Categoria Astrologia e os Solstícios e Equinócios

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As Razões Visíveis e Esotéricas para o Solstício de Dezembro

As Razões Visíveis e Esotéricas para o Solstício de Dezembro

Os Solstícios marcam o momento em que a vibração terrestre é mais elevada e em que os Raios Cósmicos da Vida Crística entram profundamente (Solstício de Dezembro) ou saem definitivamente (Solstício de Junho).

Juntamente com os Equinócios de março e setembro, constituem os pontos decisivos na vida do Grande Espírito da Terra, Cristo.

O Solstício de Dezembro – ótimo momento para se fazer um importante exercício esotérico na sua véspera: Ritual do Solstício de Dezembro!

Vamos a explicação exotérica e depois a esotérica:

Razões Visíveis: No Solstício de Dezembro a Terra está se aproximando no máximo PERTO do Sol.

Como sabemos, a Astrologia funciona em projeção geocêntrica, e a declinação dá-nos a maior ou menor angulação que o Astro considerado faz com o Equador, tal como visto da Terra.

Assim, à medida que os dias se vão aproximando de Dezembro, a declinação do Sol vai diminuindo: passa de 00 em 21-22 de Setembro até atingir um máximo de 230 26′ em 20-21 de Dezembro: então parece que fica “parado”, cerca de três dias nos 230 26′ (daí o verbo sistere, que compõe a palavra “solstício”), uma vez que estamos vendo em projeção geocêntrica contra o fundo da Esfera Celeste, e a partir do dia 24-25 volta “para trás” e os dias começam a diminuir.

A razão cosmográfica do Sol ficar “parado” aparentemente, durante três dias por ocasião dos Solstícios, tem a ver com as declinações e não com as longitudes celestes.

Essas razões físicas são as partes visíveis que verificamos como evidências de que o Solstício de Dezembro é o momento em que a Terra está chegando ao seu ponto mais perto do Sol.

Razões Esotéricas: esteja você no hemisfério Norte ou no Sul, independentemente da inversão das estações, uma coisa não muda: é a DISTÂNCIA, maior ou menor, a que o Sol se encontra da Terra. A Terra percorre uma elipse em torno do Sol, ao longo do ano, e não uma circunferência perfeita, e o Sol ocupa um dos focos dessa elipse.

O fluxo e o refluxo do impulso espiritual de Cristo (misticamente, o nascimento, a morte e a ressurreição do Salvador) culmina no Solstício de Dezembro.

Cristo chega ao centro da nossa Terra à meia-noite de 24 de dezembro. Ele rejuvenesce a Terra e os reinos de vida que nela evolucionam.

Aí Ele fica por três dias e, depois, começa a voltar. Esta volta se completa na Páscoa. Assim, do Natal até a Páscoa Ele se dá a Si mesmo sem limitações nem medida, imbuindo com vida, não apenas as sementes adormecidas, mas todas as coisas sobre e dentro da Terra. Sem essa infusão da Vida e Energia Divinas, todos os seres viventes da nossa Terra morreriam imediatamente, e todo o progresso seria frustrado, no que concerne à nossa presente linha de desenvolvimento.

Como dissemos acima, no Solstício de Dezembro, a Terra está no máximo MAIS PERTO do Sol, o que provoca um aumento da espiritualidade com o correlativa intensificação e pujança de vitalidade espiritual.

Inicia-se o renascimento da Luz, ou seja, o dia 25 de dezembro marca o fim do “ciclo solsticial”.

A partir do dia 26 de dezembro se inicia um segundo ciclo de especial significado Iniciático.

Na igreja primitiva cristã, entre o dia 26 de dezembro (Primeiro Dia Sagrado) e o dia 6 de janeiro (Décimo Segundo Dia Sagrado) ocorria a preparação ritual dos catecúmenos que eram baptizados no Dia de Reis (Primeira Iniciação). Esses “Doze Dias Sagrados”, que acompanham a fase inicial do renascimento do “Sol Invencível”, eram como que um resumo do ano zodiacal seguinte, e estavam sob a protecção das Hierarquias Celestes que tradicionalmente regem os 12 Signos do Zodíaco.

Que as rosas floresçam em vossa cruz!

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A Energia Vitalizadora Liberada por Cristo no Solstício de Dezembro

A Energia Vitalizadora Liberada por Cristo no Solstício de Dezembro

Existem quatro pontos cardeais no caminho do Sol através do Zodíaco, que se chamam os Solstícios de Dezembro e de Junho e os Equinócios de Março e Setembro. Nos ensinamentos dos Mistérios Ocidentais esses pontos marcaram certas crises na vida de um Grande Ser: o Espírito Planetário de nossa Terra, o Cristo. Em tais épocas é quando o verdadeiro místico pode ter acesso a um entendimento mais profundo de grandes princípios e verdades cósmicas, que são o fundamento do sagrado mistério do Gólgota e do que chamamos “natureza”.

No Solstício de Junho há um dia, o dia de São João, a 24 de junho, que assinala a culminância das atividades físicas da natureza e da ação da energia solar sobre a terra.

Durante dois mil anos a Terra tem recebido, anualmente, um impulso agregado do “Deus Solar” Cristo. Desde aquele tempo essa energia vitalizadora tem sido liberada diretamente no centro de nossa terra. Isso acontece no Solstício de Dezembro, o qual se chama o “Místico Nascimento”. A partir dessa data, essa grande força de amor e de vida começa a trabalhar para fora de novo, fermentando e fertilizando milhões de sementes que foram depositadas na terra para que possamos ter alimento físico. Essa energia dadora de vida (tanto em sentido físico como espiritual) morre sobre a cruz da terra ao tempo da “cruz” do sol sobre o equador, no equinócio vernal. Por esse tempo, o Cristo é levantado da Cruz da Terra (ou seja, a matéria) mediante a força ígnea de Áries e começa sua viagem de regresso ao Trono do Pai. Não disse Ele: “E eu, se for levantado da terra, a todos trarei a mim mesmo”?

O Solstício de Junho assinala o tempo em que o Raio de Cristo se libera completamente dos planos de nosso globo e entra em seu próprio mundo-lar, o Mundo do Espírito de Vida. Como se realiza isso? É algo que pode ser conhecido diretamente por aqueles que tenham merecido esse sagrado privilégio. No entanto, a experiência deve estar sempre oculta atrás das palavras, porque é impossível descobrir com elas as experiências obtidas nos mundos suprafísicos. Estamos tratando de descrever outra dimensão de espaço, o que não se pode fazer com palavras.

Na festa do Solstício de Junho, as hostes celestiais se regozijam, porque o “Grande Sacrifício” foi consumado uma vez mais. Legiões e legiões de seres angélicos acompanham o “Redentor da Terra” até as portas do Mundo do Espírito de Vida. Ele efetua a obra de acelerar a vibração da terra, junto com seus mundos internos, sempre um pouco mais. Esses seres angélicos formam grupos, de acordo com seu grau de evolução. Seus corpos são luminosos e brilham com a luz branca dos céus. Alguns levam cruzes áureas e mantêm velados seus rostos ante o “sagrado mistério”. Outros formam com seus corpos radiantes uma nuvem dourada “como se por trás estivessem os raios do sol”. Nessa nuvem o Cristo é levado ao alto. Finalmente se adianta, eleva suas mãos como para bendizê-los, e os abençoa. Ao fazê-lo, as hostes de Anjos, Arcanjos, e os que se redimiram por intermédio do seu Amor, todos caem sobre seus rostos ante Ele. Nisso, ressoa a “Música das Esferas”, e ao ressoar por todo Universo, essa hoste de seres celestes canta o estribilho: “Eis aqui o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo”. Então, ele se eleva à uma Vida mais abundante.

A cena se desvanece. De regresso à terra, presenciaremos este festival da noite de junho entre essas pequenas criaturas conhecidas como “Espíritos da natureza”. Eles fazem um verdadeiro e maravilhoso milagre na grande economia da natureza, porque são eles que proveem o vínculo entre a energia estimulante do sol e a matéria-prima da forma. Sem eles, não poderia haver vida sobre a terra. Os corpos dessas pequenas criaturas sub-humanas estão de tal modo compostos de diferentes éteres, que atuam como portadores da força vital, amalgamando-a em seus corpos e com ela construindo a vida celular, da mesma forma que as abelhas recolhem o mel das flores e dele fabricam o favo de mel. Trabalham sob a direção dos mais elevados seres, a saber, os Anjos, que são os que guiam a evolução do reino vegetal. Na noite da festa se regozijam também, porque eles, de igual modo, fizeram seu trabalho fielmente para que possa existir mais abundante vida sobre a terra. Refletem, no plano físico, a grande festa que tem lugar nos mais elevados reinos nessa noite de junho.

O quadro que tivemos ocasião de contemplar, mostrava uma assembleia numa extensa área verde, em um bosque. Os Espíritos de Natureza estavam realizando um maravilhoso jubileu. Formavam um grande círculo. Dentro do círculo os gnomos preparavam seus alimentos etéricos para a festa, enquanto outras fadas dançavam em meio de um êxtase de alegria. Nesse êxtase, estendiam suas mãos, das quais fluíam estrelas e flores etéricas dos mais originais tons e cores, as quais iam flutuando no ar como as bolhas de sabão das crianças.

Algum dia a ciência descobrirá como se realiza o processo do metabolismo. Então, se revelará o que é “a alquimia da natureza”, e se encontrará a obra dessas pequenas criaturas, conhecendo-se, então, o trabalho que lhes cabe na manutenção da vida e da forma.

Certamente o estribilho que provém dos mundos superiores: “Muito bem, bom e fiel servo”, deve encontrar eco na alegria dos Espíritos da Natureza na Noite de junho. Quem diz que não? Sua festa dura da zero hora a uma hora da manhã de 22 de junho – somente uma hora; e logo depois se despedem e voltam às tarefas que lhes estão fixadas.

O Cristo passa pelo Mundo do Espírito de Vida e vai ao trono do Pai, no Mundo do Espírito Divino. Somente pode permanecer ali um breve tempo, na verdade, porque, como se diz, “tomou a forma de servo” e por seu próprio livre arbítrio foi crucificado sobre a Cruz da Matéria (a Terra). Privou-se de morar em Seus reinos de glória para que nossa terra, engalfinhada no pecado, e suas correntes de vida evolucionante possam alcançar o grau que lhes tem sido assinalado segundo seu plano de evolução. Até que isso venha a cabo, “Ele deve vir de novo”, a cada ano, para acelerar a vibração do nosso meio, de modo que possamos progredir de acordo com o plano divino.

Cristo morre em Seu lugar de glória quando o Sol entra em Libra, no Equinócio de Setembro. Aqui é uma outra festividade sagrada, chamada “A Imaculada Concepção”, e de novo Cristo há de fazer-se manifesto em nossa terra, na forma de uma onda de energia espiritual. Como o veem os clarividentes, é descendo lentamente sob a aparência de uma grande e maravilhosa luz. Deve avançar gradualmente, descendo através dos três mundos de nosso globo. Deve vir como as suaves chuvas de dezembro, com seu bálsamo de cura, e nunca como a tormenta elétrica que destrói. Entra completamente na terra no Solstício de Dezembro, e outra vez começa a obra de fermentar a terra, fertilizando as sementes e elevando a consciência espiritual do ser humano para aproximá-la de Deus.

Essas são as quatro grandes festas dos Ensinamentos dos Mistérios Ocidentais. Se as estudamos e meditamos sobre elas, algum dia o véu será levantado para que possamos dar uma olhada “no que está entre o céu e a terra” e, na escala que vai desde a terra até o Trono do Pai, encontraremos as pegadas dos pés do Senhor do Amor, conforme vai e vem em Sua viagem anual, até que a humanidade seja redimida por meio de Seu sacrifício e de Seu amor.

(Rays from the Rose Cross e publicada na revista ‘Serviço Rosacruz’ – 07/86)

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As Razões Visíveis e Esotéricas para o Solstício de Junho

As Razões Visíveis e Esotéricas para o Solstício de Junho

Os Solstícios marcam o momento em que a vibração terrestre é mais elevada e em que os Raios Cósmicos da Vida Crística entram profundamente (Solstício de Dezembro) ou saem definitivamente (Solstício de Junho).
Juntamente com os Equinócios de março e setembro, constituem os pontos decisivos na vida do Grande Espírito da Terra, Cristo.

O Solstício de Junho – ótimo momento para se fazer um importante exercício esotérico na sua véspera: Ritual do Solstício de Junho!

Aqui você tem o texto para fazer esse exercício esotérico: http://fraternidaderosacruz.com/site/ritual-do-servico-do-solsticio-de-junho/

Razões Visíveis: No Solstício de Junho a Terra está se aproximando no máximo AFASTAMENTO do Sol.
Como sabemos, a Astrologia funciona em projeção geocêntrica, e a declinação dá-nos a maior ou menor angulação que o astro considerado faz com o Equador, tal como visto da Terra.

Assim, à medida que os dias se vão aproximando de Junho, a declinação do Sol vai aumentando: passa de 0º em 21-22 de Março até atingir um máximo de 23º 26′ em 20-21 de Junho: então parece que fica “parado”, cerca de três dias nos 23º 26′ (daí o verbo sistere, que compõe “solstício”), uma vez que estamos vendo em projeção geocêntrica contra o fundo da Esfera Celeste, e a partir do dia 24-25 volta “para trás” e os dias começam a diminuir.
Essas razões físicas são as partes visíveis que verificamos como evidências de que o Solstício de Junho é o momento em que a Terra está chegando ao seu ponto mais longe do Sol.

Razões Esotéricas: esteja você no hemisfério Norte ou no Sul, independentemente da inversão das estações, uma coisa não muda: é a DISTÂNCIA, maior ou menor, a que o Sol se encontra da Terra. A Terra percorre uma elipse em torno do Sol, ao longo do ano, e não uma circunferência perfeita, e o Sol ocupa um dos focos dessa elipse.
Como dissemos acima, no Solstício de Junho, a Terra está no máximo AFASTAMENTO do Sol, o que provoca uma diminuição de espiritualidade com o correlativa intensificação e pujança de vitalidade física.

O Planeta Terra fica, então, consciente de certo vazio, um vazio espiritual, enquanto a Glória Cósmica se afasta.
A liturgia cristã associa este tempo ao festejo de São João Batista, o Precursor (24 de Junho), que antecede e anuncia o Solstício seguinte, o de Dezembro. Daí as palavras de São João Batista: “Fui enviado adiante d’Ele” (Jo 3:28) e “Ele deve crescer, e eu diminuir” (Jo 3:30).

Esta é a época em que o Cristo, tendo alcançado o trono do Pai (o Mundo do Espírito Divino) depois de ter completado Seu trabalho terrestre por mais um ano, é saudado pela hoste celestial, os Senhores da Sabedoria, que também habitam lá. Em honra a este grande Ser, que deu Sua vida até à exaustão, é apropriado juntarmo-nos àquele coro celeste cantando:

“Aclamem todos o poder do nome de (Cristo) Jesus!
Deixem os anjos prostrados caírem;
Tragam o diadema real,
E como o Senhor de todos, O coroem.”

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As Razões Visíveis e Esotéricas para o Equinócio de Setembro

As Razões Visíveis e Esotéricas para o Equinócio de Setembro

O Equinócio de Setembro – ótimo momento para se fazer um importante exercício esotérico na sua véspera.

Aqui você tem o texto para fazer esse exercício esotérico: http://fraternidaderosacruz.com/site/ritual-do-servico-do-equinocio-de-setembro/.

Razões Visíveis: No Equinócio de Setembro o Sol “cruza” o equador celeste de Norte para Sul – como sabemos a Astrologia funciona em projeção geocêntrica e consultando as Efemérides planetárias verificaremos que à medida que os dias se vão aproximando de Setembro, a declinação do Sol vai reduzindo: passa de 23º 26′ para 0º.

Essas razões físicas são as partes visíveis que verificamos como evidências de que o Equinócio de Setembro é o momento em que mais uma vez estamos no tempo da primavera, para o Hemisfério Sul.

Razões Esotéricas: a passagem do Sol por Libra, a balança, simboliza o trabalho do Cristo para restabelecer o equilíbrio das forças que o ser humano insiste em desequilibrar, por meio das atividades discordantes nos seis meses que se passaram (de março até setembro).

É quando o Cristo Cósmico toca a atmosfera de nosso Planeta, “descendo” do Mundo do Espírito de Vida. Este Mundo estabelece um vínculo comum entre os Planetas do nosso Sistema Solar e, do mesmo modo que para ir-se da América à África é necessário ter-se um barco e poder dirigi-lo, assim também se requer um veículo apropriado ao Mundo do Espírito de Vida, sob controle consciente, para poder-se viajar de um a outro Planeta.

É bom lembrar que Cristo, o mais alto Iniciado do Período Solar, emprega, geralmente, o Espírito de Vida como veículo inferior.

Funciona tão conscientemente no Mundo do Espírito de Vida como nós, aqui, no Mundo Físico.

Rogamos ao estudante que note, de modo particular, este ponto porque o Mundo do Espírito de Vida é o primeiro Mundo Universal. Nesse mundo cessa a diferenciação e começa a manifestar-se a unidade, pelo menos quanto ao nosso Sistema Solar. É onde a Sabedoria flui no seu cotidiano. E de onde tomamos, via a intuição, a solução perfeita para qualquer problema que temos aqui. É o lugar onde se encontra a Memória da Natureza. É o Reino do Amor.

É a volta do Cristo, com foco de atenção ao nosso Planeta, onde ele, mais uma vez, dá toda a Sua luz, toda a Sua vida e todo o Seu amor para vivificar esta massa morta (que nós cristalizamos do Sol) anualmente, e isto constitui um grilhão, um empecilho, uma prisão para Ele; por isso os nossos corações deveriam ficar voltados para Ele, neste tempo, em gratidão, pelo sacrifício que Ele faz por nossa causa durante os meses em que a natureza está morta, compenetrando este Planeta com Sua vida para despertá-lo do seu sono, no qual permaneceria se Ele não nascesse no seu interior para vivificá-lo!

Sem esta infusão anual de vida e energia divina, todas as coisas vivas sobre a nossa Terra pereceriam imediatamente e todo o progresso ordenado seria frustrado, pelo menos no que diz respeito à nossa linha atual de desenvolvimento. É a “queda” (ou descida) do Raio Espiritual do Sol nestes três meses que dá origem às atividades mentais e espirituais nos três meses seguintes.

A mesma força germinadora que ativa a semente na terra e a prepara para produzir sua espécie em múltiplo, agita também a Mente humana e promove as atividades altruístas que fazem o mundo melhor.

Assim é que as poderosas vibrações espirituais da onda Crística doadora de vida estão na atmosfera terrestre durante os meses que temos pela frente e podem ser, por nós, usadas com muito maior proveito se soubermos disso e se redobrarmos nossos esforços, o que não faríamos se desconhecêssemos esse fato. O Cristo ainda está gemendo e sofrendo as dores do parto, esperando pelo dia da libertação, pela “manifestação dos Filhos de Deus”; e apressamos verdadeiramente esse dia, cada vez que alimentamos nossos veículos superiores, isto é, cada vez que participamos da ceia simbolizada pelo pão e vinho místicos.
Todas as vezes que nos damos a nós mesmos no serviço aos outros, aumentamos nosso Corpo-Alma, que é constituído pelos Éteres Superiores do nosso Corpo Vital. Atualmente é o Éter Crístico que mantém a Terra flutuando no espaço, porém, lembremo-nos que se quisermos apressar o dia de sua libertação, devemos desenvolver em número suficiente nossos próprios Corpos-Alma até ao ponto em que possamos manter a Terra flutuando. Dessa forma poderemos tomar conta da carga de Cristo e libertá-Lo das limitações da existência física.

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As Razões Visíveis e Esotéricas para o Equinócio de Março

As Razões Visíveis e Esotéricas para o Equinócio de Março

Os Solstícios marcam o momento em que a vibração terrestre é mais elevada e em que os Raios Cósmicos da Vida Crística entram profundamente (Solstício de Dezembro) ou saem definitivamente (Solstício de Junho).
Juntamente com os Equinócios de Março e Setembro, constituem os pontos decisivos na vida do Grande Espírito da Terra, Cristo.

O Equinócio de Março – ótimo momento para se fazer um importante exercício esotérico na sua véspera.

Aqui você tem o texto para fazer esse exercício esotérico: http://fraternidaderosacruz.com/site/ritual-do-equinocio-de-marco/

Razões Visíveis: No Equinócio de Março o Sol “cruza” o equador celeste de Sul para Norte – como sabemos a Astrologia funciona em projeção geocêntrica e consultando as Efemérides planetárias verificaremos que à medida que os dias se vão aproximando de Março, a declinação do Sol vai diminuindo: passa de 23º 26′ em torno de 21/12 para 0º em torno de 20/3.

Essas razões físicas são as partes visíveis que verificamos como evidências de que o Equinócio de Março é o momento em que mais uma vez estamos no tempo da Páscoa.

Razões Esotéricas: a passagem do Sol por Áries, o Carneiro (regido por Marte) simboliza o cordeiro Pascal, marcial, morte na cruz (“cruzar” o Equador – Crucificação).

Mais uma vez atingimos o ato final do drama cósmico que envolve a descida do Raio do Cristo sobre a matéria da nossa Terra: o Nascimento Místico, celebrado pelo Natal, a Morte Mística e a Libertação.

O impulso de vida do Cristo Cósmico que penetrou na Terra da última vez teve o seu Nascimento Místico por ocasião do Natal, cumpriu a sua maravilhosa magia de fecundação durante os meses decorridos entre o Natal e a atual Páscoa, e está agora se libertando da Cruz da matéria para ascender novamente ao Trono do Pai, deixando a Terra revestida de vida para ser usada nas atividades físicas dos próximos meses.

O Raio Espiritual emanado anualmente do Cristo Cósmico para revitalizar a vitalidade latente da Terra, está subindo ao Trono do Pai.

Nesta parte do ano, uma vida nova, uma energia aumentada, circula com força irresistível pelas veias e artérias de todas as coisas vivas, inspirando-as, dando-lhes nova esperança, nova ambição e nova vida, impelindo-as a novas atividades por meio das quais aprenderão novas lições na escola da experiência. Com ou sem conhecimento da parte dos beneficiados, esta energia superabundante revigora tudo o que tem vida.

Durante os últimos seis meses temos sido progressivamente impregnados com as vibrações espirituais do Cristo Cósmico que começaram a penetrar a atmosfera da Terra em Setembro.

Nessa descida do Cristo Cósmico, veio a nós um novo impulso para a vida superior; esse impulso culminou na noite Santa do Natal e tem produzido a sua magia nas nossas naturezas de acordo com a maneira pela qual aproveitamos as nossas oportunidades.

De acordo com a nossa diligência ou descuido na passada estação, o nosso progresso será acelerado ou retardado na próxima, pois não há palavra mais verdadeira do que aquela que nos ensina que somos exatamente o resultado das nossas próprias ações.

Uma nova oportunidade de prestarmos maior serviço proporcionar-nos-á um impulso adicional em direção ao céu e não será demais repetirmos que será inútil esperarmos a libertação da cruz da matéria, enquanto não tivermos aproveitado todas as nossas oportunidades aqui, só depois disso estaremos preparados para uma esfera de serviço mais ampla.

Os cravos que pregaram o Cristo à Cruz do Calvário terão que traspassar a vocês e a mim, até que o impulso dinâmico do amor flua de nós em ondas que vão aumentando ritmicamente, como a maré de amor que anualmente penetra na Terra e a envolve com vida renovada.

Durante os três meses que passaram, o Cristo sofreu as agonias da tortura, “gemendo e esperando pelo dia da libertação” que chega na ocasião da qual a Igreja Ortodoxa fala como sendo a Semana da Paixão.

Nós sabemos, de acordo com os ensinamentos místicos, que essa semana é exatamente a culminação ou o ponto máximo do Seu sofrimento e que então Ele sairá da Sua prisão; sabemos que quando o Sol cruza o equador, Ele pende da Cruz e exclama: “Consummatum Est”. Está terminado!

Este não é, porém, um grito de agonia.

É um grito de triunfo, um brado de alegria porque chegou a hora da libertação, e porque mais uma vez, Ele pode elevar-se durante algum tempo livre das agrilhoantes condições do nosso planeta.

Deveríamos regozijar-nos com Ele nesta hora grande, gloriosa e triunfal; na hora da libertação, quando Ele exclama: “Está terminado”!

Sintonizemos nossos corações com este grande acontecimento cósmico; regozijemo-nos com o Cristo nosso Salvador, porque mais uma vez chegou ao fim o Seu Sacrifício anual; e sintamos gratidão, do mais profundo do nosso coração, porque Ele está prestes a libertar-Se dos grilhões da Terra; porque a Vida que Ele agora espalhou no nosso Planeta é suficiente para nos conduzir até ao próximo Natal.

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A Vida dos Salvadores e do Sol

A Vida dos Salvadores e do Sol

“Deus é Luz” e como presença corporal do Pai entre nós temos o Cristo, de modo que qualquer um que crê Nele, não perece, mas tem a vida eterna. Por isso que Cristo disse: “Eu sou a Luz do Mundo”.

É do Sol visível que nos vem cada partícula de energia e é do Sol espiritual invisível que nos vem toda nossa energia espiritual.

Vejamos agora, como nós daqui do nosso Planeta Terra visualizamos todos os anos a passagem, a permanência e o trabalho do nosso Salvador, Cristo:

O nosso Planeta Terra gira em torno de uma estrela que conhecemos como Sol. O Sol, por sua vez, gira em torno de um conjunto de estrelas fixas.

Essas estrelas fixas formam 12 grupos ou constelações que conhecemos com o nome de Signos do Zodíaco. Esse caminho, tomando como referência o nosso Planeta Terra, feito pelo Sol é chamado de Eclíptica.

Zodíaco não quer dizer que tais constelações pareçam com animais, mas é porque suas influências estão voltadas em exteriorizar as principais características no ser humano incorporadas no símbolo.

Assim, por exemplo: a arrogância, a energia e a coragem que vem de Áries não podem estar mais bem simbolizadas do que pelo Carneiro.

Ou a pacífica, mas prodigiosa força e a grande persistência que vem de Touro não podem ser mais bem descritas que pelo simbólico Touro.

O Zodíaco permanece sempre na mesma posição relativa, ou, pelo menos, sua mudança é tão insignificante que pode ser desprezada.

Olhando daqui do nosso Planeta Terra, percebemos que todos os anos, no dia 21 de março, temos a impressão de que o Sol começa a abandonar o Hemisfério Sul, cruzando a linha do equador em direção ao Hemisfério Norte.

Isso ocorre porque o nosso Planeta Terra possui movimentos em torno do seu eixo como um pião cambaleante. Esses movimentos cambaleantes são de dois principais tipos conhecidos como:

· Precessão

· Nutação

Na realidade, não é que o Sol abandona o Hemisfério Sul. O que acontece é que seus raios incidem no nosso Planeta Terra mais perpendiculares, no Hemisfério Sul, a partir de 21 de março e mais inclinados no Hemisfério Norte. Com isso, há a sensação de mais calor no Hemisfério Norte do que no Sul.

Já a partir de 23 de setembro tudo se inverte: o Sol abandona o Hemisfério Norte, cruza a linha do equador e penetra no Hemisfério Sul. Novamente, o Sol não abandona o Hemisfério Norte, mas seus raios incidem no nosso Planeta Terra, mais perpendiculares no Hemisfério Norte, a partir de 23 de setembro, e mais inclinados no Hemisfério Sul.

Assim, todos os anos quando o Sol cruza a linha do equador indo do Hemisfério Sul para o Hemisfério Norte temos o Equinócio de Março. É o Equinócio de Outono, para nós do Hemisfério Sul, o início da estação do Outono. Isso ocorre todos os anos, em torno do dia 21 de março. Já para o Hemisfério Norte é o Equinócio da Primavera, o início da estação da Primavera.

Agora, todos os anos quando o Sol cruza a linha do equador indo do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul temos o  Equinócio de Setembro. É o Equinócio da Primavera para nós do Hemisfério Sul, o início da estação da Primavera. Isso ocorre todos os anos, em torno do dia 23 de Setembro. Já para o Hemisfério Norte é o Equinócio de Outono, o início da estação do Outono.

Nesse cruzamento de Hemisfério Sul para Hemisfério Norte ocorre um fato importantíssimo: devido aos movimentos vibratórios dos pólos descritos anteriormente o Sol cruza o equador sempre em um ponto anterior do que ele fez no ano anterior e, como, nesse dia, os períodos do dia e da noite são de iguais durações, ou seja: o Equinócio, esse cruzamento chama-se Precessão dos Equinócios.

Se não houvesse tal Precessão dos Equinócios o Sol penetraria sempre na constelação de Áries, todos os anos no Equinócio de 21 de março no mesmo ponto, no mesmo grau e no mesmo minuto.

Esse movimento é muito lento: um grau cada 72 anos, aproximadamente.

Assim, o Equinócio de Março ocorreu no primeiro grau de Peixes mais ou menos 2160 anos atrás (72 anos*30 graus).

Além desses movimentos, o nosso Planeta Terra tem um movimento de translação ao redor do Sol.

Esse movimento tem a forma de uma Elipse, e o Sol ocupa um dos focos dessa elipse.

Assim sendo, por duas vezes o Sol atinge suas posições mais afastadas do equador: em junho e em dezembro de cada ano.

· Para nós do Hemisfério Sul, em junho, os raios solares caem mais perpendiculares sobre a superfície da Terra. É quando o Sol atinge sua posição mais austral (mais ao Sul) em torno do dia 21 de junho. Esse dia é conhecido como Solstício de Junho ou Solstício de Inverno, início da estação do Inverno, para o Hemisfério Sul

· Já em dezembro, os raios solares caem mais inclinados sobre a superfície da Terra. É quando o Sol atinge sua posição mais boreal (mais ao Norte)

em torno do dia 21 de dezembro. Esse dia é conhecido como Solstíco de Dezembro ou Solstício de Verão, início da estação do Verão, para o Hemisfério Sul

Para o Hemisfério Norte é o contrário: como o Sol atingiu sua posição mais austral em torno do dia 21 de junho para o nosso Hemisfério, então ele atingiu sua posição mais boreal para o Hemisfério Norte assim: temos o Solstício de Verão para o Hemisfério Norte.

O mesmo ocorre em 21 de dezembro: o Sol atinge o ponto mais austral para o Hemisfério Norte, ou seja: Solstício de Inverno para lá.

De qualquer modo, observe bem esse fator importante para entender o que segue adiante: independente da influência física dos raios solares, é a distância que o Sol se encontra da Terra o mais importante:

· Em junho está mais longe (o foco da elipse em que o Sol se encontra está mais longe)

· Em dezembro está mais perto (o foco da elipse em que o Sol se encontra está mais perto)

E isso independe do hemisfério que nós estamos!

É exatamente o movimento do Sol em torno do Zodíaco, descrito acima, que fundamenta as vidas de todos os salvadores da humanidade.

Essa passagem do Sol pelo Zodíaco descreve: as provações e os triunfos de todo iniciado.

Todos vieram: com luz divina e com conhecimentos espirituais para ajudar-nos a encontrarmos a Deus e, portanto, os acontecimentos de suas vidas estavam de acordo com os acontecimentos que o Sol encontra em sua peregrinação anual.

Vamos falar do maior salvador da humanidade: o Cristo na sua primeira aparição entre nós como Cristo-Jesus.

Jesus nasceu de uma Virgem imaculada, quando a escuridão era maior entre a humanidade. Do mesmo modo que o Sol começa sua jornada na noite mais longa do ano, quando o signo de Virgem, a virgem, se mantém sobre o horizonte oriental em todas as latitudes, entre as 22 e as 24 horas do dia 24 para o dia 25 de dezembro de todo ano, como lemos em São Lucas 1 e São Mateus 2.

Como nesse dia a Terra está mais próxima do Sol, ela é permeada mais fortemente pela aura do Sol Espiritual.

Assim, dizemos que o Sol do novo ano nasce do dia 24 para o dia 25 de dezembro de todo ano. Ele é a esperança de vida que nasce para salvar a humanidade do frio e da fome que se seguiriam se não nascesse todos os anos.

Após esse advento do Cristo todos os anos a 21 de Dezembro, um raio do Cristo Cósmico chega até o centro do nosso planeta Terra e começa irradiar: toda a Sua Luz, todo o Seu Amor, toda a Sua Vida que funciona como um influxo rejuvenescedor do nosso Pai celestial.

Deste ponto, o Sol vai crescendo em esplendor, passando pelos signos de: Capricórnio e Aquário.


Quando passa pelo signo de Peixes, temos a época do jejum do iniciado, período de elevação espiritual.

Depois da quaresma o Sol passa pelo Equinócio de Março, entrando no signo de Áries, simbolizando o cordeiro Pascal, marcial.

Nesse cruzamento do Sol pelo equador, rumo ao norte, temos a Crucificação do Salvador que depois de ter-nos dado toda a sua Vida, Sua Luz e Seu Amor como alimento físico e espiritual, Ele se liberta da cruz da matéria para ascender novamente ao Trono do Pai, deixando o nosso planeta Terra e todos os seres vivos que nele evolucionam totalmente providos dos alimentos físico e espiritual para serem utilizados nos próximos meses do ano.

Aqui Cristo eleva-se até ao Mundo do Espírito de Vida, atingindo-o no período do Equinócio de Março, onde executa um trabalho de correlacionar todos os seres vivos de todos os estelares do nosso Sistema Solar numa Fraternidade Universal.

Continuando seu trabalho vem a passagem por Touro, símbolo do amor e da subida ao Reino dos Céus, ou regresso ao Trono ou casa do Pai.

A 21 de junho de todos os anos, o Sol atinge o seu ponto máximo de declinação boreal no Solstício de Junho.

Então, Cristo chega ao Trono do Pai no Mundo do Espírito Divino onde, durante os meses de Julho e Agosto, enquanto o Sol passa por Câncer e por Leão, o Cristo está reconstruindo Seu veículo do Espírito de Vida para, na próxima descida, oferecer ao nosso Planeta Terra e a todos os seres vivos que aqui evoluciona.

Temos, então, a 15 de agosto a festa da Ascensão de Cristo, em Leão, que marca o trabalho do Cristo no Mundo do Espírito Divino trabalho esse onde Ele busca correlacionar todos os seres vivos de todos os estelares de todos os Sistemas Solares do Universo numa Fraternidade Universal.

De Leão o Sol passa pelo signo de Virgem. A 23 de setembro o Sol cruza novamente o equador, na direção: do Hemisfério Norte para Hemisfério Sul. Temos o Equinócio de Setembro.

Nesse momento Cristo está entrando no Mundo do Espírito de Vida, no seu caminho descendente.

Ele está pronto a enfocar sua consciência no nosso planeta Terra para que possamos ter vida.

E, então, novamente a 21 de Dezembro, um raio do Cristo Cósmico chega até o centro do nosso planeta Terra e começa irradiar: toda a Sua Luz, todo o Seu Amor, toda a Sua Vida que funciona como um influxo rejuvenescedor do nosso Pai celestial.

Estamos na época em que as poderosas vibrações espirituais vivificantes da onda Crística estão na atmosfera terrestre e podemos utilizá-las com maior vantagem se conhecemos esse fato e redobrarmos nossos esforços o que seria impossível se nós não estivéssemos conscientes disso.

Imaginemos o quão aprisionado sente-se um Ser da estatura de Cristo em ambiente tão cristalizado como o nosso Planeta.

Imaginemos quão grande é o Seu sacrifício que faz: por nossa causa e por nossa incapacidade de evoluirmos sozinhos.

Portanto, deveríamos agradecer por esse sacrifício anual indispensável. A melhor forma de expressar essa gratidão é colaborando com Ele nos dando a nós mesmos em serviço para com todos os nossos semelhantes, ajudando a limpar o Corpo de Desejos do nosso planeta e vivenciando a Fraternidade Universal por onde vivemos. Assim construindo nossos Corpos-Almas, tomarmos a sua carga e o seu fardo libertando-O dessa sua prisão anual e dirigirmos a nossa Evolução para cima e para frente em direção ao nosso Pai Celestial.

QUE AS ROSAS FLORESÇAM EM VOSSA CRUZ