A necessidade de desenvolvermos o Corpo-Alma, se quisermos viver conscientemente na próxima Era está contida nesse versículo do Apocalipse de S. João e são de natureza profética: “A quem vencer, eu o farei coluna do Templo do meu Deus, e dele nunca sairá” (Apo 3:12). Seu significado é muito claro e conciso!
Adaptando-lhe os termos da Filosofia Rosacruz, quer dizer que aqueles que extraíram da existência física o Corpo-Alma, ou seja, o “Veículo de Cristo”, se tornam servos em Sua “Vinha” ou Reino e não mais retornam ao Mundo material. Os que não vencerem, devem retornar à Terra pelo renascimento para poderem progredir, sendo-lhes dada assim outra oportunidade de revestirem-se do Manto Dourado Nupcial.
Temos aqui uma positiva evidência do Renascimento, cuja doutrina é indispensável para podermos aceitar a evolução. O progresso depende de substituir o velho pelo novo, à medida que avançamos; a morte para o velho e o nascimento para o novo, como acontece com a vida.
A Forma é uma necessidade para a expressão da Vida, que é eterna. Em sua evolução, a Vida teve, necessariamente, de usar diversas Formas que sempre foram melhorando conforme a Vida progredia. Daí a morte e o renascimento resultando da verdade: “Deveis nascer de novo” (Jo 3:1). Quando a Forma se torna imprestável para o nosso uso deve ser abandonada, daí resultando a morte, e uma nova Forma deve ser construída para que o nosso desenvolvimento espírito continue. Tal é o princípio do Renascimento. O Renascimento é, portanto, um fator incontestável nesse Esquema de Evolução – no qual todos estamos inseridos, saibamos ou não –, já que o progresso, sem ele, é inadmissível, e o Renascimento se torna parte da nossa concepção da eternidade, uma necessidade para aquilo que era, é e será. O Renascimento é, na verdade, um fator indiscutível na evolução, pois o progresso é impossível sem ele. Velado em mistério, sua aceitação ainda depende da nossa fé. Para alguns, todavia, há dificuldades em aceitá-lo, porque não podem compreender que perdemos a lembrança de nossa existência espiritual superior durante os Renascimentos aqui. Isso acontece para que demos maior importância a sua vida física, pois se tivéssemos lembranças da nossa vida nos Mundos superiores não daríamos a devida importância a nossa existência material e nossa vida aqui na Terra seria de pouca valia para nós. Pode-se facilmente reconhecer a sabedoria que preside a essa circunstância, quando verificamos que descemos à existência no Mundo Físico para aprendermos tudo o que pudermos a respeito deste Mundo como parte da nossa evolução e, não tendo conhecimento de nossa existência superior, somos impelidos a nos aplicar na vida aqui na Terra. O Estudante Rosacruz ativo e que já está trilhando a algum tempo o Caminho de Preparação e Iniciação Rosacruz sabe que o Renascimento é uma verdade porque tem ciência que é um Ego (um Espírito Virginal da Onda de Vida humana manifestado aqui) e pode acompanhá-lo desde a sua saída do Corpo, por ocasião da morte aqui, até que reaparece na Terra por meio de novo Renascimento.
A Filosofia Rosacruz estabelece que o nosso Corpo Denso era semelhante ao mineral durante a Época Polar; semelhante ao vegetal durante a Época Hiperbórea; semelhante ao animal, possuindo um Corpo de Desejos, na Época Lemúrica, tendo chegado ao estado humano, possuindo Mente, na Época Atlante e que agora estamos desenvolvendo o terceiro aspecto do nosso Tríplice Espírito, o Espírito Humano, na atual Época Ária. As mudanças feitas por meio das referidas mortes e nascimentos foram feitas por nós mesmos em nosso estado inconsciente, mas atualmente adquirimos a Consciência de Vigília, ou consciência de nós mesmos, exercendo em alguma extensão nossa vontade individual, o que está nos habilitando a desenvolver o nosso poder espiritual divino. Atualmente somos grandemente responsáveis por nossos atos estando sujeito à Lei de Consequência. Essa Lei, agindo em harmonia com os Astros, nos traz ao nascimento quando as posições dos corpos celestes fornecem as condições necessárias a nossa experiência e progresso na Escola da Vida. As Leis do Renascimento e de Consequência têm sido ensinadas secretamente em todos os tempos, porém não foi ensinada publicamente no Mundo Ocidental durante os últimos dois mil anos.
A Hierarquia Criadora de Escorpião, os Senhores da Forma, tem a seu cargo os três germes dos Corpos Denso, Vital e de Desejos durante o presente estado evolutivo. Essa Hierarquia, sob a direção de outras ainda mais elevadas, realmente faz o principal trabalho nesses Corpos, usando a Vida que está evoluindo como uma espécie de instrumento. Atualmente estão com o encargo do terceiro aspecto do Espírito, o veículo Espírito Humano, durante o restante desse Período Terrestre.
O Signo de Escorpião, o Signo dos segredos, da morte e da regeneração ou renascimento é o segundo Signo da Trindade Reprodutora está, e quando o Sol está transitando por ele, estamos nos preparando para um renascimento do Cristo, mais uma vez no centro do nosso Planeta Terra, pelo Natal, enquanto a “Mãe Terra” mergulha no silêncio e na escuridão material e é permeada mais fortemente pela aura do Sol Espiritual, com o correlativo aumento do Fogo Sagrado inspirador de crescimento anímico em nós (não importando em que hemisfério estamos, sentimos essa influência, se estamos cultivando a nossa espiritualidade Cristã praticada na nossa vida aqui); mas, pela Páscoa, provoca uma diminuição de espiritualidade com o correlativa intensificação e pujança de vitalidade física (também não importando em que hemisfério estamos, sentimos essa influência, se estamos cultivando a nossa espiritualidade Cristã praticada na nossa vida aqui). O nascimento e a morte são necessários um ao outro como polos opostos de manifestação da Vida. O segredo da morte é a preparação para o nascimento. O princípio do renascimento – “aparecer de novo” – está sempre diante de nós: o Sol nasce pela manhã e morre à tarde, para aparecer novamente no dia seguinte; nossa consciência vem ao despertarmos do sono, para morrer mais tarde quando o sono retorna. Esse princípio de atividade consciente e inconsciente age em todos os planos, em grau diverso. Pelo Renascimento cada novo aparecimento é uma melhora nas condições anteriores, se adquirimos o conhecimento por meio da experiência, à proporção em que caminhamos para a frente e para cima, sempre.
É o polo positivo do ígneo Marte, por meio de Áries, que traz o renascimento ao plano material no Mundo Físico e é o polo negativo desse Planeta que introduz o Renascimento nos Mundo celestes por meio de Escorpião, precedido da morte no Mundo Físico. Portanto, Marte é o “Senhor do Renascimento”.
A criação procede da geração e a geração é o resultado da atividade sexual administrada por Marte. O sexo, ou a força sexual criadora, se manifesta em tudo na Região Química do Mundo Físico, o plano físico. Já nos planos suprafísicos essa mesma força criadora se manifesta nos princípios masculino (Vontade) e feminino (Imaginação) e estão sempre ativos no universo. Toda atividade resulta da atração e a força sexual criadora é o poder ativo que está por trás da atividade. No plano físico, as atividades dos elétrons, dos átomos e dos corpúsculos são simples atividades dessa força criadora. No plano mental, a Mente objetiva (quando renascemos no sexo masculino aqui) e a Mente (quando renascemos no sexo feminino aqui) estão em atração mútua, enquanto no plano espiritual existe a atração das essências espirituais entre a Vontade e Imaginação. A atividade da força sexual criadora, o princípio causador da criação, deu a Marte o título de “auxiliar do Sol”, que é o “Senhor da Criação”.
Vejamos agora o que a crença no Renascimento pode fazer por nós em nossa vida neste plano físico. Primeiramente revela o fato de que nós, sendo conscientes de nós mesmos, e agindo de acordo com a nossa própria vontade, nos tornamos responsáveis por nossas ações. Essas ações, sob a Lei de Consequência (isto é, o efeito que resulta da causa) ajudam a modelar nossa vida. Aprendemos que colhemos boas recompensas pela atos retos, ação ou obra reta, e colhemos dores e sofrimentos pelos maus atos, más obras ou ações. Não podemos escapar dessas consequências, pois se não aparecerem na vida atual, aparecerão em uma nossa vida posterior como Destino Maduro a ser dissolvido, às vezes, em situação mais difícil e doloroso. Portanto, temos muitos incentivos para nos tornarmos uma melhor pessoa por nossa vida em evolução aqui. O Renascimento vem ao encontro da doutrina da Ressurreição, pois por seu intermédio, o “aguilhão da morte” é removido e perdida a “vitória do túmulo”, pois o que desapareceu tornará a aparecer.
O Renascimento revela a eternidade da vida que proporciona a alegria de viver e das aspirações por sucesso na evolução, pois os fracassos nessa vida poderão se tornar vitórias na vida futura, por meio de novas oportunidades para vencer o que hoje nos cerceia.
As repetidas vidas do correto viver, desejar, falar, pensar nos habilitam a conhecer de “onde viemos, para onde vamos e por que estamos aqui”, bem como o que o futuro nos reserva acerca da Liberdade de escolha.
O Renascimento revela a sabedoria de Deus e a justiça das Suas Leis, a Santidade da vida e, sobretudo, a nossa grandeza feito à imagem e semelhança de Deus.
A crença no Renascimento não é coisa nova; existe na Índia desde tempos antigos; é encontrada no Budismo; contida no Alcorão, o livro sagrado de Islã; é conhecida dos Lamas do Tibete. Foi ensinada por Pitágoras e dos gregos foi transmitida à primitiva Igreja Cristã. É religiosa, filosófica; e também podemos dizer, científica.
Na realidade a morte não existe! O que assim parece é uma perda temporária de consciência num período de transição, quando passamos de um degrau para outro superior na escada da evolução.
Erradicando o temor da morte de nossas vidas, pelo conhecimento do renascimento, a transmutação e a transfiguração guiam o curso das nossas vidas para os portos celestes da paz e do amor, ao mesmo tempo que viajamos para o nosso Criador, tendo cumprido nossa missão o melhor que pudemos, para alegria do nosso Senhor!
“E quando tenha terminado meu trabalho na Terra,
E meu novo trabalho nos Céus comece.
Esqueça eu os louros que ganhei.
Enquanto trabalho pelos outros.”
(Frances Jane Crosby – Fanny Crosby)
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de novembro/1978-Fraternidade Rosacruz-SP)
No Novo Testamento, Cristo afirma: “Eu não sou deste mundo, como vós deste mundo não sois.” (Jo: 17-16). Significa que aqui estamos (no Mundo Físico) apenas de passagem; que este Mundo deve ser encarado como uma Escola – a Escola da Vida, o baluarte da nossa evolução atualmente –, um meio de aprendizagem e que, portanto, sua duração é efêmera. Vivemos num plano onde predomina a impermanência. Tudo é fugaz e nada tem razão de ser nosso objeto de desejo e apego, nem deve servir de base para a definição de nossos valores pessoais.
O apego é o resultado de nossa identificação com esse Mundo e com suas coisas. Quando nos tornamos conscientes da transitoriedade da forma e de sua sedução, o apego diminui. O desapego permite observarmos os acontecimentos, em vez de ficarmos presos dentro deles.
Há várias formas de apego óbvias e notórias, como por exemplo, se apegar a bens materiais, a dinheiro, roupas, objetos, à fama, ao poder mundano, a cargos remunerados ou honoríficos, à familiares (não significa que não devemos amá-los, protegê-los e apoiá-los). Mas também há formas mais sutis, quase imperceptíveis para quem convive com a pessoa ou até para a mesma. Trata-se de apego a ideias, hábitos, emoções e padrões de comportamento que já não acrescentam mais nada à nossa evolução. Talvez estejamos bloqueando nossa Mente à entrada de novos conceitos e visões de mundo.
Por que isso acontece? Qual a razão desse apego a ideias e coisas concretas?
Simplesmente porque muitos de nós se identifica com elas. Quando renascemos, representamos ou encenamos um papel no palco da vida perante o mundo e às pessoas. Quando lhe perguntam quem ele é, responde, por exemplo, nestes termos: “Sou fulano de tal, brasileiro, casado, católico, economista, natural de São Paulo, etc.”. Mas isso é um equívoco. A verdade não é bem essa. Ele não é nada disso, porém se identifica com tudo isso. É apenas a manifestação do Ego no Mundo visível, é a maneira como ele se apresenta aos olhos do mundo.
A identificação e o consequente (ou inconsequente) apego são algumas das razões do sofrimento aqui no Mundo Físico. É o que acontece quando há identificação com o Corpo Denso que, nasce, se desenvolve, decai e morre. Há que cuidar dele, por meio de uma boa alimentação, exercícios físicos e hábitos saudáveis. Ele é o nosso Templo sagrado, porém não é o Ego, a verdadeira essência (um Espírito Virginal da Onda de Vida humana manifestado aqui).
Os casos de baixa autoestima com o Corpo Denso ou com a aparência são sinais evidentes de identificação. Acontece muito nos casos de obesidade e de problemas na pele. A pessoa sofre porque se imagina daquele jeito, identificando-se justamente com o que lhe traz sofrimento. Sua autoimagem é negativa. Na realidade somos muito mais do que nossa aparência corporal. Somos mais importantes do que nossas características físicas, e muito mais importantes do que nossas emoções, nossos desejos, sentimentos, nossos pensamentos.
É preciso entender que quando o Corpo Denso começa a perder seu viço, a luz da consciência consegue brilhar mais facilmente através da Forma que se extingue aos poucos, enquanto a Vida permanece para sempre. Livre-se de sua crosta e o diamante resplandecerá mais!
Que as Rosas floresçam em vossa cruz
Resposta: Segundo os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, neste período de materialismo, perdemos, lamentavelmente, a ideia de tudo o que se oculta por detrás da palavra “Espaço”. Habituamo-nos a falar do espaço vazio ou do grande vácuo de tal maneira a desconhecermos o significado real de tais palavras. Somos, desta maneira, incapazes de sentir a reverência que a ideia de Espaço e Caos deveria nos inspirar interiormente.
Para os Estudantes Rosacruzes “não há vácuo ou espaço vazio“. Espaço é Espírito em forma refinada ou sutil. O Espírito é dual em sua manifestação. Aquilo que observamos e conceituamos como sendo Forma, é a manifestação do polo negativo do Espírito, cristalizada e inerte. O polo positivo se expressa como Vida, transformando a Forma em ação. Ambas, porém, Vida e Forma foram emanadas do Espírito, Espaço, Caos!
Como aprendemos quando estudamos o livro Conceito Rosacruz do Cosmos – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz: “… O Espírito encontra-se em permanente atividade em um aspecto durante a Manifestação, e em outra durante o Caos” (…) “A Vida pode existir independentemente da Forma Concreta. Pode haver Formas imperceptíveis aos nossos limitados sentidos físicos e inclusive, não sujeitas a nenhuma das leis que vigoram no presente estado concreto de matéria” (…) “… A nebulosa ígnea (da Teoria Nebular) é Espírito… a atmosfera ao nosso redor, o espaço entre os mundos é Espírito e … há uma constante permuta: Forma dissolvendo-se em Espaço, e Espaço cristalizando-se em Forma”.
“Caos” não é o estado daquilo que tendo existido no passado e se encontra, agora, totalmente desaparecido. Encontra-se, isto sim, ao nosso redor presentemente! Não constitui aquelas velhas formas que, tendo sobrevivido à sua utilidade, retornam, constantemente, ao Caos. Está sim continuamente dando origem a novas Formas, sem a que não haveria progresso, ou seja: o trabalho da evolução cessaria e a estagnação impediria toda possibilidade de desenvolvimento.
É axiomático: “quanto mais amiúde morremos, melhor nos vivemos”. Goethe, o poeta Iniciado escreveu:
“Quem não passou por isto,
Alguma vez, moribundo, retornando à origem
Sempre permanecerá miserável e pesaroso,
Nesta terra sombria”.
E São Paulo apóstolo afirmou: “Eu morro todos os dias”.
O Caos é a base de todo progresso. Nessa vida, durante esta fase, decorre de nossa existência quando do dia de Manifestação e vice-versa. A habilidade para progredir resulta da permanência temporária no Caos.
O intervalo entre os Períodos e Revoluções é, em realidade, muito mais importante para o avanço do Espírito do que a existência concreta, ainda que a última seja a base da anterior e, por conseguinte, possa ser dispensada.
A importância do intervalo (no Caos) é de natureza transcendental, pois durante aquele período de desenvolvimento os seres encontram-se estreitamente unidos e são realmente “UM”. Consequentemente, os menos desenvolvidos durante a manifestação estão em mais íntimo contato com os mais altamente evoluídos. Assim, adquirem experiência e se beneficiam com uma vibração mais elevada.
Quando a nossa consciência se enfocar mais na região das causas (nos Mundos espirituais), compreenderemos o significado da palavra “Espaço” no seu legítimo sentido.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz março/1972 – Fraternidade Rosacruz-SP)
Resposta: O que determina a conformação da substância química do Mundo Físico, na múltipla variedade de formas observadas ao nosso redor, é o Espírito Universal manifestando-se no Mundo visível como quatro grandes correntes de vida, em diferentes estágios evolutivos.
Este quádruplo impulso espiritual molda a matéria química da Terra nas variadas formas dos quatro Reinos de Vida: mineral, vegetal, animal e humano.
Quando uma forma serviu de veículo de expressão a alguma corrente de vida, as forças químicas desintegram-na, devolvendo-a ao seu estado primitivo, tornando-a aproveitável na construção de novas formas.
O Espírito ou vida que molda a forma, como uma expressão de si mesmo, é um estranho para a matéria, assim como pedreiro constitui algo à parte, independente, da casa que constrói.
Como todas as formas do mineral, vegetal, animal e a forma humana são químicas, elas devem, logicamente, estar como mortas e isentas de sensibilidade ou sentimento (como matéria química neste estado primitivo). Alguns cientistas sustentam haver sensibilidade em todo o tecido vivo ou morto, seja qualquer Reino de Vida a que pertença. Incluem igualmente as substâncias normalmente classificadas como minerais nesta afirmação. Nem todos os cientistas afirmam isso. Outra classe de cientistas afirma não haver sensibilidade no Corpo Denso, exceto no cérebro. Sustentam que é o cérebro e não o dedo que sente a dor quando o último sofre uma lesão. Cada um é parcialmente correto. Depende do que entendemos por sensibilidade. Se a configuramos como uma simples resposta a um impacto, semelhantemente ao pique de uma bola de borracha atirada ao chão, certamente é admissível atribuir sensibilidade ao mineral, vegetal e ao tecido animal. Seria absurdo, porém, atribuir sentimentos tais como prazer e sofrimento, amor e ódio, alegria e tristeza, às formas inferiores de vida.
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz setembro/1972 – Fraternidade Rosacruz-SP)