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PorFraternidade Rosacruz de Campinas

O Regime Vegetariano desde o século XIX e desde lá os resultados

Nossa vida aqui é de curta duração (quiçá 70, 80 anos contra, em torno, de 1000 anos de vida celeste!). Deveríamos  perguntar-nos: Que uso posso fazer de minhas forças para delas tirar o melhor partido possível enquanto estou peregrinando nessa vida terrestre? Como posso contribuir mais para a glória de Deus e o bem-estar dos meus semelhantes aqui e agora? Pois é isso somente que dá valor à vida aqui!

Nosso desenvolvimento físico depende da nutrição de nosso organismo – do nosso Corpo Denso –, consequentemente, de nossa alimentação. É de admirar que muitos de nós, possuidor de poderosa inteligência, menosprezemos a influência da alimentação sobre a preservação da nossa própria saúde. Não temos o direito de prejudicar nenhuma das funções do nosso Corpo Denso, seja ela qual for. Se o fizermos, sofremos seguramente as consequências, pois a Lei de Causa e Efeito é inexorável, pois é uma das Leis de Deus.

Está nas mãos de cada um de nós ser o que devemos ser. As bênçãos da vida presente e as da vida futura nos são sempre acessíveis. Uma Personalidade de elite ou uma vida infeliz dependem do nosso procedimento. A alimentação tem influência decisiva na nossa formação física, emocional e mental.

Apesar de todas as evidências dessa verdade, muitos de nós comem e bebem desordenadamente, sem se preocupar com as consequências decorrentes da escolha dos alimentos. Como efeito disso, como consequência disso, os desejos, as emoções e os sentimentos inferiores (que é o que conseguimos coletar das três Regiões inferiores do Mundo do Desejo e expressar por meio do nosso Corpo de Desejos) dominam e as inclinações para a autodestruição destroem tais irmãos e irmãs.

Se caprichamos na escolha dos nossos alimentos (se precisar, gastando até mais do que roupas, divertimento, automóveis e outros bens materiais), temos como efeito disso, como consequência disso, os desejos, as emoções e os sentimentos superiores (que é o que conseguimos coletar das três Regiões superiores do Mundo do Desejo e expressar por meio do nosso Corpo de Desejos), o que se traduz em ideais nobres e elevadas aspirações. Como aprendemos quando nos dedicamos a assimilar os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, aqueles irmãos e aquelas irmãs que fazem uso de alimentos animais (mamíferos, aves, peixes, crustáceos, anfíbios, frutos do mar e afins) nem sempre têm lúcido o cérebro nem bem ativa a inteligência, porque o uso da carne animal tende a tornar impuros os tecidos, em detrimento das faculdades intelectuais, predispondo, igualmente, para as doenças e enfermidades (muitas delas a própria Ciência material já chegou a essa conclusão, comprovando com testes e mais testes). A carne animal não é indispensável para a manutenção da força e saúde, como muitos ainda advogam. Um exemplo disso nos vem dos cocheiros noruegueses, que não conhecem o uso da carne animal, acompanham seus carros que transportam turistas, por estes guiados, correndo três ou quatro léguas ao lado deles.

Desde o século XIX, o vegetarismo vem sendo considerado, pelos investigadores insuspeitos e imparciais, como regime capaz de proporcionar saúde e força física, bem como acuidade mental e firmeza de caráter.

Apesar de que muitas pessoas praticavam o regime, foi Jean-Antoine Gleizes (1773-1843, um escritor francês e defensor do vegetarianismo, extremamente popular e influente na sua época, com estudos e argumentos muito interessantes no seu livro: Thalysie: ou La Nouvelle Existence, em 1840) o grande apóstolo do vegetarianismo daquele século. Estudando o assunto, do ponto de vista fisiológico e científico, em seu livro Thalysie, assentou as bases do vegetarianismo. Sob sua inspiração formaram-se sociedades vegetarianas na Inglaterra, onde os adeptos do novo regime se tornaram numerosos; editaram-se revistas, fizeram-se conferências e usaram-se outros meios de divulgação, tendo o Governo inglês publicado um livro de cozinha vegetariana, com o objetivo de proporcionar à população uma alimentação mais saudável e mais barata. O proselitismo alcançou a indústria. M. Hills, dirigente de vastas oficinas de construções navais em Blackwall, fundou a London Vegetariana Association. A grande maioria do pessoal dessas usinas, tanto operários como intelectuais, seguiram o regime vegetariano, abandonaram o uso do vinho, da cerveja, dos aperitivos, do uísque e afins, com grande aproveitamento para a saúde e a eficiência.

Hill montou uma fazenda com o objetivo de dar trabalho aos desempregados, em Wickford Essex, a cerca de vinte e cinco quilômetros de Londres. Muitos pobres aí chegaram em estado de grande miséria. Depois de três ou quatro dias, dormindo na fazenda e nutridos sob regime vegetariano, passaram a ganhar bom salário.

Em relatório ao Congresso Vegetariano, o secretário da Sociedade concluiu, nos seguintes termos: “Temos, portanto, em nossas fileiras, operários praticando os mais rudes trabalhos de forja, laminação, altos fornos, funcionários de escritório, homens velhos e enfraquecidos por privações que, graças ao nosso regime, chegam a recuperar sua atividade e a ganhar a vida facilmente no trabalho da fazenda e das oficinas”.

Muitas sociedades vegetarianas se fundaram em várias cidades inglesas. Um restaurante vegetariano fornecia uma refeição por preço duas e meia vezes menor que o preço de uma refeição que contivesse carne animal.

Logo, na Alemanha, surgiram sociedades para o estudo e divulgação do vegetarismo. Entre elas se destaca a Deutscher Vegetarier Band que afinal se tornou “pangermânica” e publicou um jornal — o Vegetarische Warte.

Na Áustria e na Hungria os restaurantes vegetarianos tiveram grande popularidade.

Nos Estados Unidos o vegetarismo se instalou, independentemente da influência de Jean-Antoine Gleizes.

Os adeptos do regime que preconizava o uso do pão integral e arroz integral foram denominados de “papa-farelo”, e ridicularizados. A Ciência, pouco tempo depois, sancionou a prática. Hoje, há em todo o mundo centenas de fábricas de alimentos não refinados, de base vegetarista, que proporcionam nutrimento saudável. Em todo o mundo milhões de pessoas doentes se recuperam com o uso da dieta vegetariana bem orientada. Com base na mesma orientação, há, no Brasil, hospitais, clínicas e sociedades que difundem esses conhecimentos e os praticam, visando ao aperfeiçoamento da Humanidade, tanto do ponto de vista pessoal como coletivo, buscando contribuir para a glória de Deus e o bem-estar de seus semelhantes.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de julho/1967-Fraternidade Rosacruz-SP)

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

Manipulando de forma tola a Ciência Divina e Exata da Astrologia

A Lei de Renascimento e a Lei de Consequência (ou Lei de Causa e Efeito) trabalham em harmonia com os Astros; assim, uma criança nasce quando as posições dos corpos celestes em nosso Sistema Solar lhe proporcionam as condições necessárias e mais apropriadas às experiências que necessita para seu avanço na Escola da Vida.

Para os profissionais de saúde a Astrologia é de incalculável valor para diagnosticar as doenças e enfermidades e preveni-las com remédios, porque revela a causa oculta de todas as moléstias.

Para os pais ou responsáveis por uma criança o horóscopo ajuda a dirigir ou transmutar as forças ruins, latentes em seus filhos ou suas filhas, e ensina como aplicar a prevenção devida. O horóscopo mostra também as boas qualidades e, assim, os pais ou responsáveis podem dirigir a alma confiada a seus cuidados para que se torne melhor.

A “Mensagem das Estrelas” é tão importante que não se deve mais ignorá-la!

Na Fraternidade Rosacruz não se analisa horóscopos por nenhum tipo de retribuição financeira, porque consideramos isso uma prostituição da Ciência Divina da Astrologia Rosacruz. A essa definição e advertência temos de acrescentar que não é lícito cobrar qualquer valor por serviços que façamos em consequência desse conhecimento, pois “o espiritual não pode ser comprado pelo material”.

Consideramos que seja uma prostituição da Astrologia empregá-la para predizer cataclismos, mortes, desgraças, venturas ou riquezas. Por essa razão, na Fraternidade Rosacruz ela só é empregada em harmonia com as finalidades da Filosofia Rosacruz, em suas relações externas, isto é, “pregar o Evangelho e Curar os Enfermos”; finalidades ordenadas a Seus Apóstolos por Cristo, nosso Mestre e Ideal. Com respeito às doenças ou enfermidades, a usamos para preveni-las ou aplicar o remédio oportuno. Filosoficamente, a usamos pela relação entre nossa Evolução, a Evolução dos Astros e o significado desses.

A Astrologia Rosacruz é uma Ciência Espiritual e Divina e, dessa forma não tem, e nem pode ter, qualquer compensação feita com remunerações monetárias ou artigos materiais.

Está muito longe de ser vista ou aplicada de maneira curiosa e deslumbrante como o mundo supõe. Devemos, portanto, estudar a Astrologia Rosacruz para aplicá-la a nós mesmos e ajudar, com o fim de conhecer as razões pelas quais operam as fundamentais Leis da Natureza, em sua relação com nosso campo de aplicação, onde nós nos encontramos.

Todos nós temos faculdades que nos faze superiores às influências astrais! É necessário gravar isso profundamente em nossa consciência. Portanto, caso os Aspectos astrais (envolvendo Sol, Lua e/ou Planetas) indiquem um acontecimento e esse não se produza, a que devemos atribuir essa divergência? Simplesmente a nossa força de vontade, que é desconhecida pelo Astrólogo, porque não pode se manifestar ou ser assinalada no horóscopo.

Os Estudantes Rosacruzes ativos e verdadeiros levantam todos os cálculos, desde a Hora Local Exata, um por um, com paciência, persistência (diante de dificuldades que só ele sabe que tem), dedicação e profunda reverência – por estar entrando na vida de um irmão ou de uma irmã – e, logicamente, não se dedicam a “ler horóscopos”: já estão além do ponto da curiosidade que, muitas vezes, impelem os principiantes a conhecer suas relações zodiacais. Efetivamente, há muitas pessoas que, cheias de leituras negativas e, dessa forma, destrutivas, falam e estão convencidas da perversidade de Marte, Saturno ou Urano e contemplem assustadas as indicações deles; devemos, contudo, desterrar essa crença da nossa Mente, definitivamente. Tais Planetas cumprem o seu dever, meramente. Por exemplo, que culpa tem a febre, em nossas enfermidades? Que culpa tem o fogo de consumir uma casa? Que culpa tem a dinamite de derrubar uma ponte? Que culpa tem o Sol, quando ocasiona insolação?

Nenhuma! Todos esses elementos cumprem o seu dever. A culpa é da inteligência que não soube aplicar para o bem as forças superiores que acabamos de enumerar. A ação de Marte, Saturno ou Urano em nossas “desgraças” é culpa, simplesmente, nossa e foi gerada por nossos equívocos.

Os Astros “benéficos” ou “adversos” não são outra coisa senão a febre, o fogo, a dinamite ou o Sol; isto é, os meios, elementos ou forças que produzem efeito, ao obedecer a Lei e cumprir seu dever. Porém isso é o essencial, precisamente. Ao cumprir seu dever, os elementos não atuam cegamente. É fatal, mas são dirigidos por Inteligências Bondosas e Sábias que, em definitivo e como resultado final, ajudam na manifestação do saber, que é o objetivo da Evolução.

Porque os Estudantes Rosacruzes ativos e verdadeiros compreendem o funcionamento da Lei, já não são um joguete das ondas nas tormentas da vida, que riem com a sorte e choram com a desgraça. São uma força “consciente” na obra da Natureza. São eles uma Lei em si. Os colaboradores das Leis do Cosmos.

Além disso, à análise de temas é necessário ter competência e inspiração divina para decifrar a mensagem celestial no horóscopo. Sem essas qualidades, o Astrólogo Rosacruz não pode fazer outra coisa senão se equivocar, desacreditando essa Ciência Divina e exata que ele manipula de forma tola.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de julho/1970-Fraternidade Rosacruz-SP)

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

A Astrodiagnose e Astroterapia: a Astrologia Médica

A história da Astrologia é a história do pensamento e das nossas aspirações. A ciência astrológica foi aperfeiçoada pelos magos filósofos da Época Atlante, estando, de um lado o surgimento do sacerdócio ariano e a profanação dos mistérios (ciências) e do outro o declínio dos últimos atlantes. Nesse momento começou a haver a separação: Astrologia e Medicina.

Os sacerdotes religiosos não mais exerceram o monopólio sobre as artes proféticas e médicas, separando-se da fundamental unidade entre as ciências físicas e espirituais. Surgiram novas categorias de: adivinhos e curadores, representantes do aprendizado da essência do conhecimento dividido e de fragmentos não cooperativos, assim como inúmeras partes discordantes: bruxaria, especialistas, comerciantes de horóscopos, experimentalistas, charlatães e supersticiosos.

Já na Idade Média, tivemos o nobre médico Paracelso dizendo: “Feliz o homem que não venha perecer pela mão de seu médico” e a Astrologia emitindo predições terríveis, com amuletos astrais, predizendo a sorte e superficialidades.

A despeito de tudo isso, grupos de seres humanos cultos e iluminados preservaram os segredos esotéricos da medicina e da astrologia, mantendo o conhecimento interpretado misticamente e os segredos espirituais: restaurados, ocultos do vulgo e dados somente àqueles que anelavam por coisas do espírito. Entre esses grupos de seres humanos estavam os Rosacruzes.

Agora, no Mundo moderno vemos educadores que ignoram os valores espirituais; vemos a ciência material tornar-se uma instituição orgulhosa, que ignoram a alma, fascinados pela matéria não deixando lugar para o misticismo. Como resultado, temos uma desilusão geral e um abatimento pela insignificância das coisas materiais: fuga, desespero e tristeza. Tudo isso, somado a proximidade da Era de Aquário, da qual já estamos sentindo as suas fraternas influências, presenciamos: a volta do misticismo – trazendo um novo padrão interpretativo; o interesse renovado pela Astrologia e Cura e um apego pela Teoria Microcósmica (conceito de ordem e relação universal).

Observem que os primitivos Rosacruzes se apegaram a Teoria Microcósmica – geralmente rejeitada pela ciência. Paracelso foi o expoente mais destacado deste conceito de ordem e relação universal: “Assim como existem estrelas nos céus, assim também há estrelas dentro do ser humano. Portanto, nada existe no universo que não tenha seu equivalente no microcosmo (o corpo humano)” e “O espírito do ser humano deriva das constelações (estrelas fixas); sua alma, dos estelares; e seu corpo, dos elementos”.

Vejam no Livro do Gênesis, na Bíblia onde lemos que “Deus fez o homem a Sua imagem e semelhança”. E ao definirmos o Macrocosmo como a difusão do cosmos infinita com as suas: ilhas, galáxias, nebulosas, estrelas, estelares, corpos celestes onde inumeráveis formas de vida estão sempre evoluindo e; o Microcosmo como as células do nosso corpo incontáveis como as estrelas do céu e inumeráveis categorias de coisas vivas, espécies, tipos, gêneros se desenvolvendo dentro: da carne, dos músculos, dos ossos, dos tendões, chegaremos à chave mestra para todos os mistérios: “Como é em cima, assim é embaixo”.

Aqui, então, podemos definir a Astrologia como a inter-relação das forças celestiais entre o Macrocosmo e o Microcosmo, entre o externo a nós e o nosso interior, além de ser uma instrumentadora para a realização da Lei de Consequência ou Lei de Causa e Efeito:

  • Se “vivemos para comer ao invés de comermos para viver”, então, nessa ou nas próximas vidas colheremos complicações no aparelho digestivo
  • Se fomos excessivamente irritáveis, intolerantes, impacientes, impetuosos, então nessa ou nas próximas vidas colheremos desordens circulatórias e seus efeitos colaterais em todo o sistema: apoplexias, derrames, varizes, pressão sanguínea irregular, etc.
  • Se fomos por demais impulsivos e rancorosos, então, nessa ou nas próximas vidas colheremos úlceras, artritismo, disfunções glandulares, insuficiência cardíaca, pressão baixa, linfatismo, etc.
  • Se fomos muito ativos para o mal, então, nessa ou nas próximas vidas colheremos comportamentos maleficamente agressivos, violentos, vingativos e, obviamente, deveremos renascer: sem energia dinâmica e sem resistência a doenças; com membros defeituosos, acidentes com perdas deles; com articulações sujeitas a artrites; músculos com lumbago, bursistes, reumatismo; enxaquecas, etc.
  • Se abusamos do sexo, utilizando-o apenas para a gratificação do sensualismo, então, nessa ou nas próximas vidas colheremos, renasceremos sem vitalidade, carentes de vontade ou até com debilidades mentais
  • Se recusamos gerar ou aceitar o filho gerado para dar-lhe a luz, criá-lo e educá-lo, então, nessa ou nas próximas vidas colheremos, renasceremos com disfunções nos órgãos geradores, predispostos ao câncer de próstata ou laringe, útero, seios, estômago, etc.

Que ninguém se iluda: só colhemos aquilo que semeamos.

A grande maioria de nossas doenças e enfermidades origina-se no nosso comportamento negativo face às circunstâncias e, quase sempre, envolvendo o nosso semelhante. É a velha história ou velho e misterioso conselho dado por Cristo no Sermão da Montanha: “se qualquer membro do teu corpo te escandalizar (o mau uso) arranca-o e joga-o fora…”. E é o que fazemos literalmente antes de renascer!

Vejamos, agora, a questão do diagnóstico das nossas doenças ou enfermidades. Obviamente há dois tipos: através de efeitos ou através da causa.

Através dos efeitos baseia-se em sintomas externos ou reação dos medicamentos

Através da causa vai à origem da doença ou enfermidade. É esse o método preconizado pela Astrodiagnose e Astroterapia, preconizadas pela Astrologia Rosacruz, envolvendo: o conhecimento dos melhores métodos para efetuar a cura; o tratamento que melhor o paciente responderá e o caráter do doente ou enfermo (forte, débil, negativo, emocional).

Pois, enquanto os exames médicos mostram as condições do nosso Corpo Denso no momento, o horóscopo mostra as doenças ou enfermidades latentes de toda essa nossa vida terrestre. Deste modo temos tempo suficiente para: prevenir-nos, minimizar os efeitos e até não ter essa doença ou enfermidade, pois: “os Astros impelem, mas não obrigam”!

E isso é possível porque a Astrodiagnose e Astroterapia indica o dia em que as crises vão se manifestar e quando as influências adversas diminuirão. Com o conhecimento de que a recuperação ocorrerá, nós temos forças para suportar e oferecer ajuda e esperança.

Todos sabem que estamos sujeitos aos seguintes tipos de doenças e enfermidades: física, emocional e mental.

Nós construímos nosso Corpo Denso e o controlamos. Havendo doença ou enfermidade nele concluímos que nós não fizemos o nosso trabalho como deveria ser. E isso é expresso nas duas classes de doenças e enfermidades apontadas em um horóscopo:

  • Latente
    • São indicadas pelas aflições astrais no horóscopo quando nascemos
    • Podem permanecer latentes durante toda a nossa vida terrestre
    • Dependem do nosso modo de vida: se não respondemos às tendências apontadas pelas aflições astrais, elas não se manifestaram
    • Podemos atuar com nossa vontade até o ponto de anular as indicações do nosso horóscopo
  • Ativas
    • São indicadas pelas aflições astrais no horóscopo quando nascemos, mas nós respondemos a essas aflições, através: de pensamentos, sentimentos, desejos, emoções, palavras, obras, ações ou atos negativos, inferiores e destrutíveis
    • As posições astrais progredidas nos dão os momentos de atuação
    • Consertando o nosso modo de vida: aliviaremos, suspenderemos ou seremos curados da doença ou enfermidade

Para aplicarmos no estudo dessa ciência e dessa arte de obter conhecimento científico das doenças e enfermidades, das suas causas, segundo indicações dos Astros, e dos meios de curar é necessário, pelo menos 7 ações cotidianas para toda a nossa vida:

  1. “Pregar o Evangelho e curar os enfermos”;
  2. Fazer os Exercícios Esotéricos de Retrospecção (noturno) e de Concentração (matutino) todos os dias;
  3. Dedicar ao conhecimento da fisiologia e anatomia do nosso Corpo Denso;
  4. Fazer todos os Cursos de Astrologia Rosacruz;
  5. Usar esse conhecimento altruisticamente para ajudar aos sofredores;
  6. Esquecer o próprio horóscopo e dedicar nosso conhecimento a ajudar os outros;
  7. Praticar mais a devoção e cultuar o lado místico, equilibrando o nosso lado ocultista, em nosso dia a dia.

Que as Rosas floresçam em vossa cruz

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: Como é o método de Cura Rosacruz

Resposta: Em todos os quatro Evangelhos encontramos que Cristo pregou o evangelho da saúde, curou todos os que o procuraram (e quiseram ser curados) e enviou os seus Discípulos ao mundo com dois mandamentos: “pregar o evangelho e curar os enfermos”.

Estes dois mandamentos são prescritos também pela Ordem Rosacruz, cujos Irmãos Maiores são “médicos da alma”, porque a doença e a enfermidade se manifestam primeiro no Corpo Vital, que é o veículo da alma. E a cura é focada nesse veículo invisível. Durante o sono, quando saímos do nosso Corpo Denso e funcionamos nos Mundos espirituais, a cura é mais rapidamente alcançada. Os Estudantes Rosacruzes, a partir do grau de Probacionismo – desse que sejam Probacionistas Ativos e cumpram com a “Obrigação” –, são treinados para participar desse trabalho particular.

(*) Qualquer pessoa (que esteja doente ou enferma e deseja a Cura pelo Método Rosacruz) pode solicitar a sua inscrição no Departamento de Cura de um Centro Rosacruz que possua um Templo Rosacruz da Fraternidade Rosacruz. Aqui há mais informações de como proceder.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz fevereiro/1978 – Fraternidade Rosacruz-SP)

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Quando e Que Lições Posso Estar Insistindo em Não Querer Aprender?

Se o meu Corpo Denso e/ou o meu Corpo Vital:

  • é alvo de doenças e/ou enfermidades
  • não funciona como deveria
  • não funciona mais como funcionava
  • falta uma parte

Se com o meu Corpo de Desejos:

  • tenho dificuldades em não me satisfazer com emoções e sentimentos inferiores
  • anseio por novidades e mais novidades, uma atrás da outra
  • me enfadonho com desejos e sentimentos superiores

Se com a minha Mente:

  • tenho dificuldades em me concentrar em um único assunto
  • procuro ser sempre superficial nos assuntos que me interesso ou discuto
  • não consigo criar um pensamento-forma sem “colorir” com matéria de desejos

então: há lições que insisto em não querer aprender nessa vida (ainda que lá no Terceiro Céu “eu me prometi” vir nessa vida para aprendê-las).

A imensa maioria dessas lições a aprender tem uma relação ou, ainda, correlação positiva e muito forte com a parte do nosso Corpo Denso afetada (na sua anatomia, na sua fisiologia ou em ambas).

Aliás essa é a maneira mais precisa, contundente e clara que temos para saber: o que escolhemos ser provados (tentados) para verificar se aprendemos a lição.

Não exaustivamente, eis alguns exemplos que podemos verificar em nós mesmos:

Que as Rosas Floresçam em Vossa Cruz

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: A criança não herda o sangue e o Sistema Nervoso dela dos pais? Se assim for, não herdará as doenças e os distúrbios nervosos também?

Resposta: No embrião, situada no peito, entre os dois pulmões, e por trás do osso esterno, há uma Glândula chamada Timo que apresenta um tamanho maior durante o período de gestação; porém, gradualmente, ela é substituída por um tecido adiposo à medida que a criança cresce e se aproxima dos quatorze anos, quando os ossos estão devidamente formados. O desenvolvimento dessa Glândula tem causado perplexidade à ciência quanto ao seu uso e, poucas teorias foram apresentadas para explicá-la. Entre essas teorias uma é que ela fornece o material necessário para a fabricação dos glóbulos vermelhos, até que os ossos estejam devidamente formados na criança para produzir seus próprios glóbulos sanguíneos. Essa teoria está correta.

Durante os primeiros anos, o Ego não está plenamente de posse de seu Corpo Denso e, nós reconhecemos que a criança não é responsável por seus atos até os sete anos, aproximadamente, condição essa que se estende até por volta dos quatorze anos. Durante esse tempo, nenhuma responsabilidade jurídica ou legal por seus atos recairá sobre a criança e, assim deveria ser, pois o Ego só pode atuar adequadamente no sangue que ele mesmo produz. No período em foco, no corpo da criança, o estoque de sangue é fornecido pelos pais, por meio da Glândula Timo; consequentemente, a criança não pode ainda ter domínio sobre si mesma. Eis o motivo pelo qual nos primeiros anos as crianças não falam tanto de si mesmas como “Eu”, mas se identificam com a família; elas se intitulam como a filhinha do papai e o filhinho da mamãe. A criança dirá “Maria quer isso” ou “João quer aquilo”. Mas tão logo elas alcancem o período da puberdade e comecem a fabricar seus próprios glóbulos sanguíneos, ouviremos, então, o menino ou a menina dizer: “eu” farei isso ou “eu” farei aquilo. A partir desse momento, elas começam a afirmar sua própria identidade e a se desvincular da família.

Então, vemos que durante a infância tanto o sangue como o Corpo Denso são herdados dos pais e, assim, as tendências para as enfermidades são também transmitidas, mas não as doenças propriamente ditas e sim as tendências. Após os quatorze anos, aproximadamente, quando o Ego manifestado começa a fabricar seus próprios glóbulos sanguíneos, fica dependendo de si mesmo a manifestação ou não dessas tendências na vida dele.

(Pergunta nº 31 do livro “Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas, Vol. I” – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz)

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Escala (Tom) de Música correlacionada a Cada Signo como Auxílio para Cura

A música é a linguagem dos Mundos celestes, nosso verdadeiro lar, e se apresenta à Chispa Divina aprisionada na carne como a mensagem de nossa terra natal.

A música impressiona a todos, sem levar em conta povo, nação, classe econômica ou social, sexo, idade, raça, credo ou qualquer outra distinção mundana.

E quanto mais elevado e espiritual somos, tanto mais claro a música nos fala. Mesmo a pessoa mais rude não fica impassível ao ouvi-la.

Em cada um de nós há um tom que produz uma vibração clara e distinta na parte inferior da cabeça.

Toda vez que se toque a nota, sente-se nesse lugar a mesma vibração.

Essa nota ou som é a nossa “nota-chave”.

Se for tocada lenta e suavemente, descansa e repousa o Corpo, tonifica os nervos e restaura a saúde.

Da mesma forma, cada Signo do Zodíaco (ou Hierarquia Zodiacal ou Hierarquia Criadora ou, ainda, Onda de Vida) possui a sua nota-chave.

Assim, uma música tocada suavemente no tom da nota-chave de um determinado Signo é um tratamento para minimizar os efeitos da doença ou enfermidade na parte do Corpo regida por esse Signo.

Veja na Tabela abaixo, para cada Signo, qual é o tom da música que se deve ouvir quando em tratamento de doenças e enfermidades e alguns exemplos de músicas com melodia, harmonia e ritmo apropriado (você encontra outras na internet ou adquirindo em CD ou em Streaming):

Você também pode acessar os nossos vídeos (no nosso canal do YouTube: https://www.youtube.com/@fraternidaderosacruzcampinasbr/videos) com essas músicas correlacionadas com cada Signo:

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do Corpo regidas por Áries

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Touro

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Gêmeos

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Câncer

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Leão

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Virgem

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Libra

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Escorpião

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Sagitário

Exemplos de músicas que auxiliam tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Capricórnio

Exemplos de músicas que auxiliam o tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Aquário

Exemplos de músicas que auxiliam no tratamento das doenças nas partes do corpo regidas por Peixes

Que as rosas floresçam em vossa cruz

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Audiobook – Astro-diagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel – Fraternidade Rosacruz

INTRODUÇÃO

Vamos conceituar, primeiro, o que é um Audiobook ou Audiolivro: nada mais é do que a transcrição em áudio de um livro impresso digital ou fisicamente.

Basicamente, é a gravação de um narrador lendo o livro de forma pausada e o arquivo é disponibilizado para o público por meio de sites. Assim, ao invés de ler, o interessado pode escolher ouvi-lo.

Um audiobook que obedece ao conceito de “livro-falado” tenta ser uma versão a mais aproximada possível do “livro em tinta” (livro impresso), a chamada “leitura branca”, que, mesmo desprovida de recursos artísticos e de sonoplastia, obedece às regras da boa impostação de voz e pontuação, pois parte do princípio de que quem tem de construir o sentido do que está sendo lido é o leitor e não o ledor (pessoas que utilizam a voz para mediar o acesso ao texto impresso em tinta para pessoas visualmente limitadas).

Para que serve audiolivro?

O audiolivro é um importante recurso, na inserção do no ecossistema da leitura, para:

  • o incentivo à leitura e promoção da inclusão de pessoas com deficiências visuais ou disléxicos
  • quem tem dificuldades para ler ou até que, infelizmente, não sabem ler
  • para quem gosta de aprender escutando, já que a forma de absorver conhecimento varia de indivíduo para indivíduo.
  • para crianças dormirem durante a noite.
  • para desenvolver a cognição. Ao escutar um audiobook, a cognição pode ser desenvolvida de uma forma mais ampla, uma vez que, além de escutar, será necessário imaginar as situações, diferenciar ambientes e personagens.

O audiolivro é apreciado por um público de diversas idades, que ouve tanto para aprendizado como para entretenimento.

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Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-Prefácio
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-Introdução
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 1- Propriedades Anatômicas e Fisiológicas dos Signos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 2 – Regências e Qualidades – Correlação da Anatomia e Fisiologia com o Zodíaco
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 3 – Simpatia e Antipatia
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 4 – A Ciência do Reto Viver
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 5 – A Mentalidade
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 6 – As Influências da Sexta Casa
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 7 – Passos Preliminares do Diagnóstico
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 8 – Sugestões e Auxílios para o Curador e para a Curadora
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 9 – Aforismos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.1-Capítulo 10 – Diagnóstico pelas Mãos e Unhas
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 11 – Nº 1 – Uma Lição como Modelo de Interpretação
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 12 – Nº 1A 1B 1C – Os Ouvidos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 13 – de 2A a 2H – Os Olhos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 14 – de 3B a 3G – Garganta
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 15 – de 4A a 4C – Os Pulmões
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 16 – de 5A a 4E – Coração
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 17 – de 6A a 6D – Estômago
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 18 – de 7A a 4H – Os Rins
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 19 – de 8A a 8E – Sexo
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 20 – de 9A a 9E – Coluna Vertebral
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 21 – de 10A a 10D – Fígado e Vesícula Biliar
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 22 – de 11A a 11I – Circulação
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 23 – de 12A a 12B – Hanseníase
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 24 – de 13A a 13G – Paralisia
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 25 – de 14A a 14F – Nervos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 26 – de 15A a 14C – Ossos
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 27 – de 16A a 16B – Espíritos Obsessores ou Espíritos de Controle
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 28 – de 17A a 17D – Glândulas Endócrinas ou de Secreção Interna
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 29 – de 18A a 18H – Condições Especiais
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 30 – de 19A a 19C – Insanidade
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 31 – de 20A a 20E – Asma
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 32 – de 21A a 21B – Câncer
Astrodiagnose – Um Guia para a Cura Definitiva – Max Heindel e Augusta Foss Heindel -FRC em Campinas-SP-Brasil-P.2-Capítulo 33 – Como os Rosacruzes curam os Enfermos

FIM

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

A Formação do Ambiente e as Doenças e Enfermidades Físicas e Mentais

Estabelecendo-se uma comparação entre os Reinos animal e humano nota-se que enquanto os animais agem e reagem de maneira idêntica sob as mesmas circunstâncias, por serem guiados por um Espírito-Grupo, o ser humano se comporta diferentemente. Cada indivíduo é uma “lei em si mesmo”. Ninguém pode predizer as ações de cada ser humano, nem como agirá sob circunstâncias análogas. Pode agir distintamente, e provavelmente o fará, diante de condições idênticas e em ocasiões diferentes.

Por esta razão, é extremamente complexo tentar definir ou elucidar devidamente um assunto como o véu do destino, pois nossas Mentes ainda têm uma capacidade limitada. Para compreender totalmente esta matéria, seria necessária a sabedoria de grandes seres como os Anjos do Destino, por exemplo, que têm a seu cargo este intrincado aspecto da vida.

Cada ato de cada indivíduo produz uma determinada vibração no universo, reagindo sobre ele e sobre outros ao seu redor. A Mente humana não tem condições de vigiar e calcular os resultados dessas ações e reações que se produzem em meses, anos ou vidas.

Porém, temos visto, graças ao quadro geral impresso em nossa Mente, quando desenvolvíamos este tema, o modo de classificar as causas engendradas no passado, segundo se nos apresentam, com seus efeitos na vida atual. No decurso deste estudo investigaram-se várias centenas de pessoas. Em alguns casos, retrocedemos três, quatro e até mais vidas, com o objetivo de chegar à raiz da questão, determinando a forma em que as condições do passado reagem para criar as atuais. Porém, ainda que fazendo conscienciosamente esse trabalho de investigação, devemos advertir o leitor: não considere nosso juízo como um ensinamento conclusivo e definitivo sobre a matéria. Considere-a um passo inicial e contamos poder ajudá-lo a solucionar determinados problemas.

Com referência ao meio ambiente parece-nos que as pessoas dotadas de uma natureza toda peculiar, difíceis de se relacionar com outras de seu meio, têm diante de si uma vida pontilhada de provações. Nascem frequentemente entre estranhos, dos quais não receberão nenhum sentimento de afeto. Seus sofrimentos não despertarão entre seus familiares nenhuma impressão de simpatia ou apreciação. Ou bem se tornam órfãos, ou são separados dos pais, quando não se ausentam de sua terra natal em tenra idade. Quando é este o caso, essa alma, amiúde, anela a um afeto, a simpatia ou carinho, sentimentos que ela recusou a dar em vidas anteriores.

Também observamos casos de indivíduos responsáveis pelos maiores ultrajes, no passado, tendo levado a desonra e a vergonha a seus entes queridos, os quais sofreram horrores, justo pelo acendrado amor nutrido pelo desafeto. Na existência em que tal alma se dispõe a emendar-se, purgando seus erros pretéritos, se encontrarão em um ambiente totalmente hostil. Sofrerá fome de amor, pois negou-o anteriormente. Se tal criatura não aprender toda a lição numa só vida, diferentes renascimentos com experiências semelhantes, lhe ensinarão a ser agradecido aos que o amam, bem como a agir correta e honestamente.

Também observamos que, muitas vezes, uma alma errou em vidas passadas devido à falta de uma influência bondosa por parte de seus familiares, que deviam ter sido fiéis, amorosos e complacentes. A carência desse ambiente de simpatia não encontrou, como é lógico, justificativa para suas faltas ante a lei, vendo-se obrigada a expiá-las em vidas posteriores. Nestes casos, todavia, as condições foram contrárias. A família que, em vidas passadas, houvera sido indiferente, agora lhe será querida, tendendo a sentir extraordinariamente todo o sofrimento que ela tiver de suportar em consequência de seu passado. Deste modo, a família também expiará a parte que lhe corresponde, pela sua responsabilidade em haver recusado carinho e simpatia.

São casos extremos, diga-se de passagem. Naturalmente, porém, podemos extrair lições dos casos pouco claros, pois quanto mais brutais e chocantes forem os fatos postos à nossa consideração, tanto mais fácil será catalogá-los. A lei que convém aos casos extremos, também se ajusta aos de menor importância, com as modificações graduais necessárias, aplicadas nas diferenças de ambiente.

Os fatos relatados indicam claramente que nós somos os guardiões de nossos irmãos, sendo conveniente lhes exteriorizarmos toda simpatia e bondade, pertençam ou não à nossa família. Olhando as coisas desde a superfície, e sob o ponto de vista do nosso estado atual, talvez não transpareça nenhuma responsabilidade que nos cabe pelas ações de nossos infelizes familiares. Se pudéssemos ver por detrás do véu, provavelmente descobriríamos que nós mesmos fomos, em grande parte, culpados de suas desditas.

Ouve-se, frequentemente, a expressão: “fulano ou sicrano são o pesadelo de certas famílias”. Mas, podemos considerar essas pobres criaturas como seres estranhos entre gente estranha, devendo viver naquele meio devido a desajustes de vidas passadas. O “sangue é mais espesso que a água” diz um velho provérbio. O certo, porém, é que o laço sanguíneo não traz consequências, a menos que os espíritos de uma família estejam unidos entre si pelo amor ou pelo ódio do passado, fatores determinantes das relações da vida atual.

Uma alma pode se envolver com determinada família em laços carnais, sentar-se à sua mesa, usufruir o direito legítimo de herança, e ser, entretanto, tão estranha quanto um mendigo que bata à porta pedindo um prato de comida.

Recordemos as palavras de Cristo: “Pois estava faminto e me destes de comer, estava sedento e me destes de beber, era um estranho e me admitistes ao vosso lado[1]; e depois: “Tudo o que haveis feito em favor do menor de meus irmãos, a mim mesmo o haveis feito[2]. Quando encontrarmos uma pobre alma, dessas marcadas pela desgraça e pela solidão, devemos como Cristãos imitar o exemplo de Cristo. É mister contribuir para que essa infeliz criatura se veja rodeada do calor de um lar, sentindo-se em sua casa, entre os seus. É necessário, por difícil que possa parecer, cultivar sua amizade, por amor de Cristo, sem levar em consideração suas fraquezas e excentricidades.

A humanidade é afetada por doenças e enfermidades classificadas em mentais e físicas. À incapacidade mental, quando congênita, é o resultado do abuso da força sexual criadora, com uma exceção. Pode-se incluir no caso, as afecções dos órgãos vocais e isto é lógico e compreensível. O cérebro e a laringe foram construídos por meio da metade da força sexual criadora. Assim o ser humano que era bissexual antes da aquisição desses órgãos e capaz de gerar por si mesmo perdeu esta faculdade, dependendo, agora, da colaboração de alguém de sexo ou polaridade oposta para criar um novo veículo para um Ego (que se mostrará como irmão ou irmã aqui) que precisa renascer aqui.

Quando se usa a visão espiritual para observar um indivíduo na Memória da Natureza, durante a época em que ainda estava em formação percebe-se o seguinte: onde agora existe um nervo, havia anteriormente uma corrente de desejos; e que o próprio cérebro foi feito de substância de desejos, bem como a laringe.

Foi o desejo que, primeiramente, enviou um impulso por meio do cérebro e criou tais correntes nervosas, para o Corpo Denso se mover e conseguir, para o Ego, qualquer satisfação ou anelo. À linguagem, da mesma forma, é utilizada para atingir um objetivo. Por meio dessas faculdades o ser humano alcançou certo domínio sobre o mundo, e se pudesse voar de um corpo a outro, não teria fim o abuso de seu poder para satisfazer qualquer capricho ou desejo. Porém, sob a Lei da Consequência, carrega consigo, em cada novo corpo, as faculdades e órgãos semelhantes àqueles utilizados em veículos precedentes.

Quando as paixões arruínam um veículo, em uma vida, isto fica gravado no Átomo-semente do Corpo Denso. Na “descida” para o renascimento é impossível para esse Ego juntar material puro no sentido de organizar um cérebro de estrutura estável. Nesse caso, renasce, geralmente, sob um dos Signos astrológicos Comuns[3]. Nestas circunstâncias, os quatro Signos Comuns se encontram posicionados nos quatro ângulos[4] de seu horóscopo, porque, através deles (dos Signos) o desejo passional defronta sérias dificuldades para se manifestar. Em consequência, esse poderoso impulso que anteriormente regeu seu cérebro e que poderia ser usado agora com o propósito do rejuvenescimento, acha-se ausente e o indivíduo carece de incentivo na vida. Converte-se num inválido, uma tábua sobre o oceano da existência, frequentemente alguém com algum grau de insanidade mental.

O Ego, todavia, não é insano mentalmente. Vê, conhece e alimenta um desejo ardente de utilizar seu Corpo Denso, ainda que lhe seja impossível, pois, amiúde não pode enviar sequer um impulso adequado aos seus nervos. Os músculos do rosto e do corpo não estão sob o controle de sua vontade; há falta de coordenação.

Deste modo, o Ego aprende uma das mais duras lições da vida, porquanto é muito pior do que a morte, achar-se sujeito a um Corpo Denso e não poder se expressar através dele. Isto aconteceu porque a força de desejos necessária para pensar, falar e se mover exauriu-se em uma vida depravada, no passado, deixando o Ego sem energia para manipular seu atual veículo físico.

(Por Max Heindel – Publicado na Revista Rays from the Rose Cross e Publicado na Revista Serviço Rosacruz de novembro/1977)


[1] N.T.: Mt 25:35-45

[2] N.T.: Mt 25:40

[3] N.R.: Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes.

[4] N.R.: 1ª Casa, 4ª Casa, 7ª Casa e 10ª Casa

PorFraternidade Rosacruz de Campinas

Fome por Abundância

Por paradoxal que seja, a verdade é que há muita gente desnutrida e faminta em meio à abundância. Segundo os nutricionistas e os profissionais que estudam o assunto, isso se deve, principalmente, ao excesso de alimentação, bem como ao consumo de alimentos inapropriados.

Afinal, o Corpo Denso se nutre somente de substâncias capazes de ser digeridas e assimiladas. Os elementos inaproveitáveis se convertem em venenos dentro do organismo.

As pessoas consomem, em excesso, uma gama variada de alimentos desvitalizados, antinaturais, nocivos, malsãos.

Como resultado veem sua saúde em progressiva decadência. As enfermidades e doenças, especialmente as de natureza degenerativa, alcançam proporções aterradoras. Os indivíduos mesmo aparentemente saudáveis, ou quando se crê que o são, ao passarem por um exame médico, revelam sofrer de uma ou outra doença ou enfermidade. Mais dia menos dia acabarão num leito de hospital, numa mesa de cirurgia ou no túmulo (ou em um crematório).

Frequentemente ouve-se dizer que algum amigo, alguma amiga ou conhecido ou conhecida, repentinamente se viu acometido de diabetes, asma, trombose coronária, infarto, acidente vascular, câncer, ou algum outro mal degenerativo. Os órgãos de comunicação também noticiam casos de pessoas que foram internadas em um hospital ou morreram vitimadas por um ataque cardíaco fulminante, um acidente vascular cerebral fatal, na flor da idade.

A alimentação adequada não constitui apenas um medicamento efetivo para as doenças ou enfermidades físicas, como também para as mentais. As deficiências do processo metabólico, o qual consiste em converter os alimentos em energia, tecidos e secreções no corpo humano, se originam de dietas pobres, com açúcar e farinhas brancas em demasia e escassez de frutas, verduras, legumes e hortaliças.

São sérios e bem conhecidos os transtornos devidos ao consumo exagerado de gorduras. Para evitá-las recomenda-se não ingerir alimentos gordurosos ou frituras, tomar diariamente alguns copos de água não muito gelada e comer frutas, no mínimo, três vezes ao dia.

O suco de frutas não deve ser conservado durante muito tempo após sua extração, pois dez ou quinze minutos após perderá a maior parte de suas enzimas, ou seja, essas partículas que conduzem a atividade vital ao corpo. O suco de vegetais cultivados em solos tratados com adubo orgânico é incomparavelmente mais rico em enzimas que os procedentes de solos adubados quimicamente. Os agricultores deveriam levar em conta esse fato e, graças à Deus, há muitos que já levam!

A desnutrição campeia entre pessoas habituadas a uma dieta composta de “alimentos incompletos ou de enganoso poder nutritivo, como batatas fritas, doces, chocolate, refrescos e afins. O pior de tudo é que o dano produzido é muito sério, afetando quem se habitua a tão equivocada dieta, como também a seus descendentes.

Uma alimentação à base de gorduras animais é a causa do crescente registro de enfermidades e doenças cardiovasculares. O excesso de gorduras conduz a uma degeneração prematura do fígado, do coração, do pâncreas, dos rins e das artérias. E como os efeitos prejudiciais dos maus hábitos alimentares não se notam de imediato, atribui-se a outras causas as doenças e enfermidades que provocam.

São poucos os indivíduos capazes de atribuir os resfriados, a asma, a artrite, os males cardíacos e desvios mentais às condições tóxicas do organismo. Encontramos no estômago a origem de muitas enfermidades e doenças.

Dá-se pouca importância ao verdadeiro valor nutritivo dos alimentos que, ao invés de recomendar-se consumi-los em seu estado natural – frescos e crus – considera-se um avanço econômico e tecnológico, o funcionamento de indústrias voltadas a enlatar, desidratar e conservar por meios químicos produtos tais como o leite, frutas, verduras, legumes, ovos e outras substâncias. Tal consumo equivale a forrar o estômago com pedras ou algo parecido. “Que homem há entre vós a quem, se seu filho pedir pão, dar-lhe-á pedra? E se lhe pedir peixe, dar-lhe-á uma serpente?” (Mt 7:9-10).

 (Traduzido de texto do Departamento de Cura da The Rosicrucian Fellowship e Publicado na Revista Serviço Rosacruz de junho/1978)

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