Para aqueles que concedem a Ciência Divina dos Astros um estudo verdadeiro e um julgamento premeditado não existem dúvidas quanto a superioridade do diagnóstico pela Astrologia espiritual Rosacruz sobre todos os outros métodos de diagnosticar doenças e enfermidades. Contudo o reto uso deste método requer uma elevada capacidade de discernimento associada a certos princípios fundamentais.
Primeiramente, o mínimo possível do diagnóstico obtido diretamente do horóscopo pode ser dado ao paciente, pois, é preciso que se tenha sempre em lembrança que uma pessoa doente ou enferma é uma pessoa que está em um estado frágil em certo grau, inclinada a não compreender devidamente ou a interpretar erroneamente aquilo que se lhe diz. Acontece com muita frequência, que uma pessoa sabedora de certo Aspecto adverso no seu mapa, ou de uma certa condição crônica no seu Corpo Denso, construa a imagem mental da anormalidade, podendo assim torná-la ainda mais severa. Uma tal fixação mental e emocional pode se tornar tão forte que venha a prevalecer um espírito de desesperança, e destarte a pessoa cria um invólucro em torno de si, dificultando muito qualquer auxílio que se lhe queira prestar.
Vemos assim, a necessidade de sempre se acentuar fortemente os Aspectos benéficos e a possibilidade de usá-los, a fim de contrabalançar e superar os estados mentais e emocionais indesejáveis que resultam de uma doença ou enfermidade. Otimismo e jovialidade são os fatores fundamentais em um bem estabelecido método de cura.
Afora isso, o paciente deve saber que os Aspectos do seu mapa natal são obra exclusivamente sua e que eles o afetarão enquanto trilhar as linhas negativas de pensamento ou de sentimento lá indicadas. Deve-se evidenciar repetidamente a habilidade que possui o Ego em “governar as suas estrelas”, de modo a evitar qualquer grau de fatalismo. Não há limites para o poder de um Espírito desperto!
(Publicado na Revista Serviço Rosacruz – maio/1979-Fraternidade Rosacruz-SP)
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