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Perguntas e Respostas

Qual é a explicação para a vara de radiestesia e por que ela funciona para algumas pessoas capacitando-as a localizar onde há água na Terra enquanto para outras pessoas ela não funciona?

Pergunta: Qual é a explicação para a vara de radiestesia e por que ela funciona para algumas pessoas capacitando-as a localizar onde há água na Terra enquanto para outras pessoas ela não funciona?

Resposta: Esse é um fenômeno etérico. Uma pessoa cujo Corpo Vital está frouxamente conectado ao Corpo Denso torna-se um canal para o fluxo das correntes etéricas que fluem em volta e interpenetra a Terra. Éter é uma forma de matéria física, embora altamente atenuada. No entanto, um fluxo de Éter é capaz de produzir, sob certas circunstâncias, um fenômeno físico. Há uma conexão magnética entre as correntes de água no estrato da Terra e as correntes etéricas na atmosfera. Uma pessoa que tem uma conexão frouxa entre o Corpo Vital e o seu Corpo Denso é capaz de torna-se um tipo de chave ou estação de conexão entre as correntes etéricas acima e as correntes etéricas abaixo da superfície da Terra. As correntes acima podem ser consideradas como positivas e as correntes ao redor da água ou sob a água, como negativas.

Então, quando a conexão é estabelecida através do Corpo Vital de uma pessoa, essas correntes fluem através dela e através da vara dobrada que ela tem em suas mãos, que é também um condutor para as correntes etéricas. Isso produz uma atração ou tensão magnética na vara, tendendo-a a puxar para baixo em direção as correntes na Terra a fim de estabelecer uma linha mais direta de conexão entre as correntes etéricas mais elevadas e mais baixas. Assim, nós temos o fenômeno da vara dobrada para baixo nas mãos da pessoa que a segura. Pessoas cujos Corpos Vitais não estão tão frouxamente conectados não são capazes de agir como chave ou estação de conexão como explicado acima. Portanto, a vara de radiestesia não funcionará para elas e estas não podem localizar as correntes subterrâneas de água.

(P&R da Revista Rays from the Rose Cross out/78 – The Rosicrucian Fellowship)