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Cristo, o Espírito da Terra

Cristo, o Espírito da Terra

"E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Final do Evangelho de São Mateus)

Os Ensinamentos Rosacruzes estabelecem uma diferença entre Cristo, o grande Espírito Solar e Jesus, o homem mais avançado da nossa humanidade. Nos Evangelhos nos é dito que na época do Batismo o Espírito de Deus desceu sobre Jesus.

Foi de fato nesse momento que Jesus entregou a Cristo seu Corpo Denso e seu Corpo Vital, de modo que o grande Espírito Solar pudesse se manifestar entre os seres humanos e realizar o supremo sacrifício do Gólgota. Um sacrifício que não consistia apenas em morrer numa cruz, mas que permitia que Cristo entrasse no interior da Terra e começasse a espiritualizá-la.

Esse é o grande sacrifício de Cristo, pois as baixas vibrações do nosso Mundo constituem, para ele, uma dolorosa limitação.

Cristo permanece, no entanto, sendo o grande Espírito Solar, pois é apenas um dos seus raios (parte de sua consciência) que penetrou em nossa Terra quando o sangue de Jesus fluiu no Calvário.

Mantendo uma conexão com o nosso Planeta, ele se retira, todos os anos, na Páscoa e começa a penetrar, novamente, em setembro para dar à Terra (e a nós) uma nova vida durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro.

Essa força espiritual atinge sua intensidade máxima durante a noite de Natal, a noite mais sagrada do ano.

Muitas pessoas começam a sentir as vibrações cristãs de paz, alegria e amor na época do Natal. E a prática de dar presentes é um primeiro passo para a fraternidade universal.

(Traduzido do: Le Christ, Esprit de la Terre, da Association Rosicrucienne Max Heindel, Centre de Paris - Texte inspiré de l'enseignement rosicrucien légué à Max Heindel par les Frères Aînés de la Rose-Croix)