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O Amor na Essência do Natal

O AMOR NA ESSÊNCIA DO NATAL

Nestes tempos de celebração do Natal (você comemora ou celebra o Natal?) percebe-se, estampada na fisionomia das pessoas, uma alegria serena e pura. Há no ar um sentimento generalizado de solidariedade, fruto do amor Crístico que se irradia pelo Planeta. Tudo parece interligado pelo amor.

O amor, no sentido mais amplo, segundo as palavras do Cristo, é a comunhão universal entre todos nós, seres humanos. É isso e muito mais, partindo do amor que devemos ter para conosco mesmos. Se você ama a si mesmo, necessariamente está amando o Deus que habita o seu interior, com o qual forma uma unidade, e está amando o próximo.

No amor estão contidos a lei e os profetas, ou seja, todos os ensinamentos e revelações. Cristo decretou o amor como mandamento por causa da dureza do coração humano. Quem não cultiva o amor em sua vida diária é como um filho pródigo que abandonou a paz e a harmonia para afundar-se na miséria do mundo, até que a dura lição do sofrimento o faça retornar à sua verdadeira essência.

O amor é o divisor de águas entre os seres espiritualizados e aqueles que ainda vivem nas trevas do egoísmo. O apóstolo São Paulo, na sua Carta aos Coríntios, faz a apologia do amor: "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tivesse amor seria como o metal que soa ou como o címbalo que tine. Ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda ciência; ainda que tivesse fé a ponto de remover montanhas, se não tivesse amor, nada seria. Ainda que eu distribuísse todos os meus bens entre os pobres; ainda que entregasse meu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me adiantaria".

A seguir, São Paulo descreve o amor como "paciente, prestativo, não invejoso, sem ostentação, sem orgulho; nada faz de inconveniente, não é interesseiro, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". Nada mais completo para definir o amor, no qual reside a verdadeira essência do Natal.

"Que as rosas floresçam em vossa cruz"