É uma emergência médica que pode ser fatal se não tratada adequadamente). Em resumo, visto que a nossa evolução depende da quantidade dos dois Éteres superiores que formam o belo Dourado Manto Nupcial – o Corpo-Alma – sendo que estes Éteres se harmonizam com as duas Glândulas Endócrinas mencionadas, e visto que os Éteres inferiores se harmonizam com os Átomos-semente situados no coração e no plexo celíaco, o consulente compreenderá prontamente os efeitos mortais das bebidas alcoólicas, do fumo e dos tóxicos sobre a pessoa que quiser se desenvolver espiritualmente para contribuir com o Plano de Salvação de Cristo.
(Pergunta 138 do Livro Filosofia Rosacruz por Perguntas e Respostas vol. II, de Max Heindel-Fraternidade Rosacruz)
Resposta: O Lemuriano não tinha olhos, mas ele tinha dois pontos sensíveis em sua cabeça, onde os olhos estão localizados agora. Ele tinha um sentido do tato e, portanto, podia sentir a percepção física da dor, do alívio e conforto, e tinha uma percepção interna que lhe dava uma fraca ideia da forma externa dos objetos, mas que iluminava muito a sua natureza interior. Portanto, a consciência era dirigida para dentro e o Lemuriano percebia as coisas físicas de um modo espiritual, algo parecido como percebemos as coisas nos sonhos. Com relação ao nascimento de seu corpo ele nada sabia, pois não podia ver ou saber qualquer outra coisa, como agora vemos os objetos externos; mas ele sentia seus semelhantes com sua percepção interna de sonho, e tinha uma espécie de linguagem que consistia em sons parecidos com os da natureza.
O Lemuriano executava suas atividades automaticamente, sob a direção de grandes Seres, principalmente, os Senhores da Forma, a Onda de Vida de Escorpião e os Senhores da Mente, a Onda de Vida de Sagitário. Os Senhores da Forma o ajudava a construir o seu Corpo de Desejos e os Senhores da Mente o ajudava a se preparar para receber o germe da Mente.
O trabalho realizado pelo Lemuriano, sendo principalmente dentro de si mesmo, não foi de modo algum prejudicado pela falta da visão externa, pois consistia quase que inteiramente no desenvolvimento de seus órgãos internos e seus veículos superiores; e sendo feito, automaticamente, sob a direção de Seres Elevados tais atividades eram perfeitas e totalmente corretas.
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de nov/1940 – traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz Campinas-SP-Brasil)
Resposta: Temos uma filha com três anos e meio de idade. Ela já evidencia uma grande energia a cada explosão temperamental a cada tentativa de restrição a sua liberdade. Reage com uma teimosa resistência, tanto mental como física. Já identificamos a necessidade de acha como transmutar e canalizar essa energia. Ela não corresponde aos nossos carinhos. Chegamos até a escutar de algumas pessoas que nesse tipo de caso somente com castigo corporal. Logicamente, sabemos muito bem que a educação pode ser obtida por outros meios. Mas, a pergunta que nos fazíamos era como poderíamos conseguir a obediência dela? Nós somos fiéis no que lhe dizemos, até nos menores detalhes e ela não esquece, mas nos corresponde com egoísmo. Como pais, já estudamos a Astrologia Rosacruz e levantamos o horóscopo dela.
Sabemos que há crianças que são mais difíceis para se lidar comparada com outras. Na verdade, até nós devemos alegrar com uma criança que tem essa opinião e individualidade tão acentuada. Aprendemos na Astrologia Rosacruz que a chamada “boa criança”, que é um modelo de comportamento e de obediência, às mais das vezes é motivo de mais preocupação, pois, sua natureza carece de iniciativa. Também, aprendemos que as crianças difíceis estão sempre destinadas a abrir caminho no mundo e adquirir muitas experiências, tanto por meio de uma vida virtuosa e de glorioso serviço como também pelos revezes de uma vida de procedimentos errôneos, que se transmutará no Purgatório em aumento de consciência. Já com a “boa criança” isto não se dá, embora cresça e viva uma existência inteira sem haver feito mal e nem bem aos outros causticantes. Todo aquele que trilha os caminhos do vício com passo firme, pisará também firmemente o caminho da virtude, quando seus pés se voltem para a direção oposta. Porém, as pessoas mornas que não são nem quentes nem frias, essas realmente são as que causam preocupações. Assim, concluímos que não devemos temer pela nossa filha. Afinal, ela está em ótimas condições. Já vimos que somente um Ego que escolheu uma vida de muita aprendizagem possui tais configurações astrais, com essas características tão marcantes.
Estudando, juntos, o horóscopo dela, conforme foi crescendo, com referência ao método de correção e ajuda para que a ajude a controlar a rebeldia dela, começamos a não tomar nota das pequenas negligências delas, aquelas “ofensazinhas” que ela faz. Trocamos por um “eu não faria isto ou aquilo”; ou dizemos assim: “não deixe que os outros vejam isto que você fez, pois podem pensar que você não é uma menina educada”. Assim, estamos percebendo que à medida que ela vai formando novos hábitos, ela está rompendo com os mais antigos. Já percebemos alguns lampejos de atitudes que antes a embrutecia. E nós estamos atentos as oportunidades que vão surgindo nas quais podemos adotar essa melhor linha de conduta. Também, conhecendo as tendências em suas preferências e gostos dela em matéria de alimentação, divertimentos, vestuário ou passeios vamos utilizando isso para ajudá-la no controle da rebeldia dela, seja dando como mérito ou negando quando ela se comporta não educadamente. Começamos bem delicadamente. Aos poucos fomos inserindo mais pressão, e já notamos um grande avanço. Logicamente nunca a privamos da alimentação, mas, com a nutrição indispensável para a manutenção de seu bem-estar a privamos das delícias extras que ela tanto aprecia. Já usamos até, em raros casos, o “Suplicio de Tântalo”: tendo ela feito uma grande reinação ou cometido desrespeito, colocamos sobre a mesa algumas delícias preferidas dela, dizendo que ela não poderia comê-las por haver feito aquilo. Ela nos viu comer com satisfação aquilo que lhe foi negado por recalcitração. Hoje, nem precisamos mais ser tão forte nessa lição. Também, nos casos de teimosia em agir com extrema rebeldia, já a fizemos vestir a roupa de que ela não gosta (a qual, muitas vezes, é a que serve de chacota por parte dos companheiros de brinquedo). Assim vimos que ela fez tudo para que os companheiros não a vissem. Isso a fez sacrificar, a contragosto, o que gostaria de estar fazendo: brincar. E, por fim, ela pediu para usar a roupa que queria e nunca mais foi tão rebelde como naquela vez.
Uma técnica que estamos utilizando e que se mostra com a de maior e mais longo efeito benéfico é o apelo ao amor que temos para com ela e que vai demonstrando que tem para conosco. Nesse sentido, as boas lembranças que já colecionamos e que ela gosta de relembrar, os “porquês” decorrentes, as situações engraçadas ou inesquecíveis estão sendo os melhores meios ajudá-la a dominar esse vício e a transmutá-la nas virtudes de paciência, respeito, compreensão e amor.
(Publicado na Revista Rays From The Rose Cross – abril/1915 – Traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil
Resposta: O Primeiro Céu está localizado principalmente na quarta dimensão do espaço (Mundo do Desejo); o Segundo e o Terceiro estão principalmente na quinta dimensão (Mundo do Pensamento).
No entanto, o Primeiro Céu, Segundo Céu e Terceiro Céu tocam nosso Universo tridimensional nos Éteres externos do Planeta Terra, muito além da atmosfera física.
Assim, em algum sentido o Céu pode ser considerado um lugar. Mas como sua maior parte está na quarta e na quinta dimensões espirituais, o céu é espiritual por natureza e não pode ser considerado um lugar no espaço tridimensional, mas, isto sim, um estado de consciência. .
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de março/1926 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil)
Resposta. A quarta dimensão é uma dimensão espiritual e não física. Existem apenas três dimensões físicas, que são comprimento, largura e espessura. O universo físico não vai além dessas três dimensões. A quarta dimensão, sendo espiritual em sua natureza, abre os Mundos espirituais para nossa percepção. É uma dimensão interna, ou seja, não se estende para o espaço em uma nova direção, mas vai para dentro, para a natureza interna da matéria.
A única maneira pela qual nós, com nossas Mentes tridimensionais, podemos obter uma concepção da quarta dimensão é por analogia, como segue. Suponha que houvesse um universo bidimensional, que seria um plano sem espessura; suponha também que houvesse seres bidimensionais naquele plano, também sem espessura. Então a terceira dimensão, que conhecemos como espessura, seria para eles uma dimensão desconhecida e nós, que vivemos na terceira dimensão da espessura, seríamos vistos por eles, algo, como Anjos, deuses… Além disso, o mundo tridimensional com o qual estamos familiarizados seria infinitamente maior do que o plano bidimensional com o qual os seres bidimensionais estivessem acostumados.
Saiba que a quarta dimensão tem com a terceira a mesma relação que esta tem com a segunda. A quarta ou dimensão interna começa em ângulos retos com as três dimensões com as quais estamos familiarizados e prossegue para a matéria em direção interna. Pode-se ir a uma direção interna ruma às qualidades espirituais da matéria por um número infinito de quilômetros.
Nunca seremos capazes de compreender a quarta dimensão até que a quarta dimensão da nossa Mente seja aberta; isto é, até que desenvolvamos o que se chama de “sexto sentido”. Além da quarta dimensão, temos a quinta, a sexta e a sétima dimensões; cada uma delas abre para nós um universo inteiramente novo. O Mundo do Desejo tem quatro dimensões, o Mundo do Pensamento tem cinco, o Mundo do Espírito de Vida tem seis e, assim, o Mundo do Espírito Divino tem sete. Todo Estudante Rosacruz deve ter alguma compreensão da quarta dimensão, pois sem ela não se pode formar uma concepção verdadeira dos Mundos espirituais.
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross – março /1926 – Traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil)
Resposta. Nenhum Ego pode construir um Corpo de substância com a qual não tenha tido experiência na evolução. Cristo nunca teve experiência em construir Corpos em qualquer uma das Regiões abaixo do nível do Mundo do Desejo; portanto, Ele não pôde construir um Corpo Vital ou Denso e precisou da assistência de um Ego com experiência na construção desses Corpos inferiores, que os prepararia para Ele, a fim de usá-los no Seu ministério de três anos.
O Adepto, por outro lado, pertence à nossa Onda de Vida e teve experiência em construir todos os veículos inferiores. Ele é, portanto, capaz de construir um novo Corpo quando chega a certo estágio de Iniciação, no caso, Iniciação Maior ou Cristã.
(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross – março /1926 – Traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas – SP – Brasil)
Resposta: Na temperatura terrível da Lemúria, os nossos Corpos, originalmente cristalizados, estavam excessivamente quentes, para conter a umidade que permitisse a nós (o Ego, um Espírito Virginal da Onda de Vida humana manifestado aqui) acesso a todas as partes daquele organismo elementar, tal como agimos, atualmente, por meio do sangue circulante no nosso Corpo Denso. Mais tarde, durante a primitiva Atlântida, verdadeiramente tivemos um sangue, já parecido com o que temos hoje. Movíamo-nos com dificuldade e teríamos o nosso Corpo secado rapidamente, sob o efeito da alta temperatura interna, não fosse à umidade abundante da atmosfera aquosa que, então, prevalecia. A inalação desta umidade diminuiu, gradualmente, o calor. O nosso Corpo Denso se adaptou, até ser retirado um grau de umidade suficiente para que fosse possível respirarmos na atmosfera relativamente seca que, mais tarde, sobreveio.
Os nossos Corpos enquanto éramos atlantes primitivos estavam compostos de uma substância granulosa e fibrosa, não muito diferente de nossos tendões atuais. Com o tempo, graças a uma dieta de carne animal – necessária para aquela Época –, o que permitiu que assimilássemos a albumina no nosso Corpo Denso, em quantidade suficiente para construir o necessário tecido elástico e formar os pulmões e artérias, o esqueleto e partes mais sólidas foram tomando forma no nosso Corpo Denso e, assim, facilitando a livre circulação do sangue em todo o Corpo. Quando estas mudanças aconteceram, interior e exteriormente, apareceu no firmamento, o grande e glorioso arco-íris. Esse evento assinalou o advento do Reinado do Homem e significa que as condições da nossa vida humana aqui se tornavam tão variadas, como os matizes em que se refratava, na atmosfera, a luz de uma só cor do Sol. E, assim, a primeira aparição do arco-íris nas nuvens assinalou o começo da Idade de Noé, com suas estações e ciclos alternantes.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de julho/1974 pela Fraternidade Rosacruz-SP)
A Memória tem, na sua essência, três aspectos: Consciente ou Voluntária, Subconsciente ou Involuntária e Superconsciente.
A Memória Consciente ou Voluntária consiste das impressões de nossos sentidos físicos que são inscritas no Éter Refletor do Corpo Vital por meio da atividade da nossa Mente e da criação dos pensamentos-formas. Estas se refluem para dentro da nossa Mente sempre que o registro etérico é vitalizado por alguma associação de ideias, causando, por esse meio, o fenômeno conhecido como Memória Consciente.
A Memória Subconsciente ou Involuntária tem a sua existência de uma forma completamente diferente e está fora de nosso controle, presentemente. O Éter, contido no ar que respiramos, leva consigo imagens detalhadas e precisas de tudo que nos rodeia, não só das coisas materiais, mas também das condições existentes em cada momento dentro de nossa aura. Estas imagens são gravadas nos átomos negativos do Corpo Vital e constituem o que se chama a Memória Subconsciente.
A Memória Superconsciente é o depósito de todas as faculdades adquiridas e de todo o conhecimento obtido nas vidas anteriores e na vida presente, desde quando recebemos o germe da Mente, na Época Atlante. A gravação da memória Superconsciente está indelevelmente inscrita no Espírito de Vida. Manifesta-se normalmente, embora não em toda a sua amplitude, como consciência e caráter.
A imaginação, tal como usamos aqui, é a força criadora mental-formativa que cria imagens. É o poder de visualização que cria os pensamentos-forma de acordo com as ideias projetadas na Mente Consciente por nós, o Ego humano. É de natureza feminina e unida as forças da Lua, que são ativas na construção das formas.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – março/1978 –Fraternidade Rosacruz– SP)
Resposta: As Escolas de Mistérios (ou Escolas de Iniciações) têm como finalidade ensinar as verdades profundas a respeito da vida e do ser. Dentre tais Escolas destacamos a Ordem Rosacruz. O Templo da Escola de Mistério da Ordem Rosacruz é etérico, ou seja, se encontra na Região Etérica do Mundo Físico. Não temos nenhuma informação definida quanto à localização das demais Escolas.
Todas as comunidades ocultas refratam-se em sete, tal como os Raios de vida, os Espíritos Virginais, etc. Cada Escola ou Ordem pertence a um desses sete Raios.
As Escolas de Mistérios de cada Religião proporcionam ensinamentos mais profundos aos membros mais avançados da Onda de Vida humana. Tais ensinamentos colocados em prática nos conduzem a uma esfera superior de espiritualidade ainda não alcançada por quem não alcançou as Iniciações.
Há sete Escolas de Mistérios Menores e cinco de Mistérios Maiores, ficando o conjunto sob a égide de um Líder Central, chamado “O Libertador”.
Os Mistérios (ou Iniciações) Menores surgiram em várias épocas e em diferentes partes do mundo; na Índia, no Egito, na Grécia, etc. Os Druidas da Irlanda e os Trotters do Noroeste da Rússia foram escolas esotéricas onde o Irmão Maior Jesus trabalhou durante a chamada “Idade das Trevas”.
A Escola de Mistérios, em si mesma, se reveste da descendente influência planetária do Fogo do Pai, a Estrela Paterna da qual se originou.
Devemos distinguir entre Escolas de Mistérios e associações tais como a Fraternidade Rosacruz, a qual é uma Escola Preparatória para ingressar na Escola de Iniciação Ordem Rosacruz.
(Publicada na Revista Rays from the Rose Cross de setembro/1918 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz em Campinas-SP-Brasil)