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O Fator Destino na Enfermidade

O Fator Destino na Enfermidade

Para termos uma justa compreensão de como o fator destino se insinua na nossa saúde e na nossa recuperação, é preciso que, em primeiro lugar, compreendamos que o nosso destino nós mesmos o criamos. Desde que os nossos longínquos ancestrais, os Semitas Originais, foram dotados do livre arbítrio, vivemos continuamente pondo em ação forças que elaboraram as nossas condições presentes. Assim nós mesmos fomos os criadores da nossa atual situação.

A Astrologia é frequentemente mal interpretada por aqueles que afirmam serem as aflições (em particular as de Saturno), no mapa natal, indicadoras de sofrimentos inevitáveis. Apesar de a maioria atuar de acordo com que indicam os seus astros, é, porém, verdade que os "astros impelem, mas não compelem". A pessoa espiritualmente desperta, que se esforça por mudar os seus hábitos mentais e emocionais para que se harmonizem com as leis de Deus, começa a governar as suas estrelas, e consequentemente, torna-se senhor de seu próprio destino. Destarte, o destino prova ser um fator de recuperação e assim o é até onde nós o deixarmos ser.

Cada um de nós é um ser divino possuindo, em potencial, todos os poderes do nosso Criador, Deus, e podemos, por um adequado desenvolvimento deles progredir àquelas alturas espirituais somente limitadas pelo nosso poder. Tal consecução requer um esforço persistente numa autoeducação, pois, enquanto a maioria consentir em ser governada pelos seus desejos, ela estará sujeita a enfermidades várias. Todavia, o poder do Espírito é ilimitado, e segundo o'quantum' de harmonia que criamos com esse poder, vivendo de acordo com as imutáveis leis divinas do amor, da unidade do serviço etc., assim livramo-nos das cristalizações dos aborrecimentos, ressentimentos, desconfianças etc., e fazemos possível o gozo de uma verdadeira e abundante saúde.

(Traduzido de Rays from the Rose Cross e publicado na 'Revista Rosacruz' em 05/79)