Categoria Treinamento Esotérico

porFraternidade Rosacruz de Campinas

A Vitamina A no Regime Alimentar Vegetariano

A Vitamina A no Regime Alimentar Vegetariano

Necessita o organismo de substâncias que regulem o aproveitamento dos alimentos. As quantidades necessárias são insignificantes, mas seus efeitos são vultosos. A falta desses nutrimentos ocasiona doenças graves. Num estudo sucinto procuraremos estabelecer as relações das vitaminas com o regime alimentar vegetariano. Acentuemos, desde logo, que o vegetarianismo proporciona ao organismo copioso fornecimento de vitaminas. No regime misto, aqueles que lhes são adeptos se deliciam com muitos pratos de carne, pobres em vitamina e, em geral, desprezam as frutas e as hortaliças que fornecem esses produtos químicos, sem os quais os alimentos não são integrados nos tecidos.

Estaremos nos ocupando, neste estudo, da vitamina “A”, substância protetora dos olhos, dos rins, da pele e das mucosas, promotora do crescimento anti-infeccioso, com influência na dentição das crianças e repercussão sobre a vitalidade orgânica, influenciando, também, a esfera sexual e a do sistema nervoso.

A ação da vitamina “A” sobre a visão é exercida mercê de um mecanismo bioquímico em que essa vitamina proporciona a ressíntese da púrpura visual (rodopsina) que impregna as células em bastonete da retina, à custa da violeta visual (iodopsina) existente nas células em cone, resultante da oxidação das primeiras pela luz forte.

Não ocorrendo esse ciclo, não sendo a luz suficiente, estabelece-se uma cegueira temporária, chamada cegueira noturna ou ambliopia crepuscular. Doença conhecida já no Egito na era da antiga civilização desse país, só nos tempos atuais, com o conhecimento da vitamina “A” foi que se esclareceu a patogenia da moléstia e sua cura pela ingestão dessa vitamina. Cumpre esclarecer que nem em todos os casos em que há deficiência de Vitamina “A”, se observa a cegueira noturna, também chamada nictalopia.

Constituem a chamada xerose epitelial da conjuntiva. É considerada o segundo grau de avitaminose “A”, sendo o primeiro a já descrita hemeralopia ou cegueira noturna. A mucosa bulbar do olho fica espessada, apresentando manchas irregulares, triangulares (manchas de Bitot) que mais tarde se desenvolvem, aumentando de volume, podendo chegar a uma transformação coriácea da conjuntiva (Enrique G. Pongi).

A xerose corneal, muito mais grave, consiste em uma dessecação do epitélio da córnea, com ulceração e agrava-se, chegando a produzir cegueira irreversível.

Tanto a litíase como as infecções do aparelho renal têm íntimas relações com essa vitamina. Mendel e Osborne (Higgins e McCarrisson 1920-1930), em observações clínicas e experimentais, trouxeram dados positivos a esse respeito. A presença de vitamina “A” ou sua provitamina — o caroteno — na alimentação previne a infecção e o aparecimento de cálculos. McCallum (1939) confirma essas afirmações, acrescentando que a escassez de vitamina “A” é a principal causa da formação de cálculos no rim. A administração da vitamina “A”, entretanto, não cura a litíase renal, contribuindo, não obstante, para preveni-la.

Observações de numerosos clínicos e experimentadores em diversos países levaram à conclusão de que a vitamina “A” é protetora da pele. A falta de sua ingestão na alimentação ocasiona pele seca e hiperqueratósica (dura, escamosa e áspera) com prurido. A essas perturbações chamou Nichols “pele de sapo”. Cabelos secos, duros, ásperos e sem brilho são manifestações comuns da hipovitaminose “A”, assim como unhas quebradiças, catarro nasal, bronquites, sinusites, aquilia gástrica (falta de ácido no estômago) diarreia e enterocolite são observados no curso da avitaminose “A”, resultantes da repercussão da avitaminose ou hipovitaminose sobre as mucosas.

A deficiência de vitamina “A” diminui a resistência às infecções (Drumond, 1919). McCollum e Staenbock assinalaram o fato em relação às afecções do aparelho respiratório. Paralelamente essa vitamina tem influência na calcificação dos ossos e dos dentes (Lady Nelhamby e Marshall, Wolbach e Howe, citados por Ruy Coutinho), especialmente no período da formação desses.

Tem sido observado, igualmente, que o crescimento é retardado nas regiões em que existe falta de alimentos que contenham vitamina “A” ou sua provitamina.

A vitamina A tem influência nos processos evolutivos do desenvolvimento do organismo e sua falta provoca danosos efeitos sobre a vitalidade. Isso explica a importância da vitamina A no funcionamento do aparelho sexual e em suas múltiplas manifestações com tantas relações de causa e efeito no equilíbrio orgânico.

Vamos às fontes de Vitamina A: retirou da cenoura uma substância à que chamou caroteno, que em experiências de outros investigadores se provou ser a provitamina “A” (Capper, 1930) com o qual se conseguiu curar doenças de carência por avitaminose A.

O caroteno encontra-se em todos os alimentos que contêm substâncias amarelas e vermelhas, e também verdes. O caroteno transforma-se no organismo em vitamina A, de onde sua denominação de provitamina A. As principais fontes são: hortaliças, legumes e frutas verdes e amarelas. As folhas mais verdes são mais ricas do que as esbranquiçadas, da alface, da couve e do repolho, as hortaliças amarelas, quanto mais pigmentadas, mais ricas em caroteno.

No regime alimentar lacto-ovo-vegetariano encontramos fartura de vitamina “A”: no leite, na manteiga, no ovo, nas hortaliças: cenoura, abóbora, alface, agrião, espinafre, batata doce, tomate, couve. Entre as frutas: mamão, manga, pêssego, goiaba, ameixa. Entre os temperos, a salsa é riquíssima.

As dietas pobres em gordura interferem desfavoravelmente na absorção da vitamina “A” que é lipossolúvel, dificultando-a.

Vemos, por esses lados, que o regime alimentar lacto-ovo-vegetariano se recomenda, se tomarmos em consideração a necessidade de vitamina “A” para a conservação da saúde.

A alimentação do brasileiro é pobre em vitamina “A”, pois, em geral, nossos patrícios preferem a carne às verduras e frutas, consumindo pouco leite e pouco ovo.

Sendo lacto-ovo-vegetarianos, encontramos, na alimentação, além da vitamina “A” de tanta importância no equilíbrio funcional orgânico, outras vitaminas e princípios nutritivos de grande importância.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de janeiro/1970)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Livreto: Ritual do Templo, de Cura e Hinos

Abaixo, em forma de livreto, você encontrará:

  1. A Oração do Senhor – O Pai Nosso
  2. O texto para oficiar o Ritual do Serviço Devocional do Templo – todos os dias, exceto nos “dias de Cura”
  3. O texto para oficiar o Ritual do Serviço Devocional de Cura – todos os “dias de Cura”, que você encontra clicando aqui
  4. O texto do Hino Rosacruz de Abertura – o Hino cantado e tocado, você encontra clicando aqui
  5. O texto do Hino Rosacruz de Encerramento – o Hino cantado e tocado, você encontra clicando aqui
  6. O texto dos Hinos Astrológicos dos Signos para Meses Solares – os Hinos cantados e tocados, você encontra clicando aqui

(*) Lembre sempre de preparar o ambiente com uma música apropriada. A melhor é o Adágio Molto e Cantabile – da Sinfonia nº 9 em Ré Menor de L. V. Beethoven, que você encontra clicando aqui.

O objetivo do Livreto é você poder imprimir como um livreto.

Assim, imprima frente e verso em “virar na borda horizontal” em impressoras que imprimem frente e verso.

Ou, caso sua impressora não imprima frente e verso, então imprima primeiro as folhas ímpares e depois no verso as folhas pares.

O tamanho também você pode escolher: cada 2 páginas em uma folha A4 ou cada 4 páginas em uma folha A4.

Tenha acesso ao Livreto clicando aqui.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Hino Rosacruz de Abertura – Descrição, Letra, Cantado e Tocado

Hino Rosacruz de Abertura

O Hino Rosacruz de Abertura é para ser lido (ou cantado, ou ainda, ouvido) nos Rituais, como parte dos Exercícios para o Treinamento Esotérico.

Você deve lê-lo (ou cantá-lo ou ouvi-lo) na ordem, conforme é indicado em cada Ritual.

Na tradução, como a de qualquer música, para o português foi procurado, ao máximo, conciliar a fidelidade do original inglês com a métrica dos versos e o acento musical necessários para o canto.

O Hino Rosacruz de Abertura tem a letra escrita por Max Heindel e a música baseada na melodia Sweet Hour of Prayer.

A letra de Max Heindel nos faz refletir sobre o processo da nossa evolução, por meio da elevação da nossa devoção.

Esse Hino é composto no tom de Ré Maior (D) que é a nota-chave ou tom fundamental da Hierarquia Divina de Libra, os Senhores da Individualidade.

E assim foi feito porque o poder vibratório do Planeta Vênus, Regente do Signo de Libra, emana harmonia, cortesia e unidade.

E a palavra, especialmente quando é cantada por uma ou mais pessoas com um mesmo ideal, possui um enorme poder e, assim, podemos imaginar a intensidade do grau vibratório elevado que toma forma quando os Estudantes da Fraternidade Rosacruz cantam esse Hino nos Rituais Devocionais.

Clique aqui para obter a letra do HINO ROSACRUZ DE ABERTURA.

Clique abaixo para ter acesso ao Hino Rosacruz de Abertura cantado:

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Clique abaixo para ter acesso ao Hino Rosacruz de Abertura tocado em órgão:

Créditos:
– Coral da Fraternidade Rosacruz – SP – Brasil
– Songs of Light – Canções do Livro do mesmo nome – Fraternidade Rosacruz – RJ – Brasil
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Hino Rosacruz de Encerramento – Descrição, Letra, Cantado e Tocado

Hino Rosacruz de Encerramento

O Hino Rosacruz de Encerramento é para ser lido (ou cantado, ou ainda, ouvido) nos Rituais, como parte dos Exercícios para o Treinamento Esotérico.

Você deve lê-lo (ou cantá-lo ou ouvi-lo) na ordem, conforme é indicado em cada Ritual.

Na tradução, como a de qualquer música, para o português foi procurado, ao máximo, conciliar a fidelidade do original inglês com a métrica dos versos e o acento musical necessários para o canto.

O Hino Rosacruz de Encerramento tem a letra escrita por Max Heindel e a música baseada na melodia Till We Meet Again.

A letra de Max Heindel foca no momento em que nos despedimos do Símbolo Rosacruz, no final dos Rituais, onde estamos voltando para o Mundo material, quando, então, seremos novamente colocados à prova na prática do Ideal Rosacruz.

Esse Hino é composto no tom de Ré bemol Maior (Db M) que é a nota-chave ou tom fundamental da Hierarquia Divina de Áries, a mais avançada das doze Ondas de Vida. E essa tonalidade eleva ao Trono de Deus.

Por isso, não é de se admirar que Max Heindel, que conhecia bem essas verdades ocultas, pedisse que todos deixassem o local, onde se oficiava os Rituais e depois de cantar o Hino Rosacruz de Encerramento, sem conversar – em silêncio total – para não quebrar a vibração.

Clique aqui para obter a letra do HINO ROSACRUZ DE ENCERRAMENTO.

Clique abaixo para ter acesso ao Hino Rosacruz de Encerramento cantado:

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Clique abaixo para ter acesso ao Hino Rosacruz de Encerramento tocado em órgão:

Créditos:
– Coral da Fraternidade Rosacruz – SP – Brasil
– Songs of Light – Canções do Livro do mesmo nome – Fraternidade Rosacruz – RJ – Brasil
porFraternidade Rosacruz de Campinas

Sucos: poderosos e deliciosos

Sucos: poderosos e deliciosos

Além de gostosos, os sucos naturais são aliados perfeitos para desintoxicar o organismo, inclusive ajudam a aumentar a disposição. As frutas possuem não só um grande valor nutritivo, mas também efeito medicinal. Desintoxicam o organismo, dissolvem e expelem os venenos; além de repor as vitaminas necessárias e os sais indispensáveis. Confira o poder de cada um!

Suco de maçã. Os poderes antioxidantes da maçã fazem deste suco um dos mais saudáveis. Isso quer dizer que a fruta ajuda a combater radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e pela desordem do organismo.

Suco de uva. Poderoso antioxidante, com a vantagem de que ajuda a reduzir o colesterol e melhorar a circulação sanguínea.

Suco de melancia. Ótimo diurético. Se misturado com morango, o suco também ajuda na boa circulação do sangue.

Suco de abacaxi. Santo remédio para má digestão, porque concentra uma grande quantidade de enzimas. Assim como os sucos de figo e gengibre, o de abacaxi ajuda a controlar o colesterol no sangue e contribui para o bom funcionamento da vesícula biliar.

Suco de banana, pera e alface. Esses três ingredientes resultam em um bom antídoto para a insônia. Nessa área, não podemos esquecer o suco de maracujá, ótimo calmante.

Suco de mamão. Por causa das propriedades digestivas, o suco ajuda a manter o intestino funcionando corretamente.

Suco de laranja com couve. É apropriado para quem sofre de anemia (ausência de ferro no sangue). A combinação cria um suco rico em ferro e em vitamina C, que por sua vez ajuda na absorção do mineral.

Suco de abacaxi, maçã, cenoura e gengibre. As enzimas digestivas do abacaxi e do gengibre, em especial, são auxiliares na digestão e evitam que toxinas se acumulem e deem origem à celulite.

(Publicado na revista Saúde e Beleza)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

O Saco de Ouro Mágico

O Saco de Ouro Mágico

Num lindo e distante país, morava um bondoso e amável rei. Ele tinha muitos filhos e, à medida que cada um deles ia ficando preparado para enfrentar o mundo e buscar sua fortuna, o rei dava-lhe uma sacola cheia de ouro mágico.

Essa hora chegou para o Príncipe Jolly e para a Princesa Prudence. O rei chamou os dois, deu-lhes a sacola de ouro mágico e disse:

— Meus filhos, essa sacola de ouro tem poderes mágicos; se for usada com finalidade boa, a sacola nunca ficará vazia; mas se for usada para coisas erradas ou egoístas, ela logo estará vazia e nunca mais poderá ser preenchida. E aqui está um novelo de fios de prata, que também tem poderes mágicos. Quando vocês estiverem em apuros, é só dar um apertãozinho de leve e terão ajuda imediatamente. Mas, em hipótese alguma, quebrem o fio, pois se não for quebrado, ele os conduzirá de volta para casa. E agora eu os abençoo. Na volta, tragam-me um presente.

— Oh, muito obrigado, papai! Os dois disseram.

Depois pegaram a estrada, conversando alegres e contentes sobre as coisas maravilhosas que iriam fazer e ver. No caminho, Prudence viu um passarinho que havia caído do ninho e quebrado sua asa. Pegou-o cuidadosamente e exclamou:

— Oh, irmão, veja, sua asinha está quebrada. Venha, ajude-me a curá-la.

Sem muita vontade, o príncipe ajudou a preparar uma tala para fixar a asa quebrada. Com alguns galhos e um pouco de grama, Prudence fez um novo ninho e colocou lá a pequenina ave, sem sacudi-la. De quando em quando, ela lhe dava um pouco d’água para beber.

— O que você vai fazer com o passarinho? Perguntou o Príncipe Jolly.

— Cuidar dele até que possa voar. Ele, um dia, encontrará uma companheira para formar um lar, respondeu Prudence.

Dias depois, eles encontraram uma criancinha chorando amargamente.

— Você, pobre queridinha, o que aconteceu? Perguntou a Princesa Prudence.

— Eu estou com fome, soluçou a criança.

— Onde você mora? Perguntou Prudence.

A criança apontou para uma pequena cabana perto dali abandonada numa floresta de árvores enormes.

— Irmão, disse a Princesa, vamos até a cabana. Nós poderemos ajudar as pessoas que estiverem lá; certamente estão com problemas.

— Se você for parar para ajudar todo pássaro, animal ou pessoa que encontrarmos, nunca chegaremos a parte alguma. Eu quero conhecer o mundo e me divertir! Reclamou o Príncipe Jolly.

— Só esta vez, por favor, Jolly, pediu Prudence.

— Oh, está bem, mas esta é a última vez.

Prudente pegou na mão da criança e disse docemente:

— Leve-nos até a sua casa, querida, e nós vamos ver o que podemos arranjar para você comer.

Em poucos minutos, eles chegaram à cabana, que só tinha um cômodo grande e um “puxado” para a cozinha. Havia uma mulher deitada na cama, muito pálida, com um bebê doente nos braços. Prudence chegou perto dela, com os olhos cheios de compaixão.

— O que posso fazer por você? Você está sozinha? Ela perguntou.

— Sim, respondeu a mulher. John, meu marido, foi ao médico ontem e ainda não voltou. O bebê adoeceu e eu estou doente demais para fazer alguma coisa para Jeanette. Ela está com fome, mas é muito pequena para fazer alguma coisa sozinha; ela só tem cinco anos. Deve ter sido Deus que mandou você aqui, eu rezei muito pedindo ajuda. Seus olhos encheram-se de lágrimas.

— Agora, não fale mais nada, disse Prudence. Eu farei alguma coisa para Jeanette.

A menininha seguiu Prudente com os seus grandes olhos castanhos e sentou-se na cama perto da mãe.

Prudence encontrou pão, leite, manteiga, frutas e ovos. Ela fez uma jarra de chá para a mulher e, enquanto a água esquentava para o banho da criança, alimentou Jeanette. Enquanto a mãe estava comendo, Prudence deu banho no bebê. Jeanette assistiu a tudo isso com os olhos arregalados. Depois de entregar o bebê limpinho e cheiroso para sua mãe, Prudence foi até onde o Príncipe estava sentado, com ar carrancudo, e disse-lhe:

— Jolly, eu vou ficar aqui até que essa mulher fique forte o suficiente para poder trabalhar. Você vai para a cidade e tente encontrar o Senhor White e um médico. A mulher está muito doente.

— Eu não vou voltar, pretendo ver o mundo e me divertir, disse Jolly, saindo sem dizer mais uma única palavra.

Prudence olhou tristemente para ele e depois entrou na cabana.

— Jeanette, você quer alimentar o passarinho enquanto eu limpo a casa? Ela perguntou.

— Meus Deus! O que aconteceu com ele? Perguntou Jeanette ao ver a asa enfaixada.

Prudence contou-lhe o que havia acontecido e mostrou-lhe como dar ao pássaro uma gota de água de cada vez, e uma migalha de pão ou uma semente. Quando a casa já estava toda em ordem e a cama da Senhora White arrumada, Prudence sentou-se e elas começaram a conversar.

Levou dois dias para o Senhor White voltar, trazendo o médico e muita comida. Prudence sabia que isso era obra de seu irmão, mas o Príncipe Jolly não voltou e ela só o tornaria a ver novamente muitos anos mais tarde.

Prudence ficou na cabana por três semanas e depois seguiu seu caminho, sempre ajudando os outros, fazendo tudo o que podia para alegrar e confortar as pessoas tristes e alimentar os que tinham fome, e ficava emocionada vendo sua sacola sempre cheia, por muito que gastasse. Ela falava sempre de sua casa e de quando voltaria para lá.

Muitos anos se passaram. Prudence já estava cansada e queria voltar para junto de seu Pai. Como estava contente ao ver seu novelo de prata brilhando intacto, o saco mágico ainda cheio de ouro e o presente que levava para seu Pai. No começo, ela não estava muito satisfeita com o seu presente. Queria ter sido uma grande musicista ou pintora ou escritora de lindos poemas e histórias que alegrariam os corações dos homens, mas seu presente era só uma vida de serviços amorosos. Parecia muito pouco comparado com o dos outros, mas ela sentia que seu Pai ficaria satisfeito.

A Princesa Prudente percorreu seu caminho, sem pressa, quando um dia viu um velhinho andando de bengala, curvado e quase aleijado por causa do reumatismo. Ele parecia tão triste e abandonado que ela correu para ele para consolá-lo e, para sua surpresa, reconheceu nele seu irmão, o Príncipe Jolly.

— Oh, meu irmão, como eu estou contente em vê-lo! Ela exclamou.

— Prudence! É você? Como está jovem e bonita! E a sua sacola ainda está cheia! Exclamou Jolly.

— Sim, duas vezes os ladrões tentaram roubá-la de mim, mas eu dei um puxãozinho no fio de prata e papai mandou-me ajuda imediatamente, contou-lhe a Princesa.

O Príncipe Jolly suspirou tristemente:

— Minha sacola está vazia há muito tempo. Na minha ânsia de me divertir, eu esqueci tudo o que papai nos disse.

— Você aproveitou a vida, Jolly? Perguntou docemente a Princesa, olhando com pena para aquele homem arruinado na sua frente.

— Durante um certo tempo eu aproveitei, mas o ouro acabou tão rápido, que logo eu fiquei sem nada. Procurei trabalhar, mas não tinha saúde e os outros tinham que tomar conta de mim. Lágrimas de autopiedade caíam dos olhos do Príncipe enquanto ele falava.

— Por que você não me avisou, Jolly? Perguntou sua irmã. Eu o teria ajudado com prazer.

Jolly enrubesceu ao responder:

— Eu ouvi dizer muita coisa sobre suas boas ações e fiquei com vergonha.

— Oh, sinto muito. Mas, irmão, estou vendo que seu fio de prata está estragado e aqui há um lugar em que o fio está quase partido. Que aconteceu? Perguntou a Princesa.

O Príncipe Jolly baixou os olhos, envergonhado, sem conseguir encarar a irmã.

— Meu irmão, disse Prudence gentilmente, você não fez isso de propósito?

O Príncipe balançou a cabeça e murmurou:

— Eu estava doente, não tinha para onde ir, não tinha dinheiro nem amigos. Já o tinha quase cortado quando me lembrei da recomendação de papai: “Em hipótese alguma corte o fio; puxe-o devagar e eu atenderei seu pedido”. Então, eu dei um puxãozinho e alguém me achou e me levou para o hospital. Depois de algum tempo, consegui emprego por uma ninharia, mas tentei realmente ajudar os outros e uma vez até impedi que alguém cortasse o fio.

— Estou tão contente. Sei que papai vai perdoá-lo e dar-lhe uma nova oportunidade, disse a Princesa animando-o.

— Mas, irmã, eu não estou levando nenhum presente para ele, suspirou Jolly.

— Oh, sim, você o tem em suas mãos. A vida que você salvou da destruição, a comida e o médico que você mandou para a Senhora White e seu marido. Se não fosse você, querido, ela teria morrido. Lembra-se? Perguntou Prudence.

— Você acha que papai aceitará esse presente? Perguntou o Príncipe ansiosamente, com um novo brilho nos olhos.

— Tenho certeza que sim, respondeu a Princesa.

“Nossos presentes podem parecer pequenos aos nossos próprios olhos, mas não sabemos como eles parecerão aos olhos dele”.

Enquanto os dois viajavam, Prudence ajustou seus passos aos de seu irmão, bem mais lentos e finalmente eles chegaram à casa do Rei, o Pai, que os veio receber.

Para o Príncipe Jolly ele disse, tristemente:

— Filho, você não foi muito bem desta vez, mas depois de um longo descanso e uma completa purificação de sua alma, você irá novamente e sei que se sairá melhor. Seu presente lhe rendeu esta oportunidade.

Gentilmente, o pai colocou sua mão sobre os olhos cansados do Príncipe e o fez dormir.

Para Prudence ele disse:

— Filha, você realmente se saiu muito bem e é merecedora de uma tarefa maior. Entre para as alegrias do reino. Seu presente é muito valioso para mim.

(Do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. IV – Compiladas por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

No Jardim do Tapete Florido

No Jardim do Tapete Florido

No Jardim do Tapete Florido há uma árvore. Todos os dias meninos e meninas do Reino das Fadas se reúnem em volta dela para estudar, trabalhar e brincar, pois ela é, para eles, a Árvore do Exemplo. É a sua escola. É onde aprendem a diferença entre o certo e o errado, a melhorar seus modos e a prepararem-se para a época em que estarão prontos para a Árvore da Vida.

À Árvore da Vida também está no meio do Jardim do Tapete Florido. Mas ninguém a vê. Está escondida da vista das Fadas crianças, até um certo dia em que elas completem 7 anos do seu crescimento, quando então estarão aptas para a Grande Aventura de aprender o significado das coisas.

A Árvore da Vida é uma árvore etérea, que não pode ser vista à luz do dia, e não pode ser conhecida até que a criança atinja o sétimo ano de sua vida. Somente neste tempo certo, é que ela brilha para as Fadas e a luz é tão brilhante no início, que os meninos e meninas são tomados de surpresa. A luz brilhante e etérea apareceu de repente no Jardim do Tapete Florido em uma noite de junho.

Naquela noite maravilhosa de junho, duas dúzias de meninos e duas dúzias de meninas estavam reunidos sob sua Árvore do Exemplo, estudando suas lições, como fazem todas as boas crianças. Cada uma tinha aprendido a ter bons pensamentos e bons sentimentos extraídos das cores, dos companheiros e dos amigos da Natureza. Cada uma tinha aprendido a deixar de lado todos os maus pensamentos e todos os maus sentimentos que, de alguma forma, cresciam em seus corações e em suas Mentes. Às fadas aprenderam tão bem essa lição que, elas mesmas, se tornaram pequenas luzes brilhantes. E, porque cada menino e cada menina estava brilhando com bons sentimentos e bons pensamentos, certa noite em junho, a luz grande e brilhante da Árvore da Vida chegou direto em suas Mentes e seus Corações. Resplandeceu numa torrente de radiante esplendor.

– O-o-o-o, exclamou um coro de minúsculas vozes, e as Fadas meninas arremessaram-se para o céu carregando a fragrância das flores, enquanto se afastaram assustadas.

Os meninos eram mais destemidos, mas, lá no fundo, eles também estavam um pouco assustados. Eles fingiram que não. Não queriam que as meninas soubessem que estavam tão assustados quanto elas diante daquela luz repentina e brilhante. Então, permaneceram no Jardim, alguns atirando-se ao chão para tirar força da sua Mãe-Terra. Outros seguravam seus joelhos, fechavam suas mãos e apoiavam-se na Árvore do Exemplo para disfarçar seu espanto.

Por um momento, a própria luz das pequenas Fadas tornou-se opaca. O medo fez com que ela se escurecesse. Mas, bem depressa elas perceberam que a Luz radiante, vinha de cima, era amiga e gentil e todos os seus medos se dissiparam e sua luz começou a brilhar novamente.

As fadas meninas saíram das nuvens. Elas flutuavam acima da Árvore do Exemplo, expressando cada uma seu espanto e surpresa. Cinco delas, mais aventureiras do que as outras, deixaram de lado suas asas e desceram para o arco de luz na base da maravilhosa Árvore da Vida que não podiam ver.

Doze dos meninos, ainda mais ousados do que suas cinco irmãs, corajosamente mudaram seus sentimentos e avançaram para se apoderar de doze raios de luz. Com uma velocidade assustadora, eles foram impulsionados para cima, para os galhos etéreos que giravam rapidamente acima do chão. Os outros olhavam, aplaudiam e se perguntavam se ousariam segurar um raio da Resplandecente Árvore da Vida.

Lá em cima nos galhos, alguns dos meninos pareciam estar deliciados com sua nova experiência, enquanto outros sentiam-se assustados, outros riam e alguns apenas fechavam os seus olhos para pensar o que iriam fazer. Apenas um dos meninos foi capaz de flutuar no mesmo instante ao ritmo da extraordinária Árvore. Ele chamou seus irmãos para tentar ajudá-los.

— Veja, ele ria. É fácil. É como se você fosse um pássaro voando, um cardo flutuando no ar ou mesmo um dos nossos bons pensamentos soprando pelos ares.

Os outros meninos lançaram-se na experiência, confusos a princípio, até que, finalmente, todos eles movimentaram-se facilmente no ritmo da vida, como pássaros livres, como semente carregada pelo vento ou como o voo límpido de um bom pensamento.

Um por um, os doze meninos armaram-se de coragem, pesaram os raios de Luz e foram levantados rapidamente no círculo brilhante sobre o Jardim. Uma a uma, as fadas meninas retiraram suas asas e desceram para juntar-se às suas irmãs no arco de Luz que inundava o Tapete Florido, na base da Árvore.

As garotas cresciam parecendo borboletas e pétalas de flores e matizes do arco-íris do orvalho da manhã, à medida que dançavam e brincavam à Luz da Vida. Os meninos cresciam parecendo as mais ativas criaturas do ar, do mar e da terra. E, do sétimo ano de seu crescimento até que se passassem outros sete anos, todas as Fadas meninos e meninas estudaram o significado das coisas na maravilhosa Luz da Árvore da Vida.

(Do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. III – Compiladas por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Bolo de Batata-doce

BOLO DE BATATA-DOCE


INGREDIENTES:
  • 2 xícaras (chá) de batata-doce ralada sem a casca
  • 2 xícaras  (chá) de farelo de aveia
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de leite de coco
  • 3 colheres de manteiga
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de uvas passas (ou adoçante)
  • 1 colher (sopa) de Chia
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
***Para ver se o fermento está bom, coloque em um copo com água, se ferver, está bom)
Modo de preparo:
 
  • Bata no liquidificador os 6 primeiros ingredientes.
  • Desligue o liquidificador e acrescente a chia e o fermento.
  • Mexa delicadamente.
  • Coloque numa forma untada e enfarinhada.
  • Asse em forno médio por mais ou menos 30 minutos.
É muito nutritivo !!!
porFraternidade Rosacruz de Campinas

As Chaves do Céu

As Chaves do Céu

Era uma vez um rei muito poderoso, que governava muitas terras. Todos os tesouros da Terra eram dele e todos os dias ele brincava com pedras preciosas de Ofir[1] e com rosas de Damasco, como se elas fossem ninharias. Todavia, com toda sua riqueza, ele não tinha uma coisa: “As Chaves dos Portões do Céu”.

Ele havia enviado milhares de mensageiros pelo mundo a fim de descobrir as Chaves do Céu, mas ninguém foi capaz de trazê-las. A todos os sábios que vinham à sua corte, ele perguntava onde as Chaves do Céu poderiam ser encontradas, mas ninguém sabia a resposta.

Um deles, um homem que veio da Índia, com olhos estranhos, sorrindo, colocou de lado as pedras preciosas de Ofir e as rosas de Damasco com as quais o rei estava prestes a brincar, e disse-lhe que todos os tesouros da Terra poderiam ser possuídos como um presente, mas, as Chaves do Céu, cada um deveria encontrar por si mesmo.

Então, o rei decidiu encontrar as Chaves do Céu, custasse o que custasse. Esta era uma época em que a humanidade era capaz de ver o lugar onde o céu se encontrava com a Terra e todos conheciam a alta montanha, no cume da qual tinham sido construídos os portões do céu. O rei ordenou que seus cortesãos permanecessem em casa e começou a subir a íngreme montanha, até que alcançou os portões do céu. Diante dos portões, cujas muralhas estavam inundadas pelo brilho do Sol, permanecia o Anjo Gabriel, o guardião do eterno jardim de Deus.

— Ser glorioso, disse o rei, todos os tesouros da Terra são meus. Muitas são as terras que têm que me pagar impostos e eu me divirto brincando com as pedras preciosas de Ofir e com as rosas de Damasco. Porém, não me sentirei feliz até que tenha comigo as Chaves do Céu. Se não for assim, como esses portões poderão se abrir para mim, algum dia?

— Isso é bem verdade – disse o Anjo Gabriel – sem as Chaves do Céu você nunca abrirá seus portões, mesmo que possua todas as artes e tesouros da Terra! Mas, tantas são as Chaves do Céu! Elas podem ser encontradas em cada florzinha, quando é primavera na Terra e na alma de cada criatura.

— O que! Exclamou o rei surpreso. É só isso que tenho que fazer, só juntar essas pequenas flores? Os vales e as florestas estão cheios delas e em todo o lugar que você for, você pisa sobre elas.

— É verdade que as pessoas esmagam muitas dessas lindas flores sob os pés, disse o Anjo. Entretanto, encontrar as Chaves não é tão fácil como pode parecer. Há apenas três chaves que podem abrir os portões do céu e todas as três somente serão suas se brotarem a seus pés — e para você. Todas as outras milhares de prímulas que brotam na Terra e que no reino das Fadas são conhecidas como as Chaves do Céu, servem apenas para relembrar os seres humanos de fazer florescer às verdadeiras Chaves do Céu, pois estas são as flores sobre as quais todos estão pisando.

Neste momento, apareceu uma criança diante dos portões do céu segurando três pequenas chaves em sua mão. As flores exalavam uma fragrância deliciosa nas mãos da criança. Enquanto ela tocava os portões do céu com as três chaves, esses se abriram e o Anjo Gabriel a conduziu para dentro. Mas, os portões fecharam-se novamente e o rei permaneceu sozinho diante dos portões fechados. Então, desceu pensativamente a montanha em direção à Terra e, em todos os lugares, os campos e os prados estavam cheios das mais belas e douradas Chaves do Céu. O rei tomou muito cuidado para não pisar sobre elas, mas nenhuma das flores brotou aos seus pés.

– Será que não conseguirei achar as verdadeiras Chaves do Céu, o rei perguntou a si mesmo, quando uma criança pode encontrá-las?

Mas, ele não as encontrou e muito tempo se passou.

Um dia, quando estava saindo de seu Castelo acompanhado pelos seus cortesãos e em todo seu esplendor, uma criança suja e rejeitada, que não tinha pai nem mãe, estava pedindo esmolas no caminho.

— Ah, mande-a pedir esmolas em outro lugar, disseram os servos, puxando-a de lado quando ela se aproximou do rei com as mãos estendidas.

Mas o rei puxou para si a criança. Todos esses anos desde que havia descido da montanha, ele havia pensado muito sobre as Chaves do Céu. Então, ele levantou a criança e colocou-a diante dele, sobre seu cavalo, e a levou para o castelo. Quando chegou à casa ordenou que a criança fosse alimentada e vestida; ele mesmo a auxiliou e a enfeitou, colocando uma pequena coroa sobre sua cabeça.

De repente, floresceu aos seus pés uma pequena Chave dourada do Céu. Então, o rei proclamou que em todo o seu reino, todos os pobres e todas as crianças seriam seus irmãos.

Muitos anos se passaram. Um dia, o rei cavalgava pela floresta com seus nobres. Vendo um lobo doente e ferido, ele desmontou e descobriu que o animal estava desamparado e impossibilitado de se mover.

— Oh, deixe-o morrer, disseram os cortesãos, pondo-se entre o rei e a miserável criatura.

Mas o rei pegou o pobre animal e o colocou em uma das carruagens e, quando chegou ao seu lar, carregou-o em seus braços para o palácio. Cuidou dele diariamente até que lhe devolveu a saúde e, desde esse dia, o lobo o seguia por todos os lados. Então, brotou a seus pés a segunda Chave Dourada. Daí para frente, o rei declarou todos os animais viventes em seu reino, como seus irmãos mais jovens.

Passaram-se mais alguns anos e um dia, andando pelos jardins do palácio, o rei regozijava-se ao admirar as plantas e flores raras, tão artística e zelosamente cuidadas e nutridas, o que tornava seu jardim o mais belo de toda a nação. Olhando para baixo, o rei viu, à beira do caminho, uma flor de aparência feia, quase murcha pela ação do Sol, suas folhas cheias de pó decaídas, com sede.

– Vou buscar água, disse o rei.

Mas o jardineiro o reteve.

— É feia como erva daninha, ele disse. Deixe-me arrancá-la e queimá-la. Não há lugar para ela em seu jardim, com todas essas flores maravilhosas.

Mas o rei, pegando seu capacete dourado, encheu-o com água fresca da fonte e o levou para a planta. A planta bebeu a água e começou a respirar, a viver e a florescer novamente.

Então, a terceira Chave do Céu floresceu aos pés do rei, enquanto a pequena mendiga e o lobo olhavam para ele. O rei, olhando para a montanha, viu os portões do céu se abrirem amplamente e na luz radiante do Sol estava o Anjo Gabriel e a pequena criança que há muito, muito tempo já havia encontrado o caminho do céu.

As três Chaves do Céu ainda hoje florescem e brilham mais e são mais belas que todas as pedras preciosas de Ofir e todas as rosas de Damasco.

[1] Ouro de Ofir era um tipo de ouro da mais alta qualidade, que podia ser encontrada em uma região chamada Ofir. Esse ouro era muito puro e muito raro. Por isso, o ouro de Ofir se tornou símbolo de raridade e preciosidade.

(Do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. III – Compiladas por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Homus de Beterraba

HOMUS DE BETERRABA

 
Ingredientes:
  • 1 beterraba grande com casca
  • 1/2 xícara (chá) de grão de bico cozido
  • 1/4 xícara (chá) de água
  • Sal
  • Pimenta do reino e
  • Azeite a gosto 
 
Modo de preparo:
 
  • Lave bem a beterraba com uma escova e corte em pedaços.
  • Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou processador e bata até virar um creme (não deve ficar mole demais).
  • Sirva com hambúrguer, torradas ou bolacha integral.
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