Considere a história do homem rico e Lázaro. O homem rico não estava preparado para encontrar Deus, mas Lázaro estava. Isto mostra que vale viver a vida e estar preparado para ir ao Céu ao invés de ir ao Purgatório. A história é a seguinte:
“Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e cada dia se banqueteava com requinte. Um pobre, chamado Lázaro, jazia à sua porta, coberto de úlceras. Desejava saciar-se do que caía da mesa do rico… E até os cães vinham lamber-lhe as úlceras”.
“Aconteceu que o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. Na mansão dos mortos, em meio a tormentos, levantou os olhos e viu ao longe Abraão e Lázaro em seu seio”.
Isto significa que o homem rico estava no Purgatório, sofrendo devido suas maldades e desejos; enquanto Lázaro estava no Primeiro Céu aproveitando tudo de bom que ele havia feito durante sua vida passada, e sentindo a gratidão de tudo que havia feito em seus muitos atos de bondade.
“Então exclamou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo para me refrescar a língua, pois estou torturado nesta chama'”.
“Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante tua vida, e Lázaro, por sua vez, os males; agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado”.
“E além do mais, entre nós e vós existe um grande abismo, a fim de que aqueles que quiserem passar daqui para junto de vós não o possam, nem tampouco atravessem de lá até nós'”.
“Ele replicou: ‘Pai, eu te suplico, envia então Lázaro até à casa de meu pai,”
“pois tenho cinco irmãos; que leve a eles seu testemunho, para que não venham eles também para este lugar de tormento'”.
“Abraão, porém, respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas; que os ouçam'”.
“Disse ele: ‘Não, pai Abraão, mas se alguém dentre os mortos for procurá-los, eles se arrependerão'”.
“Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam nem a Moisés nem aos Profetas, mesmo que alguém ressuscite dos mortos, não se convencerão’ “. (Lc 16: 19-31)
Os Auxiliares Invisíveis acham que isto é verdade, porque eles, às vezes, encontram pessoas no Purgatório, os quais perguntam se tem como ir até seus familiares e dizer-lhes que passem a ter uma vida boa e que viva o melhor possível, para que não tenham que sofrer após sua morte. Ouvi falar de dois casos deste tipo. Nos dois casos, o Auxiliar Invisível disse que não seria bom, uma vez que os parentes não acreditariam de qualquer forma. Outra noite dois Auxiliares Invisíveis encontram uma estudante de uma Escola de Ocultismo, a quem haviam conhecido alguns anos atrás. Ela tinha falecido há algum tempo quando a encontraram no Purgatório. Ela os chamou enquanto estavam a caminho de uma missão.
“Desculpe por não ter tido uma vida melhor” – disse ela. “Fui a reuniões no Centro de estudo, mas não acreditava realmente que os ensinamentos eram verdadeiros e não tentei fazer o melhor. Por favor, me ajude a sair daqui”.
“Você deve orar a Deus” – disse o Auxiliar Invisível – “e prometer-Lhe que procurará viver melhor quando outra chance lhe for dada”.
“Eu farei isto” – disse a senhora. “Por favor, vá e diga as minhas filhas que os ensinamentos são verdadeiros e que sejam boas. Não quero que elas sofram como estou sofrendo agora”.
Os Auxiliares Invisíveis não poderiam ir até suas filhas, porque não as conheciam. Mesmo se pudessem ir até elas, as filhas não acreditariam neles.
(Do Livro: Auxiliares Invisíveis – Amber M. Tuttle)
Salvando homens no mar
Uma vez dois Auxiliares Invisíveis foram para o Norte onde em um barco de pesca tinha se aberto uma fenda e estava afundando rápido.
Os homens estavam longe demais da costa para nadarem até lá.
Os Auxiliares Invisíveis se materializaram de tal forma que eles estavam visíveis e pareciam estarem em seus copos físicos.
Eles encontraram alguns lençóis e entulharam firmemente na tentativa de vedar o buraco no barco.
As bombas foram colocadas para trabalharem a toda força e o barco tomou o rumo da costa.
Estava chovendo e o vento era muito forte.
Os pescadores queriam saber quem eram os estranhos e como eles chegaram ao barco.
Quando os Auxiliares Invisíveis, que não estavam molhados, entraram para dentro do barco, os homens ficaram com medo. Eles queriam lhes dar de comer.
Os Auxiliares Invisíveis tentaram explicar que eles tinham corpos humanos, mas que esses corpos estavam dormindo muito longe dali. Eles disseram que eles retornariam para seus corpos quando fosse a hora de despertar.
Naturalmente aquelas pessoas nunca tinham estudado os ensinamentos místicos e ficaram perplexos com tudo aquilo, mas eles estavam muito gratos pela ajuda que receberam.
Contarei uma história de uma garota que foi salva da morte de uma maneira muito estranha. Ela vivia a boa vida, e ganhou a proteção dos Seres Superiores, os quais estão tentando promover o bem estar de todos os seres vivos na Terra.
Numa tarde de janeiro, um Auxiliar Invisível pôs-se a dormir, deixou seu Corpo Denso e saiu para os estados do noroeste. Em um dado lugar um passarinho pintarroxo voou sobre ele e tentou pousar nele; não conseguindo, passou por ele.
“Oh, você quer passear, não quer?” – disse o Auxiliar Invisível ao passarinho.
Ele pegou o passarinho e neste instante notou uma pequena etiqueta em volta de seu pescoço.
Nesta etiqueta havia o nome e o endereço de uma mulher. Havia também um pedaço de papel preso em sua perna. O Auxiliar Invisível retirou o papel e leu o seguinte: “Por favor, siga este passarinho até minha casa. Estou enferma”.
“Certo, Amigo, vamos para casa” – disse o Auxiliar Invisível. “Vou lhe acompanhar”. O Auxiliar Invisível e o pintarroxo voaram rapidamente para o edifício que estava em chamas. A garota morava no terceiro andar.
Uma grande quantidade de fumaça estava saindo da sua janela. O Auxiliar Invisível entrou e encontrou a garota em sua cama, que tinha sido queimada pelo fogo. Ela gritava por ajuda. O Auxiliar Invisível pegou a menina, jogou para o lado a roupa de cama queimada e a levou para fora, pela janela.
As pessoas na rua gritaram quando os viram, porque eles acharam que o Auxiliar Invisível tinha se jogado com a garota e que eles estariam mortos ao se chocarem com o chão. Ao invés disso flutuaram e o Auxiliar Invisível colocou a garota no chão. Alguém a cobriu. Neste instante o Corpo de Bombeiros chegou e a garota foi levada para o hospital, porque estava muito queimada.
Depois de resgatar a garota, o Auxiliar Invisível voltou ao edifício em chamas para ver se havia mais alguém lá, mas ele não encontrou ninguém.
O Auxiliar Invisível então foi ao hospital e encontrou a menina toda enfaixada na cama. “Você pode me ouvir?” – ele perguntou. Ela não prestou atenção. O Auxiliar Invisível então saiu para o corredor e se materializou e voltou ao quarto em seu corpo físico. “Quem você gostaria de ver?” – perguntou a enfermeira.
“Poderia ver a senhorita que foi trazida para cá com queimaduras” – ele respondeu.
“Ela está agora sob sedativo, para aliviar a dor” – disse a enfermeira.
O Auxiliar Invisível foi até a cabeceira da cama da menina e ela o viu desta vez. “Onde está meu passarinho?” – ela perguntou – “Por favor, vá e traga meu passarinho”.
O Auxiliar Invisível retornou a cena do incêndio e encontrou o passarinho num galho de árvore. Ele o chamou e este veio até ele sem hesitar.
“De quem é este passarinho?” – Perguntou o policial que estava observando.
“Ele pertence a senhorita que foi queimada no edifício” – disse o Auxiliar Invisível.
“Eu poderia tomar conta do passarinho” – respondeu o policial.
“Não. Ela me pediu que o levasse para ela” – disse o Auxiliar Invisível.
“Nada sei sobre isso, mas vou ter que apreendê-lo” – disse o policial.
“Certo, mas eu cuidarei do passarinho” – disse o Auxiliar Invisível, e desapareceu no ar com o passarinho. As pessoas observaram o passarinho até perder de vista.
O Auxiliar Invisível retornou ao Hospital com o passarinho e foram para um lado do Edifício. Quando ninguém estava olhando, ele se materializou, e colocou o passarinho embaixo de seu casaco, para entrar com ele no Hospital. Ele entrou na enfermaria onde a garota estava e entregou o passarinho a ela. Quando ela falou com o pintarroxo, ele cantou.
“Leve esse passarinho para fora” – disse a enfermeira.
“Não!” – disse a garota – “Eu achei o passarinho quando era bebê com a perna quebrada, e cuidei dele até que ficou bom e agora ele dorme comigo, e onde quer que eu vá, ele vai comigo”.
“O pintarroxo olhou para ela como se dissesse: “Qual o seu problema?”
“Por que não me deixa morrer?” – a garota perguntou ao Auxiliar Invisível – “Meu rosto e meu corpo estão arruinados e terei que desistir do meu cargo na Escola Dominical. Sou a superintendente e temos quinhentas crianças matriculadas. Estou tentando ensiná-las e conduzi-las corretamente para se tornarem pessoas úteis”.
“Talvez você possa ter uma aparência melhor, depois que estiver recuperada” – disse o Auxiliar Invisível, sorridente.
“Obrigada, mas não acredito nisso” – respondeu a garota – “Posso sentir o formato do meu rosto agora e a dor é muito forte”.
“Deixe-me segurar sua mão” – disse o Auxiliar Invisível e tocou em suas mãos – “Gosto de você porque ajudou o passarinho quando estava ferido e porque cuidou muito bem dele”.
Nesse momento, o pai, a mãe e a irmã da garota apareceram e a mãe desmaiou quando viu sua filha naquelas condições.
“Leve-a daqui” – disse o Auxiliar Invisível – “Não precisamos dela aqui”.
A irmã ficou com raiva e começou a questionar o desconhecido sobre sua irmã: “Você é namorado da minha irmã?” – perguntou ela.
“Eu poderia ser seu colega, seu irmão, seu amigo ou qualquer outra coisa, exceto o marido dela” – respondeu o Auxiliar Invisível.
“Você fala em enigmas!” – disse o pai da garota.
A mãe recuperou a consciência e ficou muito irritada.
“Se você não tivesse sido tão rude com sua filha, isto não teria lhe acontecido” – disse o Auxiliar Invisível – “O tratamento dado a ela por você a obrigou a viver em outro lugar”. Ele se virou para a garota enfaixada.
“Você não está com dor agora. Peça a enfermeira um pouco de água e em seguida peça um copo de leite”.
A enfermeira trouxe a água, mas se recusou a dar o leite.
“Vamos, enfermeira” – disse o Auxiliar Invisível – “Traga o leite e seja tão amável como o é na aparência. Eu sei que você é formosa”.
A enfermeira sorriu e se foi e trouxe o leite. “Você terá que assumir a culpa por isto” – disse a enfermeira, quando retornou.
“Eu sei” – respondeu o Auxiliar Invisível.
A garota bebeu o leite e se sentiu bem melhor.
“Veja se está dolorida” – disse o Auxiliar Invisível, depois de alguns minutos.
“Claro que estou e as bandagens estão secas” – disse a garota.
Em seguida ela começou a apalpar-se e seus olhos se arregalaram e, espantada, começou a se mover. “Não tenho mais dor!” – disse com voz surpresa.
“O que aconteceu aqui diante dos meus olhos!” – exclamou o pai da garota.
“Tire as bandagens de seu rosto e do corpo” – disse o Auxiliar Invisível.
“As bandagens estão secas e vai doer para retirá-las” – disse a garota.
A garota não entendia que tinha sido curada, mas a força da cura vem de Deus.
“Experimente” – sugeriu calmamente o Auxiliar Invisível.
A garota verificou que as bandagens saíram facilmente e ela o fez rápido. Quando ela removeu todas as bandagens verificou que não tinha nenhuma marca ou cicatriz em seu corpo, exceto que seus cabelos e suas sobrancelhas estavam chamuscados.
“Seus cabelos e suas sobrancelhas crescerá com o tempo” – disse o Auxiliar Invisível. “Ouça bem o que digo: Deus cuidará dos Seus, quando eles mesmos se negarem a fazer pelos outros o que você tem feito”.
O Auxiliar Invisível viu que esta garota tinha desenvolvido um belo Corpo Alma pela ajuda prestada durante a sua vida.
“Quem é você?” – a garota perguntou, maravilhada.
“Eu sou um servo como você” – respondeu o Auxiliar Invisível.
“Tenho que saber onde você mora, assim posso ir e lhe ver” – disse a garota.
“Não, você não pode fazer isto” – respondeu o Auxiliar Invisível.
A garota ficou inquieta e queria se levantar.
“Suas unhas vão quebrar e seus dedos poderão ficar doloridos, mas poderá ir para casa amanhã à tarde se você sentir que está melhor” – disse o Auxiliar Invisível – “Devo ir embora. Seja meiga e boa”.
A garota queria beijar o Auxiliar Invisível, mas ele disse: “Não, não criança, isso poderia lhe machucar”. (Isto aconteceria porque o Auxiliar Invisível estava em um corpo materializado).
“Sou grata a você por tudo que fez para me ajudar” – disse a garota.
“Que Deus abençoe você, minha irmã” – ele disse e desapareceu.
“Meu Deus!” – exclamou a mãe – “Ele deve ser um Anjo”.
Este Auxiliar Invisível e seu parceiro voltaram para ver a garota, aproximadamente cinco horas depois, e eles a encontraram dormindo, tranquilamente, na cama do hospital. O homem Auxiliar Invisível não se materializou, neste momento, mas a senhora Auxiliar Invisível se materializou e eles entraram no quarto. A enfermeira mostrou a ela a cama da garota e a Auxiliar Invisível a acordou.
“Onde está o Anjo? – Perguntou a garota – “É você?”.
“Não” – respondeu a Auxiliar Invisível – “mas ele está aqui”.
“Oh, você é um Anjo, também!” – exclamou a garota, rapidamente.
“Não” – disse a Auxiliar Invisível – “Eu sou somente uma serva da humanidade” – e conversou com a garota por algum tempo.
A garota continuou a perguntar pelo Auxiliar Invisível, e finalmente ele se materializou e falou com ela, o que a deixou satisfeita. Em seguida, a garota pediu a senhora Auxiliar Invisível para ser sua amiga e que ela viesse vê-la quando ela estivesse restabelecida.
“Você vai retornar à sua vida normal? – perguntou a Auxiliar Invisível.
“Não, não vou” – respondeu a garota.
Quando a Auxiliar Invisível estava pronta para sair, a garota pediu que a beijasse. “Sim” – a Auxiliar Invisível disse, que inclinou-se e a garota a beijou.
“Sou muito grata, por ter beijado um Anjo” – disse a garota.
“Dei a menina um pouco de força, pois, ela estava muito exaltada” – o homem Auxiliar Invisível expressou-se através do pensamento.
A senhora Auxiliar Invisível colocou a garota em seus braços, expandiu a sua aura e a garota disse: “Oh!”. Então a Auxiliar Invisível desapareceu.
A enfermeira veio e correu até a cama. Os outros pacientes acordaram assustados e ficaram extasiados.
“Você é uma santa a quem os Anjos vieram, e a ajudaram?” – perguntou a enfermeira – “Eu ouvi sobre você, da enfermeira que disse ter se curado. Como você pode ser tão boa?”.
“Não sou santa” – disse a garota – “Simplesmente rezo e ensino crianças em uma escola dominical, porém, sou a garota mais feliz do mundo”.
A enfermeira fez o sinal da cruz. “Quando os Anjos aparecem é que a morte se aproxima” – disse ela.
O Auxiliar Invisível pediu a sua companheira para materializar-se rapidamente e dizer-lhes que isto não é verdade.
A Auxiliar Invisível materializou-se e falou com a enfermeira.
“Isto não é verdade” – ela disse – “Não diga isto novamente”.
Depois disso os Auxiliares Invisíveis partiram e continuaram seu trabalho.
(I.H. – AMBER M. TUTTLE)
Um naufrágio com mortos
Uma noite, alguns Auxiliares Invisíveis relataram que estiveram no Oceano Atlântico Sul, onde avistaram um barco em apuros.
Eles foram informados de que o barco poderia afundar com todos a bordo. Era um cargueiro, carregando seis mulheres e quarenta e dois homens. O barco tinha se chocado em algo, tinha feito um grande buraco no casco e a água estava entrando, rapidamente.
Depois de se materializarem, os Auxiliares Invisíveis seguiram até a cabine onde as mulheres estavam agrupadas e tentaram acalmá-las. O capitão entrou e disse que toda a esperança de salvar o barco havia acabado e que eles não foram capazes de colocar os botes salva-vidas fora, pois a água do mar estava violenta. Eles tinham acabado de perder dois botes. As pessoas rezavam e pediam aos Auxiliares Invisíveis para salvá-los. Um dos Auxiliares Invisíveis disse-lhes que tudo ficaria bem e caso morressem, todos voltariam em um curto espaço de tempo.
Rapidamente, o barco se levantou e ficou em pé por cerca de cinco minutos, sacudiu um pouco quando a caldeira explodiu, e então afundou. Finalmente, bateu no fundo, e pendeu para o lado, e acomodou-se na lama. As pessoas todas perguntaram o que havia acontecido, não percebendo que eles já estavam mortos. Eles disseram que a princípio haviam se sentido como que estrangulados por falta de ar, porém, tal sentimento havia cessado. Eles foram instruídos a seguir os Auxiliares Invisíveis, os quais os levaram a Região Fronteiriça (N.T.: entrada do Purgatório), onde foram avisados de que estavam mortos.
(I.H. – AMBER M. TUTTLE)
Aqui está um estranho caso de cura.
Na Europa alguns Auxiliares Invisíveis encontraram um pobre fazendeiro que havia sido assaltado por soldados.
Eles tinham baleado seu corpo e o abandonaram para morrer.
Os Auxiliares Invisíveis retiraram trinta e uma balas de seu peito e o levaram a um lugar onde ele tinha abrigo, comida e cuidados.
Numa segunda visita eles o encontraram se recuperando rapidamente.
Ele não estava destinado a morrer naquela época.
(I.H. – AMBER M. TUTTLE)
Algumas pessoas estão prontas quando a morte chega a elas e possuem condições de ajudar desde desencarnadas
Algumas pessoas estão prontas quando a morte chega a elas. Em uma noite de setembro, uma Auxiliar Invisível foi enviada para fazer o que ela estava apta a fim de ajudar uma outra Auxiliar Invisível mais avançada (uma Irmã Leiga) que foi assassinada em um lugar distante. Ela correu para confortar esta pobre Irmã Leiga que estava aterrorizada. Ela tinha sido baleada e morta por soldados. Eles jogaram seu corpo juntos com outros formando uma pilha de corpos com o intuito de queimá-los, pois não tinham tempo para enterrá-los.
A Auxiliar Invisível a levou a sua casa, sentou com ela em sua cama e a consolou. A Irmã Leiga disse-lhe como lamentava era ter sido assassinada. Sabia tudo sobre condições post-mortem. Ela abraçou a Auxiliar Invisível para demonstrar a sua gratidão pela sua bondade e simpatia. Ela contou a sua nova amiga que o seu corpo iria ser queimado com gasolina. Quando isso acontecesse ela iria sentir muita dor porque seu corpo ainda estava conectado com seus veículos superiores pelo Cordão Prateado.
A angustiada Irmã Leiga se perguntava porque ela tinha que ser assassinada e seu corpo queimado. Uma outra Irmã Leiga mostrou a essa Irmã Leiga, recém assassinada, e a sua nova amiga, por meio da Consciência de Júpiter, que era o seu destino morrer dessa maneira. Elas viram essa Irmã Leiga tinha sido responsável pelo assassinato de muitas pessoas e por seus respectivos corpos serem queimados, há exata cinco vidas anteriores à atual. Ela sofreu muito depois disso.
Finalmente, ela seguiu o caminho do discipulado e, em uma vida mais tarde, ela se tornou uma Irmã Leiga. Na vida atual ela vinha fazendo bem o trabalho atribuído a ela. Ela havia nascido em um país, e depois tinha imigrado para um país vizinho para ali viver.
A Auxiliar Invisível acompanhou a Irmã Leiga até que seu Cordão Prateado se rompeu pelo fogo, e então ela levou para a entrada do Purgatório. Lá a senhora responsável disse esta Irmã Leiga que ela poderia ser levada diretamente para o Primeiro Céu, ou ela poderia continuar seu trabalho como uma Auxiliar durante vinte quatro horas por dia, pois ela foi autorizada a continuar seu trabalho de ajudar os outros.
Esta Irmã Leiga não tinha nenhuma experiência purgatorial para passar e estava ansiosa a renunciar a seu descanso no Céu. Ela havia limpado o átomo-semente de seu coração e, por isso, ela estava realmente preparada para a morte. Ela pagou uma dívida de Destino Maduro que tinha feito cinco vidas antes, e, agora, ela está livre para trabalhar continuamente pela humanidade até quase o momento de um próximo e novo renascimento.
Não muito longe daqui, estes mesmos Auxiliares Invisíveis e sua parceira receberam a bela Irmã Leiga em algum lugar, enquanto trabalhavam como Auxiliares. Ela perguntou a jovem Auxiliar Invisível se poderia ser sua amiga pelo mundo e ajudar neste trabalho, uma vez que não era permitido se materializar.
“Tenho muitos amigos em minha terra nativa”, ela disse, “que gostaria de ajudar, mas não devo me materializar pelo fato de ser contrária a lei espiritual e, também, poderia assustá-los”. A Auxiliar Invisível disse que estaria feliz em ajudá-la naquilo que estivesse ao seu alcance.
(I.H. – AMBER M. TUTTLE)
Retirando um espinho de peixe da garganta de um garoto
Outra noite, estes dois Auxiliares estavam passando sobre as ilhas Havaianas quando perceberam um garoto com um fino espinho de peixe preso em sua garganta. Seu pescoço tinha dilatado tanto que ele estava sufocando.
Havia muitas pessoas reunidas no quarto e estavam desesperadas.
Dois médicos presentes queriam enviá-lo a um cirurgião para remover o espinho.
Os Auxiliares se materializaram e uma delas disse: “Nós podemos tirar o espinho”.
O médico riu do Auxiliar e disse: “Ela está delirando”.
A mãe do garoto disse para ela fazer qualquer coisa para salvar a criança.
Os Auxiliares aproximaram-se da criança que estava na cama. Um segurou a criança enquanto o outro tirou o espinho.
Quando uma pessoa está fora do Corpo Denso, tem visão de clarividente. Por causa dessa habilidade, o Auxiliar viu exatamente onde estava o espinho. Então ela desmaterializou sua mão e a colocou na garganta da criança por detrás do espinho e materializando um dedo empurrou-o para cima.
O garoto engasgou e tossiu, e o espinho voou para fora de sua boca e o Auxiliar o pegou e deu para sua mãe.
Os médicos se olharam e pasmaram com o ocorrido. Então os Auxiliares deram ao garoto um pouco de água salgada para fazer um gargarejo e deixou-o descansar.
As pessoas fizeram muitas perguntas aos Auxiliares; eles responderam todas e então partiram. (I.H. – AMBER M. TUTTLE)