cabeçalho4.fw

Diagnóstico pela Astrologia: quando feito corretamente é superior a todos os outros

Diagnóstico pela Astrologia: quando feito corretamente é superior a todos os outros

Para aqueles que concebem a divina ciência dos Astros um estudo verdadeiro e um julgamento não concebido, não há dúvidas quanto a superioridade do diagnóstico pela Astrologia sobre todos os outros métodos de diagnosticar enfermidades. Contudo, o reto uso deste método requer uma elevada capacidade de discernimento associada a certos princípios psicológicos fundamentais.

Primeiramente, o mínimo possível do diagnóstico obtido diretamente do horóscopo pode ser dado ao paciente, pois é preciso que se tenha sempre em mente que uma pessoa enferma é uma pessoa anormal em certo grau, inclinando-se a não compreender devidamente ou a interpretar erroneamente aquilo que se lhe diz. Acontece com muita frequência, que uma pessoa sabedora de certo aspecto adverso no seu mapa natal, ou de certa condição crônica no seu corpo, construa a imagem mental da anormalidade, podendo, assim, torná-la ainda mais severa. Tal fixação mental e emocional pode se tornar tão forte que venha a prevalecer um espírito de desânimo, e assim a pessoa cria um invólucro em torno de si tornando muito difícil o prestar-lhe assistência.

Vemos, assim, a necessidade de sempre se acentuar fortemente os aspectos positivos e a possibilidade de usá-los, a fim de contrabalançar e superar os indesejáveis estados mentais e emocionais que resultam em enfermidades. Otimismo e jovialidade são os fatores fundamentais em um método de cura bem estabelecido.

Além disso, o paciente deve saber que os Aspectos do seu mapa natal são obras exclusivamente suas, e que s o afetarão, enquanto trilhar as linhas adversas de pensamento ou de sentimentos indicadas no tema natal. Deve-se evidenciar repetidamente a habilidade que o Ego interior ou Espírito possui em "governar as suas estrelas", de modo a evitar qualquer grau de fatalismo. Não há limites para o poder de um Espírito desperto.

(Tradução de Rays From The Rose Cross e publicado no Serviço Rosacruz 07/80 – Fraternidade Rosacruz – SP)