porFraternidade Rosacruz de Campinas

Signo Ascendente – A Missão de cada Signo: Leão

“A ti Leão, atribuo a tarefa de exibir ao mundo Minha Criação em todo o seu
esplendor. Mas deves Ter cuidado com o orgulho, e sempre lembrar que é
Minha Criação, e não tua. Se o esqueceres, serás desprezado pelos
seres humanos.
Há muita alegria em teu trabalho; basta fazê-lo bem. Para isso Eu te
concedo o Dom da Honra.”

E Leão voltou ao seu lugar.
Principal Característica: alegria
Qualidade: dignidade, generosidade, extroversão
Defeito: egocentrismo, autoritarismo, teimosia

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Gratinado de Aipim (Mandioca)

GRATINADO DE AIPIM

 

Ingredientes:

 

  • 2 xícaras (chá) de “carne de soja” (PTS pequena/escura)
  • 1 dente de alho picado
  • sal ( e pimenta) a gosto
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate sem sementes picado
  • 1 lata de ervilha
  • Massa:
  • 2 xícaras (chá) de aipim cozido
  • 1 batata sem casca cozida
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 copo de iogurte natural
  • 3 ovos (separe as gemas das claras)
  • sal e queijo ralado a gosto
  • Modo de preparo:
  • Tempere a carne com o alho, o sal e, se gostar, pimenta.
  • Aqueça uma frigideira com o azeite e refogue a “carne de soja”.
  • Coloque a cebola e deixe mais uns 2 minutos.
  • Junte o tomate e cozinhe mais uns 2 minutos.
  • Adicione a ervilha e deixe mais uns 2 minutos.
  • Reserve.
  • Passe o aipim e a batata ainda quentes pelo espremedor.
  • Junte a manteiga e mexa.
  • Coloque o iogurte, as gemas e o sal.
  • Reserve.
  • Bata as claras em neve e misture ao aipim.
  • Unte e polvilhe com farinha um refratário.
  • Disponha a “carne de soja” e cubra com o creme.
  • Polvilhe com o queijo e asse até dourar.
porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Torta de “carne de soja”

TORTA DE “CARNE DE SOJA”

 

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • 1 lata de creme de leite
  • sal (e pimenta) a gosto
  • 1/2 xícara (chá) de amido de milho
  • 500 grs de batatas cozidas e amassadas
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola picada
  • 2 xícaras (chá) de PTS (Proteína Texturizada de Soja) pequena / escura
  • 1/4 xícara (chá) de maionese
  • 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas

 

Modo de preparo:

 

  • No liquidificador bata os ovos, o creme de leite, o sal, a pimenta e o amido de milho.
  • Junte a batata até ficar uma mistura homogênea.
  • Numa panela, aqueça o óleo e doure a cebola.
  • Refogue a “carne de soja”. Desligue o fogo, tempere com sal (pimenta) e misture a maionese e
  • a azeitona.
  • Num refratário untado e enfarinhado, ponha metade da massa.
  • Cubra com a carne e por cima, coloque a massa restante.
  • Leve ao forno, pré-aquecido, por 20 minutos ou até que esteja dourada.
porFraternidade Rosacruz de Campinas

Porque os Apóstolos que tiveram morte violentas, bem como os primeiros Cristãos, não sofreram na carne

 

Muitos dos primeiros Cristãos sofreram por causa de suas crenças religiosas.

Dos onze Discípulos fiéis, todos, exceto São João, teve morte violenta.

Enquanto em Roma, São João foi jogado em um caldeirão de óleo em chamas, mas estava protegido por um Auxiliar Invisível e saiu ileso, São Paulo e dez dos seus Discípulos foram mortos de diferentes maneiras.
Muitos dos primeiros Cristãos foram executados.

Neste contexto, gostaria de dizer algo que os Estudantes Rosacruzes devem saber: foi dito que os Apóstolos não sofreram, como as pessoas comuns sofrem quando são mortos, porque eles foram assistidos pelos Seres Superiores.

Com isso um grande sofrimento foi evitado por meio do envio do Anjo da Morte para cortar o Cordão Prateado, no momento que eles estavam prestes a serem torturados e, portanto, os egos foram retirados de seus Corpos a tempo de salvá-los do sofrimento.

Grupos de Auxiliares Invisíveis e Anjos levaram seus Egos e seus veículos superiores para o céu, deixando seus inanimados Corpos Densos à ira de seus inimigos.

É um grande alívio saber isso.

(IH – de Amber M. Tuttle)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Estrela de Belém: o Sol da meia-noite: a “Estrela”; o Espírito do Sol, o Cristo, o Salvador Espiritual

Estrela de Belém – Diz-se que a Estrela de Belém apareceu ao nascer Jesus e guiou os três sábios para o Salvador. Muito se especulou acerca da natureza dessa estrela. A maioria dos seres humanos que estudam a ciência materialista tem declarado que ela não passa de um mito, enquanto para outros, se fosse algo mais do que um mito, seria a simples “coincidência” de dois sóis mortos que, ao chocarem-se teria produzido uma explosão. Não obstante, todo místico conhece a “Estrela”, sim, e a “Cruz” também, não somente como símbolos relacionados com a vida de Jesus e de Cristo Jesus, mas também através de suas experiências pessoais.

À meia-noite de 24 de dezembro, para os povos do hemisfério norte, onde nasceram todas as religiões atuais, o Sol está diretamente abaixo da Terra e as influências espirituais são fortíssimas.

Em tal momento, nessa noite, aos que desejassem, pela primeira vez, dar um passo na Iniciação, seria muitíssimo mais fácil porem-se em contato consciente com o Sol Espiritual.

Por esse motivo, nos antigos templos, os discípulos preparados para a Iniciação eram levados pelas mãos dos Hierofantes dos Mistérios e, por meio de cerimônias que se realizavam no Templo, eram elevados a um estado de exaltação, no qual transcendiam toda condição física. A Terra tornava-se transparente à sua visão espiritual e eles viam o Sol da meia-noite: a “Estrela”! Não era o Sol físico, seu salvador físico, o que viam com os seus olhos espirituais, mas o Espírito do Sol, o Cristo, seu Salvador Espiritual.

Essa Estrela que brilhou na Santa Noite ainda brilha para o místico na obscuridade da noite. Quando o ruído cessa e a confusão da atividade física se aquieta, então ele entra em seu interior e procura o caminho que conduz ao Reino da Paz. A brilhante Estrela está sempre ali para guiá-lo e sua alma ouve a canção profética: “Paz na terra e boa vontade entre os homens” [1].


[1] N.R.: Lc 2:14

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Baço: a maior das glândulas endócrinas; regida pelo Sol e correlacionado com a Região Etérica do Mundo Físico

Baço – A maior das glândulas endócrinas.O Baço fabrica os corpúsculos brancos do sangue, armazena o ferro e tem grande influência no sistema nervoso (controla a absorção do fluido vital do açúcar que percorre os nervos), auxilia a digestão absorvendo o fluido vital do Sol durante esse processo.

A força vital do Sol que nos rodeia como um fluido incolor é absorvida pelo Corpo Vital através da contraparte etérica do baço, onde passa por uma curiosa transformação de cor. Torna-se rosa-pálido e se espalha pelos nervos, percorrendo todo o Corpo Denso.

Em relação ao Sistema Nervoso, a força vital é o mesmo que a eletricidade para o telégrafo. Embora haja fios, aparelhos e telegrafistas, tudo em boa ordem, se não houver eletricidade será impossível enviar mensagens.

Os poderes desenvolvidos por influência do Sol sobre o Baço abrem ao indivíduo toda a Região Etérica.

O centro espiritual do Baço vibra em amarelo ouro.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Batismo: transcendental ato e o primeiro passo na dedicação da vida de um Místico Cristão

Batismo – Transcendental ato e o primeiro passo na dedicação da vida de um Místico Cristão é o Batismo; porém não nos referimos necessariamente ao Batismo físico por aspersão ou imersão, onde o candidato faz certas promessas àquele que o batiza. O Batismo Místico pode ocorrer em qualquer lugar, pois é um processo espiritual para obter-se um propósito espiritual. Pode acontecer a qualquer momento do dia ou da noite, no verão ou no inverno, no momento em que o aspirante sente intensamente a ânsia de saber as causas dos males e percebe como poderá aliviá-los.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Pintadinha – Palavra-chave: Amor ao Lar

PINTADINHA

Palavra-chave: Amor ao Lar

A história de hoje é sobre uma galinha chamada Pintadinha. Ela pertencia a uma menininha chamada Shirley.

Pintadinha morava no campo, em uma grande fazenda, com muitas outras galinhas e um Papai Galo. Lá também haviam cavalos e muitas vacas.

Era um lugar muito interessante para se viver. Havia muitas coisas para serem vistas e muito trabalho para fazer. Havia campos de cereais, de capim, de trevo; também um pomar com pêssegos, damascos, uvas e muitos outros tipos de frutas. Os cavalos puxavam os arados e faziam sulcos no solo para que as cenouras, as beterrabas, as outras verduras, os cereais e as frutas crescessem direitinho. As vacas se ocupavam comendo capim e trevo e transformando-os no rico leite para os meninos e meninas beberem.

Até o grande Papai Galo estava sempre ocupado procurando uma minhoquinha gorda. Quando encontrava um petisco bem apetitoso não engolia vorazmente. Oh, não! Era cavalheiro demais para fazer isso. Segurava-o gentilmente no bico e chamava na sua linguagem de frango:

– Venham queridas, tenho uma coisa deliciosa para vocês.

Quando as galinhas ouviam isso, nossa, que correria! Com as asas abertas, cada uma corria o mais que podia. Pintadinha era uma galinha tão esperta, que geralmente chegava primeiro e comia o bichinho.

Se um gavião voava baixo, procurando uma chance de se lançar sobre uma galinha, como Papai Galo ficava indignado! Avisava as suas galinhas para se esconderem rapidamente sob o pé de pimenta, eriçava as penas do pescoço e se preparava para a batalha. Parecia tão ameaçador e pronto para a luta, que o gavião sempre fingia estar procurando alguma coisa no campo vizinho e não parava.

Pintadinha, muitas vezes, gostaria que o galo não levasse tão a sério seu dever de chamar as galinhas para se levantarem de manhã. Porém, isto era um dos seus deveres e como ele era um sujeito muito consciencioso, nunca deixava de cumprir suas obrigações. De manhã, bem cedinho, costumava ficar de pé no poleiro e gritar bem alto:

– Có-có-ri-có – era o seu modo de dizer: “É hora de levantar, minhas queridas”.

– Oh, que coisa! – pensava Pintadinha – Certamente, não pode ser ainda hora de levantar. Estou com tanto sono!

Lembrava-se que um dia, Papai Galo se enganara numa linda noite de luar. Pensando que já era dia, chamou- as para se levantarem no meio da noite. Naturalmente, Pintadinha nunca mencionava o ocorrido para não magoar seus sentimentos, mas quando o escutava chamar, costumava abrir um pouquinho um olho e dar uma espiadela. Se estava escuro, colocava a cabeça em baixo da asinha e tirava outra soneca.

Quando ele começava a cantar novamente, sabia que era melhor levantar e se vestir depressa para não chegar atrasada para a refeição.

“Vestir-se?”, exclamam vocês. Ora, sim, vocês não sabiam disso? Naturalmente as galinhas não se vestem da mesma maneira que os meninos e meninas, pois não tiram suas vestes de penas nem de dia nem de noite. Sabem como Pintadinha se vestia? Quando se levantava, ou melhor, pulava do poleiro, a primeira coisa que fazia era chacoalhar-se. Não era uma chacoalhadinha só, mas, uma bem grandona; tão grande e forte que todas as suas penas ficavam soltas e fofas. Então, corria para beber um pouco de água, levantando a cabeça, quando bebia, como se fosse para agradecer. Sua ocupação seguinte era alisar as penas com o bico até que ficassem macias e lisas. Tinha uma maneira original de cuidar da cabeça. Simplesmente levantava o pé e coçava a cabeça usando as unhas como pente. Vocês não acham que ela era esperta?

Quando todas as galinhas estavam prontas, Bento, o irmão de Shirley, aparecia com a refeição. Podem ter a certeza, elas sempre se alegravam com sua chegada.

Bento era muito brincalhão. Costumava dizer a Shirley que o nome certo para Pintadinha era “Sardentinha”, pois ela tinha pequeninas manchas marrons no corpo inteiro; Shirley, no entanto, achava Pintadinha mais bonito.

Um dia, Shirley entrou correndo em casa, toda alvoroçada, chamando pela mãe:

– Mamãe! Mamãe! Venha ouvir a Pintadinha! Depressa! Ela está aprendendo a cantar com o Dino (Dino era o canário).

A mãe riu e disse:

– Está bem, querida, espere um pouco só; vou ver se seu irmãozinho está dormindo.

E, com Shirley saltitando a seu lado, foi ver Pintadinha. E lá estava a galinha, com a pequena crista vermelha da cor de uma cereja, correndo pelo galinheiro e soltando um gritinho feliz: “Có-có, có-có-có”, justinho como se fosse uma canção. Realmente, era uma canção de alegria porque se sentia muito feliz.

Mamãe sorriu e ajudou Shirley a preparar, em uma caixa, um bonito ninho de palha para Pintadinha. Alguns dias depois, Pintadinha cantou outra canção. Era uma canção de alegria também, mas os seres humanos que não sabem como dar um nome a esse cantar chamam-no de cacarejo. Pintadinha havia botado um ovo no seu ninho e estava anunciando a boa noticia para todas as amigas, de modo que pudessem se alegrar com ela. Elas cacarejavam também e o grande galo as acompanhou, portanto, o barulho foi grande. Quando Bento voltou da escola, Shirley lhe contou tudo e, segundo ele, as galinhas haviam iniciado um “pequeno conjunto vocal”. Como Bento é sabido! Não acham?

(do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. V – Compilado por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Arroz de Forno com “Carne de Soja”

ARROZ DE FORNO COM CARNE ( PTS – Proteína texturizada de soja (pequena))

 

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola média bem picada
  • 2 dentes de alho amassados
  • 1 1/2 xícara de PTS (colocado de molho/ apertado e jogado água fora)
  • 2 tomates sem sementes, picados
  • sal a gosto
  • 1/2 xícara (chá) de cheiro verde picado
  • 3 xícaras (chá) de arroz cozido
  • 1 cenoura sem casca cozida e picada
  • 1 copo de requeijão cremoso
  • 2 ovos batidos
  • 1 cx de creme de leite
  • 1/2 xícara de leite (opcional)
  • 1/2 xícara (chá) de mussarela ralada
  • 4 colheres (sopa) queijo parmesão ralado (opcional)
  • Modo de Preparo:
  • Aqueça o óleo e doure levemente a cebola e o alho.
  • Junte a PTS e refogue um pouco.
  • Adicione o tomate e o sal.
  • Cozinhe por uns cinco minutos.
  • Junte o cheiro verde e reserve.
  • Numa vasilha, misture o arroz com a cenoura.
  • Num refratário untado com margarina, coloque metade do arroz, a PTS e o arroz restante por cima.
  • Espalhe o requeijão e cubra com os ovos misturados ao creme de leite e ao leite.
  • Polvilhe com os queijos e leve ao forno até dourar.
porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Suco Energético

Suco energético

 

Bata no liquidificador:

  • suco de 2 laranjas
  • 1 fatia de abacaxi
  • 1 folha de couve
  • Coe e sirva
Idiomas