Você pode aproveitar tudo ou quase tudo
Sim, você pode aproveitar quase tudo aquilo que, aparentemente, não tem mais serventia e por esta razão e considerado meramente um lixo.
O ser humano formou sociedades altamente desenvolvidas, complexas e eivadas de paradoxos. Um destes é o irracional desperdício das coisas.
Todos lamentam a crise econômico-financeira ora intranquilizando as nações, mas pouco faz de realmente efetivo para amenizá-la. As pessoas se queixam da crescente compressão a que são obrigadas a submeter seus orçamentos, mas não buscam soluções novas. Limitar-se a alternativas convencionais, já anacrônicas e ineficazes, ou aguardar passivamente iniciativas do poder público constitui um posicionamento no mínimo inconsequente.
A presente situação atinge a todos, a tudo sacrifica, mas encerra um aspecto positivo: para ser superada, exige um esforço criativo original, uma superdinamização imaginativa. Vencida a crise, e em função dela, encontramos inovações nos vários campos de atividade humana, projetando novas luzes ou reformulando conhecimentos até então, considerados dogmas.
As dificuldades são, muitas vezes, uma forma de repensar e redefinir as coisas, de questionar posicionamentos, de divisar inéditas perspectivas. Não fosse assim, ainda viveríamos no estágio de pessoas das cavernas.
Entendemos ser esta maneira positiva de encarar a atual crise. Por que não procurar soluções originais? Isto se aplica também a questão do desperdício. Por exemplo, muita coisa atirada ao lixo pode ser economicamente reaproveitada ou reciclada, como queiram. Basta apenas descobrir como.
O Grupo Seiva – Ecologia, em oportuno trabalho que publicou, sob o titulo “Lixo não é lixo”, oferece interessantes sugestões a respeito. Inicialmente, recomenda não jogar no lixo embalagens novas, feitas de matéria prima cara, muitas delas em extinção e algumas altamente poluentes (plásticos).
Uma boa medida é evitar sempre que possível o uso do saco de papel ou plástico, utilizando a sacola direta. Saquinhos de plástico de feira ou quitanda podem ser devolvidos para reutilização aos próprios quitandeiros ou feirantes. Inclusive, a própria dona de casa pode levá-los para neles acondicionar os produtos comprados. Os feirantes também recebem de volta as embalagens de ovos, de papelão ou isopor. Não é uma forma de economizar? Sacos de leite vazios e demais embalagens plásticas podem ser doados a instituições de caridade. Elas saberão como utilizá-los.
Muita coisa comumente atirada ao lixo pode ser empregada em trabalhos de artesanato. Pessoas com certa habilidade manual ou artística conseguem transformar objetos aparentemente inúteis em maravilhosos e originais ornamentos domésticos.
Se você cultiva sua hortinha, fique sabendo: restos de alimentos e mesmo outros detritos podem ser convertidos em excelentes adubos.
Mas se você não se julgar dotado dessas habilidades, não se aborreça. Há alternativas. Uma delas: amasse e junte aos jornais e revistas velhos todas as embalagens de papelão normalmente jogadas no lixo. Garrafas, caixas de remédios, pasta de dente, lâmpadas, latas de aveia, farinha, etc, cedendo-as ao lixeiro ou ‘catador de lixo’ ou ao garrafeiro. Você, por certo, vai ajudá-los a ganhar um dinheirinho, colaborando assim na luta contra o desperdício e poluição.
Economize dinheiro e evite o uso do plástico. Ele não se degrada na natureza e fica poluindo por muitos anos. Não desperdice! Use a imaginação! Creia, você será o maior beneficiado.
(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 07/82 – Fraternidade Rosacruz – SP)
A Lei imutável da atração pode ser utilizada como desejamos utilizá-la
Para o aspirante espiritual sincero, a exatidão e segurança com que operam as leis espirituais é ao mesmo tempo extremamente satisfatória e inspiradora. Sua perfeita confiança dá um sentimento de segurança que nada poderá diminuir, e um incentivo para uma vida construtiva que sempre estão presentes.
Booker T. Washington disse: ”não permitirei que nenhum homem me arraste a um grau tão baixo que me faça odiá-lo” e talvez ele falasse mais compreensivamente do que realizou. Quando nutrimos ou emitimos pensamentos de ódio ou coisa semelhante, não somente geramos um veneno em nossos corpos físicos, mas também nos sintonizamos com as vibrações mais inferiores do Mundo do Desejo, essa região habitada por entidades indesejáveis de muitas classes. Sintonizamo-nos com suas vibrações baixas e, portanto, nos tornamos susceptíveis às suas influências. Podemos ainda ser instigados a agir criminosamente sem sabê-lo atraindo para nós o estímulo de más entidades que se regozijam com as vibrações de vícios destrutivos.
Ao contrário e felizmente podemos elevar-nos a um estado de graça, de vida abundante usando inteligentemente esta mesma lei de atração. Quando enviamos pensamentos de bondade, compaixão e amor, colocamo-nos em sintonia com a vibração do Cristo, o plano da Sabedoria Universal e as elevadas forças espirituais que operam nesse plano estão automaticamente atraindo-se conosco.
Estaremos, então, estimulados e alimentados em ter pensamentos elevados e a executar atos nobres, e poderemos estabelecer tal atitude, habitualmente, por um esforço suficientemente persistente. Em todos os planos do ser “o semelhante atrai o semelhante”.
A Lei imutável da atração pode ser utilizada como desejamos utilizá-la. Alinhando-nos de todo o coração com os Planos de Luz poderemos forçar-nos mais rapidamente para caminhos evolutivos. Como indivíduos e como grupos podemos, por uma aplicação diária de um reto viver, atrair para nossas vidas uma parte fecunda do “depósito” cósmico de harmonia e verdades e assim promovendo nossa utilidade “como canais conscientes para o trabalho benéfico de nossos Irmãos Maiores no serviço a humanidade”.
(Artigo publicado na Revista ‘Serviço Rosacruz’ de 05/43 e em 10/81 na Fraternidade Rosacruz – SP)
O Cume Espiritual do Ser Humano
O essencial não está em ser poeta, nem artista, nem filósofo; o essencial é que cada um tenha a dignidade de seu trabalho, alegria com seu trabalho, a consciência de seu trabalho. O anelo de fazer bem as coisas, o entusiasmo de sentir-se satisfeito, de querer o que é seu, é a sã recompensa dos fortes, dos que tem o coração robusto e o espírito limpo. Dentro dos sagrados números da natureza, nenhum trabalho bem feito vale menos, nenhum vale mais.
Todos nós somos algo necessário e valioso na marcha do mundo. O que constrói a torre e o que constrói a cabana, o que tece os mantos imperiais e o que costura o traje humilde do trabalhador; o que fabrica a sandália de sedas imponderáveis e o que fabrica a rude sola que protege no chão duro, os pés do trabalhador. Todos nós somos “ALGO”. Todos nós estamos nivelados por essa força reguladora que reparte os dons e impele as atividades.
Um grão de areia desequilibra ou sustenta uma pirâmide; um pão duro salva ou destrói uma vida; uma gota de água murcha ou faz reverdecer um laurel. Todos nós somos algo, representamos algo; fazemos viver algo, ansiamos algo. O que semeia o grão que sustenta nosso corpo, vale tanto quanto o que semeia a semente que nutre nosso espírito, como que em ambos os trabalhos vai envolto algo transcendental, nobre e humano: dilatar a Vida.
Talhar uma estátua, polir uma joia, aprisionar um ritmo, pintar um quadro, são coisas admiráveis. Tornar fecunda a propriedade estéril e povoá-la de florestas e de mananciais, ter um filho inteligente e belo, e logo polir lhe a alma e amá-lo, ensinar-lhe a abrir o coração e a viver sintonizado com a harmonia do mundo, essas são coisas eternas.
Ninguém se envergonhe de seu trabalho, ninguém repudie sua obra, se nela houver posto o afeto diligente e o entusiasmo fecundo. Ninguém inveje a ninguém, porque ninguém poderá presentear-lhe com o dom alheio e nem tirar o próprio. A inveja é uma broca de madeira apodrecida, NUNCA DAS ÁRVORES SADIAS. Cada qual amplie e eleve o que é seu, defenda-se e proteja-se contra toda a má tentação, porque se na palavra religião Deus nos dá o pão nosso de cada dia, na satisfação do esforço legítimo nos brinda a atividade e o sossego.
O triste, o mau, o daninho, e o que definha a alma, o que nega tudo, o incapaz de admirar e de querer. O nocivo e o néscio, o não modesto, o tonto, o que nunca quis nada e o que censura tudo; o que jamais foi amado e repudia o amor, porém, o que trabalha, o que ganha o seu pão e nutre sua alegria, o justo, o nobre, o BOM, para esse o porvir sacudirá sua ramagem coalhada de flores e de orvalho, quer derrube montes, quer grave poemas.
Que ninguém se sinta diminuído. Ninguém maldiga ninguém. Ninguém desdenhe a ninguém. O cume espiritual do ser humano foi o retorno para as coisas simples e humildes.
(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 05/82 – Fraternidade Rosacruz – SP)
Mundos espirituais – termo relativo, mas na grande maioria dos casos se refere da Região Etérica do Mundo Físico ao Mundo de Deus, ou seja:
– Região Etérica do Mundo Físico
– Mundo do Desejo
– Mundo do Pensamento
– Mundo do Espírito de Vida
– Mundo do Espírito Divino
– Mundo dos Espíritos Virginais
– Mundo de Deus
ou seja: Mundos em que temos que desenvolver a visão apropriada para funcionarmos conscientemente neles.
Mundos suprafísícos – termo relativo, mas na grande maioria dos casos se refere do Mundo de Desejo ao Mundo de Deus, ou seja:
– Mundo do Desejo
– Mundo do Pensamento
– Mundo do Espírito de Vida
– Mundo do Espírito Divino
– Mundo dos Espíritos Virginais
– Mundo de Deus
ou seja: Mundos em que temos que desenvolver a visão apropriada para funcionarmos conscientemente neles.
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INGREDIENTES:
MODO DE PREPARO;
Pergunta: Os Rosacruzes ensinam que Cristo foi um Mensageiro Divino, um Salvador do Mundo?
Resposta: Sim, Jesus Cristo foi o ser mais elevado que alguma vez já funcionou em um Corpo Físico. O Grande Arcanjo Cristo é, todavia, o espírito interno da Terra, o Salvador da Humanidade. Depois de um cuidadoso estudo dos Ensinamentos Rosacruzes, Cristo chega a ser um fator vivente na vida destes estudantes, que não só reconhecem a divindade de Cristo, senão que fazem todo esforço para seguir Seus passos.
A Natureza e as Forças que Regem
A Natureza é Deus em manifestação; é a Sua expressão simbólica. Todos os processos da Natureza nada mais são que atividades divinas, por mais simples que possam parecer.
As Leis Divinas e as Leis Naturais são, em última análise, a mesma coisa. Entre ambas há uma perfeita integração e harmonia. As “anomalias”, se é que podemos chamá-las assim, surgem quando o ser humano interfere ignorantemente nos processos naturais. A humanidade sofre e causa sofrimento, porquanto, age em oposição aos desígnios divinos. Dotado de livre-arbítrio, ao ser humano permitiu-se até semear o desequilíbrio na natureza.
Contudo, essa prerrogativa tem um limite e o semeador deverá colher o resultado de seus atos errôneos. Tornam-se cada vez mais evidentes essas consequências danosas.
Na natureza existe um equilíbrio entre todos os seus componentes, resultado de uma evolução de milhões de anos.
Nela não existe o que nós denominamos de “pragas” ou animais daninhos, já que a excessiva proliferação de uma espécie atrairia os seus inimigos naturais, que se encarregariam de controlar seu crescimento numérico. Mas o ser humano abalou essa estrutura perfeita desde que, por pretensa necessidade ou capricho, passou a modificar o ambiente natural. Como exemplo, temos as devastações florestais com a finalidade de extrair madeira para construções ou combustível; a construção de barragens, com o desvio de rios de seu curso natural.
Tudo isso vem sendo feito no sentido de atender a interesses egoístas e imediatistas, com criminosa omissão ou conivência daqueles a quem caberia coibir tais abusos. Hoje sofremos os efeitos da poluição ambiental, de uma agricultura assolada por pragas (problema agravado com o uso irresponsável e em grande escala dos chamados “defensivos agrícolas”) e com uma redução em sua área disponível. Uma das consequências também é o desequilíbrio meteorológicos, com o aumento das enchentes e períodos de seca, e estações de ano menos caracterizadas.
Futuramente, a humanidade logrará emancipar-se das Leis da Natureza. Esse é o plano divino. Mas até lá terá de viver em harmonia com as leis vigentes. A compreensão inteligente dos propósitos divinos só se conquista por meio de uma vida de altruísmo, de estudo e meditação, de um esforço sincero em adequar-se aos parâmetros superiores da existência.
Os processos da natureza baseiam-se em cálculos da Mente Divina. O Universo inteiro foi erigido sobre linhas matemáticas e geométricas. O matemático, cuja formação lhe permite raciocinar de modo impessoal e abstrato, tem uma concepção da Natureza, ou de Deus, mais exata do que aqueles incapazes de transcender o pessoal, sensorial e emocional. Enquanto a consciência do pensador abstrato se amplia e aprofunda, a dos outros permanece circunscrita à esfera material. As chamadas Forças da Natureza (magnetismo, eletricidade, etc.) são seres altamente evoluídos e inteligentes, que guiam elementais conhecidos por Espíritos da Natureza. As Forças da Natureza não só colaboram na evolução da onda de vida humana como também na das outras três em desenvolvimento na Terra. Não é possível obrigar as Forças da Natureza a agir de determinada maneira, mas podem-se realizar verdadeiros “milagres”, desde que aja harmoniosamente com elas. Conhecendo as leis que regem as manifestações das Forças da Natureza, poderemos descobrir a via de menor resistência com a qual obteremos o máximo de energia. Como exemplo, citamos os fios de cobre (metal que oferece uma linha menor de resistência) como melhores condutores de eletricidade do que quaisquer outros. Baseado no mesmo princípio poderá obter variedades saborosíssimas de frutas e legumes atuando de forma inteligente com as Forças da Natureza. O mesmo sucede com todos os que conseguem “maravilhas” botânicas ou científicas, mesmo não reconhecendo a inteligência destes Seres ou não compreendendo sua ligação com eles.
Na mitologia escandinava uma das três raízes de Yggdrasil, a Árvore do Mundo, estava ligada aos chamados Gigantes de Granizo, símbolo das Forças da Natureza tal como as conhecemos hoje. Estes Gigantes eram mais antigos do que a Terra e colaboraram no processo de sua formação.
Tudo o que foi dito acima não chega a dar uma pálida ideia do que são e como agem as Forças da Natureza, mas pelo menos é um convite para um estudo mais acurado deste tema, despertando-nos para uma grande realidade.
(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 07/82 – Fraternidade Rosacruz – SP)
A literatura Rosacruz oferece-nos temas fascinantes para estudo e meditação. Max Heindel desvenda, principalmente no Conceito, com sabedoria e encanto as raízes metafisicas da evolução humana. Contém o fruto de profundas investigações ocultistas realizadas nos planos internos da Natureza. Mais do que isso, em cada letra vibra a alma do autor, um autêntico Apóstolo do Cristianismo nos tempos modernos.
Não obstante a diversidade de temas tratados na obra básica, entre eles subsiste a coerência, alinhavando-se numa unidade perfeita. E o que é mais admirável: cada obra aparenta ser uma extensão das outras. Em conjunto englobam as mais ousadas concepções da filosofia oculta.
Ao espírito acadêmico do século XX, sequioso de se elevar sobre as limitações do materialismo, os Ensinamentos Rosacruzes são uma dádiva dos céus. O grandioso plano do sistema filosófico e religioso em que se apoiam, conferem-lhes poder para esclarecer os mais intrincados problemas, atualmente afligindo a humanidade.
Os Ensinamentos Rosacruzes satisfazem plenamente a natureza intelectual dos povos ocidentais, podendo ser submetidos ao mais rigoroso crivo da lógica. Mas não foi essa a única intenção dos Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz, quando autorizaram sua divulgação ao público, no início deste século. Sancionados pelo intelecto há que encontrar ressonância no coração: eis porque foram disseminados.
O próprio Max Heindel revelou sua preocupação em que o Conceito Rosacruz do Cosmos deixasse de cumprir sua finalidade precípua, qual seja: a de tornar o ser humano um ser espiritualmente elevado.
Os encômios estampados nos mais famosos jornais da época, muito menos as expressões entusiásticas dos leitores, afastavam Max Heindel da realidade: de pouco valor seriam os Ensinamentos Rosacruzes, se lograssem apenas informar ou enriquecer cabedais de cultura, sem, entretanto, sensibilizar o íntimo de cada leitor. Isto, diante dos mais elevados objetivos da Ordem seria um fracasso lamentável.
Os Ensinamentos Rosacruzes, quando nas mãos de diletantes, constituem pérolas atiradas aos porcos. Infelizmente algumas pessoas são conduzidas às portas da Fraternidade por mero diletantismo intelectual, não lhes sobrando nenhuma motivação de ordem espiritual. Sua curiosidade superficial, entretanto, não lhes ensejará mais que tímidos passos na Senda. Buscam novidades. Mas, não há novidades: há verdades antigas em novas roupagens, em vestimentas desconhecidas do grande público. As novidades não se encontram em inusitadas formas de apresentação, exigidas pela época. A novidade está na constante descoberta interna daquilo que o estudante vai vivenciando. Isto, porém, requer “penetração”, além do estudo superficial. Os Ensinamentos da Rosacruz são práticos por excelência. Podem e devem ser empregados no cotidiano, transformando-se, mesmo, num estilo de vida. Mas, reconhecemos, não é uma tarefa das mais fáceis. Exige sacrifício, persistência e idealismo. Quantos estão dispostos a empreender tais esforços?
(Revista ‘Serviço Rosacruz’ – 05/82 – Fraternidade Rosacruz – SP)
OBSERVAÇÕES:
1. Efemérides calculada para: Noon at Greenwich (Meio dia de Greenwich) – não há necessidade de qualquer ajuste ou fatores de correção para utilização na Astrologia Rosacruz
2. Repare que os valores da Longitude dos Astros são fornecidos com a precisão de centésimos de minutos, que, para o nosso caso, não é necessária tamanha precisão.
Assim, considere o arredondamento matemático:
– Até 4, arredonde para baixo
– Acima de 5, arredonde para cima
Exemplo: 25o10.5 = 25o11’
A mesma regra aplique para a Hora Sideral (Sideral Time – ST)