porFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: O que é realmente o sonambulismo, e se há alguma forma de ajudar os que estão sujeitos a ele?

Pergunta: Gostaria de saber o que é realmente o sonambulismo, e se há alguma forma de ajudar os que estão sujeitos a ele.

Resposta: A Conferência Nº 4 do livro Cristianismo Rosacruz trata de sonhos, sono, hipnotismo, mediunidade e insanidade. Isto é, versa sobre os estados anormais da consciência, e essa Conferência dá-nos uma explanação muito abrangente desses vários estados, com exceção do sonambulismo – que, de certa forma, assemelha-se muito aos sonhos. Não podemos dar aqui uma explicação completa, mas basta dizer que durante o dia o Corpo Denso, ao qual chamamos de indivíduo, está rodeado por uma atmosfera áurica composta pelos seus veículos mais sutis, exatamente como a gema de um ovo é rodeada pela clara. Esses veículos mais sutis interpenetram o Corpo Denso e são as fontes da força e da percepção sensorial.

São suas atividades que fatigam o Corpo Denso, de modo que, à noite, ele, por assim dizer, entra em colapso, e os veículos mais sutis retiram-se, deixando-o abandonado, adormecido sobre a cama. Quando esta separação se completa há um sono sem sonhos.

Não obstante, algumas vezes, o Ego fica tão preocupado com os assuntos referentes ao mundo físico, que é com grande dificuldade que se separa do veículo físico, podendo, às vezes, ficar meio dentro e meio fora do corpo.
Nesse caso, a ligação normal entre o Ego e o cérebro torna-se alterada, mas não totalmente rompida. Sob essas circunstâncias, o Ego vê as coisas do mundo físico, o que explica os sonhos fantásticos e tolos que temos às vezes.

Sob tal condição, o corpo pode agitar-se no leito, chegando até a falar e gesticular. Desse estado ao sonambulismo é só um passo, pois no sonambulismo o Ego compele o veículo a deixar a cama e vagar por aí, às vezes sem objetivo, mas outras vezes com um propósito definido em mente.

Recordemos que quando o Ego está fora do seu veículo físico, durante as horas em que este último jaz adormecido sobre a cama, o Espírito movimenta-se com a mesma facilidade através de uma janela ou de uma parede como através de uma porta aberta. Sabendo-se que ele não pode queimar-se com o fogo nem se afogar na água ou até mesmo despencar de um telhado, compreendemos facilmente que, por estar inconsciente da existência do seu veículo, ele poderá tentar sair por uma janela. Se a janela estiver aberta, naturalmente o corpo cairá no solo, machucando-se gravemente ou não, de acordo com a proporção da queda. Todos nós podemos andar sobre uma tábua estreita quando ela está próxima ao solo, mas se a mesma tábua for levantada a apenas alguns centímetros do solo, uma sensação de medo se apoderará de nós. Provavelmente cairíamos de uma tábua muito larga se ela estivesse colocada a alguns metros acima do solo, mas, quando o corpo é manipulado pelo Espírito, de fora, está inconsciente, portanto, não sente medo. Consequentemente, ele anda impunemente desde que encontre um apoio para os pés, e o único perigo reside no fato do sonâmbulo despertar – então, o Ego entra em seu veículo, assumindo a posição normal. Nessa ocasião, o medo, inevitavelmente, provocará a queda, qualquer que seja a posição na qual ele se encontre, e haverá, em consequência, ferimentos mais ou menos graves.

Para evitar essa situação, sugerimos a prática do relaxamento consciente do corpo. É o Corpo de Desejos que mantém o controle sobre o veículo Denso e, durante o relaxamento, esse Corpo de Desejos aprende a sair e deixar o Corpo Denso inerte para que, se um braço ou uma perna forem erguidas, caiam imediatamente sobre a cama. Essa prática, com o tempo, acabará com o sonambulismo. Por enquanto, seria conveniente colocar toalhas úmidas no chão, pois elas provavelmente despertarão a pessoa no momento em que ela sair da cama.

As características dos veículos superiores são de natureza semelhante à eletricidade, e sabemos que a água possui um efeito condutor excelente em relação à corrente elétrica. Da mesma forma, quando os pés tocarem as toalhas molhadas colocadas no chão, os veículos mais sutis serão atraídos para a posição central em relação ao corpo e a consciência será restabelecida. Desta forma, o corpo desperta, e o perigo do sonambulismo, durante algum tempo, é evitado.

(Perg. 130 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Os Pergaminhos do Mar Morto

Os Pergaminhos do Mar Morto

O Cristianismo, tal qual todas as religiões, tem dupla natureza interna, oculta, esotérica, verdadeiro repositório de ensinamentos profundos, e uma exterior, exotérica, superficial, formal, contendo princípios cuja finalidade é manter a união do agrupamento e coibir, as mais das vezes, coercitivamente, os arroubos da natureza inferior.

Ao arcabouço esotérico de uma religião só tem acesso seus membros mais avançados, aqueles já iluminados pela pureza e desinteresse. Os menos evoluídos se satisfazem em gravitar em torno de cerimoniais – que raramente entendem – e aspectos exteriores de culto. Assim, permanecem atados a letra que mata e não ao espírito que vivifica, até capacitarem-se a dar um passo maior. São Paulo, Apóstolo, dava “leite as criancinhas” e “alimento sólido” aos fortes na fé.

Cristo se dirigiu as multidões por meio de parábolas, mas aos Discípulos revelava o conteúdo transcendental de Sua Doutrina.

Por suposto, o Cristianismo Esotérico contém a essência dos ensinamentos do Mestre, princípios esses encontráveis nas entrelinhas dos Evangelhos, por quem possui a “chave” para tal.

Tanto as traduções do Antigo como do Novo Testamento, sofreram interpolações e modificações, involuntária ou propositadamente, por parte de copistas e tradutores. Encontramos referências a isso no Conceito Rosacruz do Cosmos, de Max Heindel, e na Patrologia Grega, de Orígenes . Não é difícil imaginar como houve confusões e distorções.

Os Rosacruzes, porém, mercê de suas investigações na Memória da Natureza, oferecem o sentido real dos ensinamentos bíblicos.

Em 1947, ocorreu um fato muito auspicioso: foram descobertos oito rolos de pergaminhos numa gruta localizada nas proximidades do mosteiro de Qunram, as margens do Mar Morto. Sete desses documentos foram decifrados e estudados, revelando importantes informes a respeito do Cristianismo, confirmando muita coisa ensinada pela Fraternidade Rosacruz.

Sabe-se que foram elaborados pelos Essênios. Estes, constituíam uma terceira seita entre os judeus. As outras duas eram os saduceus e os fariseus.

A comunidade essênia, todavia, era bem diferente. Formada de pessoas mais devotas e espiritualizadas, vivia uma vida de pureza e serviço, em contraste com as outras. Sabe-se, também, que vários apóstolos e alguns personagens destacados dos Evangelhos, pertenceram a essa seita.

Agora, outra informação: o oitavo e último rolo de pergaminho foi, finalmente, decifrado e estudado, conforme notícia abaixo transcrita, publicada no jornal Folha de São Paulo, edição de 25 de fevereiro de 1979.

“BERKELEY, CALIFORNIA, (UPI)”
– Os últimos e mais completos pergaminhos do Mar Morto foram finalmente publicados e fizeram revelações novas e importantes a respeito da origem da doutrina cristã sobre o sexo, o casamento e o divórcio, disse o professor Jacob Milgrom, da Universidade da Califórnia.

Denominado “Pergaminho do Templo” por se referir em grande parte à reconstrução do templo de Jerusalém, o documento recentemente publicado, contém um código de comportamento ético que proíbe o divórcio e a poligamia. É também a favor do celibato, pais proíbe o uso do sexo dentro dos muros de Jerusalém.

O novo rolo de pergaminhos e o último dos oito documentos muito bem preservados encontrados por um jovem beduíno em uma caverna perto do Mar Morto, em 1947. Sete outros rolos de pergaminhos já foram decifrados e estudados durante a década de 50, mas o “Pergaminho do Templo” só foi descoberto quando Israel ocupou os territórios árabes, na guerra dos seis dias, em 1967.

O pergaminho foi encontrado em uma caixa de sapato escondida debaixo do assoalho de uma loja árabe, cujo proprietário tinha sido envolvido na compra de documentos antigos.

Nos últimos dez anos o pergaminho foi cuidadosamente desenrolado e decifrado por Yigael Yadin, professor universitário e atualmente vice primeiro ministro de Israel.

Trata-se do mais longo rolo de pergaminho até hoje encontrado, com 19 páginas e 8,53 metros de extensão. O professor Milgrom foi o assistente de Yadin na obra de restauração do documento.

“Em minha opinião, este é provavelmente o pergaminho mais importante”, disse Milgrom numa entrevista. “Antes de mais nada, neste pergaminho Deus fala na primeira pessoa. Isso quer dizer que se trata de revelação. É sua palavra autorizada”.

Milgrom disse que o “Pergaminho do Templo” “vem lançar nova luz sobre as origens de muitas doutrinas cristãs”.
O documento diz, por exemplo, que todos os que “aspirarem viver à sombra do templo, em permanente estado de santidade, devem viver uma vida de solteiro”. Proíbe também a prática de relações sexuais em qualquer parte dentro da cidade de Jerusalém.

Os rigorosos mandamentos de pureza em torno do templo e dos sacrifícios excluem a satisfação de necessidades higiênicas dentro de Jerusalém e até mesmo a defecação em qualquer lugar durante sábado judaico. Proíbe, também “ao rei mais de uma mulher e diz que ele não se deve casar novamente, enquanto sua mulher estiver viva”, disse Milgrom. “As implicações são evidentes. O divórcio é proibido”.

Pela primeira vez, vemos que as opiniões sobre o matrimônio e o divórcio expressas dentro de certas tendências nos Evangelhos do Novo Testamento, podem traçar sua origem nos ensinamentos desta seita, anterior a época de Jesus Cristo pelo menos um século e meio”. Milgrom observou que o divórcio e poligamia não eram proibidos no Antigo Testamento.

Os pergaminhos foram encontrados perto da comunidade de Qunram, que floresceu desde mais ou menos a metade do século segundo antes de Cristo até, a época da Invasão Romana, no ano 67 de nossa era. Essa comunidade era formada “por uma seita marginal dentro do judaísmo”.

Os dissidentes da seita se refugiaram nas cavernas do Mar Morto para escapar a “poluição” que afetava Jerusalém por causa dos líderes fariseus, disse Milgrom.

O pergaminho do templo não apenas traça os planos para a reconstrução do templo de Jerusalém, quando a seita voltasse ao poder, após uma guerra catastrófica, mas “prescreve leis totalmente novas e dá interpretações também novas sobre as leis antigas”.

(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 04/79 – fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Assistindo a uma Irmã Leiga curar os olhos de um homem

Assistindo a uma Irmã Leiga curar os olhos de um homem

Uma noite, três Auxiliares Invisíveis estavam com uma elevada Irmã Leiga trabalhando para a humanidade. Eles estavam a acompanhando nas visitas que ela fazia nos doentes e os mais carentes que estava sob sua responsabilidade. Eles foram ver um homem nas proximidades da Arábia. Os Auxiliares Invisíveis viram o homem andando dentro de sua casa, e perceberam que estava com muita dor. Ele tinha enfrentado uma tempestade de areia e devido a isso ambos os olhos estavam cheios de areia fina e isso lhe provocava grande sofrimento. Os Auxiliares Invisíveis viram que a Irmã Leiga estava examinando seus olhos e removendo cuidadosamente toda partícula de areia existente. Os olhos do homem estavam muito inflamados, e as suas pálpebras estavam vermelhas e inchadas. Para um dos Auxiliares Invisíveis esses eram os piores olhos que ele já tinha visto em sua vida.

A Irmã Leiga disse ao homem para ir se deitar em seu quarto. Enquanto isso a Irmã Leiga fez todo trabalho de restauração nos olhos do homem. E em poucos minutos, o homem se levantou e se dirigiu até a sala. A essa altura, seus olhos estavam quase normais; o inchaço havia desaparecido e seus olhos estavam, ainda, um pouco avermelhados. O homem já podia enxergar sem dor.

Os Auxiliares Invisíveis ficaram impressionados com a maravilhosa mudança ocorrida nos olhos do homem. Este estava tão feliz e grato pela ajuda recebida que não sabia quem o tinha ajudado para agradecer.

“Eu estou quase totalmente normal, mas não entendo como eu poderia sido curado tão rapidamente”, disse ele.

(IH – de Amber M. Tuttle)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: É possível para uma mãe que passou ao Mundo invisível ajudar seus filhos direta ou indiretamente? Ela materializa mãos carnais para isso, ou recorre a outros meios para ajudá-los?

Pergunta: É possível para uma mãe que passou ao Mundo invisível ajudar seus filhos direta ou indiretamente? Ela materializa mãos carnais para isso, ou recorre a outros meios para ajudá-los?

Resposta: A Sociedade de Pesquisa Psíquica investigou vários casos nos quais foi verificado que a mãe se materializava a fim de salvar seus filhos pequenos de desastres ou acidentes. Não há dúvida que muitas jovens mães continuam presas à terra por um longo tempo devido ao amor que sentem por seus filhos pequenos e desamparados. Temos a certeza que se elas pudessem, manifestar-se-iam frequentemente para ajudá-los e confortá-los, mas, tendo-se rompido o Átomo-semente por ocasião da morte, elas não são capazes de atrair para si nem mesmo a matéria gasosa mais tênue que as tornaria visíveis, a não ser em pouquíssimos casos em que a necessidade é tão grande que gera na mãe um desejo intensamente dinâmico que, por um momento ou dois, compele os átomos físicos a penetrar no seu corpo, habilitando-a a realizar o que deseja. Ela realiza assim uma proeza mágica, sem saber como a fez e, naturalmente, não poderá repeti-la a menos que circunstâncias semelhantes aconteçam.

Nesse aspecto, as pessoas que passaram para os mundos invisíveis diferem radicalmente dos Auxiliares Invisíveis que deixam seu corpo sempre que desejarem.

Para eles, o Cordão Prateado permanece intacto, o que lhes proporciona uma ligação contínua com o Átomo-semente físico. Portanto, seu magnetismo é posto em ação e é necessário que o Auxiliar Invisível exerça um esforço subconsciente para impedir que as partículas físicas fluam para o veículo etérico no qual viaja. Por outro lado, quando ele deseja ajudar alguém que está em perigo, ou quer executar um certo trabalho, ele materializa uma mão ou um braço com a maior facilidade, permitindo, conscientemente, que os átomos físicos existentes ao seu redor fluam em direção a matriz etérica. Uma vez cumprida a tarefa desejada, outro esforço de pensamento espalha os átomos estranhos e desmaterializa a mão ou braço. Assim, por exemplo, ao trabalhar dentro do corpo de um paciente para manipular um órgão doente ou estancar o sangue de uma artéria, temporariamente dedos são formados com a carne do paciente, sem que isso lhe cause o menor desconforto e, uma vez a tarefa concluída, eles são imediatamente dissolvidos.

(Perg. 128 do Livro Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas – Vol. II – Max Heindel – Fraternidade Rosacruz SP)

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O Sexto Sentido

O Sexto Sentido

Há seres humanos que possuem um “sexto sentido”! Na maior parte das vezes esse sentido se manifesta independentemente da vontade de quem ‘o possui (clarividência “negativa”). As manifestações mais comuns são as de previsão de desastres, mortes, incêndios, etc.

Bem conhecida é a visão do famoso Swedenborg, que, visitando uns amigos em Gotemburgo, Suécia, longe da sua cidade natal, começou subitamente, no meio de uma conversação, a dar vivos sinais de inquietação e de pavor. Retirou-se da sala várias vezes, nervoso, agitado, possuído de uma angústia horrorosa. Os amigos o contemplavam, temendo um acesso de loucura. Por fim Swedenborg resolveu-se a dizer o que via. Em sua terra natal, nesse momento, um grande incêndio irrompera. O fogo tomava proporções fantásticas! Ameaçava sua casa! Ele respirava ofegante, com o suor a escorrer pela testa e o rosto convulso.

Passou-se algum tempo. A sua expressão facial foi serenando, e mostrou uma expressão consolada enquanto contava que a sua casa estivera em perigo, mas felizmente o fogo tinha sido detido, duas casas antes de ter chegado à sua.

Todos julgaram que aquilo não passara de uma alucinação. Continuaram a se divertir, sem se preocuparem mais com as visões de Swedenborg. Três dias depois chegava a comunicação (naquela época as comunicações eram difíceis) do pavoroso incêndio previsto pelo visionário.

O “sexto-sentido” é na verdade uma coisa plenamente admitida hoje em dia, embora a sua exploração científica esteja ainda em sua fase primária. Casos como o que relatamos, de visões de imortal, confirmados por notícias posteriores, são comuns. Existe um caso em que foram postas duas casas no seguro, em virtude visões semelhantes. Quando as casas foram destruídas a companhia de seguros moveu um processo contra o clarividente segurado, afirmando que o incêndio fora criminoso.

Desse modo as faculdades visionárias de certas pessoas têm sido comprovadas por autoridades policiais e jurídicas.

(Max Heindel – Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 09/72 – Fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

O Mito da Fênix

O Mito da Fênix

A mitologia nos conta a história da Phoenix, uma fantástica ave que vivia cerca de 500 anos e depois se queimava, renascendo das cinzas, continuamente.

Pois bem, ela continua renascendo. Esse mito é um símbolo do Espírito que renasce para a escola da vida de tempos em tempos, depois de haver purgado os erros que cometeu e trazendo as cinzas das experiências passadas, como consciência.

A ave é símbolo do espírito. O místico símbolo de Escorpião é representado no seu lado positivo e levado pela Águia que se eleva aos céus, depois de haver rastejado como escorpião nos apegos materiais. Nos dramas místicos de Richard Wagner, o Iniciado, “Parsifal” e “Lohengrin”, é o cisne que representa essa ideia. Em “Parsifal”, Amfortas amenizava as dores ferida do erro na água do lago purificada pelo cisne (região superior do Mundo do Desejo). Em “Lohengrin”, o cisne aparecido a Elza era o Iniciado que pode, com bico do desenvolvimento positivo e consciente, investigar tanto abaixo da superfície (Mundo Físico) como acima (planos superiores ao Mundo do Desejo). No batismo do Jordão, um raio do Cristo Cósmico desceu para habitar o Corpo de Jesus, na forma de uma pomba, símbolo usado pela igreja católica para representar o Espírito Santo.

O renascimento é ensinado pelas diversas escolas de ocultismo. Não é propriedade de ninguém, mas uma verdade cósmica evidenciada pela analogia em todos os reinos e ensinada por todos que puderam lhe comprovar diretamente a realidade. Realmente, qualquer indivíduo que desenvolva o sexto sentido latente poderá ver quando o Ego desce ao renascimento do 18º ao 21º dia após a fecundação da mulher e quando deixa o Corpo Denso, pela morte deste, levando consigo os veículos superiores.

Quando nos dizemos uma escola filosófica de cristianismo esotérico, às vezes causamos estranheza.

Desavisadamente pensam alguns que a Fraternidade Rosacruz é uma espécie de espiritismo, que ensina também o renascimento, com o nome de reencarnação. Preferimos o termo “renascimento” porque é mais apropriado, mas esta identidade não significa sermos espíritas. O renascimento é ensinado desde muito antes de Cristo. A diferença entre a Fraternidade Rosacruz e o Espiritismo é a do método do desenvolvimento interno. O espiritismo busca re-despertar a faculdade negativa da mediunidade que tivemos no passado. Naquela fase de nossa evolução (Época Lemúrica) tínhamos a visão dos Mundos internos ou espirituais, hoje invisíveis aos nossos olhos carnais.

Víamos os Anjos guardiães da humanidade. Depois, com o abuso sexual, com o casamento fora da família e da tribo e com o uso do álcool, perdemos essa faculdade.

Formou-se então o sistema nervoso cérebro-espinhal ou consciente, com nosso estado atual de vigília.

Pelo exposto vemos, então, que a mediunidade, relativamente fácil de ser desenvolvida, porque já a possuíamos no passado, representa uma retrogradação evolutiva. O caminho é para frente e para cima.

Portanto, embora muito mais difícil, o desenvolvimento positivo é que tem de ser conquistado, conforme ensina a Escola Rosacruz, e pelo método apropriado aos ocidentais.

Além disso, vale acrescentar, o desenvolvimento positivo ou consciente conserva e valoriza a liberdade espiritual do homem, enquanto a mediunidade o transforma num instrumento de forças que não pode controlar.

Outro motivo de estranheza é entre os católicos e protestantes. Alegam eles que o renascimento não é ensinado na bíblia e, assim, como podemos considerar-nos cristãos?

De fato, o renascimento não foi ensinado publicamente na Bíblia.

Isto fazia parte do plano evolutivo da humanidade. Os Senhores do Destino sabiam que teríamos de passar por esta fase de conquista material, em que o cristianismo assumiria sua forma inicial meio materializada. É explicável. A transição não poderia ser brusca, como não o é nenhum processo da natureza. “Natura non facit saltum”. Por isso, adoramos a Deus por imagens materiais, em vez de em espírito. Mas isto não quer dizer que o renascimento não tenha sido ensinado na Bíblia. Foi exposto simbolicamente. A Bíblia, se interpretada ao pé da letra, torna-se infantil e ridícula às vezes, como sucede na história da costela de Adão. O Cristo ensinava por meio de parábolas, para, “ouvindo, não o entendessem”. Depois, secretamente, explicava o sentido aos seus discípulos. Nas passagens da visita de Nicodemos e da criança cega, temos claras alusões ao renascimento. Nicodemos visitou-O à noite (em sonho consciente) e foi-lhe dito: “necessário vos é nascer de novo”. As igrejas explicam que esse nascer de novo é a transmutação do homem velho em homem, novo, segundo disse São Paulo, o Apóstolo.

Também tem esse sentido para nós, mas refere-se, por outro lado, ao renascimento. Na passagem da criança que nasceu cega, perguntaram a Jesus: “quem é culpado; ela (a criança) ou os pais, por haver nascido cega?”. E Jesus respondeu: “foi para que se manifestasse a obra do Pai”. E dizem as igrejas simplesmente: é vontade de Deus que soframos. Acham os leitores racional esta resposta? O Deus amantíssimo, todo amor e justiça, teria vontade de criar uma nova alma, cega, para dar mostras de Seu Poder ? Para os tempos anteriores a Cristo seria admissível, pois reinava a religião do temor, do castigo. Mas Cristo veio inaugurar o Amor e o Perdão e essa passagem pertence ao Novo Testamento.

A Filosofia Rosacruz dá-lhe o sentido lógico e correto: e para que se cumpra a lei de causa e efeito, que não pode dispensar o renascimento, porque, aquilo que o Ego semeia numa vida, se não colheu nela mesma, terá de colhê-la em outra posterior. Em conclusão, a Phoenix mitológica é símbolo do espírito mais avançado, que renasce em mais ou menos 500 anos, em vez de 1000 anos, média para os indivíduos comuns.

(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 09/72 – Fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Lúcia encontra as Fadas do Pensamento

Lúcia encontra as Fadas do Pensamento

Lúcia e Ana eram primas. Lúcia estava visitando Ana e como elas estavam se divertindo! Ana era dois anos mais velha que Lúcia, mais alta e mais forte. Mas ela era muito boa para sua priminha menor. A maior maçã, o pêssego mais suculento e o doce mais confeitado sempre iam para Lúcia. Lúcia cavalgava no pônei de Ana e brincava com suas bonecas e pratinhos. Mesmo quando ela quebrava um dos minúsculos pratos de porcelana de Ana, esta não ficava brava.

Mas, finalmente Lúcia e Ana brigaram. Elas queriam brincar de escola, mas cada uma queria ser a professora. Ana achava que devia ser a professora porque era mais velha e Lúcia achava que devia ser a professora porque – bem, porque…

Então, elas brigaram. E Ana deitou-se na grama macia, debaixo da macieira e chorou até que adormeceu. E Lúcia deitou-se na grama macia debaixo do pessegueiro e teve pensamentos de raiva, maus pensamentos sobre Ana.

De repente, ela admirou-se de ver uma multidão de criaturas minúsculas, feias, anãs deformadas, paradas todas em volta dela. Todas estavam mostrando os dentes para ela e Lúcia escondeu sua face, aterrorizada. A mais horrenda criatura de todas, que parecia ser a líder, falou-lhe numa voz dura, ríspida:

– Nós somos as Fadas do Ódio, Lúcia, ela disse. É nosso trabalho levar pensamentos de ódio, ira e maldade de uma pessoa para outra. Nós tivemos que trabalhar muito esta tarde levando esse tipo de pensamentos de você para Ana e de Ana para você. Agora, você irá para a Terra das Fadas do Ódio e lá você deverá viver até encontrar o caminho da saída.

Lúcia tentou gritar e correr, mas não pôde e sentiu-se carregada pela multidão de criaturas hostis que lhe mostravam os dentes. Entraram numa caverna escura que parecia estar no centro da terra. O ar dentro da caverna era frio e úmido, e Lúcia tremia e desejava ver um pequeno raio de sol. Não havia absolutamente luz em toda a caverna, mas Lúcia podia ver as faces brancas das pessoas doentes brilhando na escuridão.

– Pessoas que habitam a terra do ódio e ira geralmente são doentes, disse a líder que estava parada perto de Lúcia. E choram como você vê, pois nunca são felizes.

– Eu ficarei doente e infeliz como essas pessoas? Perguntou Lúcia, com muito medo.

-Se você permanecer aqui por muito tempo, ficará, respondeu a líder. E quanta mais tempo ficar, mais difícil será encontrar uma maneira de sair daqui. Esta caverna fica cada vez mais profunda, escura e mais distante do brilho do sol, da saúde e da felicidade.

– Oh! meu Deus! gritou Lúcia, quando uma fada muito má e horrível parou perto dela, pois ela estava pensando:
– Bern, talvez Ana venha para cá e, então, ficará doente, infeliz e eu me alegrarei.

Antes que ela tivesse terminado esse pensamento mal e pouco caridoso, a fada tomou seu braço, e dirigiu-a para um lugar mais distante ainda na negra caverna.

Agora Lúcia estava muito assustada. Como ela poderia sair desse lugar? Ela não podia, não queria ficar ali.

– Por que essas outras pessoas não saem? ela perguntou.

Virou-se para a líder e batendo seu pé no chão com raiva, exigiu que ela a tirasse da caverna imediatamente.

– Você mesma tem que encontrar a saída, ela disse calmamente. Essas outras pessoas infelizes poderiam ter saído se realmente quisessem, mas preferiram ficar aqui.

Não querem fazer a única coisa que poderia libertá-las.

– O que é? Indagou Lúcia. Eu o farei.

Mas as fadas somente arreganharam os dentes de uma maneira repulsiva. Ai, Lúcia viu Ana, que estava muito triste e chorava. De repente, Lúcia sentiu pena de Ana. Correu para a sua prima e colocou seus braços ao redor dela. E um pequeno raio de luz pareceu brilhar por um momento na caverna escura.

– Oh, Ana, Lúcia também estava chorando, oh, Ana, você está doente, infeliz e eu sinto tanto! Você foi tão boa para mim. Eu amo você, Ana.

(Do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. II – Compiladas por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Uma Verdadeira Escola Espiritual

Uma Verdadeira Escola Espiritual

Muitas vezes, pode parecer a um investigador menos avisado, que a Fraternidade Rosacruz tem por escopo oferecer aos seus Estudantes o desenvolvimento de seus poderes “ocultos” e que, para tanto, irá lhes fornecer alguns exercícios “especiais”. Mas após um curto tempo, o suficiente para tomar contato com os ensinamentos da Escola podemos notar em seus semblantes a amarga decepção. Quanta ilusão traziam dentro de suas Mentes a respeito da Fraternidade! Poucos são os que compreendem que a missão de uma legítima Escola Espiritual é indicar a Via Libertadora que, desta vida de morte e pesares, conduz-nos à Vida brilhante, plena de liberdade.

Uma genuína Escola Espiritual nunca favorecerá um indivíduo, seja ele quem for, na realização de seus projetos mundanos, porque o Reino almejado por seus adeptos não é deste mundo (em grego a palavra é Kosmos, que significa: “ordem de coisas”).

O que a verdadeira Rosacruz pode ensinar ao iniciando é aspirar sinceramente por esta outra ordem de coisas e viver a vida consoante os ensinamentos recebidos. Somente no contato social, familiar, na própria vivência diária é que se torna possível um amadurecimento integral. Por isso a Fraternidade diz ao aluno: “Não fuja do mundo”. “Viva a Vida e aplique suas capacidades em favor da humanidade”.

“A Senda do serviço, do auto esquecimento, é a mais alegre, mais curta via para atingir-se a meta: Deus”.

Com um tipo imaturo, inapto, a Escola nunca poderá contar. Hoje ele poderá dizer aos quatro ventos que ama a Escola. Amanhã, porém, quando por força do próprio caminho no qual enveredou, lhe for pedido tudo, então reagirá de forma espantosa e recuará atemorizado ante a iminência do sacrifício próximo. Mas isso é natural, reconhecemos, pois, é próprio da natureza humana, quando ainda imatura, esse instinto de auto conservação. Assim, muitas vezes, a estória do jovem rico da parábola evangélica se repete.

Pode surgir a pergunta seguinte, então: “Como se desenvolve a vida do aspirante, dentro da Rosacruz? O que deve ele fazer para atingir esse estado ideal?”. Como anteriormente dissemos, as únicas coisas que deve fazer, são: ASPIRAR e VIVER A VIDA. O mandamento: “Aquele que quiser ser o maior dentre vós seja o servidor de todos”, lhe serve de guia. Atuando dessa forma, atrairá os elementos essenciais à construção de seu Corpo-Alma. Sob os auspícios do Campo formado pela Escola, verá seus poderes espirituais latentes desabrocharem-se dia a dia.

Diariamente a Escola lhe proporcionará o pão e o Vinho que alimenta a alma. Não o pão material ou o espírito do vinho fermentado “fora”, que produz a embriaguez e a loucura, mas o pão de vida, e o espírito fermentado “dentro”, o produtor de Sabedoria.

Estes pão e vinho lhe são dados na Antecâmara da Rosacruz. Com o auxílio da Hierarquia de Cristo e a força crística contida na energia solar, absorvida por uma Vida da aspiração, o candidato constrói seu corpo solar ou espiritual. Este é um verdadeiro Templo construído “sem ruído de martelo”.

Por aí, vemos o grande erro que se comete ao confundir-se a Fraternidade Rosacruz com uma escola de “magia”.

Há grande diferença entre Magia e magia. A sra. Blavatsky fez alusão a essa diferença, quando disse que, entre a Verdadeira Arte ou Arte Real e os artifícios ocultos, há uma longa distância. Os artifícios pertencem às pseudo-escolas espirituais que oferecem toda sorte de poderes e vantagens pessoais a troco de algumas moedas.

A Arte Real ou verdadeira Magia não pode ser vendida. Conhecê-la e aplicá-la requer total inegoísmo, completo abandono do “eu” ilusório, que deseja obter, dominar, brilhar, endeusar-se.

Segundo Paracelso, a sabedoria humana somente cria “sapos”, enquanto a Sabedoria Divina cria “lírios”. Em outras palavras poderíamos dizer: os artifícios causam sensação em toda parte, devido ao grande alarde que fazem os seus adeptos. São semelhantes aos sapos, muitas vezes mestres na magia negra, criaturas desprezíveis.

A Arte Real, porém, cria lírios, cheios de formosura, símbolos da pureza, deleite para os olhos cansados de ver tanta torpeza, tanto mal e tanta tristeza. Para o conhecimento da Verdadeira Arte é mister a Sabedoria Divina. Fique bem claro, porém, que, como Magia entendemos, como também o entendia Paracelso, O Espírito Divino ou Deus da Natureza.

A sabedoria humana atua na horizontal e pode, por meio de artifícios, obter algum resultado, mas este será também horizontal. Somente Divina Sophia pode rasgar verticalmente o luminoso caminho rumo ao Infinito, à Liberdade dos Filhos de Deus.

Portanto, tudo se resume no seguinte: A Fraternidade Rosacruz não oferece ao aluno um céu remoto, que pode ser conseguido por meio de artes mágicas ou então um despertar súbito dos poderes esotéricos latentes. Ensina sim, a buscar primeiramente o Reino dos Céus e Sua Justiça, porque, o resto, virá por acréscimo.

O desenvolvimento de tais poderes advirá como consequência lógica do trilhar o Caminho da Libertação. Isto equivale a dizer que a Rosacruz não faz um fim daquilo que é um meio. Esses poderes são, quando desabrochados, marcos indicadores de que estamos no Caminho. E como tais, deverão ser deixados para trás a cada passo que dermos em busca de coisas maiores.

Se, porém, nos deixamos entreter pelas fontes e pequenos poços em meio do caminho que nos leva ao cume da montanha, acabaremos nos esquecendo que nossa meta é o Grande Manancial donde jorram Águas Vivas.

Por isso dissemos que, para ser aluno da verdadeira Rosacruz, isto é, dos Irmãos Maiores, é necessária maturidade. E isto somente o tempo e as experiências podem trazer. A maturidade dá o necessário discernimento para distinguir-se o falso do verdadeiro, o certo do errado, o essencial do supérfluo.

O aluno nestas condições encontra-se apto a conhecer a diferença entre a Verdadeira Arte e os artifícios.

Consequentemente não mais se contentará com os mãe-pastos, as comidas dos porcos. Por isso, levantar-se-á e irá para seu Pai, conforme a parábola evangélica do Filho Pródigo. E para este retorno, o que necessita não são alguns “exercícios ocultos”, algumas práticas mágicas ou algum outro artifício. Estes, não acrescentam um átomo sequer ao Templo da Alma. É o toque da força espiritual da Escola, do Espírito Santo prometido pelo Senhor que, numa apoteose semelhante a Pentecostes acende o Divino Fogo Regenerador em seu ser, fazendo de sua alma uma virgem. O pão e o vinho ofertados na Antecâmara lhe servem de alimento durante a jornada. Entretanto, tudo isso requer pureza moral e total dedicação de sua personalidade ao serviço» da Grande Obra. Tal dedicação demonstra-se na vida diária do discípulo. O intenso desejo de servir a humanidade doente e moralmente abatida deve ser sua tônica constante.

Concluindo: a Senda Rosacruz nada oferece além daquilo que o próprio aspirante possui e seja suscetível de despertamento. Por outro lado, exige tudo do discípulo. Na brilhante obra “Iniciação Antiga e Moderna” encontramos o seguinte: “Devemos estar preparados todo instante para obedecer ao Cristo Interno quando nos disser: Segue-me… porque, sem este abandono decidido e completo de tudo na vida pela Luz, pelos propósitos superiores e espirituais, não pode haver grande progresso nesse caminho de perfeição”.

E concluímos, ainda, com as palavras da citada obra: “Da mesma forma como o Espírito Santo desceu sobre Jesus ao sair da água batismal da consagração, assim também o maçom místico que se banha no Lavabo do Mar Fundido, começa a ouvir debilmente a voz do Senhor dentro de seu coração, ensinando-lhe os segredos da Arte que deve usar para o benefício de seus semelhantes”.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – 9/72 – Fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Auxiliares Invisíveis ajudando gatos selvagens doentes

Auxiliares Invisíveis ajudando gatos selvagens doentes

Veja como alguns Auxiliares Invisíveis ajudaram e confortaram dois gatos selvagem que estavam doentes. Os Auxiliares Invisíveis encontraram a gata mãe que tinha colhido diferentes tipos de grama para os gatinhos se alimentarem pois, eles estavam muito doentes. Eles estavam totalmente inchados e inflados. A mãe viu os Auxiliares Invisíveis e rosnou.

“Senhora Gata, nós viemos ajudar seus filhos, se você nos deixar”, disse um dos Auxiliares Invisíveis. “Se você quer que ajudemos seus filhos, traga um aqui”.

A gata mãe pegou um de seus gatinhos e o colocou aos pés dos Auxiliares Invisíveis. O Auxiliar Invisível pegou o gatinho e o examinou. O estômago estava inflado, e ele estava fraco. Ele começou gentilmente a rolar o gatinho em suas mãos, e assim começou a circular o ar dentro dele e o gatinho arrotou.

Então, suas entranhas começaram a se mover, pois, havia cabelos de coelho no trato intestinal. Eram os cabelos de coelho que tinham obstruído o trato intestinal do gatinho. Neste momento, o gatinho começou a miar expressando seus agradecimentos, e o Auxiliar Invisível o colocou no chão. Voltou para junto de sua mãe que se aconchegou perto dela.

A gata mãe trouxe o segundo gatinho com mais vontade, e o Auxiliar Invisível logo o deixou em condições normais. Neste momento, o gato pai chegou com uma parte traseira de algum animal. Ele soltou a carne e começou a rosnar, se colocou em posição de luta e pulou sobre os Auxiliares Invisíveis. Um dos Auxiliares Invisíveis falou com ele.

“Traga sua carne para sua família, Sr. Gato”, disse ele. “Não há necessidade de problemas; então, aja como um bom gato”. O gato selvagem ficou quieto, e os Auxiliares Invisíveis os deixaram e continuaram com seu trabalho.

(IH – de Amber M. Tuttle)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Ajudando na Cura da Dor de Dente de um Leão

Ajudando na Cura da Dor de Dente de um Leão

Auxiliares Invisíveis vão em todos os lugares para trabalhar.

Um dia de outubro um Auxiliar Invisível se deitou para dormir e logo foi para uma selva na África e se encontrou com um homem nativo que estava caçando para comer. Enquanto estavam cautelosamente escolhendo que trilhas utilizariam na selva, viram um leão grande andando em círculo. Ele estava esfregando sua pata na sua mandíbula, salivando bastante pela boca.

“O que há de errado com o leão?” – o Auxiliar Invisível perguntou ao homem.

“Ele está com dor de dente” – o nativo respondeu.

“Eu o ajudarei, pois eu sei o quanto dói nele” – o Auxiliar Invisível disse, e ele foi em direção do leão.

“Cara, aquele leão te matará antes de você tocar nele” – preveniu o nativo.

“Não, está tudo bem; ele está com dor” – o Auxiliar Invisível respondeu.

Então ele foi em direção ao leão, que parou e olhou para o estranho. O Auxiliar Invisível esse aproximou mais e coçou a cabeça dele.

“Deite-se e deixe-me olhar dentro da sua boca” – Ele disse.

O leão obedeceu e o Auxiliar Invisível olhou sua boca. Ele viu que um dente havia quebrado e que a mandíbula inferior do leão estava muito inchada.

O Auxiliar Invisível viu que a gengiva do leão estava tão solta que ele podia empurrar seus dentes com os dedos.

“Olhe! Garotão” – o Auxiliar Invisível disse para o leão – “Eu estou te ajudando, portando, não seja grosseiro.”

Enquanto ele ia falando com o leão, o Auxiliar Invisível ia trabalhando o dente perdido. Então ele deu um grande empurrão e o dente veio para fora.

O leão saiu rugindo, mas o Auxiliar Invisível sugeriu para que ele ficasse deitando, enquanto o Auxiliar Invisível tirava a dor. O leão obedeceu, e após o Auxiliar Invisível massagear sua mandíbula, ele se sentiu muito aliviado.
Após isso o leão se esticou no chão e o Auxiliar Invisível foi terminando o tratamento enquanto o leão ficava tranquilo, pois ele percebeu que estava sendo ajudado pelo Auxiliar Invisível.

Após o Auxiliar Invisível completar o tratamento, o leão recostou sua cabeça nele e se comportou como um enorme gato brincalhão.

“Até logo, garotão” – disse o Auxiliar Invisível -“Se cuide – Sua mandíbula está boa agora”.

O Auxiliar Invisível foi embora deixando o leão feliz.

(IH – de Amber M. Tuttle)

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