Salvos da morte eminente devido a uma tempestade de vento
Numa ocasião, uma Irmã Leiga disse a alguns Auxiliares Invisíveis que se apressassem para ir aos Estados Unidos e orientassem algumas pessoas que saíssem de suas casas, pois seriam destruídas por um vendaval.
A Irmã Leiga mostrou aos Auxiliares Invisíveis onde aconteceria e disse-lhes: “Vão depressa! “.
Nesta casa havia algumas pessoas e também uma criança com dois anos de idade. Sua casa estava localizada no topo de uma colina com vista para a planície. Os Auxiliares Invisíveis acordaram os adultos que saíram correndo da casa deixando a criança lá dentro.
Uma das Auxiliares Invisíveis disse a outra para buscar a criança, o que ela fez, regressando, justamente, antes que o vendaval destruísse a casa.
O vento levou a casa para dois quarteirões longe de onde estava, passando por cima do rochedo e a despedaçou.
Os Auxiliares Invisíveis desceram e recolheram algumas roupas e algum dinheiro dos escombros e trouxeram tudo que foi possível encontrar das pessoas, as quais ficaram muito agradecidas por terem sido salvas da morte.
(IH – de Amber M. Tuttle)
Anunciação – Também conhecido como o Grau da Pureza (Pensamentos, Sentimentos, Emoções, Desejos, Palavras, Atos. É a visualização do Corpo perfeito que será construído. Essa visão é resultado de ter alcançado o equilíbrio harmonioso entre as forças masculinas e femininas. Ela precede os 9 graus da Iniciação Cristã Mística.
Citado nas Sagradas Escrituras onde seu nome significa “fortaleza de Deus”, e é considerado seu mensageiro supremo; sendo ela quem anunciou à Virgem Maria que ela seria a mãe do Salvador. Como Grande Anjo Planetário ele é um embaixador da Lua na Terra.
Ele envia Anjos ministros para abençoar toda mãe. Esses mensageiros angélicos cuidam e dirigem um espírito para a mãe e o lar onde ele vai se desenvolver. Todas as canções de ninar e de acalanto compostas por inspirados músicos acham-se sintonizadas com a palavra-chave do Anjo Gabriel.
Além disso, ele trabalhou no ser humano em seu Corpo Denso, já que ele é o guardião divino dos processos de geração e o arauto do nascimento. O Cristianismo comemora seu dia no dia 24 de março e é o representante da sensibilidade, da fertilidade e do poder criativo de Deu.
Um simples caso de apendicite que um médico se recusou a atender
Uma noite, dois Auxiliares Invisíveis pararam em uma casa onde se encontrava um menino com apendicite.
Os Auxiliares Invisíveis informaram que o médico não poderia vir para cuidar do menino doente, a menos que lhe pagassem a consulta. O médico vivia distante dali e era uma pessoa muito ocupada. A Auxiliar Invisível foi até onde estava o doutor para que pudesse ajudar o menino enfermo, porém, se negou a fazer a visita a menos que houvesse uma garantia que receberia o pagamento.
A Auxiliar Invisível retornou até a casa do menino e o Auxiliar Invisível solicitou auxílio das mais altas hierarquias em busca de ajuda ao menino. Responderam por meio do pensamento que massageassem o intestino do menino cuidadosamente para que em seguida esvaziasse o conteúdo. O Auxiliar Invisível fez conforme orientação e logo após massagear o intestino grosso do menino, este evacuou e se sentiu melhor. Os Auxiliares Invisíveis disseram aos pais do menino que o alimentassem com sopa e verduras leves, mas não lhe dessem carne. Prometeram retornar para ver o menino dentro de dois dias.
Dois dias após os Auxiliares Invisíveis voltaram para ver o garoto e o encontraram com boa saúde. Disseram aos pais do menino que este ficaria bem. “Vocês devem ter sempre cuidado na sua alimentação”, disse o Auxiliar Invisível, “e não o deixar ingerir qualquer tipo de semente”.
“O médico veio ontem para ver o garoto”, disse a mãe. “Disse que ficou preocupado a noite toda com o menino e ofereceu ajuda para fazer o que fosse necessário de forma gratuita, se assim concordássemos”. Dissemos que não precisaríamos mais dele, pois, alguns amigos vieram nos ajudar. Queria saber quem eram estes nossos amigos e de onde vieram. Disse que gostaria de ver a Senhora que o havia procurado”.
A Auxiliar Invisível havia se materializado no consultório dele no dia anterior quando foi pedir ajuda para ir ver o menino. Ele havia se recusado a atendê-lo, a não ser que lhe pagassem a consulta. Ela lhe disse que chegaria o tempo em que ele ficaria feliz por ajudar uma pessoa enferma, não importando a distância que tivesse que percorrer.
Os pais do menino queriam saber sobre os Auxiliares Invisíveis e estes acabaram por falar sobre seu trabalho. Dizendo que conheciam muitos outros médicos que eram generosos e que ficavam felizes por ajudar os enfermos.
(IH – de Amber M. Tuttle)
Sobre a origem dos Ensinamentos da Fraternidade Rosacruz
Embora a palavra “Rosacruz” seja usada por diversas organizações, a Fraternidade Rosacruz não tem nenhuma ligação com quaisquer delas.
Nos anos 1907-08, após ser provado na sinceridade de seus propósitos e desprendimento no desejo de ajudar ao próximo, Max Heindel foi escolhido, pelos Irmãos Maiores da Rosacruz, para difundir publicamente os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, ajudando, deste modo, a preparar a humanidade para a Era da Fraternidade Universal que se aproxima (NT: Era Aquariana). E por meio de intensa autodisciplina e devoção ao serviço, ele alcançou a condição de Irmão Leigo (Iniciado) na exaltada Ordem Rosacruz.
Sob a direção dos Irmãos Maiores da Rosacruz, gigantes espirituais da raça humana, Max Heindel escreveu “O Conceito Rosacruz do Cosmos”, um livro que, tendo marcado época, converteu-se no que é agora o manual-guia de ocultismo do Mundo Ocidental. Pelo seu próprio desenvolvimento espiritual ele era capaz de verificar por si mesmo muito daquilo de que fala “O Conceito Rosacruz do Cosmo”, bem como adquirir conhecimento adicional, que mais tarde incorporou às suas numerosas obras.
Uma das condições básicas para que os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental fossem transmitidos a Max Heindel era a de que nenhum preço lhes fosse estipulado. Esta condição foi por ele fielmente observada até ao fim de sua vida, e continua sendo-o cuidadosamente por aqueles que dirigem os trabalhos da Fraternidade Rosacruz.
Assim, embora os livros desta Entidade sejam vendidos, os cursos por correspondência e os serviços do Departamento de Cura continuam sendo mantidos na base de ofertas voluntárias. Seus membros não pagam taxas.
(Revista Serviço Rosacruz – 04/84 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Uma Criança Divina Quer Nascer
“Entre quedas, desistências, covardias e grandezas, somos deuses. Há uma criança divina em nós, que a cada dia quer nascer”. Esta frase do escritor e psicanalista Helio Pellegrino foi publicada, recentemente, na imprensa paulistana.
Não é a beleza da sentença, em si mesma, é a sua profundidade que comove, mas o fato dela aparecer como uma semente lançada em época muito oportuna.
Esta fase de trânsito entre uma idade pré-agonizante e outra, cujos lampejos aos mais avançados é dado entrever, transmite uma incrível sensação de insegurança aos seres humanos. Isso tem produzido uma espécie de fobia generalizada de perda. As pessoas temem perder o emprego, a saúde, a posição social, os entes queridos e a própria vida.
Esse clima de instabilidade é doloroso, não resta dúvida. Entretanto, pelo menos para quem tem olhos de ver encerra alguns aspectos altamente positivos, isto é, oferece valiosíssimas lições morais e espirituais. Dentre elas destacamos:
1. Fazer ver que o materialismo não oferece segurança alguma. A transitoriedade e a relatividade são elementos característicos do mundo material. Não há outra segurança a não ser aquela emanada do Deus Interno. Ou encontramo-nos seguros internamente e encaramos calma e confiantemente as dificuldades do dia a dia, ou ficaremos à deriva.
2. As conquistas no plano material, por empolgantes que sejam, não constituem um fim em si mesmas, são meios para se alcançar um desenvolvimento superior.
3. Muitas das atuais estruturas e instituições do mundo civilizado estão cristalizadas. Já se exauriram suas possibilidades de desenvolvimento, e, como acontece no processo evolutivo, serão substituídas por estruturas novas, compatíveis com as necessidades de crescimento da humanidade. É de se esperar o surgimento de novos modelos religiosos, econômicos, políticos e sociais regendo a vida dos povos.
4. Agora, mais do que nunca, a capacidade epigenética de cada um deve ser exercitada. As crises estão aí e caminharão fatalmente para um impasse se o ser humano persistir em tentar equacioná-las através de meios estritamente convencionais. É preciso usar de criatividade, procurando novas alternativas para solucionar os problemas.
5. Max Heindel afirmou que a adaptabilidade é a nota-chave do progresso. Portanto, quem não se adaptar às características desta fase de transição, por certo muito sofrerá e verá retardar-se sua evolução.
6. Os sofrimentos atuais devem despertar o sentimento de solidariedade entre a humanidade, unindo-os no sentido de procurarem superar as crises. Somente uma fraternal conjugação de esforços poderá fazer frente às dificuldades atuais. Esse tipo de cooperação constitui a antítese do egoísmo e individualismo. Deverá criar formas superiores de relacionamento humano, sepultando o tradicional conceito de liderança.
7. Todo e qualquer tipo de preconceito, pensamento ou sentimento exclusivista deve desaparecer. O apego à raça, nacionalidade, dogmas religiosos e ideologias políticas entrava o equacionamento dos problemas humanos e impede a realização da Fraternidade Universal. A realidade que vivemos demonstra como isso é verdade. Tudo deve ser conduzido no sentido de unir a grande família humana.
Estes são alguns aspectos da questão. Existem outros não menos importantes. Na verdade, o ser humano, a despeito das circunstâncias nas quais está envolvido, procura algo superior, o que já não deixa de ser um passo considerável. Mas, procura fora de si mesmo. Quando admitir-se como um ente superior, um ESPÍRITO, parte integrante do corpo macrocósmico de Deus, terá se desvencilhado das crises e desequilíbrios deste mundo – essas incríveis ilusões. Nascerá, então, de um longo e doloroso parto, a Divina Criança em cada um de nós.
(Revista Serviço Rosacruz – 05/84 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Rocambole de LEGUMES
RECHEIO:
Pergunta: Que significa a elevação do eleito no ar para ir ao encontro do Senhor? Isso se refere a uma ascensão física?
Resposta: Esta passagem consta na 1ª Epístola de São Paulo aos Tessalonicenses cap. 4; 16 e na mesma Epístola cap. 5; 23, onde lemos. “E o mesmo Deus de paz nos santifique em tudo, para que todo o vosso espírito e alma, e o corpo sejam conservados sem culpa para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Portanto, São Paulo reconhece que o ser humano é um ser composto, constituído de três partes: espírito, alma e corpo. No capítulo 15; 50 da 1ª Epístola aos Coríntios lemos: “A carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus”. Mais adiante, a respeito do mesmo mistério, ele diz: “Eis que vos revela um mistério: todos certamente ressuscitaremos, mas nem todos seremos mudados num momento, num abrir e fechar de olhos”, e no versículo 44, que foi mal traduzido, ele afirma que existe um corpo espiritual e um Corpo-Alma: soma psuchicon.
Este é um ponto muito importante. Não o encontraremos em nenhum outro lugar, a não ser na literatura Rosacruz. Todos os outros passaram por cima ou não notaram esta tradução incorreta, e leram o texto como corpo “natural” ao invés de Corpo “Alma”. Este Corpo-Alma é composto de Éter e é capaz de levitação. Sem esta faculdade ser-nos-ia impossível encontrar o Senhor no ar, ou tomar-nos cidadãos do Reino dos Céus, anunciado pelo Cristo Jesus e Seus apóstolos. Deixemos bem claro que a humanidade sempre caminhou em direção ao exterior partindo do centro da Terra em sua evolução. Adão, o homem primitivo, foi feito da terra vermelha (quente), pois naquela época o nosso globo ainda estava passando por uma fase de esfriamento, ardendo devido à chama vermelha da crosta em formação. Em seguida, é-nos dito que uma névoa subia do solo em processo de esfriamento, e a humanidade daquela época vivia como “filhos da névoa” nos vales da Terra. Posteriormente, quando a névoa se condensou em água, a qual caía enchendo as bacias da Terra, o ser humano mudou-se para as terras altas, onde habita até hoje acima das águas, e quando se despojar do Corpo Denso (terreno) que, segundo Paulo, não pode herdar o Reino de Deus, eIe elevar-se-á no ar, em seu glorioso soma psuchicon ou Corpo-Alma, para empreender uma nova fase evolutiva. Lá, não lidaremos com elementos concretos como o fazemos agora, mas aprenderemos a trabalhar com a vida em lugar de coisas mortas. Portanto, seremos elevados no ar num piscar de olhos, tal como consta na Bíblia, e o que nos foi transmitido para que nos preparemos para ser habitantes da Nova Jerusalém, que “surgirá dos céus” ou se tornará visível. Devemos entender, também, que este reino está sendo atualmente preparado, embora seja invisível para a maioria das pessoas. Contudo, está em período de construção, aguardando o tempo em que tenhamos aprendido as lições da existência concreta, e estejamos capacitados para as atividades distintas que, então, deveremos aprender.
(Livro: Perguntas e Respostas – Vol. II – pergunta 86 – Max Heindel)
Os Pintarroxos e o Abeto
Parte III
Palavra-chave: Equilíbrio
Nossa última história mostrou como os Espíritos do ar, da água e do fogo causaram uma tempestade tão forte, que o lindo abeto do parque foi totalmente arrancado e derrubado no chão. E ali ficou durante uma semana, antes de ser removido. João foi lá todo o dia para sentar-se sobre os galhos e não sob eles.
Gostaria de ter enterrado os filhotinhos, mas não pôde pegá-los, pois havia muitos galhos pelo meio. Logo depois, percebeu que os pais pintarroxos tinham desistido de procurar seus bebês e começaram a construir um novo lar, em um galho grosso de uma trepadeira que subia em um muro.
Um dia, o Espírito do Ar apareceu, subitamente, à frente de João e sorrindo tristemente disse:
– Irmãozinho, todos nós erramos, não é? É assim que aprendemos nossas lições. Eu não sabia que as salamandras iriam lutar tanto e isso fez com que nós, sílfides, ficássemos tão ofendidas, que sopramos e sopramos com todas as forças que tínhamos. As ondinas também exageraram e encharcaram a terra.
Então, em vez de ajudarmos nosso amigo abeto, nós só pioramos as coisas, nós o matamos; ele não pôde aguentar. Mas eu serei bem mais cuidadoso de agora em diante.
– Talvez tenha chegado a hora da sua amiga abeto morrer, disse João. Sabe que ela pressentiu que algo ia acontecer. Lembra-se de como ela avisou os pintarroxos para não construírem o ninho em seus galhos?
Acho que queria ir, achava que já tinha feito todos os serviços de amor que veio para fazer.
– Pode ser João, mas eu aprendi uma lição e não repetirei o erro. Não deveria ter perdido a calma e ficado zangado com as salamandras, disse o Espirito do Ar.
– Mas veja como os pintarroxos esqueceram depressa os seus filhotes, disse João.
– Você sabe por quê? – perguntou o Espírito do Ar.
– Não. Diga-me, por favor.
– É porque mamãe pintarroxo está esperando mais bebês e eu ouvi dizer que eles são os mesmos bebês que voltaram para a mesma mãe e o mesmo pai. Eles morreram muito cedo!
– Oh, que bom! É por isso que eles parecem tão felizes. Gostaria muito de encontrá-lo novamente, concluiu João.
– Claro que me encontrará. Nós, Sílfides, nunca estamos longe de meninos como você, que sempre procuram auxiliar os outros.
João comentou:
– Mamãe disse que a tempestade fez grandes estragos: os bueiros ficaram entupidos, a água entrou nas casas e nas lojas, estragando muita coisa. Foi muito difícil para os pobres que não têm muito dinheiro.
– Meu Deus, disse o Espírito do Ar, eu direi isso à nossa líder sílfide na próxima reunião. E prometo que seremos mais cuidadosos, não deixando que isso aconteça novamente.
– E eu tomei uma decisão, disse João. Ouvirei sempre os mais velhos; jamais agirei como os pintarroxos, que construíram seu ninho no abeto e perderam o seu lar e a família.
Enquanto eles conversavam; os jardineiros chegaram com machados para cortar os galhos do abeto antes de removê-lo. Era muito difícil para o Espírito do Ar ver seu amigo ser cortado e seus olhos encheram-se de lágrimas. Disse adeus a João e prometeu que o veria de novo. Então, acenou com a varinha de condão sobre sua cabeça e foi embora, voando.
(do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. V – Compilado por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)
Um caso de mendigos que decidiram mudar seus destinos
Na Bíblia, lemos as seguintes palavras de sabedoria: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal”- II Cor 5;10.
Os Auxiliares Invisíveis precisam de conhecimento, pois é necessário se relacionar com vários tipos de pessoas, e por isso ser capazes de lidar com todo tipo de situação, quando são enviados em missões (serviço). A eles são dados os meios de levar adiante o trabalho a ser executado. Por meio da Consciência Jupiteriana, que é algo semelhante às cenas passadas em imagens, o Auxiliar Invisível mostra às pessoas, que irão ajudar, de que maneira devem proceder.
Existem algumas pessoas que são tão preguiçosas e negligentes como crianças malvadas e crescem para se tornarem preguiçosos incapazes. Você tem visto muitas destas pessoas (membros) na família humanidade. Sem dúvida, você tem se perguntado por que eles não se esforçam por elaborar melhores condições de vida para si mesmo. Eles tentam resistir a todos os esforços para serem melhores e seguirem a linha de menor resistência, que é mendigar ou furtar àqueles que lhes convém.
Aqui está uma história que mostra como algumas pessoas foram ajudadas numa noite, e como alguns mendigos decidiram dar uma mãozinha na construção de seus destinos. Os mendigos aproximaram de uma casa e planejaram roubar as pessoas que ali viviam. Um deles foi até à porta de uma casa para pedir comida. Caminhou até a porta, enquanto os demais permaneceram no quintal. O homem esperava entrar na casa, e assim, observar o que havia lá dentro, para que em seguida os demais pudessem aproveitar e roubar a família.
Aconteceu que dois Auxiliares Invisíveis estavam dentro da casa socorrendo uma pessoa enferma. Quando ouviram uma forte batida na porta os Auxiliares Invisíveis olharam para fora e viram o mendigo na porta e os demais no quintal.
“Irei até a porta”, disse a Auxiliar Invisível, pois sabia que as pessoas estavam nervosas e com medo.
“O que quer? “, a Auxiliar Invisível perguntou ao mendigo, após abrir a porta.
O mendigo pediu algo para comer. A Auxiliar Invisível, cuidadosamente, fechou a porta e foi pegar um pouco de pão e manteiga.
Ela entregou a comida ao mendigo, que parecida muito bravo, porque estava descontente. A Auxiliar Invisível, então, viu mais quarto mendigos próximos com olhares maldosos em seus rostos. A Auxiliar Invisível sabia que os mendigos estavam intencionados em roubar as pessoas e, então, resolveu impedir que isto acontecesse, se fosse possível. Ela foi até onde eles estavam e lhes falou.
“O que posso fazer por vocês? “, ela perguntou.
Os homens murmuraram algo sobre sua má sorte e a Auxiliar Invisível começou, imediatamente, a reprová-los por serem descuidados e preguiçosos. Ela lhes disse que a culpa era de cada um por serem pessoas difíceis e por isso não teria mais ninguém a quem culpar. A senhora Auxiliar conversou com cada um por vez, e disse a data e onde nasceu. E falou dos principais acontecimentos em cada uma de suas vidas.
Os mendigos ficaram tão surpresos que não sabiam o que fazer. Um dos homens chegou a afirmar que ela estava certa no que disse a seu respeito.
“Sim, é verdade”, disse outro homem.
A Auxiliar Invisível lhes contou de sua vida e de seus esforços para fazer o bem e ter êxito no seu trabalho e como ela trabalhou com o seu dinheiro para que fosse possível aproveitá-lo por mais tempo. Os homens a olharam com surpresa e admiração. O Auxiliar Invisível disse a ela que os tirasse de sua aura expandida. Quando a fez, os homens ficaram assustados.
“Senhora, os Anjos trabalham no céu? ” – perguntou um dos homens.
“Sim, eles trabalham no Céu” – a Auxiliar Invisível respondeu. “Os seres Humanos, Anjos e Arcanjos trabalham em toda parte do Universo. Todas as pessoas, tanto boas ou más, necessitam trabalhar nesta onda de vida”. Ela reafirmou que havia deixado bem claro a todos os mendigos que todo ser humano deve trabalhar pelo seu destino e que colhemos aquilo que semeamos.
Os cinco mendigos se viraram e foram embora calmamente, porém, muito mais instruídos do que quando chegaram. Eles acabaram mudando de opinião sobre o que iam fazer e decidiram que, a partir de agora, seriam pessoas melhores no futuro.
(IH – de Amber M. Tuttle)