Há muito roceiro filósofo. Fomos visitar o sítio de um amigo. Mostrou-me todo ele. Uma beleza! A seu lado éramos como uma criança curiosa e ignorante a perguntar-lhe sobre as coisas que via. Muitas observações colhemos no bornal de nossa alma.
Hoje citaremos uma assas interessante, sobre a poda. Perguntei-lhe por que agora, no inverno, ele estava podando. Sua explicação foi uma aula de Astrologia e Filosofia Rosacruz, se bem seu curso tenha sido apenas a Natureza, ou melhor, apenas não, mas a sapientíssima Mestra Natureza, que nos ensina com atos e exemplos.
No inverno a força solar diminui e a seiva deixa de correr. É por isso que ao fim do outono as folhas vão caindo e os troncos ficam desnudos e aparentemente mortos. Também nas minguantes a seiva deixa de subir. Cortam-se então os galhos e as árvores, porque a madeira não está carregada de seiva e, assim, não apodrece depois.
No inverno e na Lua Nova a atividade é interna, seja nas plantas como nos animais e nos seres humanos. É quando crescem ocultamente as batatas e tubérculos e, semelhantemente, dentro de nós, há incentivo para formarmos a “batata” de nossa alma. O verão e a Lua Crescente, ao contrário, predispõem ao crescimento externo das folhas e frutos, porque faz ascender à seiva e a força vital para exteriorizá-las em bênçãos do verbo que se faz carne.
Mas, há ciência e medida na poda. Cortar demasiado a planta dá muitos frutos, mas enfraquece-se e pode até morrer. Se não é podada, ela utiliza a força vital e a seiva no desenvolvimento de seu corpo. A videira, se não é podada, não pode dar uvas de bagos grandes e sumarentos, senão muitos cachinhos de pequenos bagos.
Assim, também, nós em relação à força criadora, ou seja, nós em relação ao nosso Cristo interno. Como aprendemos nos nossos Estudos Bíblicos Rosacruzes: “Eu sou a videira e vós sois as varas” (Jo 15:5).
Isto quer dizer que, seja do ponto de vista físico, seja do espiritual, a regra é sempre a mesma: nós somos um mediador, na medida em que aprendemos a obedecer ao Cristo, mais legitimamente vamos utilizando os talentos de nossas forças internas, através dos nossos pensamentos, desejos, sentimentos, nossas emoções, palavras, obras, ações e nossos atos. O poder é o fluxo dessas forças internas. A condição para que elas fluam através de nós é a identificação com o que realmente somos, um Ego, e o desapego das coisas materiais.
A poda, em nós, significa o controle exercido sobre nós mesmos, de modo a encaminhar nossas forças para os nossos frutos, para os “negócios do Senhor”, pois a força é sempre a mesma e se vai para a satisfação dos impulsos corporais e instintivos, faltará ao outro lado.
Uma pessoa glutona especializará maior quantidade de Éter Químico no metabolismo, em detrimento especial do Éter Luminoso, seu correspondente superior, que rege as capacidades sensoriais; outro que abuse do sexo aumentará o Éter de Vida, em prejuízo, do Éter Refletor, sua contraparte superior, que governa a memória e possibilita o pensamento.
A ciência já comprovou que o irmão ou a irmã com deficiência intelectual tem pouco fósforo na massa encefálica, enquanto o irmão ou a irmã que não tem nenhuma deficiência intelectual tem bastante. No entanto, não é a simples ingestão de alimentos ricos em fósforo que torna o indivíduo mais dotado mentalmente. O que determina a capacidade de assimilarmos o fósforo é a condição anímica, isto é, a pessoa mais pura e racional emprega a força sexual criadora em atividades mentais construtivas e com isso faz crescer a Alma Intelectual, dando a seu organismo uma maior capacidade de assimilação do elemento fosfórico.
Assim ocorre em relação aos sentidos, pois o glutão como o erótico, bestializa as funções, exigindo maior convergência dessa energia para seus propósitos egoístas e desse modo perde a acuidade sensorial, o senso de observação, a sensibilidade, tão necessárias ao nosso desenvolvimento espiritual, de vez que precisamos de um veículo dócil e sensitivo ao nosso manejo, como um carpinteiro de ferramentas boas e afiadas.
Mas, não vamos aos extremos. A perfeição não é condição deste mundo. A castidade absoluta, por outro lado, não é exigida, senão nas Iniciações Maiores ou Iniciações Cristãs. Precisamos apenas ser racionais e equilibrados.
Comer sim, para viver, e não viver para comer. Não é só. Os alimentos tóxicos e os excitantes não só nos brutalizam e impedem a manifestação maior do que realmente somos, um Ego, como abrem caminho para os vícios em bebidas alcoólicas, drogas e a prática do erotismo.
No entanto, agindo em detrimento do Éter Luminoso, a gula altera o calor sanguíneo e, como nos manifestamos através do sangue, por uma temperatura normal, ou sofreremos pelo excesso de calor, podendo até sermos arrojados do nosso Corpo Denso nas crises de ira, ou ficaremos limitados pela falta de calor, como quando estamos com anemia.
Quanto ao Éter de Vida, que rege a procriação, sabemos bem, pelos Ensinamentos Rosacruzes, que ele constitui o “azeite” mencionado na Parábola das Virgens prudentes[1], pois, mediante a castidade racional evitamos que essa força sexual criadora desça para alimentar os hábitos eróticos e, pelo poder ascensional dos pensamentos puros, das preces e sentimentos idealistas, provocamos a elevação dessa força sexual criadora, que flui na medula espinhal (conhecida como o fogo espinhal de Netuno) ao cérebro, o lugar da caveira, o Gólgota onde Cristo – o aqui nós, o Ego – morrendo para o mundo nos livrou de sua parte humana, para dispô-Lo ao serviço do Ego. Antes da primeira vinda de Cristo, no Tabernáculo no Deserto, o cérebro, com o Corpo Pituitário e a Glândula Pineal (os dois Querubins da sala Ocidental), precisava da luz divina que se acende com o “azeite” da força criadora não empregada e elevada pela pureza, pois a simples economia da força não basta, ela necessita ser elevada por nossa aspiração espiritual.
O cérebro e laringe foram constituídos por metade da força sexual criadora, quando houve divisão dos sexos.
Na Astrologia Rosacruz o sexo é governado por Escorpião e seu oposto, Touro, dirige as atividades da laringe, da palavra. Vejam a relação: o ascendente gás espinhal netuniano ilumina a escura câmara ocidental de nosso Tabernáculo e nos capacita a usar, com sabedoria, as “Tábuas da Lei”, isto é, a viver de acordo com as Leis de Deus, empregando-as em nosso amoroso serviço em benefício dos nossos semelhantes, mediante o poder – a “Vara de Aarão” – pois quem agirá dentro de nós não será a nossa parte humana, senão nós, o Ego, o “Maná” caído do céu, a centelha de Deus que nos constitui um Espírito Virginal da Onda de Vida humana individual, e que nos faz à imagem e semelhança de nosso Criador, Deus. Essa iluminação, no Tabernáculo no Deserto, instituído por Moisés, pressupunha o sacrifício das paixões inferiores (Altar dos Sacrifícios), a pureza (Lavabo de Bronze), e serviço desinteressado aos demais (incenso extraído dos Pães da Proposição). Por isso, no Templo de Salomão havia o mesmo Querubim com uma flor nas mãos, símbolo de pureza e geração casta. Esse templo foi construído por Hiram Abiff (que renasceu depois como Lázaro, iniciado por Jesus e, mais tarde, como Christian Rosenkreuz), sem ruídos de martelos, silenciosamente. Todo indivíduo, pois, mediante os passos recomendados no livro Conceito Rosacruz do Cosmos – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz, pode percorrer esse glorioso caminho, como jardineiro de si mesmo, podando sabiamente, controlando perfeitamente seus veículos, de modo a, sem alarde, discreta e virtuosamente, chegar a fazer o que fez Cristo e coisas ainda maiores.
Vejam o que é a analogia. Pode-se acrescentar muitos mais detalhes aprendidos à Filosofia Rosacruz. Faça-o! A Natureza é uma fonte inesgotável de inspiração. Não só inspirou o radar pelo voo cego do morcego; como o planador, pelo voo do urubu, e todas as outras questões de ordem material ou metafísica, desde que tenhamos as portas abertas para o que realmente somos, um Ego, e os ouvidos abertos a nossa voz.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – julho/1964 – Fraternidade Rosacruz – SP)
[1] N.R.: ou a Parábola das Dez Virgens: O Reino dos Céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo. Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes. As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo. As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias. O noivo demorou a chegar, e todas ficaram com sono e adormeceram. “À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!’. “Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias. As insensatas disseram às prudentes: ‘Deem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando’. “Elas responderam: ‘Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês’. “E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada. “Mais tarde vieram também as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!’ “Mas ele respondeu: ‘A verdade é que não as conheço!’. “Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora!’ (Mt 25:1-13).
Assim como a água se congela pelas linhas de força etérica nela contidas, invisíveis, mas presentes durante todo o tempo, e tomando formas sólidas de vários contornos que chamamos cristais de gelo, assim também o alimento que nós liquefazemos como sangue, congela ao longo das linhas etéricas no nosso Corpo Vital e tomando formas diferentes como cartilagens, ossos, etc., formando-se cada espécie do tecido congruentemente com as linhas etéricas dessa parte particular do Corpo.
Os chamados “mortos”, os que estão renascidos aqui, são os agentes principais do processo da assimilação. Eles são os construtores, enquanto os “vivos”, os que estão renascidos aqui, são os destruidores. Os “vivos” têm mais força para destruir que os “mortos” para construir e é por essa razão que a doença ou a enfermidade se origina.
A missão da Fraternidade Rosacruz é: ensinar as leis da natureza e como viver em harmonia com elas ajudando as pessoas a corrigir enganos passados. Daí o caráter curativo obra da Fraternidade Rosacruz! Os profissionais da saúde (médicos, médicas, enfermeiros, enfermeiras, terapeutas e afins) são particularmente úteis nesse trabalho, e aqueles que se juntaram a nós como Probacionistas são, cuidadosamente, ensinados pelos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz a tratar seus pacientes – definidos aqui como os irmãos e irmãs com algum problema de saúde que se inscreveram e cumprem com o que lhe é solicitado em um Departamento de Cura de um Centro que possui tal serviço – durante a noite, quando ambos, paciente e Probacionista, estão fora dos seus Corpos Densos, pois estão em estado de sono. Os Probacionistas leigos na arte de tratar de doenças e enfermidades, quando estão aqui em estado de vigília, são como assistentes dos Probacionistas profissionais de saúde, variando seu número de acordo com as circunstâncias.
A Lua é o corpo celeste promotor dos eventos. Embora os acontecimentos sejam regidos por outros Astros (Sol e Planetas), tais acontecimentos não se realizam enquanto a Lua não os provocar.
Há dentro do Corpo Denso um fluxo e um refluxo (uma maré), assim como há no Mundo exterior. Há períodos críticos em certas doenças e enfermidades que podem ser previstos, com segurança, pela Lua. É muito importante que todos conheçam a enorme influência desse nosso satélite natural.
Há uma força cósmica que culmina por ocasião da Lua Nova e outra quando da Lua Cheia. Tudo o que se inicia desde a Lua Nova aumenta em intensidade e culminando quando a Lua estiver Cheia.
Esse período marca o fluxo de vida que vem do Sol, refletido pela Lua. Essa força é um grande auxiliar na recomposição do Corpo Denso e para conservá-lo em estado saudável. Da Lua Cheia até a Lua Nova, essa grande força se torna cada vez mais diminuída e tudo que é iniciado nesse período tende a definhar e a morrer gradualmente.
Sabendo que a Lua tem essa influência, conforme aumente ou diminua em intensidade luminosa, concluímos que esse fator deve ser levado em consideração quando aplicarmos algum tratamento. Todos os tratamentos podem ser divididos em duas classes gerais: estimulantes e sedativos. A primeira classe tem efeito mais acentuado e é mais bem aplicada durante o aumento da luz da Lua (Lua Nova até a Lua Cheia – período dito da Lua crescente). A outra é melhor empregá-la durante o período decrescente da Lua (Lua Cheia até a Lua Nova – período dito da Lua decrescente ou minguante).
A regra geral é: desde a Lua Nova até a Lua Cheia os estimulantes produzem mais efeito e os sedativos, menor. Diminua a dose de estimulantes e aumente a dos sedativos. A única exceção a essa regra é quando a Lua crescente se aproxima de uma Conjunção com Saturno. Neste caso, dê doses maiores de estimulantes e menores doses de sedativos.
Quando a Lua crescente se aproxima de uma Conjunção com Marte e Mercúrio, os estimulantes têm seu máximo efeito e os sedativos o mínimo.
Quando a Lua crescente está em Aspecto benéfico (Conjunção, Sextil ou Trígono) com Júpiter e Vênus, os estímulos cardíacos produzem seu efeito mais duradouro. A palpitação é tratada com melhores resultados quando a Lua está decrescendo e faz Aspectos benéficos (Conjunção, Sextil ou Trígono) com esses dois Planetas. Aplique estimulantes cardíacos com muita cautela quando a Lua estiver com Aspectos adversos (Quadratura ou Oposição) com esses dois Planetas, especialmente durante uma Lua Nova. Os anestésicos também, nessas ocasiões, poderão produzir resultados fatais. Se inibimos o nervo pneumogástrico em certa medida, aquietamos a ação do coração e, assim, estamos aplicando o que em medicina chama-se um sedativo. A manipulação desse nervo de modo a estimular sua ação tem valor similar ou equivalente à aplicação de um estimulante medicinal.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – 4/72, traduzido da revista Rays from the Rose Cross – Fraternidade Rosacruz – SP)
Resposta: À luz da investigação oculta de alguns dos métodos modernos, parece que o nascimento é um acontecimento sobre o qual não temos nenhum poder de controle. Quando parecemos estar fazendo isso, na realidade, tornamo-nos agentes do destino, a fim de acelerá-lo ou retardá-lo até ter chegado o momento apropriado. Esse ponto de vista justifica-se pela experiência do autor em Astrologia Rosacruz horária. A filosofia da Astrologia Rosacruz horária é que no momento em que alguém se sente impelido a fazer uma pergunta a respeito de um assunto importante, o céu contém também a resposta, e uma figura fixada naquele momento conterá a solução para o problema. Mas devemos notar, particularmente, que o momento em que se deve fixar essa figura é quando a pergunta é feita ao Astrólogo Rosacruz, quando é feita pessoalmente. Quando foi feita por meio de correio (eletrônico ou não), o Astrólogo Rosacruz fixa a figura baseada no momento em que ele lê a pergunta.
Em várias ocasiões recebemos cartas contendo perguntas, mas que tinham sofrido atrasos em decorrência de inundações ou incêndios, mas a figura traçada para o momento da leitura sempre dava a resposta, mostrando que o atraso tinha parte ativa no plano. Tampouco devemos nos surpreender que as grandes Inteligências, isto é, os Ministros do Destino, prevejam e permitam contingências que estão muito além da compreensão da Mente humana. O fato da Mente Infinita dedicar igual atenção ao desenhar a anatomia de uma mosca, um rato ou um leão não nos leva a concluir que uma atenção similar, que vai até as minucias, não prevaleça em todos os aspectos da vida? Quando parece que estamos retardando ou acelerando um nascimento não estaremos, na realidade, ajudando a natureza a prosseguir em seu curso predeterminado, como foi dito na sentença introdutória desse artigo?
Não obstante, há sempre pessoas perguntando ao Astrólogo Rosacruz qual o melhor momento para nascer. Os jovens Astrólogos também querem, frequentemente, saber não que eles tenham qualquer intenção de controlar os nascimentos, mas para que, ao verem um horóscopo ou ao serem informados sobre a hora de nascimento de uma pessoa, eles possam fazer um rápido cálculo mental no sentido de determinar se essa pessoa possui um horóscopo mais tendendo para o benéfico ou para o adverso. Tal julgamento se basearia, naturalmente, apenas na posição do Sol em um Signo e na Casa próxima, sendo, portanto, um julgamento muito genérico e superficial. Pode-se dizer, no entanto, que sendo iguais às outras posições astrais, é melhor nascer quando a Lua aumenta a luminosidade, ou seja, no período compreendido entre a Lua Nova até a Cheia, do que quando ela é Minguante, da Cheia até a Nova, pois a Lua Crescente aumenta, também, a vitalidade e favorece nossos negócios.
E auspicioso nascer em abril ou agosto, quando o Sol vitalizante se encontra em seu Signo de Exaltação, Áries ou em Leão, Signo que ele rege, pois então entramos no mar da vida na crista da onda da vitalidade e somos sustentados na batalha pela existência por uma abundante reserva de energia.
Também é bom nascer em maio e julho, quando a luz vitalizante do Sol está focalizada através do Signo de Exaltação da Lua e no Signo que a Lua rege, respectivamente Touro e Câncer e, especialmente, como já foi dito, quando a Lua está Crescente. Essas configurações proporcionam, também, uma abundante vitalidade, que se torna uma grande vantagem na vida física.
Quanto à hora do dia mais favorável para o nascimento, podemos dizer que as crianças nascidas, aproximadamente, ao nascer do Sol ou pela manhã das 8 às 12 horas, enquanto o Sol está passando pelas Casas dos amigos e do prestígio social, são as mais “ditosas”, pois elas serão ajudadas de todas as maneiras. Crianças nascidas entre o meio-dia e meia-noite são menos “ditosas”. Quando o Sol atinge o nadir, a “sorte” retorna, pois, embora as crianças nascidas pela manhã, enquanto a estrela matutina está ascendendo em direção ao horizonte oriental tenham que abrir com esforço o seu caminho no mundo, as oportunidades lhe serão fornecidas em abundância.
Portanto, podemos resumir as nossas conclusões dizendo que é melhor nascer ao quando nasce do Sol e ou pela manhã, preferivelmente em abril ou agosto, quando a Lua está crescendo em luminosidade.
Finalmente, devemos sempre entender que não há “sorte” no sentido geralmente imaginado, mas tudo o que temos ou o que deixamos de ter, sob todos os aspectos, deve-se as nossas próprias ações passadas. No futuro poderemos ter o que agora nos falta, se tivermos um comportamento correto.
(Pergunta nº 124 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)