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Sugestão para o seu Exercício Esotérico de Meditação nesse período: “…e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”

A dedicação durante o mês solar de outubro, que vai de 23 de setembro a 24 de outubro, corresponde à Hierarquia de Libra.

O padrão cósmico mantido por essa Hierarquia é o de um mundo formoso.

Sua marca se vê em cada paisagem, em cada árvore, em cada planta, em cada arbusto e em toda forma dos vários reinos da natureza.

A beleza e a harmonia são a marca de Libra. Por isso, tudo quanto vem sob sua influência desse Signo celestial expressará esses divinos atributos.

Quando a humanidade receber mais completamente sua influência, serão abolidas a miséria, enfermidade, discórdia e dor.

A meditação para o primeiro de janeiro e para o mês solar de Libra é o pensamento-núcleo bíblico do Evangelho Segundo São João 8:32:

“…e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”

Grandiosos são os significados ocultos dessa passagem. Um Aspirante deveria meditar sobre eles durante o mês solar de Libra, enquanto ela foca seu ritmo sobre a Terra.

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Carta de Max Heindel: Um Método para Discernir a Verdade da sua Imitação

Um Método para Discernir a Verdade da sua Imitação

Na carta do mês de fevereiro, nós tratamos da seguinte questão: “Onde devemos encontrar a verdade e como a conhecerei quando tiver encontrado”? Contudo, de nada serve procurar a verdade ou conhecê-la, quando a tivermos encontrado, a menos que a coloquemos em prática em nossas vidas – e isso não significa que faremos isso, meramente, porque a encontramos. Há pessoas, e relativamente são muitas, que esquadrinham o mundo civilizado a procura de tesouros raros, de antiguidades, sejam quadros ou moedas. Há muitos que fabricam imitações de objetos genuínos, assim, o requerente dessas coisas corre o risco de ser enganado por trapaceiros espertos, a menos que tenha meios de distinguir o genuíno do falso.

A esse respeito, ele é assolado pelo mesmo perigo que o buscador da verdade, porque há muitos pseudocultos e invenções astutas que podem nos enganar. O colecionador frequentemente guarda o seu achado com muita dificuldade em um lugar mofado e, na sua solidão, o admira se gabando; e certamente com o passar dos anos, ou talvez quando ele morrer, irão descobrir que algumas das coisas que ele guardava com tamanho zelo e estima eram, na verdade, imitações sem nenhum valor. Do mesmo modo, aquele que pensa ter encontrado o que ele acredita ser a verdade, pode “enterrar seu tesouro” em seu próprio peito, ou esconder dos outros, secretamente, suas boas qualidades e habilidades para descobrir, talvez depois de muitos anos, que ele foi enganado por uma imitação. Assim, há necessidade de uma prova final infalível, que elimine todas as possibilidades de fraude, e a questão é como descobri-la e aplicá-la.

A resposta é tão simples como o método é eficiente. Quando perguntamos aos colecionadores como descobrem se um determinado artigo que apreciam é uma imitação ou não, geralmente respondem que mostram a peça a alguém que tenha visto o original. Podemos enganar todas as pessoas durante algum tempo, e uma parte das pessoas todo o tempo, mas é impossível enganar todas as pessoas o tempo todo; e se o colecionador tivesse mostrado seu achado publicamente, em vez de guardá-lo em segredo, teria logo sabido, pelo conhecimento de outros especialistas de todo o mundo, se ser achado era legítimo ou não.

Agora, lembre-se disso, pois é muito importante: assim como a confidencialidade dos colecionadores ajuda, incentiva e fomenta a fraude por parte dos negociantes de raridades, assim também o desejo de ter e possuir para si mesmo grandes segredos desconhecidos pela “multidão” fomentam os negócios daqueles que comercializam “iniciações ocultas”, com cerimoniais elaboradas para seduzir suas vítimas em gastar o seu dinheiro.

Como podemos provar o valor de um machado, se não for usando-o e, assim, descobrir se ele manterá o seu corte após um trabalho real efetivo? Iríamos comprá-lo se o vendedor exigisse que o colocássemos em um canto escuro onde ninguém pudesse vê-lo e proibindo-nos de utilizá-lo? Certamente não! Nós gostaríamos de usá-lo em nosso trabalho, e constatar a qualidade de sua “têmpera”. Se comprovássemos que era de “aço verdadeiro”, nós iríamos apreciá-lo, caso contrário, diríamos ao vendedor para que ficasse com sua ferramenta inútil.

Seguindo o mesmo princípio, qual é a razão de “comprar” as mercadorias de pessoas que negociam coisas sigilosas? Se suas mercadorias fossem de “aço verdadeiro”, não haveria necessidade de tal sigilo e, a menos que possamos usá-las em nossas vidas diárias, elas não têm valor algum. Nenhum dos dois machados têm valor para nós, a menos que o usemos; ele enferruja e perde sua afiação. Portanto, é dever de cada um que encontra a verdade usá-la no trabalho do mundo, tanto como uma salvaguarda para si mesmo, como para se certificar de que a verdade resistirá à grande prova, dando aos outros uma oportunidade para compartilhar o tesouro que ele acha útil para si mesmo. Portanto, é muito importante que sigamos o mandamento de Cristo: “Deixe a vossa luz brilhar”.

(Por Max Heindel – livro: Cartas aos Estudantes – nr. 41)

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Cartas de Max Heindel: Onde Devemos Procurar a Verdade e como a conheceremos?

Onde Devemos Procurar a Verdade e como a conheceremos?

No final da lição do mês passado, vimos que Siegfried, o que procura a verdade, chegou ao fim de sua busca.

Encontrou a verdade. Meditando acerca do assunto, ocorreu-me que seria conveniente servir-me desta carta para uma franca e direta resposta sobre a questão: “Onde devemos procurar a verdade e como a conheceremos quando a encontrarmos?”

É de vital importância estarmos absolutamente seguros desta questão. Muitos que, acidentalmente, encontram o caminho do Mundo do Desejo, como os médiuns, por exemplo, estão emaranhados na ilusão e na alucinação devido à sua incapacidade de conhecer a verdade. Além disso, os Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz dão aos Probacionistas um ensinamento definido e científico sobre este ponto e, com o objetivo de preservá-los do perigo acima mencionado, preparam uma prova real antes de admiti-los ao discipulado. Todos devem alcançar determinado padrão nesta matéria. Pode causar surpresa o fato de não reservarmos estes conhecimentos só para os Probacionistas ou Discípulos, mas a Fraternidade Rosacruz não crê em segredos ou mistérios. Todo aquele que quiser pode qualificar-se para qualquer grau, e esta qualificação não é uma questão de forma, mas de viver a vida.
Em resposta a primeira parte da pergunta “Onde devemos procurar a verdade?” Há uma resposta: dentro de nós mesmos. Isto se refere totalmente ao desenvolvimento moral, e a promessa de Cristo de que se vivermos a vida conheceremos a doutrina, é verdadeira no seu exato sentido. Nunca encontraremos a verdade pelo estudo dos livros, sejam meus ou de qualquer outro. Enquanto correrem atrás de mestres externos – eu próprio ou qualquer outro – estarão perdendo tempo e energia. Os livros e os mestres podem despertar o interesse do aspirante e impeli-lo a viver a vida, mas, só quando fizer desses preceitos uma parte de seu próprio ser interno, é que a busca estará na direção certa. O Irmão Maior – a quem eu, talvez equivocadamente chamo Mestre – nunca me ensinou diretamente durante o curto período em que me foi transmitido o que está contido no “Conceito Rosacruz do Cosmos”. No ano passado aprendi a não fazer perguntas, pois notei que, quando as fazia, Ele simplesmente sugeria que eu alcançasse o conhecimento que procurava por mim mesmo. Agora, em vez de fazer perguntas, peço a orientação para poder solucionar o problema. Assim, podemos ver que é pelo uso das nossas próprias faculdades, que podem ser comparadas aos talentos dos quais Cristo falou, que alcançaremos as informações que tenham maior valor para nós.

A segunda parte da pergunta: “Como conheceremos a verdade?” Responderemos melhor referindo-nos ao exercício noturno recomendado na Conferência nº 11, “Visão e percepção espirituais”. Este exercício pode ser realizado por qualquer pessoa, independentemente de ser ou não Probacionista da Fraternidade Rosacruz. O Mestre disse, no momento de dá-lo, que se fosse possível conseguir que a pessoa mais depravada do mundo realizasse esse exercício fielmente durante seis meses, ela se reformaria para sempre, e todos o que o cumprem, exata e fielmente, sabem que ela aguça todas as faculdades mentais, especialmente a memória. Além disso, ao realizarmos este julgamento imparcial, noite após noite, aprendemos a distinguir a verdade do erro num grau não conseguido por qualquer outro meio. Nem todos os nossos estudantes estão dispostos a assumir o Probacionismo, e nunca apressamos ninguém a fazer, seja o que for, na Escola da Sabedoria Ocidental. Mas, quem quiser realmente conhecer a verdade, eu posso, honestamente, recomendar este método. Esse exercício desenvolve uma faculdade interna que não importa o testemunho daqueles que o praticam uma vez desenvolvida, fará com que a pessoa reconheça imediatamente se o que dissemos são verdadeiro ou não.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz em 03/73)

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Os Preceitos do Estudante da Fraternidade Rosacruz

Os Preceitos do Estudante da Fraternidade Rosacruz

 

1.Cristo-Jesus será seu ideal;

 

2. Recordando a exortação de Cristo: “que o maior entre vós seja o servo de todos”, esforçar-se-á diariamente por servir seu semelhante, em qualquer oportunidade que se apresente, com amor, simplicidade e humildade;

 

3. Tendo fé inquebrantável na Sabedoria e Bondade de Deus, trabalhará de acordo com a Lei de Evolução, procurando falar, atuar e ver somente o Bem nas relações diárias com seus semelhantes e com tudo que o rodeia;

 

4. Sendo a Verdade, a Honestidade e a Justiça qualidades fundamentais da Divindade Interior procurará expressa-las em todos pensamentos, palavras e ações;

 

5. Sabendo que suas condições atuais são o resultado das ações que praticou no passado e que pode construir o seu futuro destino, melhorando-o através de uma atuação reta no presente, não deverá invejar ninguém, dedicando, pelo contrário, suas aspirações a exercitar a prerrogativa divina do Livre Arbítrio que possui, lançando desde já, boas sementes para o amanhã;

 

6. Considerando que o silêncio, em verdade, é um dos maiores auxiliares para o crescimento da alma, procurará sempre que, no ambiente onde se encontra, predomine a paz, a harmonia e a calma;

 

7. Sendo a auto-suficiência uma virtude fundamental para o Aspirante Espiritual, fará o possível por praticá?la tanto através de seus pensamentos como de seus atos;

 

8. Sabendo que a Divindade Interior é o único Tribunal Real da Verdade, se esforçará para estabelece-lo, submetendo todos os assuntos ao seu veredicto final;

 

9. Reservará, todos os dias, um certo período à Meditação e à Oração, procurando elevar?se nas asas do Amor e da Sublime Aspiração ao próprio Trono do Pai;

 

10. Sabendo que o fracasso reside apenas em deixar de luta ante qualquer obstáculo, procurará paciente e persistentemente atingir o alvo proposto, procurando realizar os elevados ideais ensinados por Cristo através da sua vivência diária.