porFraternidade Rosacruz de Campinas

Altruísmo: desenvolvimento pelo controle da circulação do sangue

Altruísmo – desenvolvimento pelo controle da circulação do sangue. O Altruísmo substituirá o patriotismo. O egoísmo vai sendo corroído lenta mais seguramente pelo Altruísmo.
Sob a continuidade do impacto do amor de Deus, dentro do ser humano, se desperta e aumenta a potência da força de igual natureza, o Altruísmo.
É gratificante constatarmos a prática do altruísmo e quanto este, para dignificação da humanidade, vem aumentando.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Alquimista: profundos estudantes da ciência oculta superior

Alquimista – profundos estudantes da ciência oculta superior. É crença popular que o objetivo dos seus estudos e experiências era transmutar os metais inferiores em ouro.

Essa representação simbólica foi escolhida para encobrir seu verdadeiro trabalho, a transmutação da natureza inferior em espírito. Foi descrita desse modo para evitar as suspeitas dos zelosos sacerdotes, e para não caírem em mentira.

É certa a afirmação de que os Rosacruzes formavam uma sociedade dedicada à descoberta e ao uso da fórmula para fazer a “Pedra Filosofal”. Muitas pessoas tiveram em suas mãos, e ainda tem frequentemente, essa maravilhosa pedra. É muito comum, mas não têm nenhum valor a não ser para o indivíduo que a prepara por si mesmo.

A fórmula obtém-se do treinamento oculto, não sendo os Rosacruzes, a tal respeito, diferentes dos ocultistas de qualquer outra escola. Todos estão dedicados à construção da cobiçada pedra. Cada um emprega seus próprios métodos. Não havendo dois indivíduos iguais, o trabalho eficaz, na esfera de ação de cada um, é sempre individual.

Christian Rosen Kreu trabalhou com os alquimistas séculos antes do advento da ciência moderna.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Alma: produto espiritualizado do Corpo

Alma – Durante a vida o tríplice Espírito, o Ego, trabalha sobre e no Corpo Tríplice ao qual está ligado pelo elo da Mente. Este trabalho traz à existência a Tríplice Alma. A Alma é, pois, o produto espiritualizado do Corpo. A tríplice Alma, por sua vez, amplia a consciência do tríplice Espírito.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

RECEITA – Pão com Arroz Integral

PÃO COM ARROZ INTEGRAL

  • Ingredientes:

 

  • 1 xícara (chá) de arroaz integral deixado de molho por 4hs.
  • 4 ovos
  • 2 iogurtes desnatados
  • 1/2 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de fermento químico

 

Modo de preparo:

 

  • Bata todos os ingredientes no liquidificador.
  • Unte uma forma grande e coloque a mistura.
  • Leve ao forno a 180° entre 20 e 25 minutos ou até dourar.
  • (Ele não cresce muito)
porFraternidade Rosacruz de Campinas

Autoconhecimento: a única maneira de compreendemos o mundo que nos rodeia

Autoconhecimento: a única maneira de compreendemos o mundo que nos rodeia

 

O princípio do autoconhecimento anuncia a chegada do princípio do auto despertar. Místicos como Meister Eckart (N.R.: frade dominicano, reconhecido por sua obra como teólogo e filósofo e por seu misticismo. Ele é considerado como um dos grandes símbolos do espírito intelectual da idade média) e Angelus Silesius (N.R.: Pseudônimo de Johannes Scheffler (1624-1667), poeta, Místico cristão, filósofo, médico, poeta, jurista Germânico) e filósofos como Platão e Goethe examinaram com todo o cuidado o problema do autoconhecimento. De forma geral concluíram que um aumento de cuidados e autoconhecimento é paralelo com um aumento da compreensão da unicidade da vida e da unidade de tudo. Quanto mais claramente nos conhecemos a nos próprios, mais claramente compreendemos o mundo que nos rodeia e vice- versa.

 

O mundo exterior existe para nós, na medida em que se comunica com a nossa consciência ou, mais exatamente, na medida em que nossa consciência esteja preparada para compreendê-lo. Exatamente como o acesso a todos os livros do mundo, não será de nenhuma valia, se não soubermos lê-los, assim, também, não poderemos compreender a mensagem de algo externo a nós, a menos que tenhamos desenvolvido dentro de nós a habilidade para compreender a sua “linguagem”.

 

Uma vez que tenhamos aprendido a “linguagem” de qualquer coisa ou faceta externa que desejamos compreender, estaremos aptos a recebê-la e absorvê-la dentro de nós. Então, se realmente estamos “vigilantes e sensíveis”, ela pode tornar-se, literalmente, uma parte de nós. O conhecimento, então, não provém tanto das coisas observadas, como do observador. As cores existem em tudo que vemos, mas não podem transmitir ao olho nada que nele não exista. Ao contrário, o olho é que deve reconhecer qual a cor observada.

 

(Revista Serviço Rosacruz 05/80 – Fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Compreensão Interior: não se feche à verdadeira natureza das coisas

Compreensão Interior: não se feche à verdadeira natureza das coisas

As coisas externas “falam-nos”, por assim dizer, somente quando sua “fala” possa ser compreendida por nossas naturezas internas. Se o ser humano quiser obter conhecimento não pode conservar-se passivo no seu meio-ambiente. Ele deve, ativamente, produzir reações naquele meio-ambiente, proveniente de dentro de si próprio. Portanto, não existe tal coisa como revelação externa, mas, somente, um despertar interior.

Cada pessoa tem o que pode ser chamado de sua própria verdade, porque cada pessoa é um indivíduo, um ser separado. Do ponto de vista particular com o qual, do seu lugar na escada da evolução, ele está sintonizado, e de acordo com o contexto no qual os seus poderes de percepção operam, ele estabelece um relacionamento com aquilo que parece ser externo a ele e assim, adquire a sua própria “verdade”, para si próprio. A exatidão desta “verdade” depende do grau de seu autoconhecimento. Como Goethe disse: “Se eu conheço a minha relação comigo mesmo e com o mundo exterior, eu a chamo verdade. E assim cada um pode ter sua própria verdade e, apesar de tudo ela é sempre uma e a mesma”.

Já foi dito que há dois tipos de conhecimento: um que compõe o nosso relacionamento com os objetos externos e o outro é aquele que é ele próprio, o objeto do qual obtemos conhecimento: as coisas como as vemos e as coisas como, na verdade, são. A primeira espécie é dominante na ciência material que tenta explicar as coisas e os acontecimentos do mundo exterior. A segunda espécie está em nós quando vivemos dentro do conhecimento que obtivemos. A segunda espécie de conhecimento, então, origina-se da primeira.

É, talvez, simplesmente natural que dois tipos de conhecimento devam existir desta maneira. A percepção sensorial do ser humano diz-lhe que é um indivíduo entre outros indivíduos e separado das outras coisas. Porém, quando ele aprende a compreender que é um Deus em formação, feito a imagem de nosso Deus solar – quando, em outras palavras, ele se abre ao conhecimento superior, compreendendo a sua natureza divina – o conhecimento que ele tem das coisas começa a transformar-se numa compreensão da verdadeira existência e significado das coisas. Esta transformação, todavia, só pode ser realizada pelo esforço próprio. O ser humano só começa a ser verdadeiramente ele próprio, quando obtém este elevado conhecimento.

Muitas pessoas parecem vacilar para frente e para trás, entre os dois tipos de conhecimento – olhando e verdadeiramente sabendo. Quando alguém se recusa a olhar, fecha-se às coisas cuja natureza ele deve aprender a conhecer. Quando se recusa a trabalhar para a obtenção da sabedoria, ele fecha-se à verdadeira natureza das coisas.

(Revista Serviço Rosacruz – 05/80 – Fraternidade Rosacruz – SP)

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Alimento: o alimento de um ser humano é veneno para outro

Alimento – Todos os bois pastam erva e todos os leões comem carne, mas “aquilo que é alimento para um ser humano pode ser veneno para outro”. Isto é mais uma ilustração da absoluta influência do Espírito-Grupo. Tal influência contrasta com a do Ego, que faz cada ser humano necessitar de uma porção de alimento diferente da que precisa outro. Os mais puros e melhores alimentos têm suas partículas envolvidas por Éter planetário e matéria de desejos mais pura. Se eles forem empregados na construção do Corpo Denso, purificam e melhoram todos aqueles Corpos.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Alento: “nephesh” em hebraico

Alento: “nephesh” em hebraico, é o mesmo no ser humano e no animal. Isto se pode demonstrar mesmo àqueles que se baseiam firmemente na autoridade da Bíblia. Segundo Capítulo do Gênesis: “Então, Jeová formou o ser humano do barro da Terra e soprou suas narinas o alento (nephesh) e o ser humano converteu-se em uma criatura que respirava (nephesh chayim)”.

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Água: o elemento Água só foi acrescentada nesse Esquema de Evolução no Período Lunar

Água – Até a Época Atlante só a água fora usada como bebida nas cerimônias e serviços do Templo. O elemento Água só foi acrescentada nesse Esquema de Evolução no Período Lunar. A antiga Atlântida diferia do mundo atual em muitas coisas; a maior diferença estava na constituição da atmosfera e da água daquela época. A água não era tão densa como agora, continha maior proporção de ar. A atmosfera da Atlântida, nebulosa e pesada, tinha muita água em suspensão.

Lembremos que a Água é o grande dissolvente.

 

 

porFraternidade Rosacruz de Campinas

Pergunta: A Alma de uma mulher é masculina e a Alma de um homem feminina?

Pergunta: A Alma de uma mulher é masculina e a Alma de um homem feminina?

Resposta: Falando em termos gerais, podemos responder afirmativamente. O Corpo Vital, que é eventualmente transformado, transmutado e espiritualizado em alma, é do sexo oposto.

É formado, órgão por órgão, exatamente como o Corpo Denso, mas com essa única exceção, e isto esclarecem muitos fatos que seriam, de outras maneiras, inexplicáveis. As faculdades inerentes do Corpo Vital são o crescimento, a propagação, a assimilação e a memória. A mulher, por ter um Corpo Vital positivo, amadurece mais cedo que o homem, e as partes que permaneceram semelhantes às plantas, como o cabelo, crescem mais e são mais viçosas e, naturalmente, um Corpo Vital positivo gerará mais sangue do que o Corpo Vital negativo possuído pelo homem. Por isso, temos na mulher uma pressão sanguínea maior, que é necessariamente aliviada pelo fluxo periódico que cessa na menopausa, provocando nela um segundo crescimento, ao qual já aludimos quando a qualificamos de “madura”.

Os impulsos do Corpo de Desejos projetam o sangue através do sistema numa velocidade oscilante, de acordo com a intensidade das emoções. A mulher, tendo sangue em excesso, trabalha sob uma pressão bem mais elevada do que o homem e, embora esta pressão seja aliviada pelo fluxo periódico, muitas vezes é necessário recorrer a um meio que permita maior vazão: suas lágrimas, que são um sangramento branco, uma válvula de segurança que remove o excesso do fluido. Os homens, embora experimentem emoções tão intensas quanto às das mulheres, não são propensos a chorar porque não têm sangue além do necessário.

Sendo positivamente polarizada na Região Etérica do Mundo Físico, a esfera da mulher situa-se mais no lar e na igreja, onde ela sempre foi circundada por amor e paz, enquanto o homem trava, sem tréguas, a batalha do forte para a sobrevivência do mais apto no denso Mundo Físico, onde ele é positivo.

(Livro: Perguntas e Respostas – Vol. I – pergunta 08 – Max Heindel)

Idiomas