porFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: Qual é a essência ou ensinamento particular do verdadeiro Cristianismo?

Pergunta: Qual é a essência ou ensinamento particular do verdadeiro Cristianismo?

Resposta: Nos capítulos iniciais da Bíblia encontramos uma ordem dada à humanidade nascente, à qual foi concedida a liberdade de desfrutar do Jardim do Éden em estado de bem-aventurança. Foi-lhe imposta apenas uma restrição, a saber, “Não comas o fruto da Árvore do Conhecimento”. Se analisarmos esta ordem à luz de outras passagens, como: “Adão conheceu a sua mulher Eva, a qual concebeu e deu à luz a Caim”; “Adão conheceu Eva e ela deu à luz a Seth”; e a pergunta de Maria, “Como se fará isso, pois eu não conheço varão?” entenderemos facilmente que não era permitido à humanidade satisfazer sua natureza passional. O ensinamento esotérico proporciona-nos um conhecimento adicional de que esta função era exercida apenas em certas épocas do ano, sob a orientação dos Anjos, quando as linhas de força interplanetárias eram propícias e, consequentemente, o parto era indolor.

À vista deste conhecimento, podemos, também, entender melhor a suposta maldição: “parirás teus filhos em dor”- (Gn 3;16). A verdadeira razão é que o ato procriador é realizado quando as vibrações astrológicas não são favoráveis para esse fim. Portanto, o pecado ou a transgressão da lei cósmica instalou-se no mundo, causando sofrimentos incalculáveis. A Religião de Jeová foi dada ao mundo para corrigir esse estado de coisas. Esta é a religião da lei, prescrevendo penalidades por transgressões e antepondo o temor da lei aos desejos da carne. Aprendemos que a lei era o mestre que conduziria a humanidade a Cristo. Não obstante, o ser humano rebelou-se contra ela o tempo todo, sendo necessário lhe infligir castigos severos para mantê-lo dentro da conduta moral desejada. Sob o regime de Jeová, a humanidade dividiu-se em nações, que costumavam punir-se, mutuamente, por suas transgressões através das guerras e da peste. Recorriam-se às guerras para garantir a obediência, e o Antigo Testamento conclui prometendo as nações batidas que sangravam: “Nascerá o Sol da justiça e estará à salvação sob as suas asas” (Malaquias 4;2). Em seguida surge a Religião de Cristo e a mensagem angélica que anunciou o Seu nascimento: “Paz na Terra e boa vontade entre os homens” (Lc 2;14). Este é a inicio do Novo Testamento. No fim há uma visão da consumação, quando todas as nações se reunirem numa cidade celestial, onde não haverá lugar para a luxúria e a paixão – onde não haverá casamento porque a morte terminará tornando desnecessário novos nascimentos de corpos, onde a paz e o verdadeiro amor reinarão, onde o perfeito amor introduzido pela Religião de Cristo expulsará todo o medo gerado sob a Religião de Jeová. Assim, a essência do ensinamento Cristão consiste na suplantação das leis do pecado e da morte pelo amor, que restaurará a imortalidade.

(Livro: Perguntas e Respostas – Vol. II – pergunta 89 – Max Heindel)

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Um caso de uma mulher que escapou de ser enterrada viva

Um caso de uma mulher que escapou de ser enterrada viva

Contarei, agora, a vocês uma história de como uma mulher obsedada escapou por pouco de ser enterrada viva.

Três Auxiliares Invisíveis foram enviados a uma casa na parte Norte de um dos países escandinavos, onde um funeral acontecia.

Os Auxiliares Invisíveis encontraram a casa repleta de familiares e amigos de uma senhora aparentemente morta, porém não estava.

 

Os Auxiliares Invisíveis olharam para aquela senhora no caixão. E viram que não estava morta, mas estava obsedada por uma entidade que não podia usar o Corpo Denso.

 

Um Auxiliar Invisível então disse: “Ela não está morta”.

 

O outro Auxiliar Invisível pediu que a entidade saísse do corpo da mulher para que fosse poupada do sofrimento de ser enterrada viva.

 

Ele disse à entidade que saísse, e ela o fez. Ela logo se materializou e tornou-se enorme. Todas as pessoas presentes viram seu olhar horrendo e se assustaram.

 

A mulher tomou posse de seu corpo e revirou seus olhos grandes. Um dos Auxiliares Invisíveis disse a jovem enferma que antes que viesse a falecer deveria avisar que não era para embalsamar seu corpo. Então, esclareceu o que aconteceria depois da morte e explanou tudo sobre estas condições.

A entidade ficou irritada e tentou entrar novamente no corpo da mulher.

O Auxiliar Invisível o deteve, já que a mulher estava muito frágil para oferecer qualquer resistência necessária. Em seguida, a entidade partiu para cima da Auxiliar Invisível, que tinha explicado à mulher os preparativos necessários quando ocorresse a sua morte, no futuro.

A entidade tentou tirar a Auxiliar Invisível da casa e as coisas ficaram muito agitadas. As duas Auxiliares Invisíveis correram para trás do Auxiliar Invisível.

Eles, então, atravessaram a entidade, e ela subiu em uma nuvem preta que tinha cheiro parecido de enxofre.

Os Auxiliares Invisíveis retiraram a mulher do caixão, a colocaram na cama e pediram para as pessoas para dar-lhe de comer.

A filha da mulher obsedada contou como havia percebido que algo estava errado com sua mãe e que ela acreditava que a sua mãe não estava morta.

E por isso, não deixou que a família colocasse o corpo de sua mãe em uma geladeira. Desta maneira conseguiu salvar a vida de sua mãe. O ministro chegou com alguns livros de músicas para o serviço de funeral. Tamanha foi a sua surpresa ao encontrar a mulher com vida.

Os Auxiliares Invisíveis também resolveram a rixa familiar naquela casa. Dois dos primos presentes queriam brigar por algo que havia acontecido antes, e o restante da família ficou dividida entre os dois brigões. Todos os homens tinham armas de fogo ou facas. Os Auxiliares Invisíveis acalmaram os brigões e colocou ordem na situação, demonstrando o bom trabalho. Isso mostrou o poder da oração. Parecia que seu destino estava selado, porque ela estava obsedada por uma entidade que não podia usar seu corpo e fazê-la falar ou abrir seus olhos. Ela ficou fora de seu corpo e viu seus parentes: prepará-la para o enterro, colocando-a no caixão e, finalmente, seus familiares a velarem, da casa para o funeral. Ainda assim, não era tarde demais e a ajuda veio a tempo para salvá-la de ser enterrada viva.

O que nos faz lembrar que S. Tiago disse no cap. 5: 15: “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”.

Lembremos disto, porque nós não sabemos o que passa diante de nós no dia a dia. No cap. 4: 14 de S. Tiago lemos o seguinte: “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece”. Isto se refere à morte que poderá vir inesperadamente, quando estamos despreparados.

Veja em um artigo anterior (clique aqui: Caso em que Doença do Sono é uma Obsessão) a história de uma menina que estava com a doença do sono. Algumas destas vítimas são pequenos bebês, alguns já crianças e outros são adultos. Algumas vezes lemos sobre casos em que o paciente se recuperou e teve vida normal. Os Auxiliares Invisíveis conseguem ver muitos destes pobres Egos e ajuda-os sempre que lhe são autorizados a fazê-lo.

(IH – de Amber M. Tuttle)

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RECEITA – Falafel

FALAFEL

 

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de grão de bico
  • 1 xícara (chá) de batata doce
  • 2 colheres (sopa) de farinha de linhaça dourada
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto
  • Cebolinha a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Orégano a gosto
  • Modo de Preparo:
  • Deixe o grão de bico de molho em água por 24 h.
  • Deixe a batata doce de molho em água por 8 h.
  • Após esse período, cozinhe os dois separados, em panela de pressão;
  • o grão de bico por 30 minutos e a batata doce por 10 minutos.
  • Depois de cozidos, amasse bem os dois e misture.
  • Tempere a gosto, caprichando nos temperos.
  • Faça bolinhas ou molde no formato que desejar.
  • Passe na farinha de linhaça.
  • Asse em forno quente por mais ou menos 10 minutos ou até dourar.
  • Sirva com limão e com algum molho ou maionese.
porFraternidade Rosacruz de Campinas

Quando e para que foram nos dado: Arquitetura, Escultura, Pintura e Música

Quando e para que foram nos dado: Arquitetura, Escultura, Pintura e Música

 

A arquitetura, que se relaciona com a construção das formas, foi a primeira lição dada à humanidade. O ser humano iniciou essa tarefa no Período de Saturno, quando começou a reunir o material necessário para construir um Corpo Denso. Nesse período, sua consciência encontrava se no mais profundo estado de transe e ele trabalhava automaticamente sob a direção dos Senhores da Chama, a onda de vida de Leão, cuja nota chave é Lá# maior. A arquitetura está, portanto, correlacionada com o Período de Saturno da existência terrestre, e o Corpo Denso, que começou a se desenvolver no início daquele período, foi impregnado desse tom particular. Toda construção arquitetônica, da mais diminuta célula até Deus, está baseada na Lei Cósmica e é executada consoante certos modelos prescritos, e qualquer desvio do plano geral pode causar anomalias e incongruências. Tais anomalias produzem o mesmo efeito que tocar uma nota falsa em um acorde musical.

A escultura, que determina o contorno das formas, foi a segunda tarefa evolucionária dada à humanidade. Este trabalho teve seu início no Período Solar da existência do mundo, quando a formação do Corpo Vital se tornou necessária para dar forma ao Corpo Denso. A consciência do ser humano estava, então, em um estado de sono profundo e ele desempenhava seu trabalho automaticamente sob a direção das seguintes ondas de vida: os Senhores da Chama (Leão), os Senhores da Sabedoria (Virgem), e os Querubins (Câncer). A escultura está correlacionada ao Período Solar e ao Corpo Vital. Esse veículo sempre determina a direção em que uma certa força é usada e, portanto, ela procura dar o contorno correto para todas as formas. A nota chave de Leão é Lá# maior, a de Virgem é Dó natural, e a nota chave de Câncer é Sol# maior.

A pintura foi a terceira arte que o ser humano começou a desenvolver. Seu impulso deve se à tentativa de reproduzir os quadros vistos no Período Lunar da existência da Terra, dos quais o ser humano se lembrava vagamente através da sua visão de consciência pictórica. O trabalho do Período Lunar era feito automaticamente sob a direção das seguintes ondas de vida: os Senhores da Sabedoria (Virgem), os Senhores da Individualidade (Libra), e os Serafins (Gêmeos). A nota chave de Virgem é DÓ natural, a de Libra é Ré maior, e a de Gêmeos é Fá #_ maior. A pintura está correlacionada ao Período Lunar e ao Corpo de Desejos, e ambos começaram seu desenvolvimento naquela época.

Pitágoras, um mestre ocultista, afirmou que o mundo surgiu do caos pelo som ou harmonia. Foi construído de acordo com os princípios da escala musical, e os sete Planetas, que regem o destino dos mortais, têm um movimento e intervalos harmoniosos que correspondem aos intervalos musicais, tornando os vários sons tão perfeitamente harmonizados que conseguem produzir a mais doce melodia. Essa melodia é de tal grandeza sonora que se torna inaudível para o ser humano, pois a audição humana é incapaz de percebê la. Pitágoras representou a distância da Terra à Lua por um tom inteiro; da Lua a Mercúrio um semitom; de Mercúrio a Vênus um semitom; de Vênus ao Sol um tom inteiro e um semitom; do Sol a Marte um tom inteiro; de Marte a Júpiter um semitom; de Júpiter a Saturno um semitom; de Saturno ao Zodíaco um tom inteiro e um semitom. Isso forma um intervalo de sete tons, base da harmonia universal.

Max Heindel afirmou que Pitágoras não estava romanceando quando falava da música das esferas, pois cada uma das órbitas celestes tem seu tom definido e, juntas entoam uma sinfonia celestial. Ele confirma as declarações de Pitágoras, isto é, que cada Astro tem sua própria nota chave e viaja ao redor do Sol em tão variados índices de velocidade, que sua posição não pode ser repetida a não ser depois de aproximadamente vinte e sete mil anos. A harmonia celeste muda a cada momento, e, à medida que ela muda também as pessoas no mundo alteram suas ideias e ideais. O movimento circular dos Planetas ao redor do Sol no tom da sinfonia celestial, criada por eles, marca o progresso do ser humano ao longo do caminho da evolução.

Os ecos dessa música celestial chegam até nós no Mundo Físico. São nossas propriedades mais preciosas, muito embora sejam tão fugazes quanto uma quimera e não possam ser permanentemente criados. No Primeiro Céu, estes ecos são, naturalmente, muito mais belos e permanentes. No Mundo do Pensamento, onde o Segundo e Terceiro Céus estão localizados, encontra se a esfera do som.

Em nossa vida terrena, estamos tão imersos nos pequenos ruídos e sons de nosso limitado meio ambiente, que somos incapazes de ouvir a música produzida pelas esferas em marcha. O verdadeiro músico, seja consciente ou inconscientemente, sintoniza se com a Região do Pensamento Concreto, onde ele pode ouvir uma sonata ou uma sinfonia inteira como um único acorde resplandecente que, mais tarde, transpõe para uma composição musical de sublime harmonia, graça e beleza. O ser humano tem sido comparado a um monocórdio instrumento musical de uma única corda – que se estende da Terra aos confins longínquos do Zodíaco.

A vontade do ser humano teve sua origem na vontade de Deus. O músico, por meio de sua própria força de vontade, ouve esse poder da vontade de Deus expressa em sons e tons permeando o Sistema Solar. E, através de sua própria habilidade criadora nascida da vontade e da imaginação, ele é capaz de reproduzir em sons e tons, tanto os tons do poder vontade de Deus que criou o Sistema Solar, quanto Suas ideias tonais por meio das quais Ele materializou o Sistema Solar.

Arquitetura, escultura e pintura foram impressas no ser humano pelos grandes Seres espirituais, e essas artes tornaram se parte da sua natureza. Mas é através do poder da própria vontade do ser humano que o músico é capaz de perceber os tons expressos pela vontade de Deus e, até certo ponto, reproduzi los. Esta é a origem de nossa música no Mundo Físico, criação própria do ser humano.

A música produz expressões de tom que procedem do poder mais elevado de Deus e do ser humano, isto é, da vontade. Portanto, podemos ver que terrível consequência o ser humano está construindo para si, ao profanar a música, ao introduzir nela todos os tipos de dissonâncias, ruídos estridentes e penetrantes, gemidos e desarmonias que afetam os nervos. Um conhecido filósofo expressou bem uma grande verdade cósmica quando disse: “Deixem me escrever música para uma nação e não me preocuparei com quem faça suas leis”. O termo músico aqui usado não se aplica ao cantor ou ao executante musical comum, mas a mestres criadores de música, tais como Beethoven, Mozart, Wagner, Liszt, Chopin e outros da mesma classe. A arquitetura pode ser comparada à música congelada; a escultura à música aprisionada; a pintura à música lutando para se libertar; a música à livre e flutuante manifestação do som.

(leia mais no livro A Escala Musical e o Esquema de Evolução – Fraternidade Rosacruz)

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Pergunta: Por que, salvo algumas exceções, renascemos sem ter a mínima consciência de qualquer existência anterior, para sofrer, cegamente, nesta vida por transgressões cometidas em alguma precedente e da qual somos inteiramente ignorantes? Não progrediríamos espir

Pergunta: Por que, salvo algumas exceções, renascemos sem ter a mínima consciência de qualquer existência anterior, para sofrer, cegamente, nesta vida por transgressões cometidas em alguma precedente e da qual somos inteiramente ignorantes? Não progrediríamos espiritualmente melhor e com mais rapidez se soubéssemos onde erramos e quais atos teríamos que corrigir antes de progredir?

Resposta: Uma das maiores bênçãos conferidas ao ser humano consiste em nada saber sobre suas prévias experiências até que tenha alcançado um avanço espiritual considerável, porque há nas nossas vidas passadas (quando éramos bem mais ignorantes do que o somos agora) atos sombrios que requerem justo castigo. Essa dívida está sendo liquidada gradualmente. Se tivéssemos conhecimento das nossas vidas passadas, ou soubéssemos como e quando a Lei de Causa e Efeito atuaria, trazendo-nos a retribuição por faltas passadas, veríamos essa calamidade suspensa sobre nós, e o temor do nosso destino despojar-nos-ia da força de vontade para enfrentá-lo e, no momento do ajuste, encontrar-nos-íamos amedrontados e indefesos. Não sabendo o que aconteceu anteriormente, não precisaremos saber o que nos espera.

Portanto, aprenderemos as lições sem estarmos despojados da nossa determinação em virtude do medo.

Além disso, para aqueles que desejam saber, existem certos meios de reconhecer as lições que temos de aprender e qual a melhor forma de proceder. Por exemplo, a nossa consciência diz-nos o que temos ou não de fazer. Se nos sentirmos inclinados a estudar a ciência da Astrologia, o horóscopo revelará nossas tendências e as linhas de menor resistência. Trabalhando com essas leis da natureza, poderemos avançar rapidamente e, na medida em que seguirmos os ditames da nossa consciência e estudarmos mais as leis cósmicas tais como reveladas pela astronomia, mais rapidamente estaremos em condições de receber o conhecimento direto.

Em “Zanoni” (famoso romance ocultista do escritor inglês Bulwer Lytton) fala-nos de um espectro temível que encontrou com Glyndon, quando este tentava dar um passo no caminho do desenvolvimento ainda não alcançado. No ocultismo, esse espectro é chamado “O Guardião do Umbral”. No intervalo da morte e de um novo nascimento, esse Guardião do Umbral não é visto pelo ser humano, mas é a incorporação de todas as suas más ações passadas, que devem primeiro ser superadas por quem deseja penetrar nos mundos internos conscientemente e atingir um conhecimento pleno das condições ali existentes.

Mas, há também outro Guardião que é a incorporação de todas as nossas boas ações, e podemos afirmar que ele é o nosso Anjo da Guarda. Se tivermos a coragem de passar pelo espectro hediondo, percebido primeiro por ser formado da grosseira matéria de desejos, obteremos logo o auxílio consciente do outro Guardião, então, teremos a força de resistir sem medo às tormentas malignas que atingem todos os que se esforçam por ilhar o caminho do altruísmo. Mas, enquanto não pensarmos por esse espectro, não estaremos preparados para o conhecimento das nossas vidas passadas. Por isso, devemos ficar satisfeitos com a visão comum concedida à humanidade.

(Livro: Perguntas e Respostas – Vol. I – pergunta 65 – Max Heindel)

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Os Pintarroxos e o Abeto – Parte II – Palavra-chave: Compartilhar

Os Pintarroxos e o Abeto
Parte II
Palavra-chave: Compartilhar

Todos os dias, João sentava sob o abeto e ficava vendo os pintarroxos fazerem seu ninho. Quando ficou pronto, a noivinha instalou-se lá e seu marido trouxe-lhe minhocas e outros bichinhos e colocou-os em sua boca.

O Espírito do Ar estava longe fazendo tudo que podia para que as Ondinas e as Sílfides fizessem chover, para que seu amigo abeto não morresse de sede. O abeto já tinha desistido de avisar o jovem casal para não fazer a casa em seus galhos; eles não lhe deram ouvidos.

Passado algum tempo, apareceram nos galhos do abeto alguns amigos dos pintarroxos. Vieram festejar o nascimento dos filhotinhos que logo iriam sair dos ovinhos e isso seria comemorado com muita alegria. Finalmente, os bebês chegaram, mas o papai passarinho não deixou ninguém se aproximar deles; ele ficou muito importante. Naturalmente tinha de arrumar comida para as quatro boquinhas e também para mamãe, pois ele não queria que ela saísse de perto dos filhotes. Quando finalmente ele permitiu que ela saísse do abeto, por pouco tempo que fosse ele a chamava o tempo todo, “piu, piu, piu”, até que voltasse.

Eles estavam todos tão felizes, que João pensou que o Espírito da Árvore talvez houvesse se enganado. Mas continuou indo lá todos os dias. Até que, um dia, o Espírito do Ar chegou apressado, a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, dizendo para o Espírito da Árvore que a comissão de Ondinas e Sílfides tinham decidido mandar uma boa chuva, e que os Gnomos também estavam se preparando para recebê-la. E acrescentou:

– Se as salamandras puderem juntar-se a nós, será ótimo.

– Quando virá à chuva? – perguntou o abeto.

– Oh – respondeu a líder das Sílfides – quando a Lua estiver no Signo aquoso de Câncer. Ela durará alguns dias e você terá água suficiente para viver por muito tempo ainda.

E foi embora.

João ouviu o Espírito da Árvore perguntar aos pintarroxos sobre seus filhotes e dizer-lhes que haveria uma grande tempestade e que ela não queria que eles ficassem molhados. Mas o papai Pintarroxo apenas riu do Espírito do abeto; ele estava muito feliz e ocupado para prestar atenção.

Quando João chegou em casa, naquela noite, pediu à sua mãe que visse quando a Lua estaria no Signo de Câncer e contou a ela o que o Espírito do Ar havia dito. A mãe viu que a Lua estaria no Signo de Câncer dentro de dois dias. João estava muito agitado, principalmente na manhã do segundo dia, pois o Sol não brilhou e o céu estava nublado. Escurecia cada vez mais. Algumas gotas enormes caíram para avisar que muito mais ainda viria e viam-se relâmpagos ao longe; as salamandras estavam entrando em ação. O vento estava cada vez mais forte, o céu cada vez mais escuro, com horríveis nuvens pretas e todos os pássaros tentavam chegar a seus ninhos antes da tempestade.

João viu que os pintarroxos e seus filhotes estavam encolhidos nos galhos do abeto e todos os pássaros estavam amontoados quando, de repente, se ouviu um forte trovão. Então, começou a chover e as árvores arqueavam-se quase até o chão. João não ousou esperar mais, pois prometera a sua mãe não ficar fora de casa durante a tempestade. Ele mal pode dormir naquela noite pensando nos pintarroxos. A tempestade continuou até a manhã do dia seguinte.

A primeira coisa que João fez, quando pôde sair de casa, foi correr ao parque. O chão estava coberto de galhos quebrados, os bueiros entupidos e as ruas inundadas. Adivinhem o que João viu? O grande abeto estava completamente desraizado e caído no chão. Empoleirados em um galho da árvore estavam os pais pintarroxos, agarrados um ao outro, procurando por entre os galhos. Chamavam seus filhotes, “piu, piu, piu”, mas eles estavam afogados. Eram muito pequenos para voar, exatamente como supusera a bondosa árvore.

João ficou atento, mas não pôde ouvir nada, e deduziu que o Espírito do Abeto já tinha ido juntar-se ao Espírito-Grupo. Andou por entre os galhos caídos para ver se encontrava os filhotinhos. Eles estavam no chão, sob a árvore e João não podia alcançá-los. Ele correu para casa, contou para sua mãe tudo que tinha visto e chorou de pena dos passarinhos, da mãe e do pai pintarroxos que ficaram sós.

Vocês podem ver que é muito melhor ouvir os mais velhos, que são mais sábios, do que ouvir a nós mesmos, não acham? Se os pintarroxos recém-casados não tivessem sido tão insensatos, hoje estariam felizes com sua pequena família.

Em nossa próxima história, contaremos mais sobre João e o Espírito do Ar.

(do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. V – Compilado por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

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Filosofia Rosacruz

É a Escola de Mistérios Ocidentais. Por isso é também conhecida como: Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, tal como é apresentada no livro “O Conceito Rosacruz do Cosmos”. Esta Filosofia Cristã Mística revela os conhecimentos profundos a respeito dos Mistérios Cristãos e estabelece a união entre a Arte, a Religião e a Ciência. Max Heindel foi escolhido pelos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz para revelar publicamente os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, de modo a contribuir na preparação da Humanidade para a vindoura era da Fraternidade Universal, a Era de Aquário. Leva o Estudante a se redescobrir, a se conhecer e, tomando conhecimento de seu relativo estado de consciência, leva-o a empreender a tarefa de reeducação, de transmutação e libertação das sujeições da matéria. Estes Ensinamentos constituem um meio para nos tornarmos melhores e desenvolvermos o sentimento de altruísmo e do dever, estabelecido assim uma Fraternidade Universal. A Filosofia Rosacruz é essencialmente Cristã e está se empenhando para fazer com que o verdadeiro Cristianismo Esotérico seja um fator vivificante na Terra, conduzindo até Cristo aqueles que não podem encontrá-lo somente pela fé.

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Senhores da Forma

Senhores da Forma – é uma Hierarquia Criadora; é a Hierarquia Zodiacal de Escorpião. É uma onda de vida.

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Senhores da Individualidade

Senhores da Individualidade – é uma Hierarquia Criadora; é a Hierarquia Zodiacal de Libra. É uma onda de vida.

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Imaculada Concepção ou Conceição

Imaculada Concepção ou Conceição representa a maior conquista da feminilidade. Significa uma conquista tão maravilhosa, misteriosa e sagradamente bela que meras palavras são inadequadas para revelar seu verdadeiro significado. A Imaculada Conceição não é algo único em nenhum sentido. Toda grande alma que nasceu aqui nesse Mundo para viver uma vida de sublime santidade, também encontrou seu ingresso por meio de pais de virgindade imaculada que não foram manchados pela paixão durante a realização do ato gerador. A virgindade à qual é referida não abrange uma condição meramente física. Não há virtude inerente em uma virgindade física, pois todos a possuem no início da vida, por mais vil que seja a sua disposição. A virgindade da mãe de um Salvador é uma qualidade da alma, que permanece imaculada, independentemente do ato físico da fecundação.

O fato de uma criança ser concebida em pecado ou de forma imaculada depende da qualidade inerente de sua alma, pois, infalivelmente, isso a atrairá para pais de natureza semelhante a sua. Tornar-se filho ou filha de uma virgem pressupõe uma trajetória espiritual prévia para aquele que nasce assim.

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