porFraternidade Rosacruz de Campinas

Quando e para que foram nos dado: Arquitetura, Escultura, Pintura e Música

Quando e para que foram nos dado: Arquitetura, Escultura, Pintura e Música

 

A arquitetura, que se relaciona com a construção das formas, foi a primeira lição dada à humanidade. O ser humano iniciou essa tarefa no Período de Saturno, quando começou a reunir o material necessário para construir um Corpo Denso. Nesse período, sua consciência encontrava se no mais profundo estado de transe e ele trabalhava automaticamente sob a direção dos Senhores da Chama, a onda de vida de Leão, cuja nota chave é Lá# maior. A arquitetura está, portanto, correlacionada com o Período de Saturno da existência terrestre, e o Corpo Denso, que começou a se desenvolver no início daquele período, foi impregnado desse tom particular. Toda construção arquitetônica, da mais diminuta célula até Deus, está baseada na Lei Cósmica e é executada consoante certos modelos prescritos, e qualquer desvio do plano geral pode causar anomalias e incongruências. Tais anomalias produzem o mesmo efeito que tocar uma nota falsa em um acorde musical.

A escultura, que determina o contorno das formas, foi a segunda tarefa evolucionária dada à humanidade. Este trabalho teve seu início no Período Solar da existência do mundo, quando a formação do Corpo Vital se tornou necessária para dar forma ao Corpo Denso. A consciência do ser humano estava, então, em um estado de sono profundo e ele desempenhava seu trabalho automaticamente sob a direção das seguintes ondas de vida: os Senhores da Chama (Leão), os Senhores da Sabedoria (Virgem), e os Querubins (Câncer). A escultura está correlacionada ao Período Solar e ao Corpo Vital. Esse veículo sempre determina a direção em que uma certa força é usada e, portanto, ela procura dar o contorno correto para todas as formas. A nota chave de Leão é Lá# maior, a de Virgem é Dó natural, e a nota chave de Câncer é Sol# maior.

A pintura foi a terceira arte que o ser humano começou a desenvolver. Seu impulso deve se à tentativa de reproduzir os quadros vistos no Período Lunar da existência da Terra, dos quais o ser humano se lembrava vagamente através da sua visão de consciência pictórica. O trabalho do Período Lunar era feito automaticamente sob a direção das seguintes ondas de vida: os Senhores da Sabedoria (Virgem), os Senhores da Individualidade (Libra), e os Serafins (Gêmeos). A nota chave de Virgem é DÓ natural, a de Libra é Ré maior, e a de Gêmeos é Fá #_ maior. A pintura está correlacionada ao Período Lunar e ao Corpo de Desejos, e ambos começaram seu desenvolvimento naquela época.

Pitágoras, um mestre ocultista, afirmou que o mundo surgiu do caos pelo som ou harmonia. Foi construído de acordo com os princípios da escala musical, e os sete Planetas, que regem o destino dos mortais, têm um movimento e intervalos harmoniosos que correspondem aos intervalos musicais, tornando os vários sons tão perfeitamente harmonizados que conseguem produzir a mais doce melodia. Essa melodia é de tal grandeza sonora que se torna inaudível para o ser humano, pois a audição humana é incapaz de percebê la. Pitágoras representou a distância da Terra à Lua por um tom inteiro; da Lua a Mercúrio um semitom; de Mercúrio a Vênus um semitom; de Vênus ao Sol um tom inteiro e um semitom; do Sol a Marte um tom inteiro; de Marte a Júpiter um semitom; de Júpiter a Saturno um semitom; de Saturno ao Zodíaco um tom inteiro e um semitom. Isso forma um intervalo de sete tons, base da harmonia universal.

Max Heindel afirmou que Pitágoras não estava romanceando quando falava da música das esferas, pois cada uma das órbitas celestes tem seu tom definido e, juntas entoam uma sinfonia celestial. Ele confirma as declarações de Pitágoras, isto é, que cada Astro tem sua própria nota chave e viaja ao redor do Sol em tão variados índices de velocidade, que sua posição não pode ser repetida a não ser depois de aproximadamente vinte e sete mil anos. A harmonia celeste muda a cada momento, e, à medida que ela muda também as pessoas no mundo alteram suas ideias e ideais. O movimento circular dos Planetas ao redor do Sol no tom da sinfonia celestial, criada por eles, marca o progresso do ser humano ao longo do caminho da evolução.

Os ecos dessa música celestial chegam até nós no Mundo Físico. São nossas propriedades mais preciosas, muito embora sejam tão fugazes quanto uma quimera e não possam ser permanentemente criados. No Primeiro Céu, estes ecos são, naturalmente, muito mais belos e permanentes. No Mundo do Pensamento, onde o Segundo e Terceiro Céus estão localizados, encontra se a esfera do som.

Em nossa vida terrena, estamos tão imersos nos pequenos ruídos e sons de nosso limitado meio ambiente, que somos incapazes de ouvir a música produzida pelas esferas em marcha. O verdadeiro músico, seja consciente ou inconscientemente, sintoniza se com a Região do Pensamento Concreto, onde ele pode ouvir uma sonata ou uma sinfonia inteira como um único acorde resplandecente que, mais tarde, transpõe para uma composição musical de sublime harmonia, graça e beleza. O ser humano tem sido comparado a um monocórdio instrumento musical de uma única corda – que se estende da Terra aos confins longínquos do Zodíaco.

A vontade do ser humano teve sua origem na vontade de Deus. O músico, por meio de sua própria força de vontade, ouve esse poder da vontade de Deus expressa em sons e tons permeando o Sistema Solar. E, através de sua própria habilidade criadora nascida da vontade e da imaginação, ele é capaz de reproduzir em sons e tons, tanto os tons do poder vontade de Deus que criou o Sistema Solar, quanto Suas ideias tonais por meio das quais Ele materializou o Sistema Solar.

Arquitetura, escultura e pintura foram impressas no ser humano pelos grandes Seres espirituais, e essas artes tornaram se parte da sua natureza. Mas é através do poder da própria vontade do ser humano que o músico é capaz de perceber os tons expressos pela vontade de Deus e, até certo ponto, reproduzi los. Esta é a origem de nossa música no Mundo Físico, criação própria do ser humano.

A música produz expressões de tom que procedem do poder mais elevado de Deus e do ser humano, isto é, da vontade. Portanto, podemos ver que terrível consequência o ser humano está construindo para si, ao profanar a música, ao introduzir nela todos os tipos de dissonâncias, ruídos estridentes e penetrantes, gemidos e desarmonias que afetam os nervos. Um conhecido filósofo expressou bem uma grande verdade cósmica quando disse: “Deixem me escrever música para uma nação e não me preocuparei com quem faça suas leis”. O termo músico aqui usado não se aplica ao cantor ou ao executante musical comum, mas a mestres criadores de música, tais como Beethoven, Mozart, Wagner, Liszt, Chopin e outros da mesma classe. A arquitetura pode ser comparada à música congelada; a escultura à música aprisionada; a pintura à música lutando para se libertar; a música à livre e flutuante manifestação do som.

(leia mais no livro A Escala Musical e o Esquema de Evolução – Fraternidade Rosacruz)

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Pergunta: Por que, salvo algumas exceções, renascemos sem ter a mínima consciência de qualquer existência anterior, para sofrer, cegamente, nesta vida por transgressões cometidas em alguma precedente e da qual somos inteiramente ignorantes? Não progrediríamos espir

Pergunta: Por que, salvo algumas exceções, renascemos sem ter a mínima consciência de qualquer existência anterior, para sofrer, cegamente, nesta vida por transgressões cometidas em alguma precedente e da qual somos inteiramente ignorantes? Não progrediríamos espiritualmente melhor e com mais rapidez se soubéssemos onde erramos e quais atos teríamos que corrigir antes de progredir?

Resposta: Uma das maiores bênçãos conferidas ao ser humano consiste em nada saber sobre suas prévias experiências até que tenha alcançado um avanço espiritual considerável, porque há nas nossas vidas passadas (quando éramos bem mais ignorantes do que o somos agora) atos sombrios que requerem justo castigo. Essa dívida está sendo liquidada gradualmente. Se tivéssemos conhecimento das nossas vidas passadas, ou soubéssemos como e quando a Lei de Causa e Efeito atuaria, trazendo-nos a retribuição por faltas passadas, veríamos essa calamidade suspensa sobre nós, e o temor do nosso destino despojar-nos-ia da força de vontade para enfrentá-lo e, no momento do ajuste, encontrar-nos-íamos amedrontados e indefesos. Não sabendo o que aconteceu anteriormente, não precisaremos saber o que nos espera.

Portanto, aprenderemos as lições sem estarmos despojados da nossa determinação em virtude do medo.

Além disso, para aqueles que desejam saber, existem certos meios de reconhecer as lições que temos de aprender e qual a melhor forma de proceder. Por exemplo, a nossa consciência diz-nos o que temos ou não de fazer. Se nos sentirmos inclinados a estudar a ciência da Astrologia, o horóscopo revelará nossas tendências e as linhas de menor resistência. Trabalhando com essas leis da natureza, poderemos avançar rapidamente e, na medida em que seguirmos os ditames da nossa consciência e estudarmos mais as leis cósmicas tais como reveladas pela astronomia, mais rapidamente estaremos em condições de receber o conhecimento direto.

Em “Zanoni” (famoso romance ocultista do escritor inglês Bulwer Lytton) fala-nos de um espectro temível que encontrou com Glyndon, quando este tentava dar um passo no caminho do desenvolvimento ainda não alcançado. No ocultismo, esse espectro é chamado “O Guardião do Umbral”. No intervalo da morte e de um novo nascimento, esse Guardião do Umbral não é visto pelo ser humano, mas é a incorporação de todas as suas más ações passadas, que devem primeiro ser superadas por quem deseja penetrar nos mundos internos conscientemente e atingir um conhecimento pleno das condições ali existentes.

Mas, há também outro Guardião que é a incorporação de todas as nossas boas ações, e podemos afirmar que ele é o nosso Anjo da Guarda. Se tivermos a coragem de passar pelo espectro hediondo, percebido primeiro por ser formado da grosseira matéria de desejos, obteremos logo o auxílio consciente do outro Guardião, então, teremos a força de resistir sem medo às tormentas malignas que atingem todos os que se esforçam por ilhar o caminho do altruísmo. Mas, enquanto não pensarmos por esse espectro, não estaremos preparados para o conhecimento das nossas vidas passadas. Por isso, devemos ficar satisfeitos com a visão comum concedida à humanidade.

(Livro: Perguntas e Respostas – Vol. I – pergunta 65 – Max Heindel)

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Os Pintarroxos e o Abeto – Parte II – Palavra-chave: Compartilhar

Os Pintarroxos e o Abeto
Parte II
Palavra-chave: Compartilhar

Todos os dias, João sentava sob o abeto e ficava vendo os pintarroxos fazerem seu ninho. Quando ficou pronto, a noivinha instalou-se lá e seu marido trouxe-lhe minhocas e outros bichinhos e colocou-os em sua boca.

O Espírito do Ar estava longe fazendo tudo que podia para que as Ondinas e as Sílfides fizessem chover, para que seu amigo abeto não morresse de sede. O abeto já tinha desistido de avisar o jovem casal para não fazer a casa em seus galhos; eles não lhe deram ouvidos.

Passado algum tempo, apareceram nos galhos do abeto alguns amigos dos pintarroxos. Vieram festejar o nascimento dos filhotinhos que logo iriam sair dos ovinhos e isso seria comemorado com muita alegria. Finalmente, os bebês chegaram, mas o papai passarinho não deixou ninguém se aproximar deles; ele ficou muito importante. Naturalmente tinha de arrumar comida para as quatro boquinhas e também para mamãe, pois ele não queria que ela saísse de perto dos filhotes. Quando finalmente ele permitiu que ela saísse do abeto, por pouco tempo que fosse ele a chamava o tempo todo, “piu, piu, piu”, até que voltasse.

Eles estavam todos tão felizes, que João pensou que o Espírito da Árvore talvez houvesse se enganado. Mas continuou indo lá todos os dias. Até que, um dia, o Espírito do Ar chegou apressado, a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, dizendo para o Espírito da Árvore que a comissão de Ondinas e Sílfides tinham decidido mandar uma boa chuva, e que os Gnomos também estavam se preparando para recebê-la. E acrescentou:

– Se as salamandras puderem juntar-se a nós, será ótimo.

– Quando virá à chuva? – perguntou o abeto.

– Oh – respondeu a líder das Sílfides – quando a Lua estiver no Signo aquoso de Câncer. Ela durará alguns dias e você terá água suficiente para viver por muito tempo ainda.

E foi embora.

João ouviu o Espírito da Árvore perguntar aos pintarroxos sobre seus filhotes e dizer-lhes que haveria uma grande tempestade e que ela não queria que eles ficassem molhados. Mas o papai Pintarroxo apenas riu do Espírito do abeto; ele estava muito feliz e ocupado para prestar atenção.

Quando João chegou em casa, naquela noite, pediu à sua mãe que visse quando a Lua estaria no Signo de Câncer e contou a ela o que o Espírito do Ar havia dito. A mãe viu que a Lua estaria no Signo de Câncer dentro de dois dias. João estava muito agitado, principalmente na manhã do segundo dia, pois o Sol não brilhou e o céu estava nublado. Escurecia cada vez mais. Algumas gotas enormes caíram para avisar que muito mais ainda viria e viam-se relâmpagos ao longe; as salamandras estavam entrando em ação. O vento estava cada vez mais forte, o céu cada vez mais escuro, com horríveis nuvens pretas e todos os pássaros tentavam chegar a seus ninhos antes da tempestade.

João viu que os pintarroxos e seus filhotes estavam encolhidos nos galhos do abeto e todos os pássaros estavam amontoados quando, de repente, se ouviu um forte trovão. Então, começou a chover e as árvores arqueavam-se quase até o chão. João não ousou esperar mais, pois prometera a sua mãe não ficar fora de casa durante a tempestade. Ele mal pode dormir naquela noite pensando nos pintarroxos. A tempestade continuou até a manhã do dia seguinte.

A primeira coisa que João fez, quando pôde sair de casa, foi correr ao parque. O chão estava coberto de galhos quebrados, os bueiros entupidos e as ruas inundadas. Adivinhem o que João viu? O grande abeto estava completamente desraizado e caído no chão. Empoleirados em um galho da árvore estavam os pais pintarroxos, agarrados um ao outro, procurando por entre os galhos. Chamavam seus filhotes, “piu, piu, piu”, mas eles estavam afogados. Eram muito pequenos para voar, exatamente como supusera a bondosa árvore.

João ficou atento, mas não pôde ouvir nada, e deduziu que o Espírito do Abeto já tinha ido juntar-se ao Espírito-Grupo. Andou por entre os galhos caídos para ver se encontrava os filhotinhos. Eles estavam no chão, sob a árvore e João não podia alcançá-los. Ele correu para casa, contou para sua mãe tudo que tinha visto e chorou de pena dos passarinhos, da mãe e do pai pintarroxos que ficaram sós.

Vocês podem ver que é muito melhor ouvir os mais velhos, que são mais sábios, do que ouvir a nós mesmos, não acham? Se os pintarroxos recém-casados não tivessem sido tão insensatos, hoje estariam felizes com sua pequena família.

Em nossa próxima história, contaremos mais sobre João e o Espírito do Ar.

(do Livro Histórias da Era Aquariana para Crianças – Vol. V – Compilado por um Estudante – Fraternidade Rosacruz)

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Filosofia Rosacruz

É a Escola de Mistérios Ocidentais. Por isso é também conhecida como: Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, tal como é apresentada no livro “O Conceito Rosacruz do Cosmos”. Esta Filosofia Cristã Mística revela os conhecimentos profundos a respeito dos Mistérios Cristãos e estabelece a união entre a Arte, a Religião e a Ciência. Max Heindel foi escolhido pelos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz para revelar publicamente os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental, de modo a contribuir na preparação da Humanidade para a vindoura era da Fraternidade Universal, a Era de Aquário. Leva o Estudante a se redescobrir, a se conhecer e, tomando conhecimento de seu relativo estado de consciência, leva-o a empreender a tarefa de reeducação, de transmutação e libertação das sujeições da matéria. Estes Ensinamentos constituem um meio para nos tornarmos melhores e desenvolvermos o sentimento de altruísmo e do dever, estabelecido assim uma Fraternidade Universal. A Filosofia Rosacruz é essencialmente Cristã e está se empenhando para fazer com que o verdadeiro Cristianismo Esotérico seja um fator vivificante na Terra, conduzindo até Cristo aqueles que não podem encontrá-lo somente pela fé.

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Senhores da Forma

Senhores da Forma – é uma Hierarquia Criadora; é a Hierarquia Zodiacal de Escorpião. É uma onda de vida.

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Senhores da Individualidade

Senhores da Individualidade – é uma Hierarquia Criadora; é a Hierarquia Zodiacal de Libra. É uma onda de vida.

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Imaculada Concepção ou Conceição

Imaculada Concepção ou Conceição representa a maior conquista da feminilidade. Significa uma conquista tão maravilhosa, misteriosa e sagradamente bela que meras palavras são inadequadas para revelar seu verdadeiro significado. A Imaculada Conceição não é algo único em nenhum sentido. Toda grande alma que nasceu aqui nesse Mundo para viver uma vida de sublime santidade, também encontrou seu ingresso por meio de pais de virgindade imaculada que não foram manchados pela paixão durante a realização do ato gerador. A virgindade à qual é referida não abrange uma condição meramente física. Não há virtude inerente em uma virgindade física, pois todos a possuem no início da vida, por mais vil que seja a sua disposição. A virgindade da mãe de um Salvador é uma qualidade da alma, que permanece imaculada, independentemente do ato físico da fecundação.

O fato de uma criança ser concebida em pecado ou de forma imaculada depende da qualidade inerente de sua alma, pois, infalivelmente, isso a atrairá para pais de natureza semelhante a sua. Tornar-se filho ou filha de uma virgem pressupõe uma trajetória espiritual prévia para aquele que nasce assim.

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Plutão

Plutão – Planeta não pertencente ao nosso Sistema Solar. É evidente, através de toda informação disponível, a afinidade de Plutão com Escorpião. É atribuído à Plutão uma dupla personalidade: primeiro, como a fonte de todos os tesouros e riquezas do mundo (ele era o regente do universo físico); segundo, como monarca dos reinos mortos habitados pelas sombras invisíveis dos mortos (Hades).

Plutão era visto como uma divindade benevolente e um verdadeiro amigo do ser humano, devido ao seu poder de dar fertilidade à vegetação, de fazer germinar a semente nos sulcos, de nutrir a terra (Escorpião é um fecundo Signo da água) e de produzir tesouros de metais preciosos. Havia, também, um lado severo em seu caráter: o deus implacável, inflexível, que não podia ser persuadido por dádivas ou sacrifícios, a permitir a volta de alguém que já tivesse passado por seu portão. Por esta razão, morte e prisão perpétua no mundo inferior eram vistas como destino funesto e inevitável a espera de todos os seres humanos. Os meios de conforto e prazer na vida também se originaram com Plutão. Quando o lado benevolente de sua natureza foi levado em consideração, a esperança de uma futura vida feliz, tornou-se possível.

Plutão corresponde ao Ego ou ao espírito encarnado do ser humano.

O deus da morte era o guardião dos mistérios da vida. A morte é o último inimigo a ser vencido, daí a morte se situar no limite entre mortalidade e imortalidade. A “morte” simbólica dos Mistérios foi a grande porta de Iniciação. Plutão será encontrado continuamente expressando esta qualidade: destruir o velho e dar lugar ao novo.

A medida que a sabedoria se firma na Terra, a influência de Plutão se manifestará em grau muito maior. Um conhecimento da natureza de Plutão se ampliará, com o despertar do ser humano, para realidades espirituais. Escorpião, Casa da Iniciação, é o Caminho da Regeneração.

Plutão, Senhor do Submundo, guarda as portas dos mundos inferiores através dos quais o espírito do ser humano caminha no ciclo do renascimento, em sua eterna procura da verdade. Nas profundezas escondidas habita o ser humano animal que procura destruir o Ego embaraçado no labirinto (destino maduro) da ignorância terrena. Assim, Plutão se torna o adversário que testa aqueles que procuram união com os imortais.

O aspirante precisa passar por todos estes testes antes que possa merecer as glórias do futuro – libertação das condições materiais e morte e liberdade da roda do renascimento.

A libertação dos efeitos dos raios de Plutão é encontrada seguindo-se os caminhos gêmeos de Intuição e Razão, à procura do Espírito perdido. A mais séria função de Mercúrio (criado e mensageiro dos deuses) era conduzir os Espíritos dos mortos para baixo, nos caminhos escuros, através dos portões do Sol (Câncer e Capricórnio) e da terra dos sonhos, até os reinos escuros de Hades, onde habitavam as almas, os espectros dos seres humanos gastos.

Para alcançar e compreender Plutão, precisamos nos livrar dos medos e dos preconceitos. Precisamos olhar para o futuro e entrar neste reino com objetivos puros e com o Espírito limpo e regenerado.
Passar neste teste, qualificar-nos e tentar associar-nos com Aqueles mais avançados e cheios de graça, que progrediram em sabedoria e luz e que tornaram o caminho do ser humano mais claro.

Dentro de Plutão está a força do universo e também as três expressões destrutivas da energia universal: a perversão mental, moral e física. A purificação e a perpetuação desta força criativa resultam na regeneração do corpo, na iluminação da Mente e na transmutação das emoções.

Através de Plutão somos confrontados com nosso passado e nossas limitações. Aspectos de Plutão no Horóscopo forçam atividade em nossas vidas. Plutão não é proeminente em influências de natureza individual pessoal; refere-se, particularmente, à atividade que demonstre ou que tenha sido motivada através da consciência geral do todo. Plutão purifica a alma depois da morte. Plutão nos dirige para cima e nos leva às alturas para o mundo inteligível. Plutão governa a morte ou a cessação de velhas ideias ou emoções. Plutão influencia e governa amplamente o submundo, as atividades subconscientes e aquelas atividades que lidam com o reparo diário, a renovação, a purificação, a regeneração e a perpetuação do corpo.

As Quadraturas de Plutão conferem uma inabilidade para cooperar, principalmente em trabalhos com grupos grandes e em assuntos que afetam grande parte da humanidade. Quadraturas podem, também, se referir à pontos-de-vista irreconciliáveis e a coisas que devem ser suportadas ao invés de curadas. Plutão exerce uma força fermentadora, dominante nas vidas daqueles que reagem à sua influência. A ação, geralmente de caráter purificador, é certa. Portanto, a influência de Plutão é para ser notada, especialmente nas vidas dos indivíduos onde novos modelos demandam a remoção de obstáculos resultantes de ação passada.

A ascensão de Escorpião ou o Sol em Escorpião não indica Plutão como o governante do mapa, a menos que o indivíduo em questão seja capaz de subir muito acima das alturas do progresso do ser humano atual.
Até que reconheçamos a força da divindade em nós, Plutão continuará a elevar, separar e transformar modelos antigos em novos.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Forminhas de Abóbora

FORMINHAS DE ABÓBORA

 

Ingredientes:

  • 1 quilo de abóbora
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • farinha de trigo integral
  • 2 ovos
  • queijo ralado
  • sal dissolvido em leite

 

Modo de Preparo:

  • Descasque e rale a abóbora em ralador bem grosso
  • acrescente a manteiga, as gemas, o queijo, o sal dissolvido em 1 xícara de leite
  • vá juntando a farinha de trigo até a consistência de massa de bolo
  • Bata as claras em neve e misture-as à massa
  • Unte as forminhas com manteiga e asse em forno brando
porFraternidade Rosacruz de Campinas

Hierarquias Zodiacais – Escorpião: O Caminho da Regeneração

(*) Advertência:

A descrição aqui apresentada é mais exata conforme a cúspide da 1ª Casa esteja mais próxima do ou no segundo decanato do Signo (10º grau até 20º grau);

Quando os 3 últimos graus de um Signo estão ascendendo, ou quando os 3 primeiros graus ascendem no momento do nascimento, diz-se que a pessoa nasceu “na cúspide” entre dois Signos, e, então, a natureza básica dos Signos envolvidos são mescladas no corpo dela.

Astros nas Casas:

  1. Os Astros no Signo Ascendente podem modificar a descrição;
  2. Astros colocados na 12ª Casa e que se encontram dentro de seis graus dessa podem modificar a descrição.

Em tais casos o Estudante deve usar seu conhecimento do caráter dos Astros em conjunto com a descrição do Signo.

(Veja mais no Livro: Mensagem das Estrelas – O Signo Ascendente – Max Heindel e Augusta Foss Heindel – Fraternidade Rosacruz)

 

A força potencial de cada Hierarquia Criadora é uma indicação da força espiritual que se manifesta no ser humano, que é uma entidade espiritual complexa (ou Ego). A oitava Hierarquia Criadora, Escorpião, difunde intensidade espiritual que produz tanto o tipo apaixonado da Humanidade, como o mártir, cujo ardoroso vigor expressa extremos deste Signo.

A elevada Inteligência espiritual que se manifesta através do modelo zodiacal compõe-se de Seres complexos, que emanam uma certa radiação de energia cósmica. Da mesma maneira, Inteligências semelhantes que operam através de ação astral (Sol, Lua e Planetas), emanam uma certa radiação de energia solar. Assim, estas forças zodiacais e astrais têm, dentro delas, todo tipo de substância.

É somente no plano físico que estas subdivisões nos chamam a atenção (Signos, Astros e Casas). À medida que progredimos em nosso estudo descobriremos que os diversos elementos em um mapa devem fazer parte de um todo lógico consecutivo. Contradições aparentes podem surgir, mas representam as oportunidades oferecidas ao indivíduo para seu desenvolvimento.

Sem as forças do “bem” e do “mal” – positiva e negativa – não teríamos, conscientemente, a oportunidade criadora para distingui-las e elevar nossos níveis de existência. Escorpião é um Signo criador, maligno talvez, mas definitivamente um condutor de intensa força potencial.

A qualquer momento, praticamente, todo estudante de astrologia encontra uma descrição dos Aspectos “maliciosos, vis, destrutivos” desta Hierarquia Criadora. A maioria dos astrólogos modernos já tentou dar uma explicação melhor para a força dinâmica de Escorpião. Provavelmente, um dos mais interessantes e mais antigos esforços neste sentido é o trabalho de John Gadbury em resposta à interpretação de William Lilly, um astrólogo da mesma época que, livremente, castigou este Signo.

Ao mostrar que causas universais são mais eficientes e mais fortes do que causas particulares, Gadbury afirma que: a indicação do bem ou mal em horóscopo é o resultado de causas que são igualmente capazes de desenvolver resultados muito mais favoráveis do que os indicados nas acusações monstruosas e falsas contra Escorpião “feitas pelo Sr. Lilly”.

Temos todos os elementos (fogo, ar, terra e água) em nossas próprias naturezas, mas a manifestação de uma qualidade torna-se, por vezes, mais limitada para que outra qualidade possa predominar.

Eventualmente, nosso desenvolvimento se torna a circular, embora, em um determinado período de vida, um indivíduo possa parecer unilateral. Portanto, não vamos tentar separar os vários constituintes da vida, mas vamos considerar as muitas variações que resultam do progresso evolucionário e das lições individuais que devem ser aprendidas.

Marte, regendo Áries e Escorpião, não está em desacordo com suas missões, especialmente quando esta energia opera em seu polo positivo. Escorpião dá regeneração e nos mostra como podemos transformar o elemento ígneo Marte em energia espiritual, com a qual nos elevamos acima de limitações físicas. Escorpião é o Signo negativo ou feminino e difere, consideravelmente, da óbvia atividade e energia do masculino Áries.
Escorpião também rege ou está associado à 8ª Casa e se manifesta para dentro, tendo um maior domínio sobre as coisas (forças) ocultas da Natureza.

Escorpião deve ser considerado sob a luz de sua natureza fixa, ao invés de compará-lo às cardeais qualidades de Áries. Isto deveria dar uma ideia mais ampla da unidade de toda vida manifestada e aumentar nossa compreensão a este respeito.

Plutão
É evidente, através de toda informação disponível, a afinidade de Plutão com Escorpião. É atribuído à Plutão uma dupla personalidade: primeiro, como a fonte de todos os tesouros e riquezas do mundo (ele era o regente do universo físico); segundo, como monarca dos reinos mortos habitados pelas sombras invisíveis dos mortos (Hades).

Plutão era visto como uma divindade benevolente e um verdadeiro amigo do ser humano, devido ao seu poder de dar fertilidade à vegetação, de fazer germinar a semente nos sulcos, de nutrir a terra (Escorpião é um fecundo Signo da água) e de produzir tesouros de metais preciosos. Havia, também, um lado severo em seu caráter: o deus implacável, inflexível, que não podia ser persuadido por dádivas ou sacrifícios, a permitir a volta de alguém que já tivesse passado por seu portão. Por esta razão, morte e prisão perpétua no mundo inferior eram vistas como destino funesto e inevitável a espera de todos os seres humanos. Os meios de conforto e prazer na vida também se originaram com Plutão. Quando o lado benevolente de sua natureza foi levado em consideração, a esperança de uma futura vida feliz, tornou-se possível.

Plutão corresponde ao Ego ou ao espírito encarnado do ser humano.

O deus da morte era o guardião dos mistérios da vida. A morte é o último inimigo a ser vencido, daí a morte se situar no limite entre mortalidade e imortalidade. A “morte” simbólica dos Mistérios foi a grande porta de Iniciação. Plutão será encontrado continuamente expressando esta qualidade: destruir o velho e dar lugar ao novo.

A medida que a sabedoria se firma na Terra, a influência de Plutão se manifestará em grau muito maior. Um conhecimento da natureza de Plutão se ampliará, com o despertar do ser humano, para realidades espirituais. Escorpião, Casa da Iniciação, é o Caminho da Regeneração.

Plutão, Senhor do Submundo, guarda as portas dos mundos inferiores através dos quais o espírito do ser humano caminha no ciclo do renascimento, em sua eterna procura da verdade. Nas profundezas escondidas habita o ser humano animal que procura destruir o Ego embaraçado no labirinto (destino maduro) da ignorância terrena. Assim, Plutão se torna o adversário que testa aqueles que procuram união com os imortais.

O aspirante precisa passar por todos estes testes antes que possa merecer as glórias do futuro – libertação das condições materiais e morte e liberdade da roda do renascimento.

A libertação dos efeitos dos raios de Plutão é encontrada seguindo-se os caminhos gêmeos de Intuição e Razão, à procura do Espírito perdido. A mais séria função de Mercúrio (criado e mensageiro dos deuses) era conduzir os Espíritos dos mortos para baixo, nos caminhos escuros, através dos portões do Sol (Câncer e Capricórnio) e da terra dos sonhos, até os reinos escuros de Hades, onde habitavam as almas, os espectros dos seres humanos gastos.

Para alcançar e compreender Plutão, precisamos nos livrar dos medos e dos preconceitos. Precisamos olhar para o futuro e entrar neste reino com objetivos puros e com o Espírito limpo e regenerado.
Passar neste teste, qualificar-nos e tentar associar-nos com Aqueles mais avançados e cheios de graça, que progrediram em sabedoria e luz e que tornaram o caminho do ser humano mais claro.

Dentro de Plutão está a força do universo e também as três expressões destrutivas da energia universal: a perversão mental, moral e física. A purificação e a perpetuação desta força criativa resultam na regeneração do corpo, na iluminação da Mente e na transmutação das emoções.

Através de Plutão somos confrontados com nosso passado e nossas limitações. Aspectos de Plutão no Horóscopo forçam atividade em nossas vidas. Plutão não é proeminente em influências de natureza individual pessoal; refere-se, particularmente, à atividade que demonstre ou que tenha sido motivada através da consciência geral do todo. Plutão purifica a alma depois da morte. Plutão nos dirige para cima e nos leva às alturas para o mundo inteligível. Plutão governa a morte ou a cessação de velhas ideias ou emoções. Plutão influencia e governa amplamente o submundo, as atividades subconscientes e aquelas atividades que lidam com o reparo diário, a renovação, a purificação, a regeneração e a perpetuação do corpo.

As Quadraturas de Plutão conferem uma inabilidade para cooperar, principalmente em trabalhos com grupos grandes e em assuntos que afetam grande parte da Humanidade. Quadraturas podem, também, se referir à pontos-de-vista irreconciliáveis e a coisas que devem ser suportadas ao invés de curadas. Plutão exerce uma força fermentadora, dominante nas vidas daqueles que reagem à sua influência. A ação, geralmente de caráter purificador, é certa. Portanto, a influência de Plutão é para ser notada, especialmente nas vidas dos indivíduos onde novos modelos demandam a remoção de obstáculos resultantes de ação passada.

A ascensão de Escorpião ou o Sol em Escorpião não indica Plutão como o governante do mapa, a menos que o indivíduo em questão seja capaz de subir muito acima das alturas do progresso do ser humano atual.
Até que reconheçamos a força da divindade em nós, Plutão continuará a elevar, separar e transformar modelos antigos em novos.

A medida que Escorpião se levanta da Terra (geração), ele se eleva para os céus e voa como uma Águia (regeneração), embora ele também tenha rastejado como uma serpente (degeneração). As emoções de Escorpião são tão profundas quanto um poço, suas aspirações tão altas quanto os céus.

A luz e a escuridão estão juntas e ninguém pode dizer qual é a maior. Não podemos julgar por valores materiais, pois, quem pode conhecer os segredos que a escuridão encerra? Mesmo as águas estagnadas das mais profundas poças de uma floresta contêm vida, pois sempre há uma oportunidade para o nascimento, para o crescimento e desenvolvimento. De escuras e escondidas camadas da Terra surge a vida do fruto e das flores.

Escorpião é secreto, forte e insensível, pois conhece seu objetivo. É carinhoso quando vê a luz, ríspido quando seus olhos estão cobertos, violento quando irritado e amoroso para com aquele que completa seu ser.

Rosas vermelhas (símbolos dos mistérios ocultos da vida) são para os filhos de Escorpião. Este Signo avisa para não o agarrar, pois seus espinhos produzirão dor aguda. Escorpião dá amor para o mundo, amor que é traduzido por paixão. É dever do ser humano, sob Escorpião, usar a força criadora como o fogo imortal da vida.

A coragem é a primeira e mais importante chave deste Signo sutilmente dinâmico. A força de Escorpião começa a se manifestar quando surgem as tarefas difíceis, a miséria e o perigo. Aqui estão as verdadeiras oportunidades para estas pessoas e Escorpião possui a habilidade inata de superar obstáculos com cuidado e determinação. Outras características deste Signo poderoso são o autocontrole na expressão da ação, o desembaraço e a capacidade de encarar emergências de maneira clara e definida. Escorpião é brusco e objetivo e tem uma tendência ao sarcasmo cético. É expressivo e pode, verdadeiramente, retratar as experiências da vida sob um inflexível ponto-de-vista individualista. Possui perseverança por excelência.

Amor pelo trabalho plenamente executado é parte da natureza de Escorpião e isto, mais a tendência natural em direção à força mostrada na regeneração, aumenta a habilidade dessas pessoas. Têm pouca paciência com tudo o que não se enquadra nos seus modelos. Os nativos de Escorpião vencem pelo esforço; não desistem, a não ser quando se destroem e, então, morrem com um provocante desafio nos lábios. Uma grande lição para Escorpião é compreender que energia dirigida é sempre muito melhor do que uma expressão de implacável determinação. Suas experiências, uma vez que aprendam a avaliar todos os fatos, garantirão uma compreensão maior dos problemas alheios.

A vida de Escorpião é uma vida de concentração. Este Signo do Sol geralmente proporciona uma personalidade muito forte. Os nativos de Escorpião são bastante forçados a deixar sua marca no mundo e, como possuem muita independência, isto é fácil de acontecer. Entretanto, pode ser muito difícil, para eles, mudar de opinião. Possuem uma força mental que pode representar tanto profundidade quanto cristalização. A recusa a escutar opiniões de outros ou a recusa para rever suas próprias decisões podem criar alguns problemas para estes indivíduos, muitas vezes arrogantes.

Escorpião é intenso. O equilíbrio entre os princípios regeneradores e as condições materiais na vida já é bastante difícil para pessoas médias, imaginem para indivíduos que têm tanto deste raio operando diretamente através de suas poderosas personalidades e individualidades.

Alguns Escorpiões são iguais aos nossos antepassados puritanos: austeros, vigorosos, distribuindo justiça violenta, amantes da liberdade, laboriosos e sem paciência com aqueles que não eram iguais a eles. A energia assim possuída pode ser usada tanto em canais construtivos quanto destrutivos. Portanto, é necessária muita atenção ao dirigir o crescimento inicial e o desenvolvimento deste nativo.

Quando Escorpião tem a forma anêmica que está construída há tempo por vidas de serviço e de auto sacrifício, sua maior elevação pode ser alcançada através da profissão médica, como um cirurgião ou clínico. A presença magnética de Escorpião, sua grande habilidade com as mãos, julgamento claro e vontade indominável, juntamente com um imutável autocontrole e uma crença absoluta em suas próprias forças, ajudam-no a se sobressair em qualquer campo, mas principalmente como cirurgiões e diagnosticadores.

Estas qualificações podem levá-los à metafísica e à filosofia. Continuando sua procura de um caminho substancial para a Verdade e a Luz, Escorpião, frequentemente se deparará com os testes e tentações colocados para pegar os incautos. A luta consistente e a experiência plenamente vivida assegurarão o progresso, embora progresso merecido da maneira “difícil ” de Escorpião.

Não pode haver nenhuma dúvida quanto a esta expressão: não existe senão uma maneira de se conhecer a vida – pela Experiência. Escorpião precisa sentir toda lição aprendida, todo impulso regenerado instilado em seu ser intenso, e isto o conduzirá ao longo do caminho até que este se torne estreito e o auto sacrifício demande o último e supremo apelo. Então, princípios regeneradores representarão salvação e Escorpião conhecerá as glórias da vida eterna.

À medida que Escorpião aproximar sua própria natureza à paz e à quietude começará a sentir a resposta para a vida. Reconhecerá que a força está bem dentro do coração de cada ser humano. O caminho regenerado é um caminho árduo, mas é pela regeneração que se chega à purificação. O objetivo é Iniciação.

(de Thomas G. Hansen – com prefácio da Fraternidade Rosacruz de Campinas – SP – Traduzido do original inglês: Zodiacal Hierarchies de Thomas G. Hansen e publicado na revista Rays from the Rose Cross da The Rosicrucian Fellowship, no período de abril de 1980 a março de 1981 – publicada na Revista Serviço Rosacruz da Fraternidade Rosacruz em maio de 1982)

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