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	<title>Arquivos Glória Shekinah - Fraternidade Rosacruz em Campinas - SP - Brasil</title>
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	<description>Uma Associação de Cristãos Místicos</description>
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	<title>Arquivos Glória Shekinah - Fraternidade Rosacruz em Campinas - SP - Brasil</title>
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		<title>A Arca da Aliança do Tabernáculo no Deserto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fraternidade Rosacruz de Campinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 19:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A <a class="glossaryLink" title="conceito: Arca da Alian&#xE7;a" aria-describedby="tt" data-cmtooltip="&#60;div class=glossaryItemTitle&#62;Arca da Alian&#xE7;a&#60;/div&#62;&#60;div class=glossaryItemBody&#62;A Arca da Alian&#xE7;a &#xE9; importante e repleta de grande signific&#xE2;ncia m&#xED;stica, merecendo nossa aten&#xE7;&#xE3;o. A Arca da Alian&#xE7;a ficava na parte mais ocidental da Sala Oeste (o Sanctum Sanctorum), extremo(...)&#60;/div&#62;" href="https://fraternidaderosacruz.com/glossary/arca-da-alianca/" target="_blank" data-gt-translate-attributes='[{"attribute":"data-cmtooltip", "format":"html"}]' tabindex="0" role="link">Arca da Alian&#xE7;a</a> &#xE9; importante e repleta de grande signific&#xE2;ncia m&#xED;stica, merecendo nossa aten&#xE7;&#xE3;o, que o aroma do servi&#xE7;o volunt&#xE1;rio seja represent</p>
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<p>A Arca da Aliança é importante e repleta de grande significância mística, merecendo nossa atenção, que o aroma <em>do serviço volun</em>tário seja representado como uma <em>doce fragrância perfumada de incenso</em>, enquanto o odor do pecado, do egoísmo e das transgressões da lei, representado pelo <em>sacrifício compulsório</em> no Altar do serviço, é nauseante. Não se precisa, pois,&nbsp; de muita imaginação para compreender que a nuvem de fumaça, que subia continuamente das carcaças queimadas dos animais sacrificados, exalava um cheiro nauseante, forte e muito ruim para mostrar a destacada repugnância disso, enquanto o contínuo incenso oferecido no Altar, antes do segundo véu, por antítese, mostrava a beleza e a sublimidade do serviço altruísta, exortando o Maçom Místico, como um <em>filho da luz</em>, a deliberadamente evitar um e a continuar a acreditar firmemente no outro.</p>



<p>Também é bom deixar bem claro que o <em>serviço</em> não consiste, somente, em realizar grandes feitos. Alguns que são chamados de heróis foram, em suas vidas cotidianas, bons e simples, e se destacavam apenas nas ocasiões em que era necessário. Os mártires foram inseridos no calendário dos santos porque <em>morreram</em> por uma causa; entretanto, o maior heroísmo, o grande martírio é, às vezes, fazer as pequenas coisas que ninguém nota e se sacrificar <em>no serviço simples aos outros</em>.</p>



<p>Vimos, anteriormente, que o véu na entrada do pátio exterior e o véu em frente à Sala Leste do Tabernáculo eram confeccionados em quatro cores – azul, vermelho, púrpura e branca. Porém, o <em>segundo véu</em>, que dividia a Sala Leste do Tabernáculo da Sala Oeste, diferia em relação à caracterização dos outros dois. Foi forjado com as figuras dos Querubins. Porém, não consideraremos o significado desse fato até que abordemos o assunto da <em>Lua Nova e da Iniciação</em>, mas agora examinaremos o segundo recinto do Tabernáculo, a sala ocidental, chamado de Santíssimo ou Santo dos Santos. Atrás do segundo véu, nessa segunda sala, nenhum mortal poderia passar a não ser o <em>Sumo Sacerdote</em> e, mesmo assim, era permitido a ele entrar somente uma vez por ano, a saber, no Yom Kippur, no Dia da Expiação, e somente após a mais solene preparação e com o maior reverente cuidado. O Santo dos Santos era revestido com a solenidade de outro mundo; estava repleto de uma grandeza sobrenatural. O Tabernáculo inteiro era o santuário de Deus, mas, aqui nesse local estava a certeza absoluta da Sua presença, a morada especial da <em>Glória Shekinah</em>, e qualquer ser mortal tremia ao se apresentar dentro desses recintos sagrados, como deveria acontecer com o Sumo Sacerdote, no Dia da Expiação.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" width="499" height="331" src="https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Arca-da-Alianca.png"  alt="Arca-da-Alianca A Arca da Aliança do Tabernáculo no Deserto"  class="wp-image-16665" srcset="https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Arca-da-Alianca.png 499w, https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Arca-da-Alianca-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" /></figure></div>



<p>No Livro do Êxodo, na Bíblia, em 25:10-22 e 37:1-9 lemos: “<em>Fareis uma arca de madeira de acácia; seu comprimento será de dois côvados e meio, sua largura de um côvado e meio, e sua altura de um côvado e meio. Tu a recobrirás de ouro puro por dentro, e farás por fora, em volta dela, uma bordadura de ouro.  Fundirás para a arca quatro argolas de ouro, que porás nos seus quatro pés, duas de um lado e duas de outro. Farás dois varais de madeira de acácia, revestidos de ouro,  que passarás nas argolas fixadas dos lados da arca, para se poder transportá-la. Uma vez passados os varais nas argolas, delas não serão mais removidos. Porás na arca o testemunho que eu te der. </em></p>



<p><em>Farás também uma tampa de ouro puro, cujo comprimento será de dois côvados e meio, e a largura de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada. Colocarás a tampa sobre a arca e porás dentro da arca o testemunho que eu te der. Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.</em>”</p>



<p>A Arca da Aliança ficava na parte mais ocidental da Sala Oeste (o Sanctum Sanctorum), extremo oeste de todo o Tabernáculo. Era um receptáculo vazio que continha <em>o Pote de Ouro do Maná, a Vara de Aarão que floresceu </em>e as<em> Tábuas da Lei,</em> que foram dadas a Moisés. Enquanto essa Arca da Aliança permanecia no Tabernáculo no Deserto, as duas varas ficavam colocadas sempre dentro dos quatro anéis da Arca, para que ela pudesse ser levantada e transportada a qualquer momento. Mas, quando a Arca finalmente foi transportada para o Templo de Salomão, as varas foram retiradas. Isso tem um significado simbólico de grande importância. Sobre a Arca pairavam os Querubins, e entre eles habitava a não criada glória de Deus.</p>



<p>“<em>Aqui</em>”, disse Ele a Moisés, “<em>Eu virei a ti, e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel</em>.”<a href="#_ftn1" id="_ftnref1">[1]</a>.</p>



<p>A glória do Senhor, vista acima do Propiciatório, tinha a aparência de uma nuvem. O Senhor disse a Moisés: “<em>Fala a Aarão teu irmão: que ele não entre em momento algum no santuário, além do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca. Poderá morrer, pois apareço sobre o propiciatório, em uma nuvem</em>”<a href="#_ftn2" id="_ftnref2">[2]</a>.</p>



<p>Essa manifestação da divina presença foi chamada entre os judeus de <em>Glória Shekinah</em>. Sem dúvida, sua aparência era de uma maravilhosa glória espiritual, da qual é impossível formar qualquer concepção adequada.</p>



<p>Fora dessa nuvem, a voz de Deus era ouvida com uma profunda solenidade quando Ele era consultado em prol do povo.</p>



<p>Quando o Aspirante tinha se qualificado para entrar nesse local, atrás do segundo véu, ele encontrava tudo escuro (aos olhos físicos), e era preciso que ele tivesse outra luz, interior. Quando ele chegou pela primeira vez ao portão oriental do Templo, estava “pobre, nu e cego”, pedindo LUZ. Então, lhe foi mostrada a luz fraca que surgia na fumaça acima do Altar do Sacrifício, e lhe disseram que ele deveria desenvolver, para avançar, dentro de si mesmo essa chama, resultado do remorso pelas transgressões à Lei. Mais tarde, ele recebeu a luz mais brilhante na Sala Leste do Tabernáculo, que procedia do Candelabro de Sete Braços; em outras palavras, ele recebeu a luz do conhecimento e da razão para que por ela pudesse avançar, ainda mais, no caminho. Contudo, era necessário que ele desenvolvesse, dentro de si e ao seu redor, pelo serviço, outra luz, o “Traje de Bodas” dourado, que também é a luz do Cristo do Corpo-Alma. Por meio de vidas dedicadas ao serviço, essa gloriosa essência da alma penetrava, gradualmente, em toda a sua aura até ficar envolta por uma luz dourada. Só quando tivesse desenvolvido essa luz interna, ele poderia entrar nos recintos sombrios do segundo Tabernáculo, como às vezes é chamado, o Santo dos Santos.</p>



<p>“<em>Deus é luz; se andarmos na luz como Ele está na luz, seremos fraternais uns com os outros.</em>” Isso geralmente é usado para indicar apenas a Fraternidade dos Santos, mas, de fato, se aplica também à Fraternidade que temos com Deus. Quando o Discípulo entra no segundo Tabernáculo, <em>a LUZ dentro de si vibra com a LUZ da Glória Shekinah </em>entre os Querubins, e ele realiza a Fraternidade com o <em>Fogo do Pai</em>.</p>



<p>Assim como os Querubins e o Fogo do Pai, que pairavam sobre a arca, representam as Hierarquias Divinas que guiavam a humanidade durante sua peregrinação pelo deserto, assim também a Arca que era encontrada ali representava o ser humano em seu desenvolvimento mais elevado. Havia, como já foi dito, três coisas dentro da Arca: o Pote de Ouro do Maná, o Bastão que floriu e as Tábuas da Lei.</p>



<p>Quando o Aspirante estava no portão oriental como filho do pecado, a lei estava fora dele, como orientador para trazê-lo a Cristo. Exigia com severidade implacável um “<em>olho por olho e dente por dente</em>”. Cada transgressão trazia uma recompensa justa, e o ser humano estava circunscrito por todos os lados por leis que o ordenavam a fazer certas coisas e a não fazer outras. Contudo quando, por meio de sacrifício e serviço, ele finalmente chegou ao estágio de evolução representado pela Arca na sala ocidental do Tabernáculo, as Tábuas da lei estavam dentro dele. Então, ele se emancipou de toda a interferência externa em suas ações &#8211; não que ele infringisse alguma lei, mas porque ele trabalhava com elas. Assim como aprendemos a respeitar o direito de propriedade dos outros e, portanto, nos tornamos emancipados do mandamento “Não furtarás”, também aquele que guarda todas as leis, porque deseja fazê-lo, não precisa mais de um orientador externo, mas de bom grado obedece em todas as coisas, porque ele é um servo da lei e trabalha com ela, por escolha e não por necessidade.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1">[1]</a> N.T.: Ex 25:22</p>



<p><a id="_ftn2" href="#_ftnref2">[2]</a> N.t.: Lv 16-2</p>



<p class="has-text-align-right"><strong><em>(Quer saber mais? Faça os<a href="https://fraternidaderosacruz.com/category/sobre-a-fraternidade/estude-filosofia-astrologia-espiritual-e-biblia-em-casa/">&nbsp;Cursos de Filosofia Rosacruz</a>&nbsp;(todos gratuitos) e/ou consulte o Livro</em>&nbsp;<em>&nbsp;<a href="https://fraternidaderosacruz.com/iniciacao-antiga-e-moderna/">Iniciação Antiga e Moderna – Max Heindel</a>)</em></strong></p>



<p class="has-text-align-right"><em><strong>Que as rosas floresçam em vossa cruz</strong></em></p>
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		<title>A Sala Oeste do Templo do Tabernáculo no Deserto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fraternidade Rosacruz de Campinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 14:05:12 +0000</pubDate>
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<p>Para entrar na Sala Oeste propriamente dito também há um véu que pende. Essa Sala Oeste do Santuário,também é chamada de Santos dos Santos (Sanctum-Sanctorum).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img  title="" decoding="async" width="786" height="503" src="https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Sala-Oeste-Santo-dos-Santos-Posicao-no-Tabernaculo.png"  alt="Sala-Oeste-Santo-dos-Santos-Posicao-no-Tabernaculo A Sala Oeste do Templo do Tabernáculo no Deserto"  class="wp-image-16612" srcset="https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Sala-Oeste-Santo-dos-Santos-Posicao-no-Tabernaculo.png 786w, https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Sala-Oeste-Santo-dos-Santos-Posicao-no-Tabernaculo-300x192.png 300w, https://fraternidaderosacruz.com/wp-content/uploads/2022/02/Sala-Oeste-Santo-dos-Santos-Posicao-no-Tabernaculo-768x491.png 768w" sizes="(max-width: 786px) 100vw, 786px" /></figure></div>



<p>Vimos, anteriormente, que o véu na entrada do pátio exterior e o véu em frente à Sala Leste do Tabernáculo eram confeccionados em quatro cores – azul, vermelho, púrpura e branca. Porém, o <em>segundo véu</em>, que dividia a Sala Leste do Tabernáculo da Sala Oeste, diferia em relação à caracterização dos outros dois. Foi forjado com as figuras dos Querubins. Só que agora os Querubins não segurava mais em suas mãos a espada flamejante (como era quando fomos expulsos do Jardim do Éden); em lugar dela, segurava uma flor, um símbolo pleno de significado místico. Vamos a ele:</p>



<p>Se compararmos o ser humano com a flor perceberemos, então, a grande importância e significado desse emblema: A flor, contém o órgão gerador da planta. Seu verde pedúnculo leva a seiva, o sangue vegetal, incolor e sem paixão. Realiza a fecundação da maneira mais pura e casta. Seus órgãos reprodutores são projetados para cima, para o Sol. É um espetáculo de rara beleza ! Já, nós, os seres humanos revestimos nosso amor de paixão e temos os nossos órgãos sexuais, utilizados na geração, voltados para a terra, escondendo-os com vergonha devido a essa mácula de nossa paixão. Nós nos alimentamos pela boca e na direção de cima para baixo. A planta recebe alimento pelas raízes, forçando-o para cima. Por fim, nós exalamos o mortífero dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>), enquanto a planta inala esse veneno, transmuta-o e devolve o puro, doce e perfumado oxigênio (O<sub>2</sub>).</p>



<p>Lembrando, então que no Livro do Gênesis encontramos a descrição da expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden por eles terem comido do fruto proibido da Árvore do Conhecimento do bem e do mal. Em conseqüência de seu pecado, os Querubins montam guarda diante do portão, brandindo uma espada flamejante para impedir que o ser humano, por meio do acesso à Árvore da Vida, possa adquirir os segredos do Corpo Vital e aprender, desse modo, a imortalizar sua imperfeita forma física. Agora, no segundo Véu (aquele que dá acesso à Sala Oeste), os Querubins não seguram mais em suas mãos a espada flamejante. Em lugar dela, segura uma flor, um símbolo pleno de significado místico, como vimos. Isso retrata a conquista de um Iniciado, cujo corpo está misticamente descrito como um jardim florido. Nesse jardim, os dois principais centros de flores são o coração, a estrela diurna do corpo, e a glândula pituitária, o mais elevado dos dois centros espiritualizados da cabeça. E para chegarmos a isso temos que praticar a pureza nos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e atos. E como iniciamos isso? Parando de gerar destino ruim. Praticando os exercícios descritos na última parte do Conceito. Persistência, persistência e persistência. Eis a chave para a nossa conquista!</p>



<p>Examinemos o segundo recinto do Tabernáculo, a sala ocidental, chamado de Santíssimo ou Santo dos Santos (Sanctum Sanctorum). Atrás do segundo véu, nessa segunda sala, nenhum mortal poderia passar a não ser o <em>Sumo Sacerdote</em> e, mesmo assim, era permitido a ele entrar somente uma vez por ano, a saber, no Yom Kippur, no Dia da Expiação, e somente após a mais solene preparação e com o maior reverente cuidado. O Santo dos Santos era revestido com a solenidade de outro mundo; estava repleto de uma grandeza sobrenatural. O Tabernáculo inteiro era o santuário de Deus, mas, aqui nesse local estava a certeza absoluta da Sua presença, a morada especial da <em>Glória Shekinah</em>, e qualquer ser mortal tremia ao se apresentar dentro desses recintos sagrados, como deveria acontecer com o Sumo Sacerdote, no Dia da Expiação.</p>



<p>A Sala Ocidental do Tabernáculo era tão escura como os céus quando o luminar menor, a Lua, está no lado ocidental dos céus, ao entardecer, junto com o Sol; isto é, na Lua Nova, que inicia um novo ciclo em um novo Signo do Zodíaco.</p>



<p>A Sala Oeste é o umbral da Libertação. Através dele, seremos conduzidos a reinos mais elevados, onde um maior desenvolvimento anímico poderá ser conseguido alcançar.</p>



<p class="has-text-align-right"><strong><em>(Quer saber mais? Faça os<a href="https://fraternidaderosacruz.com/category/sobre-a-fraternidade/estude-filosofia-astrologia-espiritual-e-biblia-em-casa/">&nbsp;Cursos de Filosofia Rosacruz</a>&nbsp;(todos gratuitos) e/ou consulte o Livro</em>&nbsp;<em>&nbsp;<a href="https://fraternidaderosacruz.com/iniciacao-antiga-e-moderna/">Iniciação Antiga e Moderna – Max Heindel</a>)</em></strong></p>



<p class="has-text-align-right"><em><strong>Que as rosas floresçam em vossa cruz</strong></em></p>
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