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O Poder do Pensamento expresso nas Reuniões de Cura: exercite-o!

O Poder do Pensamento expresso nas Reuniões de Cura: exercite-o!

Um único carvão não produz fogo; mas onde vários carvões estão amontoados, o calor latente em cada um pode ser transformado em chama, emitindo luz e calor. Foi em obediência a essa mesma lei da natureza que nos reunimos aqui, esta noite, porque ao acumular nossas aspirações espirituais para curar e ajudar nossos companheiros sofredores, poderemos realizar nossa modesta parte no sentido de levantar o manto de tristeza que agora paira sobre a vida deles e apressar o dia do Reino vindouro, onde o sofrimento e a tristeza serão abolidos e mesmo a morte deixará de ter domínio sobre os homens.

As Reuniões de Cura são realizadas nas noites em que a Lua esteja em um Signo Cardeal, porque neste momento o máximo de energia cósmica é infundido no trabalho que iniciamos; assim, existem as melhores chances de um problema ser resolvido. Portanto, estamos aproveitando as forças do universo e o pensamento é o veículo que usamos para transmitir esse poder de cura.

No entanto, antes que a energia possa ser transmitida, ela deve ser gerada e, para fazer isso com eficiência, devemos entender com precisão qual é o método. Há um ditado sobre o Cristo que explica completamente o assunto. Ele disse: “Como um homem pensa em seu coração, assim ele é”. Isso vai ao fundo do assunto, pois, embora possamos confessar com a boca acreditar em certas coisas e, logo, enganar os outros ou, sim, até nós mesmos, apenas aquilo em que realmente acreditamos em nosso interior, o que pensamos no fundo do coração, é válido. Se professamos com a boca que cremos em Deus, que vivemos a vida correta, que fazemos aos outros o que é certo, independentemente do que façam conosco, ou que sigamos outros altos padrões de conduta, ainda poderemos viver uma vida ambígua e sermos hipócritas. Contudo, se realmente aceitarmos isso em nosso cerne, não será necessário que façamos declarações. Cada um dos nossos atos proclamará exatamente o que pensamos em nosso íntimo e no que acreditamos. Rapidamente, as pessoas descobrirão justamente que tipo de pessoa somos, observando nossas ações, em vez de ouvir o que dizemos.

Devemos perceber que todo pensamento é uma centelha emitida pelo Ego, que quando nasce, atrai para si um determinado tipo de material apropriado à sua natureza. Esse pensamento-forma pode ser enviado a outras pessoas, visando ao seu bem ou mal; mas haverá uma reação sobre nós mesmos, boa ou má, dependendo do que foi canalizado aos outros. É um fato  e não apenas mero provérbio poético afirmar que “pensamentos, como galinhas, voltam para o poleiro”. Qualquer pessoa que tenha a visão espiritual despertada vê em cada um de nós uma atmosfera áurica sutil, colorida de acordo com nossa particular tendência de pensamento; embora, é claro, a cor básica seja determinada por características raciais e nacionais.

Se depositarmos em nossos corações pensamentos de otimismo, bondade, benevolência, ajuda e serviço, então esses pensamentos gradualmente vão colorir nossa atmosfera de certa maneira que é muito expressiva de todas essas diferentes qualidades ou virtudes desejáveis. E, à medida que nossos corpos são construídos pela mente em uma expressão de nossa atitude mental, isso reage em nosso Corpo Denso, trazendo para nós saúde e bem-estar. Por essa razão, os ensinamentos do Novo Pensamento são verdadeiros, quando afirmam que dessa maneira a saúde e a prosperidade sejam alcançadas; ainda que ninguém com mente espiritual realmente use tais meios para obter riqueza material. Mas essa é apenas outra maneira de provar a verdade das palavras de Cristo: se procurarmos primeiro o Reino de Deus e Sua justiça, todas as outras coisas nos serão acrescentadas.

O profeta de Israel também deu essa garantia, quando afirmou: “Eu fui jovem e agora sou velho; porém nunca vi a semente dos justos implorando por pão”. É uma lei do universo que, se trabalharmos com Deus, Ele certamente cuidará de nós de maneira material. “Dois pardais não são vendidos por pouquíssimo valor? No entanto, nenhum deles cai na terra sem que seu Pai Celestial o saiba; porventura não valem mais do que muitos pardais?” Por toda a palavra de Deus temos a promessa de que, se trabalharmos com fidelidade, honestidade e o melhor da nossa capacidade, lutando pelos interesses do Rei, trabalhando em Sua vinha, Ele cuidará de nós.

Quando alguém cria sobre si mesmo uma atmosfera áurica de utilidade, bondade e serviço real — porque não basta desejarmos prestar o serviço, mas devemos nos esforçar dia após dia para servir ao máximo — deita toda noite cansado, na feliz consciência de ser um verdadeiro servo de Cristo. Contudo, quando tivermos feito isso, encontraremos um mundo mudado. Acharemos em outras pessoas as mesmas qualidades que possuímos, porque essa atmosfera áurica é como um vidro através do qual devemos olhar para todos. O mundo inteiro é colorido por nossa própria aura, como se estivéssemos em uma sala com janelas de vidro vermelho e o mundo lá fora, então, as árvores, casas e tudo o mais, parecesse vermelho.

Para mencionar um fato, vemos o mundo em que vivemos através dessa atmosfera áurica e, se ela for vibrante pela benevolência e bondade, encontraremos sobre nós pessoas que sejam benevolentes e gentis, pois atraímos delas as qualidades que nós mesmos expressamos, seguindo o mesmo princípio científico do diapasão: quando um é tocado, ele desperta as vibrações de outros diapasões de tom idêntico; assim, as pessoas que nos conhecem são sempre atraídas e respondem àquilo que temos em nós mesmos.

Portanto, um ser humano que é benevolente, como dito, sente a benevolência e a bondade de outras pessoas. Um que dispõe de pensamentos mesquinhos e preocupantes, que é pessimista ou habitualmente tem pensamentos de crueldade para com os outros, invocará sobre si próprio os mesmos traços de caráter que envia. Estamos todos vibrando em determinado tom e o Átomo-semente do coração é a base da existência física e das vibrações que saem de nós para o mundo físico.

É de imenso benefício conhecer essa evidência científica, já que podemos controlar nossos pensamentos e, através deles, todas as condições da vida. Cabe a nós, portanto e diariamente, cultivar o otimismo, a utilidade, a benevolência e a bondade para podermos ter maior valor no trabalho do mundo. A menos que tenhamos essas qualidades em algum grau, é impossível realizar a tarefa para a qual viemos aqui, hoje à noite: ou seja, ajudar outras pessoas e curar.

Milhares de Estudantes em todo o mundo concentraram seus pensamentos aqui, durante este dia, como fazem todos os dias, quando há uma reunião de cura na sede. Essa agregação de pensamentos agora flutua sobre a Pro-Ecclesia, uma força poderosa. O emblema Rosacruz na parede oeste é o instrumento ou foco através do qual devemos enviá-la ao mundo. Temos ali a estrela dourada de cinco pontas e a cruz trilobada de quatro pontas. Os números cinco e quatro formam o místico nove, que é o número de Adão, a humanidade. A cruz é branca e pura, símbolo que indica que quem deseja se tornar um Auxiliar Invisível da humanidade deve se purificar de todo o mal e, embora tentando fazer isso caiamos repetidas vezes, lembremos que não exista falha, exceto desistir da missão. As sete rosas que enfeitam este símbolo representam o sangue purificado.

Enquanto a humanidade e os animais que têm sangue quente e vermelho estão cheios de paixão e desejo, a planta não tem paixão. A rosa vermelha, sendo o órgão gerador da planta, permanece como um símbolo da imaculada concepção que ocorre quando o Cristo nasce em nosso interior, purificando-nos dos pecados do passado e santificando-nos para a obra do futuro. Esse é o grande ideal ao qual aspiramos. Concentremos nosso pensamento na rosa branca do centro do emblema, que representa o coração puro do Ajudante Invisível, que é tão desinteressado. Oramos para que nossos pensamentos sejam tão puros quanto aquela rosa, para que possamos gerar conceitos de pureza, força, utilidade e confiança em Deus, apesar de todos os desânimos.

Acima de tudo, depois que fizermos nossa parte, confiemos os resultados a Deus, eliminando nossa própria personalidade. Somos fracos demais para lutar contra forças cósmicas; entretanto, Deus é onipotente. Não tentaríamos atravessar o oceano em um barco a remo que, muito provavelmente, afundasse; no entanto, se formos de avião, grande e bem construído, as chances serão muito favoráveis à sobrevivência contra qualquer vento forte que nos possa assolar. Essa metáfora também pode ser aplicada à viagem em direção ao nosso objetivo espiritual. Se nos esforçarmos para manter as próprias forças, estaremos muito aptos a cair; porém, se nos comprometermos com Deus e orarmos a Ele por orientação, descobriremos que as chances de sucesso aumentam bastante. E por oração não se entende apenas a dos lábios, mas a do coração.

Como Emerson ensina:

Embora seus joelhos nunca estejam dobrados,

Para o céu, de hora em hora, seus pedidos são enviados;

E sejam, para o bem ou para o mal, formados,

Ainda são respondidos e registrados.

 

(De Max Heindel, publicado na Revista “Rays from the Rose Cross”, de maio/1915 e traduzido pela Fraternidade Rosacruz de Campinas – SP – Brasil)

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Propósito renovado: um ótimo momento para tal

Propósito renovado: um ótimo momento para tal

Naftali, um dos símbolos de Capricórnio, é o veado perdido, um dos filhos de Jacó, o Sol, que, de novo, dispara a fim de percorrer mais uma jornada anual. Começa 2020.

Embora, aparentemente, todos os anos sejam iguais, porque são medidos pela marcha da Terra em torno do Sol, a translação, sabemos, à luz da Astrologia espiritual, que nada se repete. Espirais dentro de espirais, recapitulações sem conta, mas sempre sob novas condições. Na contínua e harmoniosa marcha dos Astros em suas respectivas órbitas, o quadro dos céus se renova constantemente, de minuto a minuto. Somente após 25.920 anos comuns, a contar de uma configuração determinada, a posição dos Astros, no céu, volta a formar o mesmo quadro. Contudo, mesmo assim esse quadro repetido nos céus realiza-se sob novas condições, em uma espiral acima. A humanidade e os demais reinos se encontram então com novas condições internas e reagem diferentemente. Nada se repete, em realidade. A vida é movimento e renovação constantes, mesmo nos aparentes repousos.

Começa um ano NOVO exotérico, de fato. Começa pela experiência saturnina adquirida no passado. Renova-se pelo revolucionador Urano; reveste-se racionalmente de novas aspirações aquarianas; infunde-se da religiosidade de Peixes; galvaniza-se com a energia de Áries; firma-se na calma e persistência de Touro; empreende os voos inquiridores de Gêmeos; lança a semente germinadora e imaginativa de Câncer; acrescenta o calor e a coragem de Leão; concebe os grãos de realização de Virgem; dá o equilíbrio e a beleza de Libra; o dinamismo e a emoção de Escorpião; o idealismo e a bondade de Sagitário e, assim, termina mais uma obra anual. É uma escola admirável. Temos de frequentá-la dia após dia, ano após ano com as capacidades que trouxemos das vidas e anos anteriores, modificando sempre nossas reações às influências estelares. Enquanto houver dor, sofrimento, tristeza, angústia, neurose, ódio, violência, é sinal seguro de que o “fermento” dentro de nós encontra matéria reativa de defeitos, de ignorância. Temos de chegar ao ponto em que nenhuma qualidade negativa dos Signos ou dos Astros encontrem reação e sintamos como o Cristo — “não resistir ao mal”.

Lenta e seguramente, o altruísmo ganha terreno e o ser humano interno se converte em um Hércules, o ousado filho dos deuses capaz de vencer as doze tarefas; isto é, capaz de formar em si, de forma alquímica, as qualidades positivas dos corpos macrocósmicos e se converter em uma réplica dos céus, um eco de Deus, uma partícula individualizada do Cosmos.

Desejamos que cada tropeço, dor ou alegria, no decorrer do ano que inicia, seja encarado pelo Aspirante Rosacruz de forma segura, positiva e compreensiva, como correções e elogios que o Mestre põe nas sabatinas de seus alunos. 365 páginas em branco para preenchermos com nossos atos. Por eles é que o Senhor avaliará o nosso avanço. O Aspirante sincero e humilde medita muito sobre cada correção e advertência, para que não a repita mais, porque sabe que mais profundamente aprende com os erros do que com os êxitos.

E persiste, cheio de esperança no futuro, não apenas para passar pela vida ou “passar de ano”, mas para aprender o melhor possível aquilo que lhe é ensinado; persiste não para obter um diploma, porém com o amoroso propósito de melhor servir a seu próximo, à semelhança dos invisíveis Mestres que agora o ensinam.

Nessa ordem de ideias é que, muito sinceramente, desejamos a todos que renovem seu propósito para uma vida melhor e mais alta no decorrer do ano de 2020, perseguindo aquele ideal enunciado por nosso Sublime Mestre: “Que sejamos perfeitos como nosso Pai Celestial é perfeito”.

QUE AS ROSAS FLORESÇAM EM VOSSA CRUZ!

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Fé: a confiança n’Ele

Fé: a confiança n’Ele

Não é estranho que poucos seres humanos possuam uma fé real e viva em Deus? Mesmo entre os cristãos professos, há relativamente poucos que realmente confiem no Pai Celestial. Fé não significa simplesmente a crença na existência de Deus; Fé significa confiança — é nos colocar em Suas mãos.

A fé, como todas as outras qualidades e virtudes, só cresce por meio do exercício. Aprenda a confiar no Pai em tudo, tanto nas menores coisas da vida quanto nas maiores. Isso significa libertação dos cuidados, medos e preocupações dos quais o mundo está tão cheio: Mente e Coração abertos para receber a verdade de qualquer fonte que venha, acreditando que o bom Deus nos tenha em Sua guarda. Pois quando depositamos nossa confiança em Deus, fazemos uso de uma Lei Divina que nos apoia em todas as provações e problemas da vida. É como se tivéssemos agarrado a Mão Todo-Poderosa, que é capaz de fazer tudo e superar todas as coisas por nós. Estabelece a conexão entre nossa fraqueza e Sua força, que é maior que tudo.

A fé é fraca no início e às vezes é necessário estarmos em estado extremo, antes de podermos pedir ajuda a Deus; porém até mesmo a menor medida de fé fará com que o Pai Celestial venha em nosso auxílio. “A fraqueza do homem é a oportunidade de Deus.”. Ele é O sempre fiel. Lembre-se do que Ele disse: “Nunca te deixarei nem te desampararei”.

A simplicidade desse caminho o faz parecer fácil demais para a maioria dos homens. É que eles procuram grandes dificuldades para superar, no caminho do estabelecimento de uma fé que os conecte ao Pai Celestial. Isso, no entanto, requer alguma simplicidade de caráter, uma Mente semelhante à infantil. Você lembra que o Cristo disse que devamos nos tornar criancinhas? Trata-se, em grande parte, de relaxar, de deixar ir, de afastar da Mente e do coração qualquer fardo ou problema que surgir, olhando simplesmente para Ele e aceitando da Sua Mão o que vier. E não podemos fazer algo mais agradável a Ele ou mais útil a nós mesmos do que exercer essa confiança em todas as condições. E nossa capacidade de fé cresce com esse exercício. Quanto mais o praticarmos, mais fé teremos. Então chegará um momento em nosso crescimento onde não temeremos qualquer coisa — seja neste mundo ou em qualquer outro. Atingiremos o equilíbrio, a paz de espírito e a serenidade de alma, uma tranquilidade de coração que deva ser a antecipação da bem-aventurança Celestial. Perceberemos a suprema sabedoria de permitir que todas as coisas sejam ordenadas pela perfeita Sabedoria e pelo Amor perfeito; perceberemos que nossa própria vontade, devido ao nosso entendimento imperfeito, seja propensa a contrariar Sua Vontade, que sempre objetiva nossa perfeição e felicidade.

“O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia, e conhece os que n’Ele confiam.”

“Eu, o Senhor, seguro a tua mão direita, dizendo: não temas; Eu te ajudo.”

“Em todos os teus caminhos, reconheça-O e Ele direcionará teus passos.”

“Quem muito confia no Senhor, feliz é.”

“Embora Ele me mate, eu ainda confio Nele.”

“Tu manterás em perfeita paz aquele cuja Mente esteja firme em Ti, porque ele confia em Ti.”

Há muitas, muitas passagens na Bíblia que nos pedem para confiar n’Ele. Leia o vigésimo terceiro Salmo e o nonagésimo primeiro. O escritor desse texto pode ser muito crédulo, mas acredita que essa confiança seja o remédio soberano para todos os problemas ou perigos, sejam eles ocultos ou não, e que, ao nos apegarmos a Ele, somos mantidos em segurança até o fim.

(Publicado na Revista Rays from the Rose Cross de 05/1915 e traduzido pela Fraternidade Rosacruz – Campinas – SP – Brasil)

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O Vigilante Cuidado do Pai

O Vigilante Cuidado do Pai

Luisinha vivia nos longínquos tempos em que se fundavam muitas cidades novas pelo interior. Naqueles sítios ermos, não era raro ouvir-se, então, o miar selvagem da onça.

Certa manhã, depois de terem matado a maior onça encontrada naquelas paragens, a mãe de Luisinha pediu-lhe que fosse a um dos vizinhos, um quilômetro distante, a fim de buscar um balde de leite. Luisinha era uma menina destemida; nem sequer sonhava que alguma coisa lhe pudesse fazer mal. Assim, concordou imediatamente de ir, embora tivesse de passar por alguns caminhos em que não faltavam animais selvagens.

Pôs o chapéu de sol cor-de-rosa e partiu, balançando o balde vazio. Chegando ao lugar em que mataram a onça, penetrou na mata, sem se importar com a outra fera viva que fora vista nas proximidades.  Afinal, encontrou o animal morto sob uma grande árvore, exatamente como o irmão o tinha descrito. Olhando-o tristemente, afastou-se e prosseguiu o caminho com semblante muito grave, pois tinha pena do pobre gatinho selvagem das matas.

Chegou sã e salva à casa do vizinho, que lhe deu o balde de leite, embora não tencionasse deixá-la regressar sozinha.

Mas quem, pensam vocês, a seguira por todo o caminho? — Seu pai, sem ser visto por ela, lhe tinha vigiado cada passo.

Só depois de moça, soube Luisinha que não fizera sozinha aquela arriscada viagem.

Isso bem pode ilustrar o cuidado do Pai celestial por nós. Às vezes precisa mandar-nos trabalhar por Ele em lugares perigosos; e, noutras, nós mesmos enfrentamos ousadamente o perigo.

Através de Seu Filho, nosso Salvador, a muitos tem sido dispensado, de maneira admirável, o amoroso cuidado divino que os preservou de grandes males e perigos, até mesmo quando não reconheciam Sua excelsa bondade.

(Publicado na Revista Serviço Rosacruz de outubro/1966)