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	<title>Arquivos médiuns de transe - Fraternidade Rosacruz em Campinas - SP - Brasil</title>
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	<description>Uma Associação de Cristãos Místicos</description>
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	<title>Arquivos médiuns de transe - Fraternidade Rosacruz em Campinas - SP - Brasil</title>
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		<title>Pergunta: Sei que a Fraternidade Rosacruz desaconselha a mediunidade, mas vendo os resultados  do “bem” via as atividades de ajuda equilibraria o mal ao médium?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fraternidade Rosacruz de Campinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2020 01:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[clarividência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PERGUNTA: Sei que a Fraternidade Rosacruz desaconselha a mediunidade e li a explica&#xE7;&#xE3;o do por que ela &#xE9; indesej&#xE1;vel e at&#xE9; mesmo perigosa.&#xA0; Contud</p>
<p>O post <a href="https://fraternidaderosacruz.com/sei-que-a-fraternidade-rosacruz-desaconselha-a-mediunidade-mas-vendo-os-resultados-do-bem-via-as-atividades-de-ajuda-equilibraria-o-mal-ao-medium/">Pergunta: Sei que a Fraternidade Rosacruz desaconselha a mediunidade, mas vendo os resultados  do “bem” via as atividades de ajuda equilibraria o mal ao médium?</a> apareceu primeiro em <a href="https://fraternidaderosacruz.com">Fraternidade Rosacruz em Campinas - SP - Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>PERGUNTA:</strong> Sei que a Fraternidade Rosacruz desaconselha a mediunidade e li a explicação do por que ela é indesejável e até mesmo perigosa.&nbsp; Contudo em vista do número crescente de livros que dão conta dos auxílios de variada espécie proporcionados através de médiuns, surgiu a questão de que se existe a possibilidade de a mediunidade ser justificada em virtude das valiosas informações dadas periodicamente. Parece que foram salvas vidas e têm sido reveladas muitas informações cientificas através da instrumentalidade dos médiuns. Acaso o “bem” que isso está acarretando equilibraria o mal ao médium?</p>



<p><strong>RESPOSTA</strong>: Embora afirme conhecer a literatura da Fraternidade Rosacruz explicativa do porquê consideramos a mediunidade perigosa para sermos úteis a alguns de nossos leitores que podem não compreender sua real natureza, mencionamos em primeiro lugar os fatos básicos concernentes.</p>



<p>Além do Corpo Denso (o físico) e visível que se utiliza aqui nesse Mundo, objetivando finalidades materiais, o ser humano tem um Corpo Vital, composto de Éter, um Corpo de Desejos e um veículo Mente. O Espírito ou Ego individualizado vive nesses veículos interpenetrados e os utiliza a fim de haurir experiência na escola da vida.</p>



<p>No estado de vigília, o Corpo Denso e o Corpo Vital (o último interpenetrando e estendendo-se por uns 3 centímetros além do primeiro) são cercados e interpenetrados pela nuvem ovalada compreendendo o Corpo de Desejos e a Mente. Estes veículos são concêntricos e se interpolam de forma que os centros sensoriais não se acham em alinhamento com os centros sensoriais do outro, fazendo com que o Ego possa manipular o complexo organismo e desempenhar de modo ordenado os processos da vida a que chamamos de razão, elocução e ação.</p>



<p>Quando o Corpo Denso adormece, há uma separação dos veículos. O Ego e a Mente, encerrados no Corpo de Desejos, saem do Corpo Vital e do Corpo Denso. Os dois últimos permanecem no leito, enquanto os veículos superiores revoluteiam acima ou próximo do corpo adormecido, a ele ligados pelo Cordão Prateado. O processo de restauração começa um pouco depois. Nos casos normais, o Corpo de Desejos (tendo sido harmonizado no Mundo do Desejo) bombeia ritmicamente energia ao Corpo Vital e esse, por sua vez, começa a trabalhar sobre o Corpo Denso, eliminando os produtos deletérios, principalmente por meio do sistema nervoso simpático. Resulta que o Corpo Denso fica restaurado e abundante de vida, quando o Corpo de Desejos, a Mente e o Ego reentram pela manhã e fazem-no despertar.</p>



<p>Na morte, ocorre separação entre os corpos, idêntica à do sono. Os assim chamados mortos, têm Ego, Mente e Corpo de Desejos e, muitas vezes, ficam cônscios, durante algum tempo após a morte, do Mundo material por eles deixado. Alguns apegam-se à vida terrena e não podem levar suas Mentes a aprender suas novas lições. São chamados de “Espíritos apegados à Terra”. Não funcionam no Mundo visível sem um corpo; entretanto, desse modo utilizam-se dos seres viventes, cujos Corpos Denso e Vital estão estreitamente ligados. Todos Espíritos não estão confinados com igual intimidade à prisão do corpo. Durante as Épocas Lemúrica e Atlante o ser humano foi um Clarividente involuntário e foi a tênue ligação entre os Corpos Denso e Vital que o tornou assim.</p>



<p>Desde então o Corpo Vital tornou-se muito firmemente entrelaçado com o Corpo Denso na maioria das pessoas; em todos os sensitivos, porém, há uma certa frouxidão. Essa frouxidão constitui a diferença entre a pessoa psíquica e a comum, inconsciente de tudo, menos as vibrações postas em contato pelos cinco sentidos.</p>



<p>Há, destarte, duas classes de sensitivos: aqueles que não se tornaram firmemente enredados na matéria e os que se acham na vanguarda da evolução.</p>



<p>Os últimos estão emergindo do nadir da materialidade e acham-se, novamente, divididos em duas classes, uma das quais desenvolve-se de modo passivo, isto é, os de volição fraca. Com a ajuda dos outros eles despertam o &#8220;plexo solar&#8221; ou outros órgãos em conexão com o sistema nervoso involuntário. São, portanto, Clarividentes involuntários, médiuns, que não dominam suas faculdades. Eles retrogradaram. São presas dos “Espíritos apegados à Terra” que constituem a si mesmos “Espíritos-Guia”. Esses transformam suas vítimas em “médiuns de transe” ou em médiuns de materializações.</p>



<p>A outra espécie é constituída por aqueles que, por suas próprias vontades, revelam as forças vibratórias dos órgãos ora conectados ao sistema nervoso voluntário, tornando-se assim ocultistas treinados, controlando os seus próprios corpos e exercendo a faculdade clarividente à medida em que desejam assim fazer. Estes são chamados Clarividentes voluntários ou treinados.</p>



<p>Vemos, desse modo, que um médium é um Clarividente negativo ou involuntário, possuindo os Corpos Denso e Vital ligados frouxamente e sob o controle de um Espírito no Mundo do Desejo.</p>



<p>No caso de um médium de transe todas as suas experiências ocorrem enquanto o Corpo Denso (físico) se acha em transe. Acontece que é o Ego envolto na Mente e no Corpo de Desejos que deixa para trás um Corpo Denso, sucedendo então a mesma separação, como num sono comum sem sonhos com a diferença, porém, de que o Corpo Denso não é deixado inabitado, sobre o leito. O controle do Espírito comumente adentra no Corpo Denso do médium, tomando posse dele e utilizando-o à sua vontade e, muitas vezes, em grande detrimento de sua vítima. Não podemos assinalar às pessoas, com a ênfase devida, o quanto este Corpo Denso é o nosso instrumento mais valioso, de forma a constituir-se num erro gravíssimo, deixa-lo à mercê de um hipnólogo ou de um espírito controlador.</p>



<p>Infelizmente, à grande maioria dos médiuns não se apercebe de que se acha em perigo. São eles, particularmente, inconscientes do enorme inconveniente que os ameaça após à morte. O Corpo de Desejos pode, então, ser apropriado pelo espírito controlador, como se mencionou anteriormente. Caso tentem deter a influência do espírito controlador, enquanto ainda permanece no corpo, apercebem-se de que a entidade os possui de modo extraordinariamente forte, num controle muito difícil de romper, sendo que os mesmos devem compreender que, naturalmente, quando a morte os leva ao mesmo mundo, juntamente com esses controles, o perigo será ainda maior.</p>



<p>Agora, respondendo à sua pergunta específica: não, não achamos que o “bem” que possa resultar da mediunidade contrabalance o mal acarretado ao médium. Todo “bem” que for praticado por uma pessoa, certamente redunda a seu favor, espiritualmente falando, mas isso não afasta os resultados indesejáveis do rompimento das Leis da Natureza. Se uma pessoa coloca sua mão numa fogueira, a fim de salvar um determinado objeto, poderá o mesmo ser salvo, mas a mão ficará queimada. Não pensamos ser ato de sabedoria o recorrer à mediunidade, a fim de obtermos informações ou “provarmos” uma questão controvertida — ou por qualquer outra razão – lamentamos verificar que existem numerosos livros comuns, que parecem apoiar a mediunidade, minimizando ou ignorando os seus perigos e exagerando os seus benefícios aparentes.</p>



<p class="has-text-align-right">(Publicado na Revista ‘Serviço Rosacruz’ – maio/70)</p>
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		<title>Psiquismo não é Espiritualismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fraternidade Rosacruz de Campinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 20:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento futuro do Ser Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Clarividentes]]></category>
		<category><![CDATA[Época Lemúrica]]></category>
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<p>Nos primórdios do desenvolvimento da humanidade, no Período Terrestre, todos eram Clarividentes involuntários. A causa poderia ser encontrada na debilidade ou frouxidão existente entre os Corpos Denso e Vital. Daquela época para cá, esses veículos se interpenetraram e ajustaram-se com rigidez gradativamente mais acentuada. Isso é válido para a maioria, porém, nas pessoas sensitivas o laço é pouco firme. Eis aí a diferença entre aqueles dotados de manifesto psiquismo e os comuns, isto é, aqueles inconscientes de todas as vibrações imperceptíveis aos cinco sentidos físicos. Encontramos as pessoas sensitivas tipificadas em duas classes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Aquelas ainda não firmemente ligadas à matéria, tais como os nossos irmãos e irmãs que ainda constroem corpos que designamos como para raças inferiores;</li>



<li>Aquelas posicionadas na vanguarda da evolução. São os mais adiantados.</li>
</ol>



<p>No grupo 2 encontramos uma subdivisão:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Clarividentes voluntários ou ocultistas. Por vontade própria desenvolveram a força vibratória dos órgãos ora unidos ao sistema nervoso voluntário. Os centros sensórios de seus Corpos de Desejos apresentam vórtices tendentes a girar no sentido dos ponteiros de um relógio.</li>



<li>Clarividentes involuntários ou médiuns. São pessoas passivas, de vontade fraca. Nelas, o despertamento do &#8220;Plexo Solar&#8221; e de outros órgãos relacionados com o sistema nervoso involuntário produz um estado de consciência dos planos internos, onde as imagens surgem como que refletidas num espelho. Assemelha-se muitíssimo com a consciência comum à humanidade na Época Lemúrica. Os centros sensórios giram no sentido oposto ao do movimento dos ponteiros de um relógio. São Clarividentes, é verdade, mas não possuem domínio sobre suas faculdades.</li>
</ol>



<p>Os seres assim classificados, como Clarividentes negativos ou médiuns, muitas vezes tornam-se vítimas de espíritos inferiores, apegados à Região Química do Mundo Físico.</p>



<p>Esses espíritos inferiores, dizendo-se “Guias”, procuram transformar suas vítimas em “médiuns de transe”. Se o elo entre os Corpos Denso e Vital não é muito rígido, desenvolvem-nas como “médiuns de materialização”.</p>



<p>É importante frisar: os espíritos de elevada natureza moral não procuram exercer controle sobre médiuns. Só os espíritos inferiores tendem a fazer essas tentativas. E não raro logram êxito seus nefastos propósitos.</p>



<p>Ao contrário do que pensam alguns, a morte não tem poder de transformação. Não converte o pecador em santo, nem o ignorante em sábio. É patético, para o Clarividente positivo, observar espíritos carentes de experiência controlarem pessoas sensitivas.</p>



<p>Os espíritos mais experimentados procuram exercer controle sobre os órgãos da linguagem e outras partes do corpo, de fora. O espírito sem experiência, contudo, às vezes entra e se apossa do corpo, de tal modo a não poder sair dele quando bem entender.</p>



<p>Em casos dessa natureza, diz-se que o Ego perdeu seu corpo e sua personalidade passa por uma transformação.</p>



<p>Os elementais são uma classe de espíritos sub-humanos. Frequentemente, apossam-se de Corpos de Desejos já abandonados por seres humanos inferiores, agindo, em seguida, sobre os médiuns, como espíritos de controle.</p>



<p>Os estudantes novos sempre demonstram interesse em conhecer como se processa a materialização. Vejamos, então: na materialização de espíritos, o Éter do Corpo Vital do médium é retirado via baço. Atrai partículas de matéria química, tornando possível a materialização, ou seja, a elaboração de uma forma visível. Isso reduz seriamente a vitalidade do médium, prostrando-o em um extremo esgotamento. Essa condição pode se agravar, induzindo-o a viciar-se em drogas e outros estimulantes.</p>



<p>Pode ocorrer que, durante anos, espíritos perversos, assumindo uma falsa e enganadora postura de santidade, consigam ludibriar e dominar suas vítimas. Depois de tê-las dominado durante toda uma vida, podem, quando do desenlace, usurpar-lhes os veículos que contêm a experiência da vida, retendo-os possessivamente durante muito tempo. Assim, atrasam, desgraçadamente, a evolução do Ego. Atentemos bem para a gravidade desse fato, e na medida do possível, dentro do que as circunstâncias permitirem, não nos omitamos em alertar as pessoas para tão grande perigo.</p>



<p>A prancheta é outro meio pelo qual os espíritos desencarnados ou elementais podem dominar as pessoas mal avisadas. Ao empregar esse objeto como divertimento — e muitos o fazem — um indivíduo de natureza negativa é gradativamente controlado: primeiro a mão e o braço usados nessa prática, e finalmente toda a personalidade. A prancheta, também chamada de “ouija” é uma espécie de mesa sobre a qual se espalham as letras do alfabeto. A pessoa que se utiliza dela faz o papel do médium: coloca a mão sobre um copo, ou sobre um pequeno tripé que, deslizando pela mesa, para defronte às letras. O espírito controlador, dominando o braço do experimentador, faz com que empurre o copo em direção a determinadas letras. Formam-se as palavras, isto é, traduz-se a “mensagem do espírito”. Nunca é exaustivo repetir o quanto tal prática é perniciosa e totalmente desaconselhável. Nem por curiosidade deve-se fazer a tentativa.</p>



<p>Como é fácil depreender-se, as condições negativas acima apontadas, se assumidas por um indivíduo, convertem-no em escravo de forças inferiores. Isso pode ser psiquismo, mas jamais poderá caracterizar-se como espiritualismo. Um espiritualista evidencia-se como um ser liberto, emancipado de influências externas, confiante em si mesmo no mais alto grau. Só assim estará em condições de ajudar a humanidade em sua marcha ascensional.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>&nbsp;(De Gilberto A V Silos, Publicado na Revista Rosacruz de fevereiro/1978)</em></p>
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