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porFraternidade Rosacruz de Campinas

Um Diálogo sobre Alimentação Corretiva

O Monte Benson erguia-se como plano de fundo da cidade. Dois homens emergiram da densa floresta e escalaram o áspero cume cinzento. A vista compensava amplamente o esforço. A oeste, grupo após grupo de montanhas, todas cobertas de florestas e neve; a leste, as águas azuis do golfo e, além delas, os picos brancos e reluzentes da Cordilheira Costeira até onde a vista alcançava.

Os dois homens diferiam muito na aparência. Um era jovem e parecia representar bem um estudante despreocupado, desfrutando suas férias. O outro era idoso e seu semblante possuía uma expressão de calma reservada, como alguém que, moldado por eras de experiência, desenvolvera autocontrole e a sabedoria de encarar as tempestades da vida com serenidade.

O jovem, encostado em uma enorme rocha, começou a comer uma refeição simples e retomou uma conversa já iniciada.

— Bem, Peredur, agora que estamos descansando podemos conversar enquanto apreciamos a paisagem. Veja como aquelas nuvens atravessam o vale. Mas me diga: você realmente valoriza o estudo da Astrologia Rosacruz? Não compreendo bem a sua afirmação de que cada Aspecto de um horóscopo seja apenas um símbolo abstrato que possa ser interpretado através de uma enorme variedade de experiências concretas, embora seja, em si, uma generalização de muitas experiências de vidas passadas. Poderia ilustrar isso com um exemplo real? Ontem à noite você mencionou alguns horóscopos que tinham Saturno em Câncer, em Quadratura com Júpiter. Pode explicar esse símbolo concretamente?

— Sim, Gareth. Coincidentemente, você escolheu um símbolo que aparece em meu próprio horóscopo, causando-me muitas lutas amargas, mas que acabou me conduzindo ao estudo, à experimentação e, finalmente, à vitória.

— Às vezes nos dizem que todo Aspecto adverso, no fim, produz algum bem. No meu caso, Saturno em Câncer me ensinou uma lição inestimável: a causa das doenças mais comuns e mortais da atualidade e como remover essa causa. Como estudante de medicina, você certamente observou a prevalência quase universal das doenças catarrais. A que causas você as atribui?

— Não a uma única, mas a muitas: hereditariedade, contágio, vitalidade reduzida, falta de higiene, superlotação, exposição ao frio…

— Acredita então que as doenças catarrais possuem uma causa básica ou única? O que isso tem a ver com a Astrologia Rosacruz?

— Devagar, jovem. Primeiro, você admite que resfriados, tosses, bronquites, influenza, gripe, pneumonia, pleurisia, tuberculose, amigdalite, sem mencionar sarampo, caxumba e várias outras, são doenças catarrais com sintomas fundamentais que são semelhantes?

— É uma afirmação ousada; mas, sim, fundamentalmente apresentam sintomas parecidos.

— Anos de estudar me convenceram de que a causa básica de todas as doenças catarrais pode ser até o excesso de carboidratos no organismo; isto é, amidos e açúcares. Em outras palavras, consumir mais alimento combustível do que o corpo necessita ou consegue converter em calor e energia.

— Mas certamente pés molhados ou exposição ao frio causam resfriados.

— Pelo contrário. Em uma pessoa saudável, essa exposição pode produzir apenas uma reação revigorante, uma sensação de saúde e vitalidade.

Você sabe o que é uma solução saturada de açúcar. Em determinada temperatura, certa quantidade de água consegue manter uma quantidade específica de açúcar dissolvida. Mas o que acontece quando uma solução saturada é resfriada repentinamente?

— A temperaturas menores, menos açúcar pode permanecer dissolvido. Parte dele é precipitada.

— Exatamente. Observe também as geleias. Mistura-se água fervente e açúcar, formando uma solução líquida. Quando esfria, ela endurece. Se houver açúcar em excesso, forma-se uma camada cristalizada na superfície.

Agora considere o sangue e os tecidos do corpo. Quando estão sobrecarregados de amido ou açúcar dissolvidos, pés molhados ou uma queda brusca de temperatura, provocam a precipitação do excesso de carboidratos na forma de abundante secreção mucosa.

Todas as doenças catarrais podem ser simplesmente essa precipitação de material excedente: um esforço do organismo para se livrar de substâncias desnecessárias que o obstruem em vez de beneficiá-lo.

Peredur então relata suas próprias experiências. Ele explica que possuía Saturno em Câncer, configuração que normalmente indica problemas gástricos associados ao excesso alimentar. Durante anos alternou períodos de grande moderação com períodos de excesso, especialmente de doces e alimentos ricos em amido.

Depois informou que, quando consumia muitos açúcares e amidos, ganhava peso, tornando-se menos ativo e mais lento; além disso, sofria frequentemente de secreções nasais e resfriados. Por outro lado, quando reduzia drasticamente os carboidratos, permanecia magro, forte e ativo, não apresentando os sintomas catarrais.

Decidiu então realizar experiências consigo mesmo. Durante um inverno rigoroso, sua dieta consistiu principalmente de leite, ovos, queijo, vegetais (exceto batatas), frutas (exceto tâmaras), e pequenas quantidades de gordura. Caminhava diariamente vários quilômetros sob qualquer clima, muitas vezes permanecendo com as roupas molhadas.

Apesar de cuidar de pessoas gripadas e de se expor constantemente ao frio, não desenvolveu qualquer sintoma catarral. Posteriormente fez o experimento contrário: reduziu exercícios; aumentou farinha branca, doces e produtos ricos em amido.

Segundo seu relato, em apenas um mês ganhou peso, desenvolveu secreção nasal, tornou-se mais suscetível a resfriados. Com base nessas observações concluiu que o catarro fosse consequência direta do excesso de amido e açúcar.

Quando Gareth questiona o papel dos germes, Peredur responde: — Nunca! Um organismo saudável pode rir dos germes. Porém, quando o corpo está congestionado por resíduos em decomposição e material catarral viscoso, os germes encontram um terreno favorável.

Mais adiante, Peredur amplia sua teoria. Segundo ele, a Humanidade superou parcialmente a escravidão às bebidas alcoólicas, mas substituiu esse vício por outro: o excesso de amidos e açúcares.

Ele argumenta que bebidas alcoólicas resultam da fermentação de amidos e açúcares, muitas pessoas abandonaram a embriaguez alcoólica, porém passaram a praticar uma espécie de “autointoxicação” através da gula por doces e farináceos. Ele considera as doenças catarrais uma manifestação dessa nova forma de intoxicação.

No final do diálogo, Peredur critica a medicina da época, afirmando que medicamentos, vacinas, soros, e cirurgias não atacavam a verdadeira causa da doença. Para ele, a solução consistiria em reduzir o consumo de amidos e açúcares, aumentar o exercício físico, melhorar a oxidação dos tecidos e desenvolver autocontrole alimentar. Essa é a parte que a pessoa doente ou enferma tem que fazer com o seu Corpo Denso. Senão, de nada adianta buscar a Cura Rosacruz!

O diálogo encerra-se quando os dois homens deixam a montanha e iniciam a caminhada de volta à cidade.

(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de agosto de 1920 e traduzido pelos irmãos e pelas irmãs da Fraternidade Rosacruz – Campinas – SP – Brasil)

SP) 

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Folheto: A Verdadeira Causa do Contágio

Existem muitas pessoas de natureza arrogante que estão sempre prontas para fazer uma piada sobre a Ciência Cristã e os métodos relacionados à cura divina, que ensinam a seus seguidores a cultivar uma atitude mental que não tem medo de nada sob quaisquer as condições. Contudo, com o um fato natural, uma enorme porcentagem das nossas doenças tem como causa e facilmente correlacionada a sentimentos de medo por parte do paciente.

Os viajantes que visitaram ilhas desabitadas relataram que os pássaros e animais encontrados ali, a princípio, não tinham medo deles, mas tão logo aprenderam a natureza predatória do ser humano, acabavam fugindo dele, por medo de que suas vidas estivessem correndo perigo. Assim, por séculos, a natureza cruel do ser humano espalhou o medo por toda a Terra; conquistamos, domesticamos e exploramos tanto os pássaros como os animais, e o que não pudemos conquistar, matamos; até chegarmos ao ponto de qualquer coisa que respire se esconder de nós por medo. Ou seja, entre os maiores animais, nenhum é tão grande que não teme e foge do ser humano.

Contudo, quando nós voltamos em direção as pequenas coisas, vemos que o caso é diferente, e o ser humano, achando que reina supremo na terra só porque colocou toda a criação sob um estado de medo, treme diante das pequenas coisas do mundo, e quanto mais ínfimas são, mais ele as teme. O microscópio nos mostra que uma criatura tão pequena como a mosca doméstica carrega no pelo de suas pernas milhares de parasitas que acreditamos serem inimigos a nossa saúde e, portanto, o medo nos leva a gastar milhões de dólares em armadilhas para mosca, telas mosqueteiras para proteção e outros dispositivos para nos livrarmos dessa praga, porém, nossos esforços em grande parte são em vão; embora essas vastas somas, anualmente, sejam gastas para exterminar com as moscas, a proliferação delas é mais rápida do que a quantidade que conseguimos matar.

Entretanto, tememos que seu primo mosquito seja ainda pior. O microscópio nos disse que esse pequeno inseto é um dos principais mensageiros do Anjo da Morte; portanto, nós o combatemos com receio por nossas vidas; mas ele prospera apesar da grande soma que se investe anualmente no seu extermínio. Depois, tem o leite que bebemos. Diz-se que, em condições normais, existem cem mil germes por centímetro cúbico, todavia, nas melhores condições sanitárias esse exército de destruidores pode ser reduzido a dez mil; mas por medo, pasteurizamos o leite antes de ousar dar às criancinhas. Diz o microscópio que em cada gota de água que bebemos encontramos um enxame de vida germinativa (micróbios), e até a moeda e mesmo o dinheiro de papel com as quais compramos as necessidades diárias na vida são veículos de morte, pois estão infectados com germes em uma extensão quase inacreditável. Depois que o dinheiro foi lavado, os banqueiros verificaram que não se conseguia detectar facilmente as falsificações, então abandonaram o processo. Ou tememos mais os falsificadores do que os germes; ou amamos mais o dinheiro do que a saúde.

Não é toda essa atitude ridícula e indigna de nosso elevado e nobre estado, como seres humanos, como filhos de Deus? É bem conhecido pela ciência que uma atitude de medo destrói o poder da resistência do corpo e, portanto, sujeita-o a doenças que de outra forma não seriam capazes de se sustentar. Do ponto de vista oculto, é perfeitamente claro e fácil de compreender por que isso acontece. O Corpo Denso que vemos com nossos olhos é interpenetrado por um veículo feito de Éter, e a energia do Sol que permeia todo o espaço está, constantemente, despejando em nosso Corpo por meio do baço, que é o órgão especializado para a atração e assimilação desse Éter universal. No Plexo Celíaco é convertido em um líquido cor-de-rosa que permeia o sistema nervoso. Isso pode ser comparado à eletricidade que percorre os fios de um sistema elétrico ou telegráfico. Por meio desse fluido vital, os músculos são movidos e os órgãos desempenham suas funções vitais para que o corpo possa se expressar em perfeita saúde. Quanto melhor for a saúde, maior será a quantidade desse fluido solar que somos capazes de absorver, contudo, só podemos utilizar uma parte dele e o excedente é irradiado do Corpo em linhas retas.

Você já deve ter visto as tiras de papel que se prendem à grade dos ventiladores elétricos nos estabelecimentos comerciais, como por exemplo, em uma loja que vende frutas e doces. Quando o ventilador está em movimento, essas serpentinas de papel se movimentam quase que perpendiculares às pás dos ventiladores. Da mesma forma, as linhas que fluem de toda a periferia do Corpo humano também se irradiam em linhas retas, quando gozamos de perfeita saúde. Essa condição é, assim, adequadamente descrita como de saúde radiante. Nós dizemos de tal pessoa que ela irradia saúde e vigor. Sob tais condições nenhum ser, por mais minúsculo que seja, e que seja capaz de carregar ou provocar uma doença, pode encontrar guarida nesse Corpo. Não pode penetrar vindo de fora, porque essas linhas de força invisíveis o impedem, da mesma que uma mosca não pode passar através de um ventilador em movimento. E aqueles microrganismos que entram no Corpo com o alimento, também, são expelidos rapidamente porque os processos vitais no Corpo são seletivos, como vemos, por exemplo, nos rins que expelem os detritos, enquanto retêm as substâncias vitais necessárias para a economia do Corpo.

No entanto, a partir do momento em que nós nos permitimos termos pensamentos de: medo, preocupação, raiva, o Corpo faz um esforço como que para fechar as portas contra os inimigos exteriores, imaginários ou reais. Então, o baço também se fecha e deixa de especializar o fluido vital em quantidades suficientes para as necessidades do Corpo e, assim, presenciamos um fenômeno que é análogo ao efeito que observamos quando se diminui a voltagem ou se coloca mais resistência em um ventilador elétrico. Neste caso, as serpentinas de papel começarão a decair e já não se mantém estendidas e ondulantes o suficiente para proteger os doces e as frutas, mantendo as moscas afastadas. Do mesmo modo, no Corpo humano quando os pensamentos de medo provocam o fechamento parcial do baço a força solar já não passa pelo Corpo com a mesma velocidade de antes. Não irradiam da periferia do Corpo em linhas retas, mas essas linhas se deformam, permitindo a passagem do ser, por mais minúsculo que seja, e que seja capaz de carregar ou provocar uma doença.

Quer conheçam ou não essa lei, os que praticam a ciência mental consistente ou aqueles que acreditam na cura divina, atuam de acordo com seus ditames quando eles afirmam que são filhos de Deus, que não há motivo para sentir medo porque Deus é o Pai deles e os protegerá, enquanto não violarem, deliberadamente, as leis da vida.

O fato real e a verdade nesse assunto é que o contágio vem de dentro. Enquanto vivemos uma vida sensata, alimentando nossos Corpos com alimentos puros, procedentes do Reino Vegetal, fazendo uma quantidade suficiente de exercícios físicos e nos mantivermos mentalmente ativos, podemos ficar seguros na promessa de que o “Senhor é nosso refúgio”. Nenhum mal nos atingirá, enquanto demonstrarmos a nossa fé com obras. Se, por outro lado, negarmos nossa fé em Deus, desobedecendo Suas leis, nossas esperanças de conservar a saúde serão vãs.

O Poder do Pensamento

“Como o ser humano pensa em seu coração, assim ele é”[1], disse Cristo e essa é uma proposição absolutamente científica; sendo algo que todo o mundo pode comprovar observando ao seu redor as condições da vida diária no lar, no trabalho, nas ruas. Vemos um homem de lábios grossos, com as bochechas estufadas para fora, com grande papada sob o queixo e, imediatamente, sabemos que se trata de um glutão, de um sensualista. Vem outro pela rua; seu rosto está coberto de rugas, seus lábios são finos e duros; logo sabemos que os arquitetos que modelaram tal face são os pensamentos imediatistas e as preocupações.

Cada um que passa a nossa frente expressa, exteriormente, seus pensamentos que estão no seu interior. Um é musculoso e ativo, porque os pensamentos que governam suas atividades construíram um Corpo cheio de atividade. Outro tem a parte do corpo que fica entre a pele e os ossos flácida, muita gordura ao redor do abdômen, e um andar com passos curtos e com o corpo pendendo de um lado para o outro, demonstrando que é avesso a exercícios físicos. Em cada caso o Corpo é uma exata reprodução da Mente; cada classe sofre das doenças peculiares às tendências gerais da sua atividade mental. O glutão e o sensualista sofrem de doenças engendradas quando seus pensamentos cristalizaram e debilitaram o trato digestório[2] e os órgãos criadores. Suas enfermidades são completamente diferentes das doenças nervosas que atacam pensador, e qualquer sistema de cura que não leve em consideração o fato de que o Corpo é mais uma expressão física da Mente do que a Mente é uma manifestação do ser humano físico, cometerá um erro radical. Em nossa natureza complexa, Mente e matéria agem e reagem reciprocamente, de tal maneira que é absolutamente necessário considerar o ser humano como um todo, cada vez que nós tentamos tratar das suas incapacidades.

É bem conhecido pelos fisiologistas[3] que a alegria, algumas vezes, é capaz de tirar o paciente do seu leito de enfermo muito mais depressa do que qualquer remédio. Se acontece algo que dê um bom impulso aos seus assuntos mundanos, uma mudança repentina ocorre e o torna otimista, a enfermidade parece desaparecer como por mágica; por outro lado, mesmo gozando de boa saúde se sobrevém uma influência deprimente nos seus negócios, ele começa a se sentir mal fisicamente. Uma carta que contenha más notícias pode deter a digestão totalmente e provocar na pessoa que a recebeu grave indigestão muito grave. Daí a verdade enunciada por nosso Salvador: “Como o ser humano pensa em seu coração, assim ele é” fica amplamente demonstrada na vida prática diária.

Quando compreendermos isso nós, também, veremos a necessidade de cultivar uma atitude de otimismo. Uma Mente cheia de esperança é o maior de todos os remédios e a reiteração constante da resolução de superar as doenças atuais é muito melhor do que todos os remédios do mundo. Quando alguém está com uma dor constante, sofrendo agudamente, talvez seja muito difícil manter uma atitude otimista; todavia, a fórmula mágica do Salvador, aplicada à saúde, nos ajudará a superar no devido tempo.

É uma lei que, se pensarmos em saúde, nós imperativamente a expressaremos, cedo ou tarde. Devemos viver uma vida racional e cessar os excessos, particularmente os da alimentação diária; isto nunca será demais enfatizar. De nada servirá parar diante de um espelho e dizer a si mesmo: “Tenho fé”, “Sou saudável” ou outras afirmações similares falsas. Basta deixar de falar das suas doenças para outros; tente, acima de tudo, distrair seus pensamentos da sua condição; acreditar na saúde como um direito de nascimento e que, como qualquer outra coisa, pode ser obtida por nós, sem hesitação.

Você deve ter ouvido a estória daquela velhinha que tinha ouvido o pastor pregar em um sermão que a fé poderia remover montanhas. Em seguida, ela procurou pôr à prova sua fé com um monte de cinzas, mas na manhã seguinte, quando foi vê-lo encontrou onde estava antes e exclamou: “Tal como pensei”. As coisas estavam tal qual ela esperava em seu coração, e não como ele afirmava acreditar com a sua língua, e o mesmo sucede com todo mundo. Portanto, acredite de coração na saúde.

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[1] N.T.: Pb 23:7; Lc 6:45 e Mt 12:34

[2] N.T.: junto com os órgãos anexos constituem o sistema digestório ou sistema digestivo.

[3] N.T.: A fisiologia é o ramo da biologia que estuda as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos. Em síntese, a fisiologia estuda o funcionamento do organismo.

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