porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Suco do Amanhecer

SUCO DO AMANHECER

1 fatia de abacaxi

½ maçã

1 colher (sopa) de gengibre

1 talo de salsão

1 folha de couve

1 copo (americano) de suco de laranja

 

Corte todos os ingredientes em pedaços pequenos.

Leve-os ao liquidificador e acrescente o suco de laranja.

Bata bem até triturar tudo.

Coe, se achar necessário

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RECEITA – Patê de Tofu

PATÊ  DE TOFU

1 pacote de 500 gr de TOFU

1 dente de alho

1/3 de maço de salsinha

½ xíc (chá) de azeite

Sal a gosto

 

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e

bata até obter a consistência de patê.

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RECEITA – Patê de alho

PATÊ DE ALHO

½ Copo de leite

1 dente de alho

Óleo

Bata no liquidificador, colocando óleo até dar o Ponto de patê.

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RECEITA – Feijoada Vegetariana

FEIJOADA VEGETARIANA

 

Ingredientes:

3  xícaras (chá) de feijão preto

2  folhas de louro

1 xíc. e meia (chá) de tofu defumado

4 xíc. (chá) de proteína texturizada vegetal (PVT ou PTS)

grossa hidratada

Sal marinho a gosto

1 cebola média picada

6 dentes de alho amassados

2 colheres (sopa) de óleo de milho

1 linguiça vegetal em rodelas

1 salsicha vegetal em cortes transversais

Presunto vegetal em fatias / a gosto

½ xíc. (chá) de carne vegetal em lascas

3 xíc. (chá) de cogumelos shimeji

 

Preparo:

 

Cozinhe o feijão junto com as folhas de louro, metade do tofu defumado, PVT e

um pouco de sal. Refogue o alho e a cebola no óleo até ficarem ligeiramente dou-

rados. Acrescente o feijão já cozido. Adicione os outros ingredientes, com exce-

ção dos cogumelos. Deixe ferver, acrescentando um pouco de água, quando neces-

sário para engrossar o caldo. Corrija o sal. Acrescente os cogumelos. Mexa bem.

 

Sirva acompanhada de arroz branco, couve à mineira, farinha de mandioca,

Lascas de tofu defumado frito e gomos de laranja pera.

 

Fonte: Revista dos vegetarianos// janeiro 2013

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Água Aromatizada

ÁGUA AROMATIZADA

Opção N. 01

Colocar gelo e  água numa jarra de vidro

Acrescentar:  01  Maçã em rodelas

01 pires de cravos

01 pires de canela em pau

Espremer 01 limão em cima; é bom para não

escurecer a maçã.

Tomar ao longo do dia; ir acrescentando mais

água e mais gelo.

 

OPÇÃO N. 02

 

Colocar  gelo e água numa jarra de vidro

Acrescentar: Gengibre a gosto, em rodelas

Hortelã  a gosto, várias folhinhas

02 limões em rodelas

 

Tomar ao longo do dia,  ir acrescentando mais água e gelo.

 

OPÇÃO N. 03

 

Colocar gelo e água numa jarra de vidro.

Acrescentar:  Capim limão

Cascas de 01 maracujá

Rodelas de 01 laranja

 

Tomar ao longo do dia. Ir acrescentando mais gelo e mais água.

 

 

Obs.: A opção 01, ajuda não ter vontade de comer  doce

A opção 02, tb. é digestivo

A opção 03, tb. é calmante

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RECEITA – Quibe Assado – vegetariano

QUIBE ASSADO

Ingredientes:

 

250 grs. de trigo para quibe

03 cenouras descascadas e raladas

01 tomate grande picado sem sementes

Azeitonas picadas (verdes ou pretas)

01 cebola picada // Salsinha // Orégano

01 xíc. ( chá) de Hortelã picada

01 lata de milho verde

01 xíc. (chá) maionese vegetal

 

 

Modo de fazer:

 

Lave bem o trigo e coloque de molho em uma vasilha com água por 01 hora.

Escorra e esprema bem.

Junte todos os ingredientes e mexa delicadamente.

Unte uma assadeira de vidro com azeite e coloque tudo.

Aperte bem com as mãos.

Asse por 30 minutos ou até que esteja douradinho.

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Pergunta: O que Simboliza o Coelhinho da Páscoa?

Pergunta: O que simboliza o coelhinho da páscoa?

Resposta: O verdadeiro símbolo pascoal é o cordeiro bíblico, correlacionado com o signo de Áries, em que ocorre a Páscoa. Cada família judia no equinócio de março, em Áries, grelhava um cordeiro com ervas amargas e era obrigada a comê-lo inteiro. Se não podia, convidava pessoas pobres para ajudá-la. O cordeiro era sacrificado no Altar dos Holocaustos, no Tabernáculo do Deserto, Templo instituído por Moisés para o Povo Escolhido. Tal sacrifício destinava-se a lavar os pecados de seu ofertante, mediante o derramamento de sangue do animal. Posteriormente o Cristo imolou-se pelo mundo e, desde então não houve mais sacrifícios de cordeiros. Por isso disse João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que lavará os pecados do mundo”.

A crucificação ocorreu no Equinócio de Marco, para coincidir com o fato cósmico de o Sol, em Ascenção para o hemisfério Norte, cruzar o equador celeste, formando uma cruz nos céus.

Hoje em dia o cordeiro bíblico, depois o Cordeiro de Deus, foi simbolizado pelo coelhinho, por ser este de pequeno tamanho e existir em todo o mundo. O importante é não esquecermos o sentido profundamente religioso que ele encerra e o convite de regeneração que nos faz em cada ano.

(P&R da Revista Serviço Rosacruz fev/85 – Fraternidade Rosacruz SP)

 

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Pergunta: O que Simboliza o Ovo de Páscoa?

O que simboliza o ovo de páscoa

 

Pergunta: O que simboliza o ovo de páscoa?

Resposta: Entre os símbolos cósmicos que nos foram transmitidos desde os mais remotos tempos, nenhum há, mais corrente, que o símbolo do ovo. Encontramo-Io em todas as partes do mundo. Achamo-Io nas antigas idades dos escandinavos, que falam do ovo do mundo esfriado pelo sopro gelado do Niebelheim e depois esquentado pela respiração ígnea do Muspelheim, até que, devidamente chocado, deu origem aos distintos mundos e a humanidade. Também nos Vedas da Índia existe a mesma lenda do Kalahansa, o Cisne em tempo e espaço, que pôs o ovo que mais tarde se transformou no mundo. Entre as tradições egípcias achamos o globo alado e a serpente ovípara, o globo alado é a terra que voa pelo espaço: a serpente é a sabedoria e, assim, mostra a sabedoria manifestada na criação. Os gregos tomaram depois este símbolo e o veneraram em seus Mistérios. Também foi ele conservado pelos Druidas. Conheciam-no os construtores do grande baluarte da serpente, em Ohio. Este símbolo conservou seu posto na simbologia sagrada até hoje, embora a maior parte da humanidade não perceba o misterium magnum que o ovo oculta, qual seja, o mistério da vida.

Quando abrimos a casca de um ovo achamos dentro vários líquidos viscosos de diferentes cores e consistências, Mas, sob a influência de uma temperatura adequada efetuam-se logo mudanças gradativas até que, ao cabo de pouco tempo um ser vivente, um pintinho, rompe a casca e dele sai, preparado para ocupar um lugar entre os de sua espécie. Os sábios químicos podem reproduzir exatamente as substâncias contidas no ovo; podem encerrá-las numa casca e fazer, assim, uma perfeita réplica do ovo natural. Mas, num ponto difere do ovo natural, isto é, nenhum ser vivente pode sair daí. Por esta razão é evidente que algo intangível há de estar presente em um e ausente no outro.

Esse mistério é o que chamamos de vida. Vendo que não e possível descobri-la entre os elementos do ovo, mesmo com auxílio dos mais poderosos microscópios (embora, forçosamente, a vida ali esteja, para operar as transformações notadas), não há de negar que esse algo deve poder existir independentemente da matéria. Assim, o sagrado símbolo do ovo nos ensina que, embora a vida seja capaz de amoldar a matéria, é, por outro lado, independente desta, para sua existência. Portanto, tem existência própria e sem princípio nem fim porque, nascimento e morte se relacionam com a matéria, de que a vida independe.

A ideia infinita expressa pelo ovo, da vida que não tem princípio nem fim, está simbolizada em sua forma ovoide.

Daí a força da tradição do ovo nas festas pascoais. O início da vida nova para a humanidade, depois da ajuda que lhe deu o Cristo. O Filho de Deus foi crucificado e subiu aos céus, deixando o ovo na Terra, purificada esta por seu sangue salvador.

Seja o ovo natural, cozido, com diversas ervas que o tinge; seja o ovo pintado com motivos alusivos a Páscoa; seja o de chocolate, o de amêndoa recoberto de açúcar, todos eles deleitam as crianças e exortam os adultos a reverem os atos do passado ano solar, e tomar novas deliberações para o futuro, de modo a serem dignos cristãos.

(P&R da Revista Serviço Rosacruz – fev/85 – Fraternidade Rosacruz SP)

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A Surpresa – PALAVRA CHAVE: Amizade

A SURPRESA

PALAVRA CHAVE: Amizade

– Oh, que manhã gostosa! Exclamou John ao sair pela porta da frente.

Ele foi saudado com alegres sons por todos os lados. Os passarinhos nas árvores cantavam alegremente sua canção matinal. Seu assobio fraco foi respondido por um latido forte do companheiro fiel, Bruce, um bonito cachorro collie que ele ganhou de um amigo querido. John e Bruce eram amigos sinceros, cada um se preocupava com a segurança e o conforto do outro.

Um dia, foram passear alegremente pelo atalho, a sombra das árvores, e depois saíram para a estrada. Não tinham ido muito longe, quando viram a sua frente uma carroça cheia de frutas, cujo dono estava com problemas. Uma das rodas havia caído e isso naturalmente derrubou algumas frutas, que estavam agora esparramadas na estrada. John ajudou a recolhê-las, enquanto o homem consertava a roda. Em pouco tempo, tudo estava em ordem de novo e o homem continuou sua viagem. John deu uma tapinha nas costas de seu companheiro e eles continuaram a caminhar pela estrada, na expectativa de que algo mais acontecesse.

John era filho único. Amava muito seus pais e ficava contente quando podia ajuda-los, Gostava de flores e passava bastante tempo no jardim. Apreciava a leitura e tinha como amigos os personagens que viviam nos livros que lia por horas seguidas. Isso tudo, entretanto, não o satisfazia porque ele queria amigos reais.

Seu coração era bondoso e, quando sua família morava na cidade, ele procurava a maneira de ajudar as pessoas. Em frente a sua casa morava um menino aleijado. Cada manha, John corria para lá e dava um assobio de chamada que todos os meninos conheciam. Então, ele ajudava o seu amiguinho aleijado a ir para a escola, carregando sempre seus livros. Havia também sua avó, que o esperava na janela, no horário em que ele passava. Ele corria para lhe dar um beijo e ver se estava bem e feliz. Também havia a adorável Virgínia, menina da idade dele, que sempre fora sua amiga verdadeira e leal. Ela parecia entender todas as suas alegrias e tristezas. Se ele era vitorioso nos jogos, ela o louvava. Se ele tinha dificuldades em suas lições, ela o encorajava a estudar um pouco mais. Assim, ele tentava e tentava de novo com vontade.

Mas, quando sua mãe ficou doente, seu pai comprou uma linda casa no campo, e Virgínia ficou na cidade. A suave brisa do campo e o dador de vida – o Sol – ajudaram sua mãe a sentir-se cada vez melhor e naturalmente John ficou feliz por isso, porque havia muito amor entre sua mãe e ele. Mas, oh! Sentia tanta falta de sua amiguinha, Virgínia.

John e Bruce estavam perto de uma casa, próxima a sua, quando o cachorro deu um latido repentino e forte e John olhou rapidamente para ver o que estava acontecendo. Uma grande surpresa o aguardava. A casa tinha sido reformada e pintada recentemente e ele quis saber quem tinha mudado para Ia e se haveria companheiros de folguedos para ele. Sussurrou para Bruce:

– Muito bem, amigo, nós vamos dar uma volta ao redor da casa e tentar descobrir quem são nossos vizinhos. Talvez possamos arrumar alguns novos amigos.

Assim, andaram em direção ao jardim e ali, sentada num banco, debaixo de uma roseira, viram uma linda menina. O coração de John deu um salto e ele ficou em silêncio por um minuto. Seria ela? Era realmente Virginia? Sim, ele tinha certeza e ela parecia não o ter visto. Ele foi “na ponta dos pés” e sentou-se ao seu lado. Ainda assim, ela não percebeu sua presença. Ele chamou-a pelo nome e então, ela virou-se. Oh, como ficou feliz ao vê-lo! Ambos ficaram muito contentes por estarem juntos novamente e conversaram por longo tempo sobre tudo o que tinham feito desde que se separaram. Um verdadeiro amigo e o maior tesouro que podemos ter, e a amor desinteressado e a chave que abre as portas da amizade.

Bruce latiu para mostrar-lhes que estava ali, esperando pacientemente para também ser saudado. Depois, entraram juntos na casa onde os pais e irmãos de Virgínia alegraram-se em rever John, pois todos o amavam sinceramente. Ele era um verdadeiro amigo, sempre pronto para fazer uma boa ação, para fazer alguém feliz. E este é o segredo da amizade – um coração cheio de amor e consideração para com a felicidade dos outros.

(do Livro Histórias da Era Aquariana para as Crianças – Vol. V – Fraternidade Rosacruz)

 

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O Monarca da Floresta – Palavra Chave: Cooperação

O MONARCA DA FLORESTA

PALAVRA CRAVE: Cooperação

A noite tinha caído sobre a floresta e lá havia uma grande calma e silêncio. Havia sussurros do vento e os pinheiros gigantes balançavam-se e suspiravam, embalando docemente os passarinhos em seus ninhos para dormirem. Não e de admirar que os pássaros sentiam-se seguros em

“Uma árvore que o dia todo está para Deus a olhar,

E ergue seus braços cheios de folhas para rezar.”

Ouviu-se um farfalhar nas pinhas caídas no chão e delas saíram pequenos duendes dos bosques, os gnomos. Pareciam ansiosos para ficarem a luz do luar, mas olhavam prudentemente para ver se tudo estava bem. Corriam de um lado para outro, alegres e radiantes. De repente, eles pararam e juntaram-se todos em um grupo embaixo da maior árvore da floresta, pois algo muito estranho estava acontecendo! O Grande Monarca, a mais corajosa árvore da floresta, não estava se balançando ao vento, mas gemia dolorosamente. Qual poderia ser o problema? Alguma coisa terrível devia ter acontecido!

Os pequenos gnomos olharam para cima e, oh … que susto! A linda cor de arco-íris que sempre estivera ao redor da árvore, não estava mais lá. Alguma coisa tinha que ser feita, assim eles olharam para a Lua e disseram:

– Poderia algum bondoso Anjo de Misericórdia vir e ajudar o Grande Monarca?

Aí pararam silenciosos e esperaram.

De repente, ouviram um farfalhar e o som de uma suave música e lá estava o Espírito-grupo do pinheiro, todo envolto em um branco radiante.

– Não fique tão preocupado, Grande Monarca, disse o Espírito, pois trago-lhe ótimas notícias. Você e suas companheiras, as árvores da floresta, aquelas que estão mais velhas, vão fazer uma longa viagem pelo grande e extenso mundo. Vocês vão proteger das tempestades e dos ventos, muitos dos que necessitam de ajuda.

– Mas, perguntou o Grande Monarca, quem tomará conta dos pássaros, dos Espíritos da Natureza e das pequenas criaturas que rastejam?

– Oh, Monarca, respondeu o Espírito, onde está a sua fé? Eu não guiei e tomei conta direitinho de você e das outras árvores? Tenho muitas outras arvorezinhas-bebê prontas para ocupar os lugares de vocês. Amanhã cedinho chegará a esta floresta um grupo de homens, homens muito fortes chamados lenhadores. Eles trarão machados muito afiados, sentem somente amor pelos bonitos corpos de vocês. Por isso, sejam corajosas e fiquem calmas, pois tudo correrá bem. Olharei por vocês. Acordem cedo para que os pássaros comecem a voar ainda de madrugada; eles não podem ficar tristes. Mandem os gnomos fazerem seus trabalhos em outra parte da floresta assim que o Sol nascer. Boa noite, Grande Monarca. Eu o guiarei em sua viagem pelo extenso mundo.

Então, o Espírito-Grupo flutuou graciosamente indo embora.

Na manha seguinte, houve uma agitação enorme seguida de um profundo silêncio. Mas, por um longo tempo, nada aconteceu. De repente, ouviu-se o som de uma canção cantada por homens felizes. Ao chegarem mais perto pararam, contemplando os altíssimos pinheiros.

– Que árvores maravilhosas! – exclamou um deles.

Um outro disse:

– Queria lembrar um poema que li uma vez sobre árvores, e tudo o que consigo recordar e o final – Mas só Deus pode fazer uma árvore!

– É quase um crime derrubá-las, disse o líder – mas temos que obedecer as ordens. Então, homens, mãos a obra!

Nunca se ouviu tanto barulho na floresta. As árvores tentavam ficar calmas e ser corajosas, mas realmente não se sentiam bem. Depois de terem sido cortadas, foram colocadas em um enorme vagão e receberam outro nome – troncos. Foram transportadas num longo caminhão e quando estavam bem cansadas e querendo saber o que iria acontecer, tiveram uma grande surpresa. Bem a sua frente apareceu um bonito e calmo rio, que pareceu convidá-las a flutuar em suas deliciosas águas. Então, os homens fortes rolaram-nas para dentro do rio. Foi uma grande pancada quando caíram na água, mas depois, elas deslizaram rio abaixo continuando sua viagem.

Não puderam entender o que os homens diziam, nem sabiam direito o que estava acontecendo. Sua coragem já estava acabando, quando finalmente chegaram a uma barreira de troncos. Então, viram aí o maravilhoso Espírito-grupo dos pinheiros pairando sobre elas e retomaram a coragem novamente.

Uma a uma, passaram vagarosamente pela serraria e, quando chegaram ao outro extremo, saíram não mais como troncos, mas como bonitas tábuas de pinho. Foram colocadas em asseadas pilhas e, então, vieram alguns homens estranhos, olharam-nas e disseram que eram boas tábuas e que fariam com elas as mais requintadas casas.

Numa manhã, um grande caminhão encostou-se ao depósito de madeiras e o motorista disse:

– Vim buscar aquelas tábuas de pinho que encomendei ontem.

Então, as árvores, que agora eram tábuas, tiveram outra surpresa, um passeio pelo maravilhoso campo e finalmente foram descarregadas numa linda colina verde.

Logo começou um barulho muito violento – bum! bum! bum! As tábuas mal podiam conversar entre elas e ficaram realmente assustadas. Mas, logo ouviram uma voz que todas reconheceram – o Espírito-grupo dos pinheiros estava pairando-sobre elas e dizia:

– Sejam fortes e corojosas! Cada uma de vocês tem um papel a cumprir na construção de uma casa, a qual abrigará uma família do mau tempo e das tempestades.

E as marteladas continuaram, fazendo surgir uma linda casa, prontinha para ser habitada.

Novamente, o Espírito-grupo pairou sobre elas e disse:

– A grande lição foi aprendida por vocês, a lição de COOPERAÇÃO no grande plano de Deus. Cooperação significa trabalhar juntos para o bem de todos. Na floresta, vocês cooperaram com a Natureza abrigando os pássaros. Depois, quando o homem precisou de vocês para um trabalho maior, cooperaram com ele e fizeram uma linda casa para sua família. Todos os dias vocês ouvirão risos de crianças felizes. Os pais vão falar carinhosamente aos amigos sobre a nova casa e comentarão que ela foi construída com o melhor pinho da grande floresta.

Assim, o Espírito-Grupo voltou para a floresta para dar aos pinheirinhos novos a mensagem de COOPERAÇÃO com Deus e com os homens.

(do Livro Histórias da Era Aquariana para as Crianças – Vol. V – Fraternidade Rosacruz)

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